Celular vira o principal meio de acesso à internet no Brasil

Segundo pesquisa TIC Domicílios, 89% dos brasileiros conectados acessam a rede por smartphone, superando computadores pela primeira vez
O celular é hoje o principal meio de acesso dos brasileiros à internet. É o que revela a pesquisa TIC Domicílios 2015, realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br): 89% dos brasileiros conectados o fazem por meio de um smartphone, superando pela primeira vez os computadores como dispositivo prioritário para conexão – os PCs são usados por 65% dos usuários de internet do País. Em 2014, 80% dos brasileiros faziam uso do computador para este fim.
“Ter o celular como dispositivo que acelera a inclusão digital é excelente”, diz Alexandre Barbosa, gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), ligado ao NIC.br. No entanto, o especialista afirma que o acesso exclusivo pelo aparelho pode limitar o potencial de uso da internet. “O celular limita o que o usuário pode fazer, especialmente no desenvolvimento de habilidades para trabalho, como usar processadores de texto e planilhas ou no uso de aplicações de governo eletrônico."
Em 2015, 35% dos usuários de internet acessaram a rede apenas pelo telefone celular; em 2014, essa proporção era de 19%. De acordo com Barbosa, usuários de classes menos favorecidas e com baixa escolaridade são os que mais utilizam a internet apenas pelo celular – são 44% na classe C e 65% no conjunto das classes D e E. “Quem tem mais escolaridade e renda tem múltiplas plataformas de acesso: apenas 8% dos usuários da classe A ficou restrito ao celular”, diz.
Segundo o estudo – que é baseado em entrevistas com pessoas que moram em mais de 23 mil domicílios em todo o País, entre novembro de 2015 e junho de 2016 – 58% dos brasileiros têm acesso ao internet, o que representa um crescimento de 7 pontos porcentuais na comparação com a pesquisa do ano passado. Foi considerado “conectado” o indivíduo que acessou a internet pelo menos uma vez nos últimos três meses antes da resposta do questionário.
Na medição por domicílios, no entanto, não houve avanços: 51% dos lares brasileiros têm acesso à rede, contra 50% do ano passado. Para Barbosa, a estabilidade no acesso dos domicílios pode indicar que “o País pode ter chegado ao limite de acessos sob os atuais preços da banda larga fixa”.
Ao todo, 32,8 milhões de domicílios estão desconectados no Brasil – destes, aproximadamente 30 milhões são de famílias das classes C, D e E, segundo aponta a pesquisa. A desigualdade econômica e a concentração urbana aparecem aqui como fatores de exclusão digital – na classe D e E, apenas 16% dos lares estão conectados à internet. Na área rural, esta proporção é de 22% – bem abaixo dos 56% das áreas urbanas.
Wi-Fi. Nesse contexto, um tipo de rede que cresce em importância para os brasileiros: as redes Wi-Fi. De acordo com a pesquisa, 79% dos domicílios tinham Wi-Fi em 2015 – na pesquisa de 2014, o índice era de 66%. “Isso não significa que os brasileiros estejam comprando roteadores. Nos grandes provedores, o próprio acesso à internet já vem um modem roteador e esse é um dos motivos porque o usuário pede banda larga fixa”, diz Barbosa.
Além disso, 56% dos usuários afirmam ter utilizado a internet na casa de outra pessoa (amigo, vizinho ou familiar), fazendo deste local de acesso o segundo mais popular, especialmente entre as pessoas que acessam a rede pelo celular. No que diz respeito ao tipo de conexão utilizada no celular, o acesso via Wi-Fi (87%) ultrapassou o acesso via redes 3G e 4G (72%).
Fonte: Estadão - 15/09/2016 e Endividado

Em parceria com VEJA, RedeTV! faz debate eleitoral em BH nesta sexta

Publicado em 15 de set de 2016

A VEJA, em parceria com RedeTV!, o portal Uol e o Facebook, realizam nesta sexta-feira, dia 16, um debate com os principais candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte

 

 

 

Ator Domingos Montagner morre no rio São Francisco

 

 

 

Síria: Exército sírio se prepara para retirar tanques da Estrada Castello em Aleppo

 

 

 

 

Tufão Merandi é o mais forte a atingir Taiwan em 57 anos

 

 

 

Tufão Meranti perde força antes de atingir a China

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tanque Mark IV usado durante a batalha de Somme no centésimo aniversário da 1ª guerra

 

 

Postura do profissional ao se desligar da empresa

 

 

 

‘Bruxa de Blair’ volta a tocar o terror

 

Trabalhadores dos Correios decidem por greve em pelo menos 6 estados

Nesses estados, funcionários não aceitaram a proposta da empresa. Paralisação é por tempo indeterminado, caso as negociações não avancem.
Os trabalhadores dos Correios decidiram em uma assembleia na noite de quarta-feira (14) entrar em greve a partir desta quinta (15), segundo a Fentec, federação que representa a categoria. A paralisação, que atinge ao menos seis estados, é por tempo indeterminado, caso as negociações não avancem.
Segundo os Correios, das bases sindicais que rejeitaram a proposta estão nos estados do Ceará, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe. A empresa informou por nota que fez um plano de ação com horas extras e mutirões, nessas localidades, "para garantir a manutenção da prestação dos serviços".
Ainda segundo a empresa, 25 dos 36 sindicatos dos trabalhadores aprovaram a proposta de reajuste. 98,6% do efetivo da empresa, ou 114.667 empregados, não aderiram à paralisação, número apurado por meio de sistema eletrônico de presença.
A empresa informou, por nota, que as agências estão abertas e os serviços como entrega de Sedex e o Banco Postal estão disponíveis.
Onde a proposta não foi aceita
Ceará
Funcionários dos Correios no Ceará decidiram em assembleia entrar em greve por um período de 24 horas, até a noite desta quinta-feira (15). Conforme o sindicato da categoria, as reivindicações da categoria não foram atendidas.
Minas Gerais
Funcionários dos Correios em Governador Valadares (MG) aderiram à greve nacional da categoria na manhã desta quinta-feira (15). O representante dos grevistas, Demétrio Sales Camargos, disse que os funcionários não querem a privatização dos Correios, pois temem que o processo possa gerar demissões e transferências de funcionários.
Em Montes Claros, no Norte de Minas, cerca de 50% dos trabalhadores dos Correios aderiram à paralisação, após assembleia realizada pelo sindicato da categoria.
Trabalhadores dos Correios em Minas Gerais aderiram nesta quinta-feira à greve nacional, segundo o Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Sintect-MG). A paralisação é por tempo indeterminado. Um ato foi realizado em Belo Horizonte durante a manhã.
A entidade, que representa 657 municípios no estado, ainda não informa o número de funcionários parados. Segundo os Correios em Minas, nesta manhã, a adesão era de 5% dos 12.743 trabalhadores no estado.
Rio Grande do Sul
Os trabalhadores dos Correios do Rio Grande do Sul também decidiram entrar em greve a partir desta quinta-feira (15) após assembleia realizada na noite de quarta-feira (14), quando rejeitaram a proposta apresentada pela empresa.
Santa Catarina
Os trabalhadores dos Correios em Santa Catarina também decidiram em uma assembleia na noite de quarta-feira, em São José, na Grande Florianópolis, entrar em greve. Conforme o diretor de política sindical Giovani Zoboli, os representantes da entidade irão para as agências para mobilizar outros trabalhadores.
Conforme o Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos e Similares de Santa Catarina (Sintect-SC), o estado tem quatro mil trabalhadores dos Correios, mas a maior adesão deve ser dos carteiros, portanto, se for mantida a greve, as correspondências devem começar a atrasar.
Sergipe
Os trabalhadores dos Correios de Sergipe decidiram durante uma assembleia realizada na noite de quarta-feira (14) em Aracaju, entrar em greve por tempo indeterminado.
Segundo ele, os serviços estão parcialmente suspensos. “Estamos mantendo 30% dos serviços de cada setor”.
Ainda de acordo com o presidente do sindicato, o estado possui cerca de 950 trabalhadores dos Correios, mas ainda não é possível saber quantos estão paralisados.
“Estamos lutando para manter os nossos postos de trabalho e o plano de saúde. E queremos um aumento salarial acima da inflação”, finalizou.
Ceará
Segundo os Correios, o estado também aderiu à paralização nesta quinta-feira (15).
Piauí
O estado está entre os que rejeitaram a proposta de reajuste dos Correios e aderiram à paralisação.
Fonte: G1 - 15/09/2016 e Endividado

SALA COMERCIAL EM PETRÓPOLIS–com, ou sem box

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A 3(três) quadras da Av. Protásio Alves, e a 6(seis) quadras da Praça da Encol.
EM VENDA

Rua João Abbott nº451, salas 501 e 502, com boxes01 e 02
- Petrópolis -
Porto Alegre/RS

O Edifício:
Ed. Centro Profissional Leonardo da Vinci.
• Com 24 salas comerciais distribuídas em 4 pavimentos, sendo 3 salas de frente e 3 de fundos em cada pavimento.
• Pavimento térreo com portaria (diurna), hall de entrada, e acessos ao elevador e escada.
• Também no térreo há boxes de estacionamento privativos, com matrículas individualizadas, apenas para algumas salas.
• Em frente ao prédio há estacionamento rotativo particular, pago, onde é possível estacionar "por hora", ou mediante mensalidade.

Descrição das unidades:
• As salas 501 e 502 são de frente, de cobertura, no 5º pavimento.
• A 501 fica a esquerda para quem da rua olha o edifício.
• A 502 fica ao centro para quem da rua olha o edifício.
As salas 501 e 502 estão unificadas no 5º pavimento e na cobertura.
No pavimento inferior (5º) há sala de espera, banheiro social, 1 sala maior, 2 salas menores, e mais um banheiro. O acesso à cobertura é feito por escada confortável, de concreto armado.
No pavimento superior há cozinha, sala menor, sala maior, terraço privativo, e mais um banheiro.
Os boxes de estacionamento 01 e 02 são de frente, lado a lado, no pavimento térreo, com acesso através de portão exclusivo, a direita de quem da rua olha o edifício e o acesso social. Ambos os boxes são cobertos. Cada box comporta 1(um) carro de passeio estacionado. No recuo de jardim do edifício, em frente ao acesso aos boxes 01 e 02, cabem mais 2(dois) veículos lado a lado, descobertos. Portanto, é possível estacionar 4 carros.
Taxa de condomínio é de R$ 460,00 para a sala 501, e R$ 370,00 para a sala 502. Totaliza R$ 830,00/mês. Valores de novembro/14.

Áreas das unidades:
Sala 501: área total 62,17 m2. Área privativa de 50,06m2, mais área posteriormente fechada na cobertura de 27,83 m2, inclusive com emissão da respectiva "Carta de Habitação" da reforma.
Área Privativa Total desta sala= 50,06+27,83 = 77,89m2.
Sala 502: área total de 44,07 m2. Área privativa de 35,49m2, mais área posteriormente fechada na cobertura de 27,94 m2, inclusive com emissão da respectiva "Carta de Habitação" da reforma.
Área Privativa Total desta sala= 35,49+27,94 = 63,43m2.
Área Privativa total das salas 501 e 502 = 141,32m2.
Box de estacionamento 01: área total de 21,90 m2. Área privativa de 17,64 m2.
Box de estacionamento 02: área total de 21,90 m2. Área privativa de 17,64 m2.

Preço de Venda:
R$ 650.000,00 (seiscentos e cinqüenta mil reais).
Já inclui comissão de intermediação de 6% (seis por cento). (Preço de tabela = R$ 860.000,00)

 

Mais informações:

Luis Borges

e-mail: luisaugustoborges@gmail.com

Fone: (51) 8039-0049

MENSAGEM DE JAIME LERNER AOS CANDIDATOS A PREFEITO!

(Folha de S. Paulo, 08) 1. Candidatos a prefeito precisam lembrar que "mobilidade é colocar moradia perto do trabalho e que só rua bonita, vibrante faz as pessoas querem caminhar", diz o arquiteto Jaime Lerner, 78, que governou Curitiba por três mandatos. "Ficamos construindo guetos para pobres nesse 'Minha casa, minha vida, meu fim de mundo', que depois custa uma fortuna levar infraestrutura tão longe, onde a dependência do carro é total".
2. Com o registro de elogios de colegas de profissão de Oscar Niemeyer a Paulo Mendes da Rocha e João Filgueiras Lima, o Lelé, ele deixa transparecer certo ressentimento por suas ideias terem vingado primeiro no exterior que em cidades brasileiras, como os corredores de ônibus. O ex-prefeito, fora da política partidária há 14 anos, admite que Curitiba "deixou de inovar há pelo menos uns dez anos" e que o sistema de transportes "piorou muito".
3. "Curitiba foi contra a corrente. Investimos em transporte público quando só se faziam obras viárias —o rodoviarismo até hoje manda no Brasil. As pessoas se curvam, se ajoelham para o ídolo de metal, que é o carro, o cigarro do futuro. Os corredores de ônibus levaram 40 anos para "pegar" no Brasil, só depois que Bogotá, Nova York e a China adotaram. Soluções simples, que não envolvem muito dinheiro, não fazem muito sucesso por aqui."
4. "Inovar é começar. Melhor trabalhar rápido e mostrar resultados que gastar muito tempo com teorias. Fizemos o primeiro calçadão do Brasil em 72 horas. As pessoas tinham que ver e sentir o resultado, explicação nenhuma funcionaria como a demonstração na prática. Defendo obras rápidas e simples."
5. "Morar mais perto do trabalho é o grande desafio da mobilidade. Ficamos gastando bilhões com o "Minha casa, minha vida, meu fim do mundo". É um retrocesso. Continuamos a criar guetos distantes, que só são alcançados por carro. São Paulo tem 25 m² para um carro em casa, 25 m² para estacionar no trabalho. Se vocês têm 5 milhões de espaços para os carros paulistanos, vocês poderiam ter 2,5 milhões de moradias ou escritórios no lugar. A cidade nem precisaria ter periferia com essa troca."
6. "O mercado imobiliário coloca nomes europeus em tudo quanto é edifício, mas faz o oposto da cidade europeia. Em Paris, você pode morar em um apartamento de 20 m², um antigo quarto de empregada adaptado, mas terá uma cidade linda para desfrutar. Aqui a gente tenta trazer a cidade para o prédio, o espaço de brincar, de comer, gourmet, tudo apertado com muro alto. Sobra pouco para uma cidade diversa além-muros. A rua tem que ser vibrante, viva, para as pessoas terem vontade de usar."
7. "Prefeitos não devem se assustar com falta de dinheiro. Fizemos parques com tubos e postes de madeira que compramos das empresas de telefonia e energia e reciclamos. Dinheiro demais atrapalha. Disse pro [arquiteto] Richard Rogers quando visitou Curitiba, "talvez você não goste da arquitetura, mas vai gostar dos espaços públicos". Prefiro a ecoarquitetura que a egoarquitetura."
8. "Nossa grande campanha de reciclagem do lixo começou em 1989. Começamos pelas escolas, todas as crianças foram ensinadas a separar o lixo. Não achávamos que reciclagem era apenas para bairro rico. Toda favela no Brasil é em morro ou fundo de vale. Não tinha coleta, e esse lixo polui os córregos onde as crianças brincam. Decidimos comprar o lixo da população, trocando por vales transporte. É mais caro despoluir depois."
9. "Gostei muito mais de ser prefeito que governador. Está mais perto do fazer, há resultados mais concretos. Como governador, você depende mais da política econômica do país e tive que sofrer o ajuste da primeira vez que a Lei de Responsabilidade Fiscal foi implementada. Ser prefeito é sentir a sociedade antes. É ter equipes de artistas, de intelectuais, de gente que se adiante, não apenas fique reagindo. É ter senso de humor, as pessoas precisam querer trabalhar com você."
10. "Até prefeitos sensíveis, com boas intenções, não conseguem ter equipes com a qualificação necessária porque precisam governar em coalizão. Aceitam indicados de outros partidos que não têm a menor ideia. Quando criamos o IPPUC [Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba], queríamos ter um corpo técnico cuidando do urbanismo, com continuidade. Poucas cidades do Brasil fizeram algo parecido."

 

Ex-Blog do Cesar Maia

Vídeo: Lula é mesmo um psicopata


Trata-se de um diagnóstico frio, sincero, com respaldo em psiquiatras e psicólogos: Lula provou definitivamente ser um psicopata em seu discurso de “defesa” das acusações do MPF. Somente um psicopata age dessa forma, invertendo todos os fatos, “chorando” quando quer, bancando a vítima com frieza ímpar quando todas as evidências apontam para sua culpa máxima. Vejam breve vídeo que gravei sobre isso:

A manipulação: como o PT usa de forma inescrupulosa os inocentes úteis

blog

Por Paulo Bressane, em O Tempo

Patrocinados com dinheiro público, o “Acampamento do Levante Popular da Juventude” reuniu no Mineirinho jovens de todo o país para ouvir Lula dizer que “as elites deste país não aceitaram, não assimilaram o fato de as pessoas humildes, da periferia, começarem a frequentar universidades públicas e privadas. Causou incômodo à direita o pobre viajar de avião, ter carro…”. Lula pode ser preso por seus atos ilícitos, mas o crime mais hediondo da esquerda lulopetista – a manipulação intelectual que confunde os menos esclarecidos – continuará fazendo estragos. Lula já foi aclamado como o maior líder popular do Brasil, o que só comprova a falta de discernimento político e moral daqueles que o idolatram. A oposição é necessária, mas que tenha visão de mundo, que seja incorrupta, que busque caminhos além do fracasso socialista, que se importe, enfim, com a classe produtiva e a pujança do mercado.

LULA, DILMA, o PT e aliados, de forma insana, tentaram ressuscitar um modelo de estado que vigorava na Europa do século XIX. Ignoraram o fato de que a economia não se sujeita à vontade política e ainda criaram 43 novas estatais, nos legando prejuízos de bilhões de reais e corrupção desvairada. A esquerda não entende a globalização do século XXI, não entende que estados obesos sugam em demasia a seiva fértil produzida pelo setor privado, não entende que para alavancar o desenvolvimento, o Estado deve se ater ao papel da indução e da regulação. É um grande erro da esquerda achar que economia é coisa de burguês, é um grande erro da esquerda tentar botar fogo no país, pelo simples fato de que seus ideais estão sendo desmoralizados pela realidade.

VOLTANDO AO INÍCIO DA COLUNA, é um crime o que os mestres da esquerda e seus apadrinhado$, CUT, MST, UNE, entre outros, fazem com os inocentes úteis dos movimentos sociais e estudantis. Tendo perdido o poder, não se constrangem em usá-los de forma inescrupulosa, manipulando-os com sua arma mais perversa, a conquista de suas mentes pelas mentiras. O esquerdismo é uma fraude histórica, desconhece completamente os mandamentos do crescimento sustentável, vive do fomento de ideias descoladas do mundo real, e confunde a opinião pública com seus discursos populistas, sempre atribuindo aos outros os erros causados por sua pró- pria ideologia. O PT iludiu e produziu um crescimento artificial que agora cobra sua conta, vamos ter de paga-la, mas com inteligência.

 

Blog do Rodrigo Constantino

O “Fora Temer” e a esquerda golpista

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Por Percival Puggina

Alguém pode me citar um presidente com mandato posterior à fundação do PT que não tenha sido alvo de campanhas semelhantes à que presentemente se dirige contra Michel Temer? Parece-me que a infinita reiteração denuncia insubmissão a toda autoridade não alinhada ao partido. Não por acaso, essa é uma conduta radical muito semelhante à do Islã político, merecedor de persistente proteção da esquerda mundial.

Apenas para comparar, lembro que somente após 12 anos de sucessivos governos petistas a sociedade brasileira foi às ruas. E o fez com a intenção – perceba-se a diferença – de cobrar das instituições uma solução para a tragédia em moto contínuo e para os encordoados escândalos proporcionados pela organização criminosa que operava no governo e em sua base de apoio. É importante ter em vista essa diferença. Uma coisa é o direito popular de se manifestar às instituições. Outra é mobilizar milicianos e militantes para ações típicas de agitprop (agitação e propaganda, no melhor estilo da KGB) com a intenção de promover convulsão e prejudicar o país, interna e externamente. Flagrada numa pichação “Fora Temer”, a deputada comunista Jandira Feghalli explicou que aquele era um ato subversivo. E, claro, “democrático”. Em recente manifestação promovida pela CUT e pelo MTST, Luíza Erundina afirmou que “não sairemos das ruas até esse governo cair”.

Cair como, dona Luíza? Tipo Tomada da Bastilha? Se estamos sob um governo constitucional, golpeá-lo reunindo milicianos, esbravejando bandeiras vermelhas, espatifando vidraças, queimando pneus e estimulando o caos, não é … golpe?

No Estado de Direito existe um modo legal de fazer as coisas. Até para ir às ruas pode-se sair de casa dentro da lei e fora da lei. As manifestações contra o governo Dilma e contra a corrupção ocorreram com prévia notificação às autoridades da segurança pública indicando local e percurso, solicitando proteção e acompanhamento policial. Opiniões foram expressas e soluções reivindicadas dentro da ordem, com legitimidade formal. Fora do Estado de Direito, temos o que está sendo promovido pelos partidos de esquerda, com inequívoco intuito subversivo, na sincera expressão da candidata do PCdoB à prefeitura do Rio de Janeiro. Se querem destituir Temer, busquem fundamentos constitucionais e peçam seu impeachment.

Não entendo, mas admito como possível e legítimo que pessoas amem Dilma Rousseff, exaltem sua gestão, tenham e mantenham adoração religiosa pelo PT, desconheçam as manifestações das ruas pelo impeachment, considerem que a ex-presidente seja de uma correção sem par e que, para ela, a verdade se imponha como grande soberana das próprias manifestações. Acredito que existam pessoas convencidas de que seu impeachment ocorreu sem justa causa, fruto de tenebrosas maquinações da direita. Juro que acredito!

Creio, também, na possibilidade de que, para muitos, Lula seja outro modelo de virtudes. Admito que outros tantos não atribuam qualquer importância a seus desvios de conduta e ao vertiginoso enriquecimento de toda família Lula da Silva. Mas me permito, pelo viés oposto, não atribuir qualquer importância às suas opiniões, crendices e critérios de juízo moral. Na linha de tiro das minhas opiniões continuam todos os corruptos e corruptores, todos os fora da lei, todos os subversivos e todos os golpistas inglórios.

Blog do Rodrigo Constantino

STF decide investigar denúncia contra deputado Marco Feliciano

Marco Feliciano

O deputado diz que o tempo provará que  acusações não  passam  de  "engodo"    Arquivo/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu que vai investigar a queixa apresentada pela estudante de jornalismo Patrícia Lélis contra o deputado Marco Feliciano (PSC-SP).
Em decisão tomada na terça-feira (13), o ministro atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e determinou abertura de inquérito para apurar o caso.

Em depoimento na Polícia Civil do Distrito Federal, no mês passado, Patrícia acusou o parlamentar de tentativa de estupro. O caso foi remetido ao Supremo pelo fato de o deputado ter foro privilegiado.

Patrícia é da juventude do PSC, partido de Feliciano.
A estudante contou que foi chamada por Feliciano para ir ao apartamento funcional dele, em Brasília, no dia 15 de junho, para participar de uma reunião sobre a comissão parlamentar de inquérito (CPI) que investigaria a União Nacional dos Estudantes (UNE).

Segundo Patrícia, ao chegar à casa do deputado, ela descobriu que ele estava sozinho e que não havia reunião. Feliciano, então, tentou estuprá-la, disse a estudante. Patrícia disse que gritou e que uma vizinha do deputado bateu à porta para saber o que estava acontecendo, o que colaborou para que o estupro não se concretizasse.

Na Polícia Civil de São Paulo, Patrícia Lélis foi indiciada por denunciação caluniosa e extorsão por acusar Talma Bauer, assessor do deputado, de cárcere privado e sequestro.

Em um vídeo postado em sua página na internet logo após a denúncia, Feliciano negou as acusações e disse que, com o tempo, ficará provado que não passam de “engodo” e “mentira”.

 

Agência Brasil

 

É a vez do liberalismo no Brasil: palestra no lançamento do Vox Brasilis

 

Por Rodrigo Constantino

Palestra durante o lançamento do instituto Vox Brasilis em Curitiba, com Hélio Beltrão e Rodrigo Saraiva Marinho, em que explico como o Brasil chegou a essa situação terrível e por que estou cautelosamente otimista com nosso futuro.

PS: Enquanto dava essa palestra, minha página...

 

Vídeo: Se o tríplex não é de Lula, então a conta na Suíça não é de Cunha

 

Por Rodrigo Constantino

Breve vídeo que gravei hoje cedo no aeroporto de Curitiba, enquanto aguardava para embarcar. Não aguentei esperar, após ouvir o Ricardo Boechat com a Monica Bergamo na Band News tentando suavizar para o lado do Nine Fingers:

A prostituição da universidade

blog

Por Thiago Kistenmacher, para o Instituto Liberal

Se a universidade fosse comparada a uma prostituta, ela seria aquela garota que, além de não ser bonita e custar caro, não desempenharia muito bem seu papel. Isso porque apesar de pagarmos as universidades públicas – “não existe almoço grátis” –, grande parte das pesquisas é desnecessária. E aqui me refiro particularmente às Ciências Humanas.

Mas por que estou dizendo isso? Porque no Caderno de Resumos do VIII Fórum de Pós-Graduação em História, III Fórum de Licenciatura em História e XXI Semana de História, que acontecerá na Universidade Estadual de Maringá (UEM), verificamos algo curioso, para não dizer torpe.

Falo sobre o estudo chamado “Somos todas putas: a figura da puta como objeto de reflexão”, cujo resumo pode ser encontrado no site do evento.

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Sim, esta é uma pesquisa financiada com dinheiro público, isto é, com o seu dinheiro. O intragável dessas “pesquisas” é que elas sempre querem salvar alguém e invariavelmente têm como intuito “problematizar” algo cujo resultado, nessas condições, é óbvio: as mulheres são “vítimas” do “machismo” e do “patriarcalismo”. Nenhuma novidade.

Pesquisar historicamente a prostituição pode ser interessante. Mas sabemos qual é o objetivo de análises como esta. Não é estudar, mas fortalecer a ideologia feminista, pois lemos clichês como “todo ser que desafia o patriarcado”, etc. Outra coisa, “a figura da pura como objeto de reflexão” ou como objeto de militância? Contem outra. Com esse tipo de “discussão” o leitor acredita que é possível chegar a um resultado que não seja acusar, mais uma vez, a sociedade de machista? Eu não.

Ademais, tal como várias prostitutas trabalham em ambientes desarranjados e foram contaminadas por DST’s, os campus das Ciências Humanas estão destruídos e foram contaminados pelo marxismo cultural. E os ideólogos que elaboram esses projetos? Estes podem ser equiparados aos cafetões que mandam nas prostitutas, protegem-nas dos ataques externos – outras ideias – e enriquecem às suas custas.

Um esclarecimento para a patrulha: não tenho nada contra as prostitutas. Somos livres, logo, não estou aqui condenando as garotas. Algumas inclusive relatam que gostam da profissão, então não serei eu a condená-las, até mesmo porque coloco os moralistas que “cagam regras” no mesmo saco das feministas possessas.

O problema, portanto, não é prostituir o que é privado, como o seu próprio corpo, mas o que é público, como a universidade. Além do mais, quem paga uma mulher tem prazer, enquanto quem paga a universidade tem desgosto. Pior ainda, quem paga uma prostituta, o faz por livre e espontânea vontade, quem paga uma universidade prostituída o faz através dos impostos.

Outra coisa, as autoras escrevem: “somos todas putas”. Pergunto: todas quem? Se as jovens acadêmicas querem seguir carreira no feminismo, não generalizar as mulheres seria um bom começo. Além disso, sugiro que na próxima semana da História as garotas apresentem a comunicação intitulada “Somos todos otários: a figura do otário como financiador da militância”. A conclusão também pode ser prevista, afinal, somos todos otários.

Caso as autoras precisem de embasamento, indico o livro Brasileiro é otário? O alto custo da nossa malandragem, que pode ser adquirido aqui.

Assim, creio que não há problema em finalizar dizendo que a universidade brasileira virou uma putaria.

Blog do Rodrigo Constantino