Revista Canavieiros - Clipping do Setor - 26/02/2016

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Reflexões do Dr. Dráuzio Varella

Eu já estava praticando quase tudo o que consta no arquivo anexo: Reflexões do Dr Drauzius. De agora em diante vou intensificar o tratamento. Lamento que ele não saiba que, além disso, faz muito bem pescar...



Após 20 anos, PSDB não terá Serra ou Alckmin como candidato à Prefeitura de SP

Museu de Toronto quer provar que portugueses chegaram à América antes de Colombo

Ministro Edinho Silva defende Lula e diz que ex-presidente é honesto e íntegro


Rio de Janeiro - O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva durante cerimônia que marca o início das transmissões dos canais do Poder Executivo na TV digital aberta n
Nunca houve  "absolutamente  nada"  contra  Lula,
disse o ministro da Secom  Arquivo/Agência Brasil
O ministro da Secretaria da Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, Edinho Silva, defendeu hoje (27) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante evento de comemoração aos 36 anos do PT, no Rio de Janeiro, o ministro disse que Lula é honesto e nunca houve “absolutamente nada” contra ele.
O ex-presidente está sendo investigado por supostas irregularidades na compra da cota de um imóvel no Guarujá, no litoral paulista.

“O Lula já foi investigado de todas as formas que você pode imaginar. Inclusive, sua história e sua conduta, em todo processo eleitoral, sofre uma devassa. Estamos falando de um homem que é a maior liderança popular da história do Brasil. É um homem honesto, íntegro. Nunca teve absolutamente nada contra o Lula”, disse Edinho Silva.
Segundo o ministro, Lula não é contrário às investigações, mas espera que elas não sejam usadas por motivos políticos, com o objetivo de destruir sua imagem pública.
“Certamente, ele tem esclarecimentos para todas as questões que estão sendo levantadas. O que nós não concordamos, e ninguém concorda, é que se utilizem questionamentos para se fazer um processo de destruição pública da sua imagem. E não vão conseguir. Alguém que tem o lastro que ele tem dentro da sociedade brasileira não será destruído por uma ação que, no meu entender, está dentro de uma conjuntura específica, de um recorte histórico específico. E ele é maior do que tudo isso. Equivoca-se quem acha que destrói o Lula por acusações em um momento político como esse”, acrescentou o ministro.
Edinho também disse que as relações de Lula com a presidenta Dilma Rousseff são as melhores possíveis. “O Lula não é presidente. Ele é ex-presidente da República. E ele sabe se portar como ex-presidente da República. Quem tem a responsabilidade de governar o Brasil é a presidenta Dilma. Agora, é bom para o Brasil quando eles conversam. É bom para o Brasil quando eles trocam experiência, impressões.”

Acabou o 'Lulinha Paz e Amor' diz Lula em festa de aniversário do PT


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou a cerimônia de aniversário de…
M.FOLHA.UOL.COM.BR

Em carta a senadores, Delcídio nega ter feito ameaças para evitar cassação


Senador Delcídio do Amaral
 Delcídio ficou 80 dias presoArquivo/Agência Brasil
O senador Delcídio do Amaral (PT-MS) enviou uma carta aos senadores na qual nega ter feito ameaças aos colegas para evitar a cassação de seu mandato no Conselho de Ética da Casa. Na carta, enviada  quinta-feira (25) aos colegas, Delcídio classifica de "falsas e delirantes" as notícias sobre as supostas ameaças, divulgadas pela imprensa nesta semana.
Aos colegas, o senador disse que as notícias não condizem com sua "conduta de homem e de parlamentar". Delcídio também disse que sua prisão foi injusta.
"O injusto encarceramento me afastou temporariamente da vida familiar, social e política, todavia não me exonerou da coerência e da razão. Seria falso dizer que a injustiça não fere, testa a nossa força debilitando o corpo e atormentando o espírito. Porém, essas provações não dobraram meu caráter. Ódio e revanchismo não ocuparam minha imaginação. Mantive a serenidade e permaneço fiel aos meus princípios morais, que não foram depreciados ou abalados.", disse o senador.
Delcídio ficou 80 dias preso em função das investigações da Operação Lava Jato e passou a cumprir prisão domiciliar na sexta-feira (19). O retorno dele ao Senado era esperado nesta semana, mas Delcídio apresentou um atestado médico se licenciando por 15 dias da Casa.
A prisão do senador foi embasada em uma gravação apresentada à Procuradoria-Geral da República por Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Segundo a procuradoria, o senador ofereceu R$ 50 mil por mês para Cerveró e sua família, além de um plano de fuga.
De acordo com os procuradores, o objetivo de Delcídio era evitar que o ex-diretor fizesse acordo de delação premiada. Os fatos ocorreram em uma reunião da qual participaram Bernardo Cerveró, o ex-advogado dele, Edson Ribeiro, e o senador Delcídio.

Lula diz que sítio foi comprado por amigo Jacó e reforma executada por Bumlai

Lava Jato e o Ministério Público paulista investigam a aquisição do imóvel em 2010
Lula diz que sítio foi comprado por amigo Jacó e reforma executada por Bumlai  | Foto: Heinrich Aikawa / Instituto Lula / CP
Lula diz que sítio foi comprado por amigo Jacó e reforma executada por Bumlai | Foto: Heinrich Aikawa / Instituto Lula / CP
Luiz Inácio Lula da Silva admitiu em ação apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF), na sexta-feira, que foi seu amigo José Carlos Bumlai – preso pela Operação Lava Jato – que realizou as obras no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), investigado pelo Ministério Público por ser possível propriedade oculta do ex-presidente. Segundo ele, o imóvel foi comprado pelo amigo e ex-prefeito de Campinas Jacó Bittar (PT), em 2010, para que as duas famílias pudesse "conviver" e para que ele pudesse "acomodar objetos" recebidos do "povo brasileiro" durante seus dois mandatos.
"O 'Sítio Santa Bárbara' foi prospectado pelo Sr. Jacó Bittar (amigo do Autor e de sua família mais de 40 anos) no ano de 2010, quando ele tinha o interesse de adquirir um local que pudesse servir para que sua família pudesse conviver com a família do Autor – após este deixar a Presidência dar República - além de outros amigos", informa a ação cível ordinária, protocolada ontem, 26, no STF.
"Havia, ainda, a preocupação de Jacó Bittar de oferecer à família do autor um local onde pudesse acomodar objetos que o Autor havia recebido o povo brasileiro durante os dois mandatos de Presidente da República." A peça é assinada pelos advogados dos escritórios Teixeira, Martins & Advogados – do compadre de Lula Roberto Teixeira – e Nilo Batista e Advogados Associados, defensores do ex-presidente.
"A compra das propriedades imobiliárias em questão envolve apenas particulares. Da mesma forma, eventuais reformas que tenham sido realizadas nessa propriedades também envolveram apenas particulares." A Lava Jato e o Ministério Público paulista investigam a compra do sítio em 2010, pelo valor declarado de R$ 1,5 milhão, e a reforma realizada no local, em 2011. Há a suspeita de que duas empreiteiras envolvidas no esquema de cartel e corrupção na Petrobras - Odebrecht e OAS – tenham participado da obra, como compensação por contratos na estatal. O pecuarista e amigo de Lula, José Carlos Bumlai, também é investigado. O imóvel está registrado em nome de Fernando Bittar, filho de Jacó, e Jonas Suassuna – ambos são sócios de um dos filhos de Lula.
No documento encaminhado ontem ao STF, a defesa de Lula admite que Bumlai realizou as obras, mas negou participação das empreiteiras e relação com a Petrobras. "Jacó Bittar, em virtude de doença, transferiu ao filho Fernando Bittar os recursos de suas aplicações pessoais para adquirir a propriedade. Como o valor não era suficiente para a compra integral do sítio (duas matrículas), Fernando celebrou um contrato particular de compra e venda com o antigo proprietário e tentou, no interregno até a escritura definitiva, vender uma outra propriedade, no município de Manduri (SP)." Segundo a defesa, como a venda não foi realizada, "Fernando convidou o seu sócio, Jonas Suassuna, a participar da compra, o que foi aceito por este último." Conhecimento "O Autor somente soube que Fernando Bittar e Suassuna haviam adquirido o "Sítio Santa Bárbara" em 13 de janeiro de 2011, após ter deixado o cargo de presidente da República", informa a defesa de Lula.
O ex-presidente, que admitiu frequentar o local, disse que a primeira vez que esteve no local foi no dia 15 de janeiro de 2011. "Todos os recursos utilizados na compra da propriedade são da titularidade da família Bittar e de Jonas Suassuna e foram pagos em cheques administrativos".
Reforma
Conta a defesa que quando foi adquirido por Fernando Bittar e Jonas Suassuna, o sítio tinha apenas dois quartos e instalações com alguma precariedade. "Foram realizadas reformas com o objetivo de permitir que os proprietários e a família do Autor pudessem conviver no local e, ainda, que fosse possível acomodar, como já dito, os objetos que o Autor ganhou do povo brasileiro durante a Presidência da República."
Lula informou à Justiça que "tomou conhecimento de que a reforma foi oferecida pelo Sr. José Carlos Bumlai, amigo da família, enquanto Fernando Bittar comentava sobre a necessidade de algumas adaptações no local". "Depois, diante de algumas dificuldades técnicas, a obra foi concluída por uma empresa cerca de 50 km do "Sítio Santa Bárbara"." Para a defesa, como se vê, não há qualquer ato ilícito "O Autor e sua família não são proprietários de fato ou de direito de qualquer dos bens imóveis acima referidos."
Em nota, o Instituo Lula negou neste sábado que a defesa tenha pedido para que as investigações fossem suspensas. "Os advogados do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ingressaram ontem (26/02), perante o Supremo Tribunal Federal, com ação originária que tem por objetivo que a Corte defina se as investigações a respeito do 'Sítio Santa Bárbara', em Atibaia, e do apartamento 164-A, no Edifício Solaris, no Guarujá, ambos no Estado de São Paulo (SP), devem ser conduzidas pelo Ministério Público do Estado de São Paulo ou pelo Ministério Público Federal, através da "Força Tarefa Lava Jato", lotada em Curitiba (PR)", informa a notícia publicada no site do Instituto Lula.
O Instituto Lula negou que o ex-presidente tenha pedido "a paralisação das investigações, mas apenas para que a Corte defina qual Ministério Público deve conduzi-las, a fim de evitar a permanência do que a lei chama de 'conflito de atribuições'.
Estadão Conteúdo e Correio do Povo