Delcídio tentou comprar silêncio de Cerveró

Publicado em 26 de nov de 2015
As gravações que chegaram à Procuradoria-Geral da República mostram que o senador Delcício Amaral (PT-MS), preso hoje na Operação Lava Jato, tentou armar um plano para tirar o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró da prisão. Acompanhe no novo #Giro VEJA

As lições de Paris para Rio-2016

Publicado em 26 de nov de 2015
O redator-chefe de VEJA Fábio Altman fala sobre as preocupações com a segurança nos Jogos Olímpicos do Rio após os atentados em Paris. Assista ao Sem Edição, com Augusto Nunes.


Presidente, o senhor só tem amigos assim?

Publicado em 26 de nov de 2015
O colunista de VEJA José Roberto Guzzo comenta a prisão de José Carlos Bumlai: “Lula não é acusado de nada, mas a quantidade de coisas que ocorrem ao seu redor é enorme'. No bate-papo com Augusto Nunes, a análise da eleição do conservador Maurício Macri na Argentina. Assista ao 'Sem Edição'. 

O governo Lula na mira da Lava Jato

Publicado em 26 de nov de 2015
A prisão de José Carlos Bumlai aproxima a Operação Lava Jato do governo do ex-presidente Lula. No Congresso, a oposição fecha o cerco contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Assista ao novo #GiroVEJA

PT teme delação de Bumlai

Publicado em 26 de nov de 2015
Partido acredita que condução coercitiva dos filhos pode forçar pecuarista a falar. Acompanhe no Radar On-Line, com Vera Magalhães.

Nunca a Lava Jato esteve tão perto de Lula

Publicado em 26 de nov de 2015
Amigo do ex-presidente é citado como lobista em dois depoimentos de delação premiada. Acompanhe no Radar On-Line, com Vera Magalhães.

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Caixa Econômica Federal eleva em 25% gasto com supersalários em 2015

Em ano de ajuste fiscal, alta de despesas com remuneração de conselheiros e diretores segue, embora em menor ritmo; banco afirma que houve ampliação no número de ocupantes

A Caixa Econômica Federal tem mantido a tendência de elevar os gastos com a administração do banco neste 2015 de ajuste fiscal, embora em ritmo menor. Nos nove primeiros meses deste ano, o gasto com os supersalários dos conselheiros e diretores subiu 25% ante o mesmo período de 2014, segundo dados divulgados na sexta-feira (20). O resultado ocorre mesmo após, de janeiro a setembro de 2014, os gastos com a cúpula terem sido elevados em 79% na comparação com 2013.

Nos 9 primeiros meses de 2015 banco gastou R$ 26,7 milhões com os benefícios pagos a conselheiros e diretores, ante os R$ 21,4 milhões nos primeiros nove meses de 2014. Com o aumento, esse item da conta do banco chega a quase o triplo do de 2011, primeiro ano do governo Dilma Rousseff (PT).

Em média, cada dirigente recebe R$ 43 mil por mês atualmente, alta de 4,5% em relação a 2014 (o dado de 2011 não está disponível), um número 5,9 vezes maior à média de R$ 7,3 mil dos demais empregados, que teve um aumento de 10,7% em relação a 2014.

A Caixa não quis comentar as informações. Em outubro, entretanto, havia atribuído a elevação no gasto com os administradores no primeiro semestre de 2015 em relação a 2014, então de 53%, a três fatores: ampliação do número de ocupantes desses cargos, pagamento de quarentena a ex-funcionários e quitação de benefícios de anos anteriores. O banco se recusou a detalhar esses itens.

Leia também: Lucro da Caixa sobe 60% no 3º trimestre e atinge R$ 3 bilhões

“O aumento verificado nos benefícios de curto prazo [no primeiro semestre de 2015] decorreu da elevação na quantidade de administradores. Conforme legislação do Banco Central e leis vigentes, os Administradores da instituição recebem remuneração compensatória pelo período de interdição e remuneração variável, além dos efeitos de anos anteriores no diferimento da remuneração”, limitou-se a informar a Caixa, por meio de sua assessoria de imprensa.

De 26 para 47


A disparada no número de administradores da Caixa durante o governo Dilma ocorreu em 2013. Nos primeiros 9 meses daquele ano, o número de ocupantes de cargos dessa natureza no banco saltou de 27 para 36. No ano seguinte houve novo salto, para 46 e, em 2015, ano em houve 2.317 mais demissões do que admissões no banco segundo o Sindicato dos Bancários, ligeira elevação para 47.

Os dados fazem parte de levantamento do iG em documentações do Banco Central obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação. A Caixa não confirmou.

Os números são aproximados pois a composição de órgãos de administração tende a variar ao longo do ano – um diretor pode sair sem que sua posição, por exemplo, seja ocupada imediatamente – e dizem respeito apenas aos membros efetivos da Diretoria Executiva, do Conselho de Administração, do Conselho Diretor, do Conselho de Auditoria e do Conselho Fiscal.

Apesar da elevação, a quantidade de dirigentes da Caixa está em linha com o praticado em outras instituições financeiras de porte semelhante. O Banco do Brasil, também público, estima que terá uma média de 50 pessoas na administração em 2015, entre diretores e conselheiros. O Bradesco prevê aproximadamente 89 diretores – fora conselheiros.

Contas passadas

O aumento nos gastos também está relacionado, segundo à Caixa, à obrigatoriedade de fatiar o pagamento de remuneração variável aos diretores. Desde 2012, os bancos estão obrigados a diferir ao menos 40% desse valor por, no mínimo, três anos. Com isso, o aumento no número de administradores de 2013, por exemplo, terá reflexos até pelo menos 2016.

A Caixa argumenta ainda que os gastos de 2015 subiram em razão da necessidade de pagar quarentena a ex-funcionários. Por lei, eles ficam impedidos de assumir cargos semelhantes em outros locais durante seis meses após deixarem o cargo.

O gasto com a quarentena, entretanto, custou ao banco R$ 786.921,53 de abril de 2013 a março de 2015, segundo dado do banco obtido pela reportagem por meio da Lei de Acesso a Informação. Assim, mesmo que o pagamento das quarentenas tivessem ocorrido em 2015, elas representariam apenas 3% dos gastos com a cúpula da Caixa.
Fonte: economia.uol.com.br - 25/11/2015 e Endividado

Cliente busca direito sobre Lei da Fila nos bancos e ganha indenização de R$ 3 mil

Exemplo de causa ganha pode te incentivar a lutar pelo fim de irregularidades

O Reclame Aqui Notícias busca contar aos consumidores todos os direitos que possuem em diversas vertentes da relação de consumo. Além de saber quais são eles no momento de comprar um produto, é importante conhecer as regras que estabelecimentos frequentados no cotidiano, como supermercados, estacionamentos e bancos, devem seguir.

Muitas pessoas são lesadas diariamente, e mesmo sabendo dos direitos, não os colocam em prática. Para mostrar que vale a pena levar à Justiça um caso de abuso ao cliente, vamos mostrar um exemplo de sucesso.

Algumas cidades possuem a Lei da Fila, que obriga as instituições financeiras e/ou posto de atendimento a colocarem à disposição dos usuários, pessoal suficiente no setor de caixas, bem como sistemas de autoatendimento que seja efetivado em tempo razoável. Além disso, exigem que o cliente só possa ficar na fila de espera durante um determinado tempo. Ultrapassando os minutos, é considerado abuso!

Um consumidor de Goiânia ficou, em março deste ano, exatos 61 minutos na fila aguardando atendimento em uma agência bancária. Sabendo que a cidade segue a Lei Municipal nº 7.867, que estabelece tempo máximo para fila de 30 minutos, o consumidor, após perceber o descaso da agência, decidiu procurar seus direitos e ingressar com uma ação de indenização.

Causa ganha

Em 23 de outubro, o juiz federal Roberto Carlos de Oliveira julgou a sentença favorável ao consumidor. Diante disso, a Caixa Econômica Federal será obrigada a indenizá-lo em R$ 3 mil.

Em sua decisão, o juiz fundamentou que “A permanência na fila de clientes e usuários, por tempo excessivo, não é situação que meramente se amolde às regulares angústias cotidianas, mas gera fadiga e indignação, com prejuízo social, em virtude da impossibilidade dos usuários nas filas ocuparem seu tempo em atividades profissionais ou outras de cunho particular, especialmente as que trabalham e deixam o horário de refeição para promover transações bancárias”.

Da sentença, ainda cabe recurso por parte da Caixa.

Lembrando que a Lei da Fila funciona municipalmente, o que significa que cada prefeitura tem o poder de especifica-la de acordo com sua demanda populacional.

Busque seus direitos!

Para não passar por abusos desse tipo, você pode seguir alguns passos. No caso dos bancos, exija uma senha de atendimento com data e horário. Depois disso, basta confirmar os dados da senha com algum comprovante de depósito ou pagamento feito, que também consta data e hora. Se o tempo ultrapassar os minutos previstos em lei, o consumidor pode buscar indenização.

Viu como é importante ir atrás dos seus direitos? Por mais que o processo na Justiça possa ser lento, as leis existem para isso, portanto use-as a seu favor e não deixe irregularidades passarem ilesas. Não se esqueça, é claro, de registrar sua queixa contra a empresa no Reclame AQUI!
Fonte: Reclame Aqui - 25/11/2015 e Endividado