A restrição do porte de armas no Brasil, por Lúcio Machado Borges*

O governo petista desarmou o povo brasileiro, assim como também queria amordaçar o Judiciário e a imprensa. Está muito claro para mim as razões da petezada querer fazer isso: se a Justiça e a imprensa estivessem amordaçada, não teriam como denunciar a roubalheira que o PT instituiu “neste país”. A roubalheira instituída pelo PT no Brasil é de causar inveja na Corte Portuguesa, mas vejamos algumas razões em relação ao porte de armas no Brasil:
  1. A Rede Globo fez lavagem cerebral para que as pessoas não usem armas. Foi tema debatido em suas novelas.
  2. Se uma pessoa matar um inocente, será julgado e preso.
  3. A população está sendo punida, antes que qualquer crime tenha sido cometido. Falo isso em relação só porte de armas.
  4. Presídios devem ser privados, sem visita íntima e os presos devem trabalhar. Uma mente ociosa é uma fábrica para o diabo.

Nunca é demais lembrar que no plebiscito que teve no Brasil em relação ao desarmamento, a maioria dos brasileiro votou contra o desarmamento, mas mesmo assim, a petezada desarmou o povo brasileiro.
Em todos os países que proibiram o porte de armas, aumentou a violência. É só pesquisar no Google. No segundo item da Constituição norte-americana está previsto o porte de armas.
Pelo fato de o PT ter desarmado o povo brasileiro, aumentou a criminalidade no país, já que a bandidagem sabe que a população está desarmada. Eu não tenho dúvida que esta é a principal razão do PT ter desarmado a população brasileira. Puro corporativismo. Bandido protege bandido...




*Editor do site RS Notícias



Artigo escrito no dia 14 de outubro de 2015. 

A semelhança entre o socialismo e o islamismo, por Lúcio Machado Borges*

É impressionante como algumas pessoas maquiavélicas tem a facilidade de manipular as pessoas. Vejo, por exemplo, o uso do islamismo no Oriente Médio ou o socialismo, no mundo ocidental e principalmente aqui na América Latina.
Por exemplo, no Oriente Médio, para que alguns tenham o povo árabe do seu lado para que consigam levar adiante as suas ideias, os seus planos econômicos, utilizam-se da fé do povo para tê-los ao seu lado.
Uma grande prova disso foi quando Saddam Hussein invadiu o Kuwait em 1991 e passou a ser ameaçado pelo mundo Ocidental, liderado pelos Estados Unidos. Naquela época, Saddam Hussein disse ao povo iraquiano que aquilo ali era uma nova cruzada e por isso ele queria que o mundo árabe se unisse contra o “invasor” e promovesse a “Jihad” (Guerra Santa).
Aqui no nosso caminho, os “gigolôs do dinheiro público”, a militância de esquerda, para não perder a mamata, a boquinha, vivem se posicionando, contra os Estados Unidos, o FMI e contra as privatizações.
Afinal, por que esta gente é contra as privatizações? A resposta é muito simples estes políticos demagogos sempre dizem que as empresas públicas não podem ser privatizadas porque “são do povo brasileiro”.
Na verdade, eles são contra a privatização porque quando eles chegam ao poder, precisam destas empresas públicas para poderem saqueá-las. A Petrobras que o PT saqueou, financiou a reeleição de Lula, a eleição e a reeleição de Dilma Rousseff. Eles são contra as privatizações porque não querem que acabe com os cabides de empregos que existe nestas empresas.
O “socialismo” é só para o bem-estar destes corruptos. É uma pena que o povo brasileiro não se dê conta disso.
Infelizmente, pessoas inescrupulosas usam o islamismo e o socialismo em prol dos seus interesses pessoais, se aproveitando da ingenuidade e da bondade dos seus povos.






*Editor do site RS Notícias



Artigo escrito no dia 22 de setembro de 2015.

A Revolução Francesa (1789-1799)

  • Tempo: 1789-1799
  • Local: França
  • Antecedentes:

  • A França estava marcada pelo atraso de suas instituições e por uma grave crise econômica e social, buscava, então, amenizar as pressões;
  • A Composição social era:
  • 1º Estado Clero
  • 2º Estado Nobreza
  • 3º Estado Povo: Burguesia trabalhadores, desempregados e camponeses (sans cullotes);
  • A burguesia depois de acumular capitais, vê que não precisa mais do rei e começa a buscar poder como na Revolução Gloriosa. O povo é formado pela burguesia, trabalhadores, camponeses e desempregados. Na França os camponeses são chamados sans-cullotes (sem calça). Quem sustenta o clero e a nobreza através dos impostos é o povo;
  • A França sofreu um aumento demográfico, mas não teve um respectivo avanço tecnológico, então surge a inflação;
  • A França entra em crise e o rei Luís XVI (1774-1792) começa a distribuir alimentos à população para amenizar a situação. No entanto, os alimentos são insuficientes, então o rei nomeia ministros para cobrar mais impostos, o que a nobreza não tolera;
  • A única alternativa que restou foi dar a responsabilidade do problema para a Assembleia. O povo, assim como os ministros, queriam aumentar os impostos sobre a nobreza e o clero, porém a nobreza se opunha;
  • O rei, institui voto por Estado, onde o povo fica em desvantagem (nobreza e clero detinham dois votos e o povo apenas um);
  • O povo então sai dos Estados Gerais e forma uma Assembleia.


Assembleia Nacional (1789-1792):


  • Paralelamente a elaboração da Constituição foi elaborada também a declaração dos direitos do homem e do cidadão, além de ter iniciado o processo de expropriação das terras da Igreja;
  • A Constituição promulgada nessa fase determinava a instauração de uma monarquia constitucional, do voto censitário e a eleição de uma assembleia legislativa. Essa assembleia foi composta basicamente de girondinos (maioria) e jacobinos;
  • Todo o povo (3º Estado) na França tinha interesse em transformar a sociedade;
  • A Revolução Francesa foi uma revolução burguesa, pois a burguesia que conduziu a revolução e procurou mudá-la favorecendo-a. Mas, para efetivar a Revolução a burguesia precisa de ajuda dos trabalhadores e dos camponeses;
  • A revolução se inicia quando o 3º Estado discorda da manobra do rei e forma uma outra assembleia nacional constituinte, que quer criar uma nova constituição. Essa constituição promulgada quer limitar o poder do rei Luís XVI;
  • Na prática quem vai defender essa nova constituição são os sans-cullotes;
  • O rei tenta impedir a revolução mas não consegue;
  • Diante da possibilidade do Rei dissolver a constituição os sans-cullotes começam a fazer “barricadas” (proteções nas ruas) e com isso nasce o símbolo da Revolução Francesa. A Tomada da Bastilha – libertando assim, pessoas que haviam sido presas por causa da Revolução Francesa. Conseguindo assim, provar que o rei não detinha mais autoridade;
  • Logo em seguida, foi instituído a declaração dos homens e do cidadão, na qual, todos os homens são iguais perante a lei;
  • A constituição elaborada diz que o governo deve ser uma monarquia constitucional, o voto vai ser censitário e elegeu uma Assembleia legislativa para criar leis para o rei cumprir.

Convenção Nacional (1792-1795): eleita por sufrágio universal, a convenção acabou sendo ocupada por uma maioria de jacobinos que promovem medidas populares como tabelamento de preços (Edito Máximo – Lei do preço máximo) e a abolição da escravidão nas colônias;
  • Nessa fase, a traição da nobreza e do clero impele os jacobinos, sob a liderança de Robespierre e adotar a política do terror, que executa nobres, dentre eles o próprio rei Luís XVI;
  • O descontrole do terror contribui para o enfraquecimento dos jacobinos levando os girondinos a promoverem o golpe do Termidor que executa Robespierre;


Diretório (1795-1799): dominado por cinco girondinos, essa fase marca a supremacia dos girondinos, a extinção das conquistas populares e as pressões da nobreza restauradora.
  • Ocorreu em 1795 e 1797 golpes realistas (queriam o retorno dos Bourbons, à direita);
  • Em 1796 ocorreu a Conspiração dos Iguais, um movimento dos sans-cullotes, liderados por “Graco” Babeuf;
  • Externamente, o exército francês acumulava vitórias, onde se destacou a figura e Napoleão Bonaparte, militar brilhante e habilidoso;
  • Necessitando garantir-se e consolidar a República burguesa contra as ameaças internas, os girondinos desfecham um golpe contra o Diretório, com Bonaparte na liderança. Foi o golpe do 18 de Brumário (9 de novembro de 1799);
  • O Diretório foi substituído pelo Consulado representado por três elementos: Napoleão, o abade Sieyes e Roger Ducos. Sendo que o poder na verdade se acumulou na mão de Napoleão, que ajudou a consolidar as conquistas burguesas da Revolução, dando início assim, início à Era Napoleônica.




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A sucessão de Cristina, por Jurandir Soares

Como Cristina Fernandez Kirchner não conseguiu mudar a constituição para concorrer a um terceiro mandato, os argentinos irão às urnas no próximo domingo, dia 25, para escolher o seu sucessor. E, por incrível que pareça, com todo o desgoverno de Cristina, o candidato apoiado por ela está na frente nas pesquisas de opinião. É Daniel Scioli, governador da província de Buenos Aires que concorre pela Frente para a Vitória. Seu principal opositor é o ex-prefeito de Buenos Aires Maurício Macri, que concorre pelo Mudemos. A terceira força é Sérgio Massa, do Unidos para uma Nova Argentina. As mais recentes pesquisas indicam Scioli com entre 38 e 41% dos votos, incluindo os indecisos. Macri com 30% e Massa com 24%. Os outros três concorrentes não chegam a pontuar 4%. Para vencer no primeiro turno é preciso alcançar 45% dos votos ou 40% com uma diferença de 10% para o segundo colocado.
O detalhe é que Scioli, apesar de ser o candidato governista, afirma que fará um governo diferente do de Cristina Kirchner – a quem acusa de ter isolado a Argentina. Diz ele que quer abrir o país para o mundo, e que o primeiro passo para isso passa pelo Brasil. Acontece que o isolamento da Argentina se dá por causa do calote aplicado nos credores internacionais ao tempo do governo de Néstor Kirchner. Graças a isto, o país não consegue crédito no mercado e tem que gastar suas reservas monetárias – as quais, segundo dados do FMI, estarão zeradas quando Cristina passar o governo para o seu sucessor. A única forma que a Argentina tem hoje de auferir dólares é com as exportações. Mas estas diminuíram sensivelmente devido às taxas que o governo passou a aplicar e também à crise econômica que se estabeleceu no mundo desde o ano de 2008.
Além do cofre vazio, Cristina deixou também uma inflação, que segundo cálculos de economistas está beirando os 30%, mas que para o Indec, o IBGE argentino, está em 12%. Mudar esse quadro de um país que já se equivaleu aos padrões europeus será o desafio para o vencedor.


Fonte: Correio do Povo, página 6 de 18 de outubro de 2015.


A primeira lei preservacionista no Brasil

Foi promulgada no dia 12 de dezembro de 1605. O governo de Lisboa editou nessa data o Regimento do Pau Brasil que visava impedir a devastação florestal e o desaparecimento dessa então era principal riqueza produzida pelo Brasil.
O Regimento Pau Brasil proibia a queima da mata sempre que houvesse possibilidade de que as árvores dessa espécie fossem atingidas.
A queimada de florestas para fins de agricultura, que perdura até hoje, já era problema naquela época.



A primeira execução em cadeira elétrica

O primeiro homem executado em cadeira elétrica foi William Kemler, condenado por assassinato em Nova York, em 1890.
A geringonça, que fora projetada por Harold O. Brown e fornecida por Thomas Alva Edison, precisou de oito minutos e repetidas tentativas para provocar a morte. 

A primeira comunidade judaica do RS

A primeira comunidade judaica do Estado foi fundada na Colônia Filipson, em Santa Maria, com colonos judeus vindos da Bessarábia em 1903 e 1904.
Logo depois, instalou-se um núcleo em Porto Alegre. Servia de sinagoga, na Capital, uma sala da residência de Salomão Levy, na esquina da Rua Marechal Floriano, junto à Companhia Telefônica.



Fonte: Léon Back, Comunidades Judaicas

Trio é preso ao tentar arrombar joalheria em Porto Alegre

A preservação de um símbolo, por Rodrigo Lorenzoni

O cavalo é o animal-símbolo do Rio Grande do Sul. Sua figura altiva e forte é retratada ao lado do gaúcho desde os primeiros registros realizados nos pampas. Essa relação tão próxima justifica o medo que vem sendo observado ao Estado por causa do mormo. A doença, até então pouco conhecida, do grande público, está na boca de todos. Querem saber onde está a enfermidade, como é transmitida, se há perigo, se pode pegar.
Claro que pode. Como zoonose, o mormo ´pode ser transmitido dos cavalos para seres humanos e outras espécies como cães e gatos. Mas o que pressa faz passar batido é que a transmissão da doença de um equino ara o humano ocorre em situações bastante específicas. A bactéria que provoca a enfermidade é muito poderosa dentro do organismo de cavalo. Fora dele, no ar e em superfícies de contato, e de fácil combate.
Mas não é só porque a transmissão é menos frequente em humanos que podemos relaxar. O grande temor provocado pela doença é a alta capacidade de contágio entre cavalos. O mormo não tem tratamento nem cura e a recomendação das autoridades é a eutanásia do animal infectado. Quem quer perder um patrimônio, um amigo e companheiro, um elemento de trabalho na propriedade? Não podemos correr esse risco.
Até o episódio de Rolante, o Rio Grande do Sul era área livre de mormo. Por isso, não havia necessidade de realização de exames para o trânsito de animais. Uma vez registrada, é preciso aumentar a vigilância e manter os olhos bem abertos, seguindo as recomendações do serviço oficial. A guia de trânsito só deve ser emitida acompanhada do laudo negativo. Quem possui um cavalo e preza a vida do seu animal deve realizar o exame sem objeções – ou então deixa o animal na propriedade. A regra é clara e tem como objetivo a sanidade do plantel equino gaúcho e da sociedade como um todo.
As lideranças de localidades que cancelaram os desfiles optaram por uma solução mais segura. Mas isso não quer dizer que os locais onde as cavalgadas estão mantidas sejam uma porta para a doença. Entretanto é preciso que cada um seja responsável e fiscalize o que fazem seus companheiros. Se em um evento com mil cavalos apenas um estiver contaminado, a situação pode ficar muito grave. Somos parceiros e apoiamos as medidas implementadas para o controle e o combate à doença. Só com vigilância e responsabilidade compartilhada poderemos superar este lamentável episódio e preservar a vida de muitos equinos no Rio Grande do Sul.

Presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária/RS



Fonte: Correio do Povo, edição de 30 de agosto de 2015, página 2.