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Apostila gratuita recomendada do dia: Introdução ao PHP - Desenvolvimento de Software
Programas de rádio sérios no Rio Grande do Sul que eu recomendo, por Lúcio Machado Borges*
Todo
mundo sabe que no Brasil, a maioria da imprensa é identificada com
os partidos de esquerda e que nas escolas brasileiras ocorre a mesma
coisa.
No Rio Grande do Sul isso não é
diferente e eu sempre digo que, na minha opinião, o povo gaúcho é
o mais esquerdista do Brasil. Eu sempre digo que na minha opinião, o
termo gaúcho vem do francês “gauche”, que significa esquerda.
Não é difícil entender as razões porque o Rio Grande do Sul está
ficando para trás, em todos os sentidos por causa disso. É
interessante porque a maioria dos gaúchos sonha em passar em um
concurso público. Se você diz que pretende se tornar um
“empreendedor”, que pretende montar um “negócio” ou que você
se identifica com os partidos de direita, logo você já fica mal
visto, já que eles acham quem tem este tipo de visão, deve ser
banida e escorraçada pela sociedade gaúcha.
Mas eu quero dizer para aquelas
pessoas que querem ouvir programas de rádio decentes aqui no Rio
Grande do Sul, sem o patrulhamento e o viés esquerdista que dominam
este país e principalmente o Rio Grande do Sul, recomendo três
programas:
- “Bom Dia”, com Rogério Mendelski, na Rádio Guaíba de segunda a sexta-feira, das 5h às 9h;
- “Rádio Livre”, com Diego Casagrande, na Rádio Bandeirantes. De segunda a sexta-feira, das 14h às 16h;
- “Repórter Bandeirantes”, com Milton Cardoso, na Rádio Bandeirantes, de domingo a sexta-feira, das 22h à 1h.
Recomendo estes três programas de
rádio aqui do Rio Grande do Sul. São ótimos programas e são
sérios. Os apresentadores são muito competentes e isentos. Nenhum
deles é adepto do “politicamente correto”, que é uma espécie
de modismo que tomou conta deste pessoal da esquerda, que
infelizmente não consegue racionar de jeito nenhum!
*Editor do site RS
Notícias
Artigo escrito no dia 27 de outubro de
2015.
Inter tenta mais uma 'parto de bigorna' contra o Goiás no Brasileirão, por Lúcio Machado Borges*
Eu
acho interessante é como a imprensa esportiva gaúcha “dá corda”
para este tipo de coisa. Estava hoje ouvindo as rádio aqui de Porto
Alegre e todos eles projetando com os jogadores do Internacional e
com o técnico colorado, Argel Fuchs, uma vitória contra o Goiás lá
no Serra Dourada, já que o Goiás vem de cinco derrotas.
Tudo bem que o Internacional venceu o
Flamengo no Maracanã, que é um time que está em crise e venceu com
muitas dificuldades o Joinville no Beira-Rio, mas ficar iludindo os
torcedores do Internacional que o Inter está buscando uma vaga na
Libertadores é mentir descaradamente para o torcedor colorado. O
Inter não tem time e nem plantel para isso. O fato do colorado ter
escapado da segunda divisão já dá para se dar por satisfeito. A
imprensa gaúcha esquece que o Inter ainda via jogar contra o Grêmio,
contra a Chapecoense, lá em Chapecó e contra o Cruzeiro na última
rodada. Para falar a verdade, eu nem acredito que o Inter consiga
vencer o Goiás no domingo. Vai ter que fazer um grande “parto de
bigorna” lá em Goiânia, mas mesmo assim, eu duvido que o Inter
vença lá no estado de Goiás. Conseguir a vaga é praticamente
impossível.
Eu acredito e até entendo, que a
imprensa esportiva gaúcha vive alimentando esta utopia, esta quimera
de que o Inter vai conseguir a vaga na Libertadores para não perder
a audiência do torcedor colorado em sua programação. É a única
explicação plausível que eu vejo para esta alucinação da
imprensa gaúcha.
*Editor do site RS
Notícias
Artigo escrito no dia 29 de outubro de
2015.
Ainda tem jornalistas maconheiros que acreditam na classificação do Internacional para a Libertadores, por Lúcio Machado Borges*
Que
a imprensa esportiva gaúcha é muito fraca, isso eu sei desde o dia
que eu nasci. A cada dez cronistas esportivos gaúchos, nove não
entendem nada de futebol.
O que tem me chamado demais a atenção
é que mesmo o Internacional tendo um time e um plantel muito fraco,
mesmo o o Inter tendo ontem tomado uma “sova” do Goiás no Serra
Dourada, ainda tem cronistas da imprensa esportiva gaúcha
“viajando”, dizendo que o Internacional ainda está brigando por
uma vaga no G4 para conseguir uma vaga na Libertadores.
Eu já estou começando a desconfiar
que estes jornalistas, mesmo que sejam pessoas despreparadas e
desqualificadas, estou começando a desconfiar que eles andam
mergulhado no submundo das drogas. Qualquer pessoa em sã consciência
percebe nitidamente que o Internacional não tem time e nem plantel
para conseguir uma vaga na Taça Libertadores de 2016. Os jornalistas
esportivos gaúchos estão pagando um verdadeiro mico defendendo esta
tese. É mais fácil o sargento Garcia prender o Zorro, ou o caveira
fazer bochecho do que o Inter conseguir uma vaga no G4.
É lamentável que o Rio Grande do
Sul tenha uma imprensa esportiva tão despreparada e tão
desqualificada. E o pior disso tudo é que tem muitos destes
jornalistas que acreditam que o Internacional tem o melhor time e o
melhor plantel do Brasil.
*Editor do site RS
Notícias
Artigo escrito no dia 2 de novembro de
2015.
O país tem 29 barragens ainda mais precárias que a de Mariana
Brasil possui 29 barragens de rejeitos de mineração cuja estrutura, segundo o governo, é muito mais precária do que as que se romperam há uma semana no município de Mariana, em Minas Gerais. Dessas, 18 possuem selo de alto dano potencial associado — ou seja, poderão ter impacto semelhante ou maior do que o desastre ambiental gerado pela Samarco, empresa da Vale e da BHP Billiton, no último dia 5.
Aos Fatos e Volt Data Lab tiveram acesso a dados do Departamento Nacional de Produção Mineral, do Ministério de Minas e Energia, de 2014. Conforme o monitoramento do governo, as barragens recebem uma classificação de A até E pela relação entre combinação de risco de rompimento e dano potencial associado. Isso significa que uma barragem com baixo risco e baixo dano associado recebe a nota E, enquanto que uma com alto risco e alto dano recebe A.
Há, segundo o governo, 18 barragens em todo o país com nota A, 8 com nota B, 161 com nota C, 153 com nota D e 244 com nota E. No caso das barragens rompidas de Mariana, todas elas possuíam nota C.
No entanto, se levarmos em consideração apenas a estrutura das barragens, verificamos que 29 delas podem se romper a qualquer momento. Dessas, 3 não fazem parte da Política Nacional de Segurança de Barragens, instituída em 2010 para, segundo a lei, garantir a segurança e o monitoramento dessas estruturas. Uma fica em Brumadinho (MG), outra em Presidente Figueiredo (AM) e mais uma em Nossa Senhora do Livramento (MT).
A primeira delas, segundo o Inventário de Barragem do Estado de Minas Gerais, não teve auditoria concluída “sobre a situação de estabilidade, por falta de dados ou documentos técnicos”. Está sob a responsabilidade da AVG Mineração, subsidiária da MMX, ex-Eike Batista. A de Presidente Figueiredo, por sua vez, conforme a imprensa local, sofreu um pequeno rompimento há dois meses.
De qualquer forma, embora essas barragens não estejam cadastradas nessa política do governo, são, mesmo assim, passíveis de punição. A lei nº 9.433estipula multa proporcional à gravidade da infração, de R$ 100 a R$ 10 mil. Impõe ainda que “sempre que da infração cometida resultar prejuízo a serviço público de abastecimento de água, riscos à saúde ou à vida, perecimento de bens ou animais, ou prejuízos de qualquer natureza a terceiros, a multa a ser aplicada nunca será inferior à metade do valor máximo cominado em abstrato”.
Ainda segundo o monitoramento do governo, praticamente metade de todas as 565 barragens listadas pelo Departamento Nacional de Produção Mineral fica em Minas Gerais. São, no total, 284 barragens. Dentre as barragens classificadas, verifica-se que, no critério categoria de risco, a grande maioria das enquadradas como categoria de risco alto são as de usos múltiplos, com destaque para aquelas localizadas no Nordeste.
Produção coletiva dos profissionais integrados aos projetos Aos Fatos e Volt Data Lab.
Observatório da Imprensa
523 mil acidentes por ano
Para
a gestora nacional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil do
Tribunal Superior do Trabalho (TST) e juíza do Trabalho do Tribunal
Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-RS), Andréa Nocchi, as
propostas e a defesa das ideias do trabalho aos 14 anos estão na
contramão do compromisso assumido mundialmente pelo Brasil e podem
trazer consequências.
'O Brasil assumiu um compromisso
mundial para erradicação do trabalho infantil com a OIT e essas
propostas são absolutamente contrárias aos direitos das crianças e
do adolescente”, afirmou. O trabalho na menor idade também pode
trazer consequências físicas. Conforme a OIT, a cada minuto uma
criança em regime de trabalho infantil sobre acidente, doença ou
trauma psicológico, o que representa 1,4 mil acidentes por dia e
quase 523 mil por ano no mundo. “Os adolescentes não estão com
sua plena forma física estabelecida e podem sofrer lesões,
intoxicação e até problemas de coluna se não tiverem seu trabalho
supervisionado por um adulto”, alertou.
Fonte: Correio do Povo, página 7 de
31 de agosto de 2015.
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A Biometeorologia
O
tempo e o vento
Semana
passada, a instabilidade do tempo e a baixa pressão acampadas sobre
o RS influíram negativamente no astral dos gaúchos. Uma ciência
estuda essa relação: é a biometeorologia. Em certos casos, as
pessoas são afetadas de tal maneira que cometem ações
despropositadas. É o caso do Föhn, nome dado na Suíça a um vento
oriundo da África e cujos efeitos nos homens são devastadores.
Tanto que o código penal helvético prevê atenuantes para crimes
cometidos ns dias de Föhn. Aqui entre nós, modéstia à parte,
temos o vento Norte.
O advogado Paulo Olímpio Gomes de
Souza, quando promotor em São Borja, conheceu um gauchão apelidado
“Aparício Vento Norte”. Nos dias em que ele (o vento) soprava, o
Aparício tinha que sair de circulação, sob pena de cometer só
maiores desatinos...
Flávio Alcaraz Gomes
Correio do Povo, página 4 de 15 de
novembro de 2004.
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