Muçulmanos querem ajuda de Dilma para evitar extremismo

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Sindicato defende bingos e cassinos para gerar empregos no Brasil

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É importante fazer TV e também não fazer', diz Patrícia Pillar

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Sport celebra acesso do Santa e clubes se unem por um Nordeste mais forte do futebol brasileiro


Os dois clubes mais populares de Pernambuco estão na Série A de 2016. A volta do Santa Cruz após uma década oscilando nas divisões nacionais recebeu os
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76 dicas para blogs e sites

Posted: 03 Sep 2015 12:00 AM PDT
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A crise tem nome: Lula


Seu protagonismo impede uma solução para a crise. Ele aposta no impasse como único meio de sobrevivência política

      Lula voltou a ser o principal protagonista da cena política brasileira. No último mês, não teve um dia sequer em que não ocupasse as manchetes da imprensa. Viajou pelo Brasil — sempre de jatinho particular, pago não se sabe por quem — e falou, falou e falou. Impôs uma reforma ministerial à presidente, que obedeceu passivamente, como de hábito, ao seu criador. Colocou no centro do poder um homem seu, Jaques Wagner, para controlar a presidente, reestruturar o pacto lulista — essencialmente antirrepublicano — com o Congresso e o grande capital e, principalmente, para ser um escudo contra as graves acusações que pesam sobre ele, sua família e amigos.
      Como de hábito, não teve nenhum compromisso com a verdade. Vociferou contra as investigações. Atacou a Polícia Federal, como se uma instituição de Estado não pudesse investigá-lo. Ou seja, ele estaria acima das leis, um cidadão — sempre — acima de qualquer suspeita, intocável. Apontou sua ira contra o ministro da Justiça e tentou retirá-lo do cargo — e vai conseguir, cedo ou tarde, pois sabe quão importante foi Márcio Thomaz Bastos em 2005, quando transformou o ministro em seu advogado de defesa.
      O ex-presidente, em exercício informal e eventual da Presidência, declarou que o Brasil vive quase um Estado de exceção, simplesmente porque a imprensa divulgou documentos sobre seus ganhos milionários nas palestras e apresentou como dois filhos vivem em apartamentos em áreas nobres de São Paulo sem pagar aluguel — uma espécie de Minha Casa Minha Vida platinum, reservado exclusivamente à família Lula da Silva — e teriam recebido quantias vultuosas sem a devida comprovação do serviço prestado. Não deve ser esquecido que o Coaf justificou a investigação da sua movimentação financeira como "incompatível com o patrimônio, a atividade econômica e a capacidade financeira do cliente."

      Lula passou ao ataque. Falou em maré conservadora, que não admite ser chamado de corrupto e que — sinal dos tempos — não teme ser preso. A presidente da República, demonstrando subserviência, se deslocou em um dia útil de trabalho, de Brasília para São Paulo, simplesmente para participar da festa de aniversário do seu criador. Coisa típica de República bananeira. Ninguém perguntou sobre os gastos de viagem de uma atividade privada paga com dinheiro público. O país recebeu a notícia naturalmente. E alguns ingênuos ainda imaginam que a criatura possa romper com o criador, repetindo a ladainha de 2011.

      Mesmo após as aterradoras revelações do petrolão, Lula finge que não tem qualquer relação com o escândalo e posa de perseguido, de injustiçado. Como se não fosse ele o presidente da República no momento da construção e operação do maior desvio de recursos públicos da história do mundo. Nas andanças pelo país, para evitar perguntas constrangedoras, escolhe auditórios amestrados. Mente, mente, sem nenhum pudor. Chegou a confessar cometeu estelionato eleitoral, em 2014, como se fosse algo banal.

      O protagonismo de Lula impede uma solução para a crise. Ele aposta no impasse como único meio de sobrevivência, da sua sobrevivência política. Pouco importa que o Brasil viva o pior momento econômico dos últimos 25 anos e que a recessão vá se estender, no mínimo, até o ano que vem. Pouco importam os milhões de desempregados, a disparada da inflação, o desgoverno das contas públicas. 

      Em 1980, o então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo não pensou duas vezes em prorrogar a greve, mesmo levando-a à derrota — e aos milhares de operários que tiveram os dias parados descontados nos salários —, simplesmente para reabilitar sua imagem frente à base sindical, isto porque, no ano anterior fechou acordo com a Fiesp sem que o mesmo fosse aprovado pela assembleia, daí que passou a ser chamado pelos operários de pelego e traidor.

      Em setembro, Dilma chegou a balançar quando o PMDB insinuou que poderia apoiar o impeachment. Lula entrou em campo e, se não virou o jogo, conseguiu ao menos equilibrar a partida — isto na esfera da política, não da gestão econômica. Tanto que a possibilidade de a Câmara dos Deputados aprovar, neste ano, a abertura de um processo de impeachment é nula. Por outro lado, o Congresso Nacional não aprovou as medidas que o governo considera como essenciais para o ajuste fiscal. É um jogo cruel e que vai continuar até o agravamento da crise econômica a um ponto que as ruas voltarem a ser ocupadas pelos manifestantes.

      As vitórias de Lula são pontuais, superficiais e com prazo de validade. As pesquisas mostram que ele, hoje, é uma liderança decadente e com alto grau de rejeição, assim como o PT. Mantém uma influência no centro de poder que é absolutamente desproporcional ao seu real peso político. Tem medo das consequências advindas das operações Lava-Jato e Zelotes. Mas no seu delírio quer arrastar o país à pior crise da história republicana. E está conseguindo. Tudo porque sabe que o impeachment de Dilma é o dobre de finados dele e do PT.

      As ações de Lula desmoralizam o Estado Democrático de Direito. Ele despreza a democracia. Sempre desprezou. Entende o Estado como instrumento da sua vontade pessoal. Mas, para sorte do Brasil, caminha para o ocaso. Só não foi completamente derrotado porque ainda mantém apoio de boa parte da elite empresarial, que, por sua vez, exerce forte influência no Congresso e nas cortes superiores de Brasília. O grande capital não sabe o que virá depois do PT. Na dúvida, prefere manter apoio ao "seu" partido e ao "seu" homem de confiança, Lula.

·          * Marco Antonio Villa é historiador


http://oglobo.globo.com/opiniao/a-crise-tem-nome-lula-18005119

A moeda de 20 mil réis

Várias moedas de ouro, prata e cobre foram cunhadas durante o período imperial (1822 a 1889). Entre elas estava a de ouro de 20 mil réis, cuja primeira emissão data de 1846 e última cunhagem foi registrada em 1922. Nela, pode ser vista a efígie de dom Pedro II, a mais representada na história do dinheiro brasileiro. Nos diferentes tipos de moeda de ouro relativas a esse imperador, pôde-se observá-lo retratado enquanto criança, adulto e velho.
Assim como as de 10 mil, 4 mil, 2 mil, mil e 400 réis, a moeda de 20 mil réis integrou a Chamada Série Dobrões. Esta série tornou-se conhecida pela denominação papo de tucano, por ostentar o imperador com o manto com que foi coroado, adornado com penas dessa ave.
Em 1851, nova efígie do imperador apareceu nas moedas de ouro, nas quais ele passou a ser representado com barbas.
Três anos depois, foi cunhado em ouro o novo valor de 5 mil réis, e as moedas de prata foram alteradas.
Entre 1948 e 1852, foram cunhadas as de 2 mil e 500 réis e, entre 1853 e 1867, o novo valor de 200 réis. No entanto, em 1870 esta última cunhagem foi suspensa, e o antigo padrão voltou à circulação.
O uso de cédulas generalizou-se durante o Segundo Império, e a produção de moedas de cobre ficou restrita a pequenos valores destinados a troco.
Houve a substituição gradativa do cobre por ligas mais resistentes ao manuseio, como o bronze, em 1868, e o cuproníquel, em 1871, utilizados em moedas fabricadas em Bruxelas. A Casa da Moeda do Rio de Janeiro passou a fabricar as de bronze em 1870 e as de cuproníquel em 1874.

Até a vinda da Corte portuguesa para o Brasil, em 1808, o valor total das moedas em circulação não ultrapassava 10 mil contos ou 10 milhões de réis, valor considerado irrisório. O sistema monetário era complicado, chegaram a circular, ao mesmo tempo, seis diferentes relações legais de moedas intercambiáveis. Ms depois, no Segundo Império, houve falta de dinheiro miúdo, o que incentivou particulares a emitirem moedas e vales. Foi introduzido o hábito de se marcarem moedas de sobre já fora de circulação com datas, iniciais, nomes e figuras de fazendeiros, engenhos, negociantes ou firmas comerciais. 

A morte de Carlos Maringhela

Em 22 de novembro de 1969, o líder da ALN, Carlos Maringhela, foi morto em São Paulo por um dos grupos de repressão comandados pelo delegado Sérgio P. Fleury. 

“NUNCA MAIS!”

Aileda de Mattos Oliveira  (21/11/2015)
O silêncio tácito da imprensa é tido, pela parte batalhadora da população, como cumplicidade, ante o descompromisso governamental com o crescimento do país, entravado pela ausência de planejamento e competência administrativa.
Sucateado pela cúpula, em luta de interesses com os demais podres poderes da República, o Brasil vê apenas cinismo na classe política, cada vez mais afundada no lamaçal da corrupção escancarada.
Quanto à outra lama que soterra moradores, casas, a fauna e a flora de uma grande região do país, não se encontram explicações plausíveis dos responsáveis pelos contumazes erros de engenharia, já que as nossas frágeis leis protegem os fortes. E a imprensa investigativa?
Concentrou-se na França para cobrir as ações terroristas étnico-religiosas, esquecendo-se também de que há no Brasil o fanatismo de esquerda, exaltando o terrorista Carlos Marighella como nome de escola, Che Guevara, na fachada de hospital e homenageando os vis assassinos da Intentona Comunista.
Essa imprensa que cobre o terrorismo de lá, dá voz a presidente daqui, para falar, no seu engrolado raciocínio, sobre um assunto do qual tem conhecimento e já pôs em prática.
Além da omissão da imprensa às ações do Executivo, sempre nocivas ao povo e em benefício próprio, exerce ela o papel de censora do pensamento crítico a este poder maquiavélico, eliminando das mensagens de seus leitores, os trechos não condizentes com a linha sectária de comprometimento político.
Calar-se ante o bloqueio dos manifestantes, impedidos de chegar à Brasília pelo MST e policiais, numa união promíscua dos foras da lei com a lei, é um dos muitos indícios da conivência com o centro predador do país e com os chicaneiros discursos da arraia dominante. Deduzimos, então: marcha o jornalismo ao lado dos ‘democratas comunistas’, ‘pés de cabra’ dos cofres públicos.
Está em foco a imprensa brasileira, chamada de “provinciana”, no artigo anterior, por estar ajustada à linha de retrocesso do Brasil, que ajudou acontecer, por ocultação dos fatos e de suas causas.
Interessante notar que há jornalistas que não percebem a estagnação do país, o atraso em que se encontra nos terrenos tecnológico e humanístico e passa a ser despropositada a frase “não será agora que o Brasil dará marcha a ré”. Já deu a ré e está à beira do precipício porque a motorista não tem condições psicológicas de dirigir.
Como porta-voz do Executivo, único no mundo que age contra a própria nação que intencionalmente desgoverna, os quatro parágrafos de “Opinião”, de O Globo, de 30/10/2015, p. 7, representam um prestimoso beija-mão do órgão, ao adotar o método petista de desvirtuamento da verdade como meio de condicionar o leitor pela repetição da mentira.
É lamentável que assinantes e compradores avulsos do jornal sejam considerados de nível intelectual crítico, tornando-se alvos, da tentativa, ignóbil, de lavagem cerebral.
Ao título da referida “Opinião”, o mesmo deste texto, acrescentei o sinal de exclamação, já que o jornalismo atual é um desastre em termos de respeito à língua.
O “Nunca Mais” do jornal agarra-se à exoneração do General Mourão e evidencia o alívio que causou à imprensa, preocupada em perder o seu sustento.
Sob os efeitos do tremor que causaram as palavras do Líder Militar, na certeira análise da situação brasileira, posta a pique pela guerrilheira-presidente, o jornal lembra ter ela chegado ao poder “pela via do voto”. Esqueceu-se de que as urnas eletrônicas foram adaptadas para mais uma fraude da incompetente senhora, entre tantas por ela cometidas.
Dizer que o militar “investiu contra a Constituição e a linha hierárquica, em cujo topo está a presidente Dilma” é tentar indispor o General com a sociedade na falaciosa acusação de antidemocrata, típico discurso gramscista.
Já é do conhecimento público que os ataques ao Exército visam sempre a desviar a atenção da população às medidas de cunho totalitário, impostas pela senhora do Planalto que jamais leu um Artigo da Carta.
Um homem do quilate, do patriotismo do General Mourão, tem o Brasil como objeto de sua fidelidade, diferente daquela obrigada aos jornais por quem está no “topo”. Um militar dessa estirpe só tem compromissos com a nação, atitude incompreensível para a imprensa, cuja opinião está sintonizada com quem está no “topo”.
Por respeitar a Constituição que lhe confere o direito de manter a ordem social, de intervir em casos em que firam a soberania da nação, o General não pode negar aos seus comandados o conhecimento da situação em que o país se encontra, para que estejam preparados e defendê-lo, inclusive, acrescento eu, das mentiras da nossa imatura mídia e das ações da lesa-pátria que ocupa, por obra do assistencialismo e da fraudulenta máquina eleitoral, o “topo” da “linha hierárquica”.
Por que será que há críticas às “declarações descabidas por líderes dos chamados “movimentos sociais” (a favor de Mourão, é claro) e se cala quanto às conclamações estimuladoras de guerra civil, saídas da goela rouquenha de um certo senhor etílico, da de outras figuras de “movimentos sociais” mantidos com verbas federais e do irascível representante da CUT, outro bem-nutrido com o dinheiro público? Por que será?
Sim, “Nunca mais!” dizem os verdadeiros brasileiros que abominam ver no “topo” da “linha hierárquica” uma comunista, uma guerrilheira, uma traidora.
“Nunca mais!” dizem os verdadeiros brasileiros que desacreditam na imprensa que mercadeja os interesses da nação em troca da publicidade institucional.
“Nunca mais!” dizem os verdadeiros brasileiros à desmoralização do Brasil, compactuada, sempre, pelos mesmos ‘intelectuais’ defensores do “topo”.
Dizem os verdadeiros brasileiros: “Que sejam defenestrados, definitivamente do poder, a canalha política que desgraça o país, levando, junto, os seus devotados amigos!”

(Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa)