A mágoa de Juremir Machado da Silva com o Grupo RBS, por Lúcio Machado Borges*

Hoje pela manhã eu estava ouvindo o programa “Bom Dia”, da Rádio Guaíba, que é apresentado por Rogério Mendelski, mas que também tem as participações de Rogério Böelke, Jurandir Soares e Juremir Machado da Silva.
Mais uma vez ficou muito evidente a mágoa e a raiva que o Juremir Machado da Silva tem do Grupo RBS. Ele, mais uma vez, voltou a falar da pouca repercussão em relação as notícias de investigações da Operação Zelotes na Rede Globo, mas em especial no jornal Nacional. Ele também citou que a RBS e a Zero Hora dão pouco destaque a esta investigação, tudo porque o Grupo RBS e a Rede Globo estão denunciados nesta investigação, mas eu sinto vontade de revanchismo por parte do Juremir em relação ao Grupo RBS, já que ele foi demitido desta empresa.
Uma coisa deveria ter ficado bem claro na cabeça do senhor Juremir Machado da Silva: além dele ser um esquerdista, representante típico da “Vanguarda do Atraso”, ele é completamente desqualificado para trabalhar numa grande empresa do porte do Grupo RBS.






*Editor do site RS Notícias



Artigo escrito no dia 15 de setembro de 2015.

A luta dos árabes pela independência

A Arábia até há pouco tempo era vista pelo Ocidente como uma terra inútil e inóspita, onde os acontecimentos eram quando muito, anotações obscuras à margem da História. Lord Kimberley registrou que aquele era um lugar “deserto e nu... onde o homem branco não pode viver, salpicado de pequenas tribos dispersas que não podem ser postas a trabalhar”.
O somatório desta situação fez com que a A´rabia vivesse em forma de tribos e califados, espalhados pelo deserto e pelas principais cidades. Durante 400 anos, esses povos estiveram sobre o domínio do Império Otomano. E os turcos se avaliam das profundas dissensões entre tribos árabes para se impor. O renascimento do nacionalismo árabe só veio despertar em meados do século 19.
Por essa época os territórios árabes eram divididos em três grandes áreas: a Síria, a Mesopotâmia e a Península Arábica. A Síria, por sua vez, era dividida em três províncias pelos distritos de Beirute, Trípoli, Acre, Latáquia, Nablus e Jerusalém, que abrangiam a costa do atual Síria, o Líbano e a Palestina. A província de Damasco, compreendia os distritos de Damasco, Hama, Dair-az-Zar, Hauran e Maan, abrangendo a atual Jordânia e a atual Síria, com exceção da parte costeira, que pertencia à província de Beirute, e Norte que pertencia a província de Alepo.
Esta província de Alepo era formada pelo atual parte Norte da Síria. A Mesopotâmia, que é o atual Iraque, era dividida entre as províncias de Basra, Bagdá e Mossul.
A Península Arábica, separada da Turquia pelo deserto, ficou alheia tanto à influência cultural turca, como também à estrutura político-administrativa do Império Otomano.
Era formada por diversos emirados que viviam numa situação de semi-independência feudal. Eram estados isolados, governados por chefes locais com características próprias, onde despontavam o imã no Iêmen, os emires em Hadjao, Nejad e Sharmar, e os xeques no Kuwait, Catas, Omã e outros pequenos estados. Como se percebe, esta divisão bem clara que se estabelecia ao tempo de domínio do Império Otomano coloca por terra os argumentos do presidente do Iraque, Saddam Hussein, segundo os quais o Kuwait é historicamente uma parte do território do Iraque e que foi desmembrado por influência das potências colonizadoras. Como os demais emirados da região, o Kuwait esteve sempre isolado e à margem do processo de influência cultural, política e administrativa que era imposto na Mesopotâmia, que hoje é o Iraque. O Kuwait não tinha ligação com a província de Basra, com o qual o presidente Saddam Hussein pretendeu identificá-lo e ligá-lo.
A transformação no mundo árabe, que deu início ao ressurgimento do movimento nacionalista, começou por volta de 1830. Por essa época chegaram a Beirute os jesuítas franceses, bem como as missões presbiterianas dos Estados Unidos. A diferença básica do sistema desenvolvido por essas duas correntes cristãs está no fato de que os jesuítas terem feito suas pregações em francês, ao passo que os presbiterianos procuravam usar o idioma árabe que, nos pontos de maior dominação do Império Otomano, estava ofuscado pelo idioma turco. Desta forma, começou uma revalorização da cultura árabe, movimento este ainda muito enraizado nas elites burguesas de Beirute e de Bagdá.
Este movimento crescia na medida em que cresciam igualmente as revoltas contra o sultanato que dominava o Império Otomano. Esbarrava, no entanto, nas rivalidades dominantes entre as diversas tribos que compunham o mundo árabe.
Aliás, os turcos sempre se valeram dessas profundas dissensões entre as tribos árabes para se impor. Estas mesmas divisões despontaram quando da formação das alianças para a busca da independência, movimento que tomou forma no fim do século passado e início deste. Os árabes da Síria e da Mesopotâmia vislumbravam logo uma aliança com os jovens turcos, como eram chamados os oficiais e intelectuais que se revoltaram contra o sultão, em 1908, e passaram a governar o país – soba soberania formal do sultão – até o final da Primeira Guerra Mundial. O objetivo desta aliança era ajudar a expulsar da área as potências europeias, em troca da promessa de independência.
A aliança diferente se estruturou na Península Arábica, que sempre esteve mais distante do poder de influências dos turcos-otomanos.
A iniciativa nessa região partiu do xerife de Meca, Hussein, que objetivava a formação de um Estado árabe unido, sem interferência de qualquer potência estrangeira. Julgava indispensável libertar do jugo otomano as cidades sagradas d Meca e Medina, berços do islamismo. E para livrar-se do domínio otomano, Hussein vislumbrou uma aliança com ingleses e franceses durante a Primeira Guerra, em troca, evidentemente, da promessa de independência.
Hussein despachou o filho Faiçal a Damasco e Bagdá e conseguiu convencer as lideranças árabes dessas cidades que este era o caminho. O importante era desarticular o domínio turco. O objetivo foi alcançado, mas em seguida os árabes se deram conta de que acontecera apenas uma mudança no nome dos dominadores. Deixavam de ser os turcos-otomanos e passavam a ser os franceses e ingleses. Depois de terem conseguido o apoio de vários xeques na guerra contra o Império Otomano, os franceses e ingleses passaram a traçar as linhas para a divisão entre si e o mundo árabe. Prometeram a independência após a guerra, mas a partilha já havia sido arranjada no famoso acordo Sykes-Picot, firmando em 16 de maio de 1916, bem como em meio à guerra que se arrastou de 1914 a 1918. Mark Sykes e François Georges Picot representavam as potências da época, Grã-Bretanha e França, que tratavam de distribuir entre si o espólio do Império Otomano. Em meio a estes arranjos e compromissos, a Grã-Bretanha promulgou, em 1917, a Declaração Balfour, através da qual se colocava contra os interesses árabes e prometia ao Movimento Sionista Internacional o estabelecimento de um lar judaico na Palestina. Em 1920, o tratado de San Remo completou a divisão do Oriente Médio em protetorados britânicos e franceses. Só que nenhum nativo da região foi consultado para saber se queria essa “proteção”.
Dando-se conta de que haviam sido usados por ingleses e franceses, os xeques árabes começaram a luta pela independência em relação aos seus novos tutores. Ressalta-se que a Arábia que se livrara do jugo do Império Otomano, era um imenso território, formado por vários emirados, os quais, de um modo geral, não tinham fronteiras definidas. A história dos árabes era marcada por divisões tribais. Uma tribo ora se aliava com outra para dominar determinada área, ora rompia com esta e fazia nova aliança, o que representava controle sobre outra área. Assim que, na luta para dar características de Estado, segundo a definição weberiana, quem obteve o melhor resultado foi o xeque Abdul Aziz Ibn Saud, que conseguiu, através de muita luta, unificar diversas tribos e formar o que hoje é a Arábia Saudita.
Este termo, “saudita”, constitui uma homenagem a “Saud”, pai de Abdul Aziz, que lançara a semente do que veio a ser concretizado pelo filho. A palavra “Ibn” significa filho e é constante no nome dos árabes, pois eles não costumam usar sobrenome. Pois este Abdul Aziz teve êxito na sua tarefa justamente por ter contado com a extraordinária ajuda de um militar inglês, que abandonou a posição colonialista de seu país se incorporou, de corpo e alma, à luta nacionalista árabe, Thomas Edward Lawrence, um homem que era arqueólogo, agiu como espião britânico e, por fim, transformou-se numa lenda: Lawrence da Arábia. Foi ele quem mostrou a Abdul Aziz que os árabes não deveria, continuar na ingênua luta entre si, mas, sim, uniu-se para enfrentar o inimigo maior, que era o império otomano e passou a ser depois os colonizadores britânico e francês. Lawrence se transformou de oficial das forças britânicas em líder branco de uma luta que buscava levar os povos da região à autonomia, tanto em relação aos otomanos quanto aos aliados ocidentais.
Na sua luta pela independência, a família Saud teve que escoltar o xerife de Meca, Hussein – que é bisavô do rei Hussein da Jordânia -, porque ele se tornara o maior aliado dos britânicos. Faiçal, filho do xerife de Meca, quis controlar Damasco, mas foi expulso pelos franceses. Acabou ganhando dos ingleses, como prêmio de consolação, o governo de Bagdá, onde se manteve sob proteção britânica até 1958, quando foi fuzilado pelos antecessores de Saddam Hussein. Outro filho de Hussein, Abdullah, ganhou dos ingleses uma área do deserto que englobava a cidade de Amã e que passou a se chamar Jordânia.
Na realidade, ingleses e franceses nunca estiveram muitos interessados na parte meridional da Arábia, porque era dominada por dois grandes desertos. Tampouco deram muita importância aos emirados que se estendiam ao largo do Golfo Pérsico, desde o Kuwait, ao Norte, até Omã, na saída para o Índico.
Pela divisão que fora estabelecida ao final da Primeira Guerra, Grã-Bretanha assumia o controle da Palestina, da Transjordânia e da Mesopotâmia, que era formada pelo Iraque e pelo Kuwait. A França ficava com a Síria e com o Líbano. Ou seja, o interesse dominante estava na parte Norte da península arábica, por situar-se próximo à Turquia, cujo império, as potências europeias tinham interesse em ver desmoronando. As duas áreas que integravam a Mesopotâmia mantiveram-se separadas. O Iraque foi entregue a Faiçal, filho do xerife de Meca.
O Kuwait continuou em mãos da família Al-Sabah, que já governava desde 1752.
Era do interesse dos ingleses manter esta separação, até para não dar muita força e muito poder a Faiçal. Mas é preciso salientar que, embora fizessem parte da Mesopotâmia, Kuwait e Iraque eram territórios distintos que, ao longo de suas histórias, sempre foram controlados por tribos distintas. Que os ingleses tiveram interesse e agiram para manter a divisão não há a menor dúvida, como, inclusive, se verá mais adiante. Mas não é menos verdade o fato de que nunca o Iraque e o Kuwait constituíram uma unidade territorial.


A lerdeza do Tribunal Regional do Trabalho, por Lúcio Machado Borges*

Acho estranho a lerdeza com que os processos são julgados no Tribunal Regional do Trabalho, em especial do da 4ª Região, que tem sede aqui em Porto Alegre. Mesmo os servidores desta entidade tendo pomposos salários e mesmo eles tendo um aumento salarial aprovado nesta semana, os processos não andam, e as pessoas ficam esperando durante vários anos para terem as suas reivindicações atendidas. O curioso é que sempre tem a desculpa que falta pessoal, que os salários estão defasados, que está tudo sucateado, que há falta de servidores. Se o ambiente de trabalho e se o salário é tão ruim assim, por que os seus servidores não pedem demissão? Eles precisam agilizar o serviço para fazer jus aos seus pomposos salários, que eu confesso que não consigo entender como é que eles tem a coragem de dizer que ganham pouco e que o salário está sempre defasado.
Precisamos urgentemente de uma reforma política, uma reforma em nosso código penal e precisamos acabar com os privilégios do legislativo e do judiciário. Precisamos de mais agilidade no andamento dos processos, já que as pessoas que tem verbas para receberem na Justiça não tem como fazer para agilizar estes processos e para receberem as suas merecidas verbas trabalhistas e indenizações.

*Editor do site RS Notícias


Artigo escrito no dia 16 de agosto de 2015

A liberação das drogas no Brasil, por Lúcio Machado Borges*

Antes de qualquer coisa, é bom salientar que a Holanda está começando a rever esta facilidade para compra e consumo de maconha naquele pequeno país, já que boa parte das drogas vendidas naquele país vem ilegalmente de outros países, já que a Holanda não dá conta para atender toda a demanda interna.
Nos anos 70, a Suécia também liberou a compra e o consumo da maconha, mas tal medida fez com que aumentasse naquele país a violência. Por conta disso, o governo teve que construir mais presídios e teve que revogar a venda de drogas no país. Isso faz com que diminuísse a violência, e em 2013 o país acabou desativando dois presídios já que acabou diminuindo a violência naquele país.
No Brasil, mais precisamente no Supremo Tribunal Federal, tem uma discussão sobre a descriminalização para o porte de drogas.
É muita ingenuidade alguém achar que legalizando as drogas e liberando a venda e o consumo da maconha no país vá diminuir a criminalidade.
Alguns dizem que legalizando a maconha, vai diminuir o consumo e a violência porque os traficantes vão ter que virar empresários e terão que recolher os impostos e terão seus funcionários com as regras da CLT.
Outro argumento importante é que vai diminuir o consumo porque como a maconha vai ter que pagar imposto, vai ficar mais cara e por isso vai retrair o consumo.
É óbvio que isso não vai acontecer porque da mesma forma que muitas pessoas compram cigarros contrabandeados do Paraguai, o mesmo vai ocorrer com as drogas.
Estas pessoas vão comprar essas drogas de outros países e não vai acabar nem com o consumo e nem vai diminuir a violência.
É muita ingenuidade achar que o governo vai fiscalizar e coordenar as drogas, já que o governo não consegue nem fiscalizar a distribuição de remédios.
Infelizmente, se o governo descriminalizar as drogas, aí sim e que a coisa vai ficar muito feia!




*Editor do site RS Notícias


Artigo escrito no dia 1º de setembro de 2015.

A invenção do garfo

Embora a faca tenha surgido há milhares de anos, o garfo é uma invenção recente na história dos costumes humanos. Até a Idade Média, homens e mulheres comiam com as mãos e o elegante era usar só três dedos para isso. No século 17, na França, por inspiração de Richeleu, o garfo passou a ser usado como equipamento individual. 

‘Chefe’ do MST chama manifestantes contra Dilma de’ fascistas golpistas’ e faz ameaça: ‘Vocês não..


Stedile volta a ameaçar brasileiros contrários ao governo petista‏



Sem Medo da VerdadeBoletim Eletrônico de A tualidades - N° 276 - 16/11/2015 
www.paznocampo.org.br

Caso não esteja visualizando o texto deste boletim, acesse através do endereço: 
http://www.paznocampo.org.br/boletim

Stedile volta a ameaçar brasileiros contrários ao governo petista - "Vocês não se atrevam"




Esse foi o a mais nova ameaça feita pelo líder do MST, aquele o qual Lula disse em evento recente ter um "exército", e deixou claro que está pronto para "brigar", "sobretudo quando Stedile colocar o exército dele do nosso lado". 

Anteriormente Stedile já havia ameaçado o país sobre possível "golpe" contra o governo - "SE HOUVER GOLPE,HAVERÁ REVOLTA", disse o líder do braço armado do PT.

Mais recentemente, o líder do MST foi à Venezuela convocar esquerda da América Latina a lutar contra opositores de Dilma.

Ainda durante as eleições, Stedile, ao lado de Lula, ameaçou o país - se Dilma não for eleita 'vai ter protesto todo dia', disse Stedile.

Stedile também prometeu "guerra" se Aécio ganhasse as eleições. Assim como quando Marina alçou o segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, também prometeu protestos diários, caso Marina fosse eleita.

A ultima ameaça foi transmiti da ao vivo pela rede oficial de TV do governo Brasileiro, a NBR, na ocasião Stedile discursou na abertura da colheita do arroz agroecológico, em Eldorado do Sul - RS.

Em seu discurso Stedile chamou manifestantes contrários à Dilma de fascistas e golpistas e voltou a ameaçar: "Vocês não se atrevam".

Clique aqui para assistir o vídeo.
 


A Intifada

A Intifada é o movimento contra a ocupação israelense na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, que teve início no final da década de 80. Também ficou conhecida naquela época, como a “revolta das pedras”, pois a sua principal característica era o uso de pedras paus como arma de ataque pelos ativistas palestinos.
Baseada me mobilizações civis de rua, greves e manifestações no interior de territórios controlados militarmente por Israel a revolta modificou os termos da questão Palestina. O movimento começou em 9 de dezembro de 1987 – um dia depois do atropelamento e da morte de quatro árabes –, em oito campos de refugiados na Faixa de Gaza. Depois, se espalhou por toda a região. A poucos dias da assinatura do primeiro acordo de paz, em setembro de 1993, a Intifada começou a perder a sua força. Os seis anos que durou o levante resultaram na morte de 1.250 palestinos. Os ativistas, em sua maioria, eram jovens entre 10 e 25 anos.
Em 27 de setembro de 1996, quando conflitos cansaram a morte de 39 palestinos e 11 israelenses, os árabes anunciaram a retomada da Intifada.
Os ânimos apenas se acalmaram com um acordo, assinado em outubro de 1998, em Wye Plantation, nos EUA, onde Israel comprometeu-se a uma nova retirada de parte da área ocupada na Cisjordânia.
A atual Intifada iniciou-se em 28 de setembro do ano passado, com a visita do então líder de direita israelense, general Ariel Sharon, ao Monte do Templo – Esplanada das Mesqutas, para os muçulmanos –, em Jerusalém Leste. Desde então, mais de 400 pessoas já morreram, ma maioria palestino.



Fonte: Zero Hora, 5 de fevereiro de 2002, página 2. 

A hora oficial do Brasil

A hora legal – ou oficial – do Brasil foi criada em 1914. Antes disso, cada localidade brasileira marcava o tempo segundo o movimento aparente do sol.
Desde 1914, o Brasil tem quatro horas diferentes, segundo as distintas zonas geográficas. Mais de 90% da população está incluída na segunda zona – que hoje inclui Brasília e todas as grandes capitais.


Bélgica eleva alerta antiterror para o nível máximo, na capital Bruxelas

Lojas, shoppings e metrô estão fechados em Bruxelas:
http://glo.bo/1jcXaFb