Os médicos cubanos são completamente despreparados, por Lúcio Machado Borges*

Já falei aqui no RS Notícias, que os médicos cubanos são extremamente despreparados e que eles só estão “trabalhando” aqui no Brasil porque eles são uma espécie de “cortina de fumaça” para que o PT continue mandando dinheiro para sustentar a ditadura cubana.
Segundo as informações do Vereador Thiago, do PDT de Porto Alegre, que é um médico renomado e muito experiente, relatou no programa “Repórter Bandeirantes”, que ele presenciou aqui em Porto Alegre um médico cubano tratando um clássico câncer de pele com pomada Nebacetin na zona Sul de Porto Alegre.
Qualquer paramédico, enfermeiro ou farmacêutico formado no Brasil é muito melhor capacitado do que os ditos médicos cubanos. É uma vergonha este governo incompetente e corrupto usar estas pessoas como fachada para mandar dinheiro para a arcaica e nefasta ditadura cubana.


*Editor do site RS Notícias



Artigo escrito no dia 14 de outubro de 2015. 

A polêmica do Rio Guaíba, por Lúcio Machado Borges*

É impressionante o despreparo que muitos jornalistas que trabalham aqui no Rio Grande do Sul são despreparados e muitos deles demonstram uma ignorância em relação ao ensino primário em geografia.
Vejo muitos jornalistas daqui chamarem o Rio Guaíba de “lago”. Se o Guaíba fosse um lago, ele já teria transbordado e alagado o Centro de Porto Alegre, já que neste ano de 2015, já choveu mais do que na famosa enchente de 1941.
Vamos analisar alguns dados importantes:
  1. Lago é uma pequena porção de água cercado de terra por todos os lados.
  2. O Guaíba desemboca na Lagoa dos Patos. Lago não desemboca em lugar algum.
  3. Chamar o Guaíba de “lago” facilita a especulação imobiliária, já que acaba diminuindo a área de preservação.
  4. Para quem não sabe o que é um lago, sugiro que vá conhecer o pedalinho da Redenção. Ali, sim, é um lago.
  5. O Guaíba pode ser chamado de rio ou estuário, já que existe cinco rios que desembocam nele.
  6. Lago não tem correnteza.
  7. Mais uma vez: lago é uma pequena porção de terra por todos os lados.
  8. Como o Guaíba não tem nascente, ele até pode ser chamado de estuário, mas de lago, jamais.
  9. Guaíba em Tupi-guarani significa “baía de todas as águas”.
  10. Em relação a Lagoa dos Patos, podemos dizer que ela é, na verdade, uma laguna, já que ela tem ligação com o mar.
Pelo que eu sei, foi um geólogo formado pela UFRGS que classificou o Guaíba como lago. Para mim, agora já está explicado. As duas principais universidades que existem na América Latina são a USP e a Universidade do Chile. Pois bem, é sabido e notório que tanto a USP como a Universidade do Chile não aparecem no ranking das 200 melhores universidades do Chile.
Para finalizar, todo mundo sabe que a UFRGS forma seus alunos sempre com o viés de esquerda. Por conta disso, essa gente não pode ser levada à sério.


*Editor do site RS Notícias



Artigo escrito no dia 14 de outubro de 2015. 

A determinação dos países árabes pela autonomia

Paralelamente, os demais países da região foram conquistando sua independência, mas permanecendo por longos anos sob o tacão do colonizador. De uma forma ou de outra, Inglaterra e França mantiveram presença, especialmente militar, naqueles países. O Iraque, por exemplo, tornou-se independente em 1932, sob Faiçal I, que, queria governar em Damasco, mas ganhou Bagdá de presente. Mas as tropas inglesas viriam intervir maciçamente no país em 1941, sob o pretexto de dissolver um governo pró-nazista que se estruturava. A monarquia no Iraque durou até 1958, quando um golpe militar, liderado pelo general brigadeiro Abdul Karim Kassem derrubou e assassinou o rei Faiçal II e o príncipe herdeiro Abdullah.
A Jordânia teve reconhecida sua independência em 1928, mas a Inglaterra manteve o controle militar e financeiro até 1948. O país chamava-se inicialmente Frasnjordânia, nome que foi mantido até 1949, quando se tornou o Reino Hachemita da Jordânia. O Egito, que também se tornara um protetorado inglês em 1914, conseguiu fazer com que a Inglaterra concordasse em retirar-se do país em 1936. Mas esta retirada deve como exceção a zona do Canal de Suez. E em 1940 – 2 as forças britânicas voltaram a utilizar-se do país como base para combater a Itália e a Alemanha, por ocasião da Segunda Guerra Mundial.
A Síria, da mesma forma, teve as suas terras ocupadas pelos franceses durante a Segunda Guerra Mundial. A retirada se deu em 1944, quando o país adquiriu sua independência. Já o Líbano foi declarado independente pela França livre em 1941, ocasião em que foi assinado o chamado Pacto Nacional, estabelecendo a divisão d poderes entre cristãos e muçulmanos com base na representação proporcional. A França manteve o controle do país até 1945, quando suas tropas se retiraram.
Assim é que, mesmo sob a pressão do colonizador, os países da região conseguiram tornar-se independentes, basicamente durante o período entre as duas grandes guerras. Colaboraram para isso a determinação dos povos árabes e o enfraquecimento das duas grandes potências mundiais, que passaram a ter suas atenções voltadas para o confronto com as forças do Eixo.
É inegável que a ocupação europeia da Arábia deu-se de forma diferente da ocupação otomana. Os europeus levaram o progresso econômico e científico a um região que estivera mergulhada nas trevas ao longo de quatro séculos. O grande problema, e que permanece até hoje, é que o Ocidente nunca soube entender o Oriente. Os europeus sempre deixaram transparecer seu desprezo pela religião, costumes e tradições dos árabes, sempre tratados com um indisfarçável desprezo. Em grande parte isso se dá porque os muçulmanos como um todo nunca conseguiram a separação entre Igreja e Estado pregada por John Locke e que os Estados Unidos adotaram há 200 anos. Para os muçulmanos a religião sempre foi um meio de resistência às potências coloniais, assim como também não deixou de moldar as características despóticas e feudais de muitos de seus Estados, dos quais o Irã e a Arábia Saudita são os maiores exemplos. Até hoje o Corão ainda é sinônimo de Constituição em muitos países da região. E não é sem razão que o termo “jihad” - guerra santa – surgiu como forma de combater o inimigo em nome de Deus, o que se constituía num fator de unidade nacional.
Em países mais ortodoxos, como o xiita Irã ou a sunita Arábia Saudita, as leis do islamismo chegam a ser incorporadas aos códigos Civil e Penal do Estado. Mesmo em meio às profundas transformações provocadas pela exploração do petróleo, o islamismo foi sempre sendo adaptado às legislações dos países do Oriente Médio.
E o consumo de álcool, proibido pelos ditames do Corão, é vetado até hoje na maioria dos países muçulmanos. Os infratores são sentenciados a chibatadas em praça pública.


A paz entre Maragatos e Chimangos

A quinta vez que Antônio Augusto Borges de Medeiros foi eleito governador do Rio Grande do Sul deu origem a conflito armado que durou 324 dias.
Em 14 de setembro de 1923, Joaquim Francisco de Assis Brasil assinou, no castelo de Pedras Altas, de sua propriedade no município de Pinheiro Machado, o documento que selou a paz entre maragatos (oposicionistas) e chimangos (situacionistas). O pacto que previa reforma na Constituição para proibir mais uma reeleição de Borges, foi firmado por ele no dia seguinte, em Porto Alegre. O acordo foi mediado pelo general Setembrino de Carvalho, ministro da Guerra do presidente da República Artur Bernardes.
A nova candidatura de Borges à presidência do Estado provocou reação da oposição, que se manifestou contrária à longa permanência do líder do Partido Republicano Rio-Grandense (PRR) no poder. O Partido Federalista e dissidentes do PRR fundaram a Aliança Libertadora e apresentaram estancieiros e diplomata Assis Brasil. A campanha foi marcada por confrontos entre os adversários e formação de grupos armados de ambas as partes. A guerra eclodiu no dia da nova posse de Borges: 25 de janeiro de 1923. Integrantes da Aliança Liberal deram início ao conflito, denunciando fraude nas eleições, Em maio e junho, o presidente Bernardes enviou emissários para tentar a pacificação, mas Borges não aceitou a condição básica, a renúncia do governo. Em outubro, Setembrino chegou ao Estado com proposta que foi debatida até dezembro sem cessar fogo.
Além de por fim à era Borges de Medeiros, a Paz de Pedras Altas uniu facções de republicanos, num grupo que, liderado por Getúlio Vargas, abriu caminho rumo à Revolução de 1930. A Revolução de 1923 teve poucos confrontos violentos se comparada com a revolta das degolas, ocorrida de 1893 a 1895.

No total, deixou menos de mil mortos, contra as mais de 10 mil vítimas de 30 anos antes. Historiadores cotam que o próprio Borges pediu que evitassem matanças abrindo fogo só no caso de ataques dos inimigos. 

A Origem do vinho do Porto

A fabricação do vinho teve origem nas antigas civilizações do Oriente. Ganhou força com a expansão da dominação grega, iniciada mil anos antes de Cristo. Os vinhos da Grécia, hoje sem grande tradição, forma enaltecidos e documentados por seus poetas. Os romanos possuíam tudo o que era necessário para envelhecer o vinho. Não se limitavam, como os gregos, às ânforas de barro (embora as utilizassem também), pois tinham barris e garrafas.

Quando os romanos se retiraram do que hoje é a França, no século V, haviam deixado os fundamentos técnicos empregados atualmente nos melhores vinhedos.

A primeira referência a um porre foi feita no Antigo Testamento: Noé “plantou uma vinha, bebeu o vinho e ficou embriagado”. O vinho do Porto nasceu durante uma viagem de estudo de dois jovens ingleses, filhos de um rico comerciante, em 1678. Eles resolveram jantar num bar em Lamengo, Portugal, perto do Rio Douro. Ficaram maravilhados com um vinho doce que experimentaram ali.


Depois de alguns copos, conseguiram arrancar o segredo do dono do bar. Ele acrescentava litros de brandy ao vinho fermentado. Quando os ingleses foram embora, levaram consigo várias garrafas e ainda acrescentaram mais brandy, para conservar a bebida durante a viagem.

A origem do nome Chicago

O nome Chicago, da cidade que seus habitantes gostam de chamar de Windy City (cidade dos ventos), tem origem indígena e significa “lugar do mau cheiro”. Há também uma outra versão para o significado do nome: “terra da cebola selvagem”. 

A origem do nome Chicago

O nome Chicago, da cidade que seus habitantes gostam de chamar de Windy City (cidade dos ventos), tem origem indígena e significa “lugar do mau cheiro”. Há também uma outra versão para o significado do nome: “terra da cebola selvagem”. 

A origem do chimarrão

Antigo hábito dos índios guaranis, o chimarrão chegou a ser condenado pela Igreja antes de conquistar o sul do continente sul-americano. Em 1554, quando o general Irala, um conquistador espanhol, chegou à região de Guaíra, no oeste paranaense, encontrou índios guaranis amistosos e hospitaleiros que tinham o costume de beber, num pequeno porongo, um líquido preparado com folhas picadas que chamavam caa-i, que significa “água de erva saborosa”. Para impedir que pedacinhos de folhas fossem sorvidos juntamente com a bebida, os índios utilizaram um canudo feito de taquara com uma base de fibras trancadas que funcionava como filtro. O nome chimarrão surgiu somente bem mais tarde e vem da expressão espanhola “cimarrón”, usada para identificar plantas rústicas, escravos animais selvagens ou sabor amargo.

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