Van capota após colidir com caminhonete no bairro Bom Fim

Acidente deixou feridos na madrugada deste sábado

Pai de Abdelhamid Abaaoud lamenta que filho "não tenha sido capturado vivo"

Abdelhamid Abaaoud é apontado como suposto mentor dos atentados em Paris

Prêmio da Mega-Sena deste sábado equivale a 32 mansões e 40 carros de luxo

Concurso poderá pagar R$ 170 milhões a quem acertar as seis dezenas. Boa sorte!

Hábitos irritantes de quem tem celular vão de usá-lo no banheiro a andar digitando; veja

A gestão do Judiciário e sua contribuição na crise, por José Aquino Flôres de Camargo

Na última década, o Judiciário reduziu custos, potencializou receitas e alcançou resultados, ainda que sujeito às restrições materiais e fiscais que assolam o Estado e diante de uma demanda crescente de forma geométrica. Tornou-se exemplo de gestão, figurando, pelos indicadores do CNJ, como referência nacional no ramo da Justiça. Êxito debruçado, sobretudo, no manancial humano, que é a sua face social.
Nesse período, a criatividade administrativa do Tribunal desonerou o Tesouro, transformando lucros dos bancos em recurso públicos, revertidos em benefícios sociais. Parte dessas receitas foi cedida, nos próximos quatro anos, ao poder Executivo, transferido cerca de R$ 1,2 bilhão. Ainda neste exercício financeiro, serão repassados R$ 190 milhões ao governo do Estado. Além disso, do Judiciário advieram valores imediatos (acréscimos de mais de R$ 1 bilhão), pela elevação dos saques dos depósitos judiciais, medida que propiciou a recomposição dos vencimentos do funcionalismo.
Igualmente, suplementação orçamentária previamente ajustada para o mês de abril do corrente exercício financeiro, no valor de R$ 60 milhões, não veio a ser repassada. Não bastasse tudo isso, restou o Judiciário sujeito ao congelamento unilateral proposto pelo Executivo. Graças à sua organização, o poder, rigorosamente alinhado às exigências legais, está apto, com o que lhe restou, a propor reajuste de 8,13% aos seus servidores.
Essa postura evidencia que o Judiciário não só trabalha a austeridade fiscal, mas contribui visando à organização e à restauração das finanças do Estado. Ora, inegável a crise e indispensáveis são medidas visando à contenção de gastos. No entanto, há de se identificar onde elas se mostram uma exigência. Não se pode penalizar quem vem fazendo o “tema de casa”.
O Estado, por suas funções essenciais, não pode parar. A jurisdicional emana da Constituição como um de seus braços, que deve ter autonomia e independência. O congelamento unilateral de orçamento que já se mostrava insuficiente constituiu grave erro institucional. Inibir ajustes necessários, quando eles observam a autonomia orçamentária e estão nos limites da LRF, poderia significar indevida interferência na gestão do poder. Amordaçar o Judiciário subestima a cidadania, cerceando-lhe o direito de se defender, inclusive contra os excessos oriundos do próprio Estado.


Presidente do Tribunal de Justiça do RS



Fonte Correio do Povo, página 2 da edição de 11 de outubro de 2015. 

Mochila inteligente vem com cabo USB e carregador

100 municípios estão em emergência em SC por causa das enchentes

 51 mil pessoas foram afetadas pelas cheias, sendo que 21 mil estão desalojadas Quatro pessoas morreram


As fortes chuvas dos últimos dias em Santa Catarina provocaram inundações nas bacias dos rios Itajaí, Iguaçu, Canoas e Itapocu. Segundo a Defesa Civil, quatro pessoas morreram, sendo que 51,2 mil foram afetadas com saldo de 21,2 mil desalojados, 1,8 mil desabrigados e 13 feridos.
Já são cem cidades em situação de emergência. O secretário da Defesa Civil catarinense, Milton Hobus, acredita que pelo menos um terço dessas cidades terá o decreto homologado. Em SC existem 20 coordenadorias regionais da Defesa Civil, que atuam no atendimento de desabrigados e desalojados com resultados práticos em até 24 horas. O Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia prevê para os próximos dias chuva de fraca a moderada na maior parte do Estado.


Fonte: Correio do Povo, página 18 de 28 de outubro de 2015.


Congresso decide por voto impresso em eleições

TSE estima impacto de R$ 1,8 bilhão no custo http://bit.ly/1LnPlmP
O Congresso decidiu nesta quarta-feira, 18, derrubar o veto da presidente Dilma Rousseff ao voto impresso em eleições. Ao todo, 368 deputados…
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Nunca apanhei tanto na vida, diz professora que denunciou aluna por surra

"Não sei se voltarei pra sala de aula, estou assustada e com medo", disse a vítima http://bit.ly/1lyX8ZZ

Marina Mantega, filha de Guido Mantega, posa de biquíni

Loira aparece nas páginas da Revista Status


Marina Mantega, filha do ministro Guido Mantega, mostrou toda sua beleza em um ensaio para a próxima edição da RevistaStatus. A loira vestiu o biquíni, e em fotos na praia, mostrou que é linda, e melhor, está solteira.

Veja mais fotos de Marina Mantega
De acordo com entrevista concedida à publicação, Marina estaria sem namorado por ser uma moça séria. “Os homens têm medo de mim. Sou meio fechada, não sou de muitos risos. Por essas e outras é que, infelizmente, estou solteira”, disse.