Medical Center com consultórios próximo ao Hospital Moinhos de Vento

Para maiores informações, entrar em contato com o corretor de imóveis Lúcio Borges (51) 9194 3742 ou através do e-mail: luciomachadoborges@gmail.com


Segue em primeira mão uma novidade que muitos médicos e investidores estavam esperando em Porto Alegre. Um produto sofisticado e exclusivo de nossa empresa. 
 
Temos consultórios, além de um bloco cirúrgico com 1600 m2 privativos.
 
Em caso de interesse, fico à disposição para atendimento.
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Empreendimento Premium


Medical Center com consultórios muito próximo ao Hospital Moinhos de Vento. 



5 elevadores sendo um elevador com capacidade para maca
Banheiros nos andares inclusive para PNE
Controle de acesso de entrada
Corredores com 2,0m de largura
Portas dos consultórios com 1,30m de abertura
Gerador para as áreas condominiais
Sistema central de ar condicionado
Estacionamento para ambulância
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A Batalha de Monte Castelo

No dia 21 de fevereiro de 1945, o Exército Brasileiro conquistava na Itália sua mais importante vitória na II Guerra Mundial. Depois de 12 horas de combate, os pracinhas terminam a conquista de Monte Castelo, dominando uma posição estratégica que estava em mãos das tropas alemãs.
Em três tentativas anteriores, os soldados brasileiros não haviam conseguido vencer a resistência dos soldados de Hitler. Foi a maior vitória e a mais pesada, com a morte de dezenas de soldados.
O triunfo de Monte Castelo foi a maior contribuição da Força Expedicionária Brasileira ao esforço aliado na II Guerra (1939-1945).
Foram 239 dias de guerra durante os quais os brasileiros asseguravam a conquista dos Asperinos, a cadeia montanhosa do norte da Itália, de importância estratégia para o acesso aos vales do Pó e do Reno. Nas operações italianas, a FEB teve 464 mortos e 1.519 feridos em combate. Foi responsável pela captura de 20 mil soldados alemães, 80 canhões e 1.500 carros de combate.

O principal comandante das tropas brasileiras era o general Mascarenhas de Moraes, gaúcho de são Gabriel, que tinha entre seus oficiais o general Cordeiro de Farias e o tenente-coronel Castelo Branco (futuro presidente da República). 

Nex Classificados - Zona Sul

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Curso da Norma NR 35 básico com opção de certificado

Posted: 03 Sep 2015 05:36 AM PDT
Entenda todos os  requisitos e medidas necessárias para trabalhos em altura com esse Curso da Norma NR 35 grátis com opção de certificado. A norma NR 35, como já falamos anteriormente aqui no blog,  é um conjunto de medidas que visa proteger e garantir a segurança dos trabalhadores. Essas medidas de proteção criadas pelo Ministério do Trabalho (MTE), têm como intuito reduzir o número de acidentes no trabalho que atualmente assombra o nosso país. O […]

7 técnicas de como fazer um artigo antigo continue sendo visto

Posted: 10 Sep 2015 12:00 AM PDT
Blog Marketing Online - Blog Marketing Online/Marketing Internet/Vendas Diretas/ 7 técnicas de como fazer um artigo ou post antigo continuar recebendo visitas ou novos comentários. Como fazer um artigo antigo continuar recebendo visitas? Antes de eu entrar definitivamente na blogosfera, já tinha...

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BRASIL 2015-2016: CHILE 1971-1972!

1. No início dos anos 1970, as ideias econômicas de maior sucesso na esquerda latino-americana eram as do polonês Michal Kalecki, que havia chegado à teoria da demanda antes mesmo do que Keynes. O que fascinava mais a esquerda é que as ideias de Kalecki eram naturalmente operacionalizadas como política econômica de governo, entusiasmando a esquerda democrática.
      
2. Dois conceitos eram particularmente caros à esquerda. Num deles, a capacidade ociosa geral na economia, tendo vasos comunicantes, podia ser inteiramente aproveitada com injeções de demanda, estimulando o crescimento econômico e reduzindo a taxa de desemprego.
      
3. Em outro conceito, na medida que num certo momento as decisões de investimento e gasto dos capitalistas já estão tomadas, o aumento da tributação sobre eles incrementa a demanda agregada, pois eles usarão, para cobrir, suas reservas ou recorrerão a empréstimos.
      
4. A estatização do cobre no início do governo Allende garantia as divisas que flexibilizariam as importações para responder a algum excesso de demanda setorial. E o mais importante para eles: se confundiriam com as receitas tributárias, gerando flexibilidade fiscal.
      
5. Assumindo em novembro de 1970, as medidas foram imediatamente implementadas em 1971. A resposta da economia chilena correspondeu ao que a teoria projetava. Em 1971 a economia chilena cresceu mais de 7% e o desemprego baixou a níveis residuais.
      
6. Ao enfrentar a crise financeira internacional de fins de 2008, Mantega e Dilma, fiéis discípulos do Keynesianismo de esquerda, ou seja de Kalecki, implementaram a teoria da demanda efetiva de Kalecki no Brasil.
      
7. A resposta da economia brasileira foi igual a do Chile. O crescimento superou o PIB potencial em 2009 e em 2010, cresceu -por coincidência- os mesmos mais de 7% que a economia chilena em 1971. A taxa de desemprego também diminuiu aos mesmos níveis residuais da economia chilena em 1971. Lula, empolgado e desinformado, esnobou a crise internacional chamando de marolinha.
      
8. O milagre kaleckiano não durou 2 anos, pois o fator político acelerou o esgotamento do modelo adotado no Chile à época. A receita kaleckiana aplicada no Brasil teve um fôlego maior em outro quadro político. Durou um pouco mais: quase 3 anos.
      
9. Em março de 1973, 2 anos e 3 meses depois da posse, os partidos de apoio a Allende obtiveram um pouco mais de 40% dos votos. Em outubro de 2014, 3 anos e 10 meses depois da posse de Dilma, esta obteve pouco mais de 40% nas eleições.
    
10. A desintegração econômica do Chile em 1972 e 1973 é a que todos se lembram. E agora, no Brasil? Bem, o Brasil -pelo menos- está vacinado contra golpes de estado: as instituições do Estado funcionam.

                                                    * * *

VIDA LONGA A BACHAR EL ASAD? 
     
(El Pais, 08) 1. Quem é o inimigo? Qual é o objetivo? O que acontece depois da vitória? Qualquer guerra que se inicia deve se responsabilizar por estas questões básicas. Não é o caso do conflito sírio, ainda mais quando Bashar al-Assad mudou de inimigo absoluto para aliado necessário sobre os cadáveres e escombros deixados nesses quatro anos de derramamento de sangue.
   
2. O ditador brutal deve se sentir reconfortado com a sua reabilitação. Ela foi proporcionada pela ferocidade do Estado Islâmico (EI) na medida em que a "comunidade internacional", uma abstração geopolítica, incorreu em um exercício de amnésia para desculpar o massacre de civis, a destruição de cidades, a aberração das armas químicas e a morte de crianças parecidas com o refugiado Aylán, muitas delas com o uso de gás tóxico.
 
3. John Kerry, secretário de Estado dos EUA, já declarou que Assad era um seguidor de Hitler. Ele fez isso como estratégia para ajudar a derrubada, ainda na ingenuidade da Primavera Árabe, que trouxe recursos militares para o Exército Sírio Livre e que fez surgir uma coalizão na qual Israel fazia parte, naturalmente porque essas guerras sobrepostas exigiam retratar os aliados de Assad como pertencentes ao eixo do mal, na companhia do Irã e do braço armado do Hezbollah.

4. Ficava exposto o velho antissionismo, assim como ficava ainda mais clara a encenação do conflito entre xiitas e sunitas, ainda que não se precise recorrer à religião para explicar o papel de Vladimir Putin. Ele protegeu Assad no Conselho de Segurança da ONU. Ele o apoiou militarmente. E empregou a única base da Rússia no Mediterrâneo para redundar na Guerra Fria com os EUA.
   
5. O czar começa a comemorar sua vitória. Toda a fragilidade que Assad dissimula na Síria - uma população exausta, uma guerra civil devastadora - contrasta com sua onda de credibilidade internacional. O ministro García Margallo, por exemplo, declarou que se deve negociar com ele, levando em consideração que Assad é "o nosso filho da puta".
   
6. Não é um gesto gratuito, mas a extrapolação geopolítica, ou seja, o cinismo com que o Ocidente tem sido leniente com ditadores sanguinários quando se quer resolver um problema maior. Ou tão grande quanto à ameaça do Estado islâmico, cujo surgimento na Síria parecia interessante porque competia pela hegemonia do jihadismo e porque engrossava a frente comum anti-Assad, ignorando que havia chocado a serpente de Al Baghdadi.

7. O presidente sírio já não é o inimigo. Nós gostamos do seu terno, sua gravata, seu laicismo, sua esposa. Nem mesmo os EUA podem condená-lo. Porque a abertura diplomática ao Irã tende a suavizar o regime de Damasco. E porque o Estado Islâmico representa agora (vamos ver por quanto tempo) a própria arbitrariedade do Ocidente em seu variado catálogo de antagonistas e filhos da puta.

                                                    * * *

PORTUGAL: DEBATE PRESIDÊNCIAL NA TV (09)!

1. Terminou o único debate entre os dois candidatos ao cargo de Primeiro Ministro nas eleições do próximo dia 4. Impressionou a importância concedida por ambos ao tema da previdência social, em particular às pensões atuais e futuras. Mas isso é natural num pais de população envelhecida, como a portuguesa.
     
2. Antonio Costa (PS) criticou muito a pressão exercida pela UE (troika) sobre Portugal com vistas à adoção de um programa de austeridade.
    
3. Já Passos Coelho (CDS/PSD) ressaltou os sacrifícios incorridos por Portugal e a melhoria nos dois últimos anos do quadriênio do cenário econômico-social.

4. A impressão é que Antonio Costa bem explorou as contradições incorridas por Passos Coelho. Já este acentuou de modo feliz as propostas populistas e irrealistas do candidato socialista.


EX-Blog do Cesar Maia

União Europeia confirma ação conjunta para atacar terrorismo

Único senador do PSol anuncia saída da sigla

Prazo de troca de partido para concorrer em 2016 termina na sexta-feira


O senador Randolfe Rodrigues (AP) e o prefeito de Macapá, Clécio Luís, anunciaram ontem que deixarão o PSol. Único senador eleito pelo partido, Randolfe disse que deixa a sigla porque o ambiente político exige maior capacidade de articulação. Em seu discurso, não houve tom de mágoa. O senador disse que o PSol é um partido “irresponsável do ponto de vista ético e de prática parlamentar irretocável”. Randolfe afirmou que deixa a sigla para fortalecer suas convicções, e não para abandoná-las. Clécio Luís foi o único prefeito de capital eleito pelo PSol.
Embora não tenha revelado qual seu destino, a presença do engenheiro Alcione Cavalcante, do diretório nacional da Rede, indica a ida de Randolfe para a a legenda da ex-senadora Marina Silva, que obteve registro na semana passada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Quando tomou a palavra, Cavalcante convidou o senador para ingressar na Rede. Randolfe se reúne hoje, às 15h, com Marina.
Deputados e senadores insatisfeitos com seus partidos se movimentam para trocar de legenda a tempo de concorrer nas eleições municipais de 2016. O prazo para que um candidato possa se registrar em uma legenda e disputar um cargo eletivo no ano que vem termina na próxima sexta-feira, exatamente um ano antes do dia de votação das próximas eleições.
A legislação eleitoral exige que um candidato esteja filiado a partido político ao menos um ano antes do pleito. Mas esse prazo poderá mudar se a presidente Dilma Rousseff sancionar o projeto de lei da reforma política aprovado no senado e na Câmara que estabelece somente seis meses de antecedência e não mais um ano. Após 18 anos no PT, o deputado Alessandro Molon (RJ), um dos vice-líderes do partido na Câmara, se registrou na última quinta-feira na Rede, com a intenção de ser candidato a prefeito do Rio de Janeiro.



Fonte: Correio do Povo, página 3 de 28 de setembro de 2015. 

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Curso de SEO – Google Panda e Penguin

Posted: 20 Nov 2015 03:32 AM PST
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