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Posted: 14 Sep 2015 12:00 AM PDT
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As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.
7 dicas para ganhar dinheiro na internet de forma errada
A EPTC e as multas, por Lúcio Machado Borges*
A
Prefeitura de Porto Alegre fatura mais de R$ 4 milhões por mês só
em multas que são dadas pelos agentes da EPTC. Isso é mais uma
prova que nós estamos na contramão da história, já que a EPTC é
uma fábrica de multas. Os agentes da EPTC tem metas para multar, o
que gera um lucro superior a R$ 50 milhões para a Prefeitura anuais
por ano em multas.
No mundo inteiro é a Polícia quem
cuida do trânsito. Um grande exemplo disso é a Polícia de Nova
Iorque, que é municipal. Ao invés de termos uma Policia municipal,
temos agentes de trânsito municipal.
*Editor do site RS
Notícias
105 bandeiras para 8 milhões, por Domingos Siqueira
A
imagem ainda está viva me meus olhos. No último dia 29 de julho,
nós da Igreja Universal do Reino de Deus celebrávamos o primeiro
aniversário do monumental Templo de Salomão, construído na cidade
de São Paulo, no bairro do Brás.
Eu estava presente na festa. Era uma
data muito significativa para todos os membros e simpatizantes e foi
uma reunião muito, muito emocionante, conduzida pelo bispo Edir
Macedo, pelo bispo Renato Cardoso e sua esposa, Cristiane Cardoso.
Mas um momento da solenidade foi
particularmente especial, representativo da importância, do alcance
e da dimensão atual da nossa Igreja: 105 obreiros entraram no
templo, cada qual carregando a bandeira de um país onda a Universal
está formalmente instalada, vestindo o traje típico doado pelos
próprios fiéis de cada nação.
Assistindo ao desfile de países tão
distintos e distantes como Burkina Faso (África), Cingapura (Ásia),
Jamaica (América Central), Canadá (América do Norte), Suriname
(América do Sul), Moldávia (Europa), Ilhas Fiji (Oceania) e
Emirados Árabes Unidos (Oriente Médio), refleti sobre como
avançamos nos últimos 38 anos. Daquele coreto da praça Jardim do
Méier, onde o bispo Edir Macedo tudo começou em 1977, a palavra da
Universal ganhou o mundo e os corações de uma verdadeira legião.
Nosso recente levantamento aponta
que, somente no Brasil, são mais de 7 milhões de fiéis. No
restante do mundo, são cerca de 1,2 milhão de adeptos, espalhados
por todos os continentes. Os maiores contingentes estão na África
do Sul (200 mil), Angola (150 mil), Moçambique (130 mil), Argentina
(130 mil), Colômbia (55 mil), Venezuela (53 mil), Equador (50 mil),
EUA (37 mil) e Portugal (30 mil).
Para acolher tanta gente, contamos
com 7.157 templos e catedrais no Brasil, instalados em todas as
capitais, até os mais longínquos rincões. No exterior, são mais
de 2.663 igrejas.
Atualmente, contamos com 112 bispos e
11.504 pastores no Brasil, além de 48 bispos e 3,953 pastores no
exterior. É claro que, para além desses 105 países onde estamos
presentes de modo formal, há dezenas de outras pátrias não
contabilizadas, onde residem fiéis da igreja. Só tenha a certeza de
que – considerando a velocidade do crescimento dessa obra –, em
pouco tempo, chegaremos a todas e a cada uma delas.
Duvida? Então faça uma visita ao
Templo de Salomão. Logo na entrada da esplanada, dê uma olhada à
sua direita. Lá você encontrará a centena de bandeiras
representando os 8 milhões de fiéis da Universal. É, no mínimo,
impressionante.
Bispo da Igreja Universal do Reino de
Deus
Fonte: Correio do Povo, página 2 da
edição de 19 de outubro de 2015.
Vídeo flagra a gangue da CUT quebrando tudo em Brasília e dando murro na cara das pessoas
Um internauta flagrou a ação dos vândalos da CUT em Brasília Durante o dia de hoje (19), o deputado Eduardo Cunha já havia recebido uma denúncia de que…
DIARIODOBRASIL.ORG
A divisão da Bíblia em capítulos
A
divisão da Bíblia em capítulos foi iniciativa do professor Stephen
Langton, em Paris, em 1227.
A subdivisão em versículos, para
facilitar ainda mais a busca, só ocorreu em 1551, também na capital
francesa, por obra do imperador Robert Stephanus.
A dívida do RS com a União, por Lúcio Machado Borges*
A
dívida do Rio Grande do Sul é histórica, mas como todos nós
sabemos, as duas gestões petistas – com Olívio Dutra e
recentemente com Tarso Genro – deixaram sequelas graves ao Estado.
Olívio Dutra ficou famoso por ter mandado a Ford embora aqui no
Estado e a montadora acabou indo para à Bahia. Me lembro que na
época, Antônio Carlos Magalhães, que era o governador daquele
estado, fez um vídeo agradecendo a gestão petista gaúcha pelo fato
de corrido a Ford do RS. E não é só isso: todos nós sabemos que
as gestões petistas, por serem governos de esquerda, são demagogos
e sempre priorizam em jogar para a torcida. É o famoso populismo.
Eles dão benesses aos servidores públicos, sem se preocupar se lá
na frente esta atitude irresponsável irá comprometer as contas, ou
não. Foi exatamente isso que o (des) governador Tarso Genro fez aqui
no Estado. Tarso Genro foi o governador que mais utilizou os valores
dos depósitos judiciais e saiu do governo, dizendo que as contas
estavam em dia, quando na verdade, ele deu o golpe de misericórdia
no Estado, quebrando-o definitivamente.
Há alguns dias atrás, o governador
José Ivo Sartori foi a Brasília para tentar arrumas e recursos e
buscar ajuda do governo federal para tentar socorrer o Rio Grande do
Sul. Ele tomou um verdadeiro “chá de banco” do ministro da
Fazenda, Joaquim Levy, que o deixou plantado, esperando pela manhã,
remarcou a reunião para a tarde, mas também não apareceu. O
ministro da Fazenda desrespeitou tanto o governador Sartori, como
todo o povo gaúcho. O governador Sartori deveria ter acampado em
frente ao Palácio do Planalto, e com eles deveriam estar junto os
deputados federais e senadores do Estado. Chamar a imprensa nacional
e internacional e expor o problema.
Nos últimos quarenta anos, só nos
governos de Antônio Britto e Yeda Crusius é que o Rio Grande do Sul
não teve déficit. Britto promoveu várias privatizações no Estado
e acabou com vários “elefantes brancos”. Britto privatizou
várias empresas que eram deficitárias e que apenas serviam para
onerar o Estado. Pena que ele não conseguiu privatizar o Banrisul.
Aliás, só o Rio Grande do Sul é que possui um banco estadual. Bos
demais estados, eles foram extintos ou foram privatizados, já que
eram deficitários para estes estados. Por causa do Banrisul, o
crédito para o nosso Estado é bem mais caro. Enquanto nos demais
estados o juro médio é de 9%, para o RS o valor é de R$ 13%, por
causa do Banrisul.
Yeda Crusius também fez vários
ajustes na economia gaúcha. Ela foi a única que conseguiu devolver
boa parte dos recursos sacados dos depósitos judiciais. Yeda tentou
fazer ajustes na Previdência Estadual, já que no RS já existem
mais pensionistas e aposentados do que trabalhadores ativos.
Tanto Britto como Yeda Crusius não
conseguiram fazer as mudanças estruturais necessárias ao Estado,
devido a forte oposição dos partidos demagogos e populistas de
esquerda, em especial o PT. Estes partidos não fazem as mudanças
estruturais para que não se acabem com as mamatas dos seus
militantes. E por causa deste gasto desnecessário é que o Rio
Grande do Sul hoje está passando por estas dificuldades financeiras.
Quem quiser saber mais sobre a grave
situação das finanças do Estado, sugiro a leitura do livro: ''O
Rio Grande Tem Saída'', Darcy Francisco Carvalho dos Santos.
Acredito que tanto governo gaúcho,
quando o governo dos demais estados deveriam se unir para discutir
junto à União os valores desta dívida. Aliás, os estados do Rio
de Janeiro e São Paulo entraram na Justiça para discutir os valores
desta dívida. A dívida do Rio Grande do Sul era de R$ 10 bilhões.
O RS já pagou mais de R$ 21 bilhões e segundo a União, o RS está
devendo mais R$ 49 bilhões. Isso é pura agiotagem! Esta dívida já
está paga e o RS tem, isso sim, dinheiro para receber da União.
O presidente do Itaú disse esta
semana que não há razão para que a população peça o impeachment
da presidente Dilma Rousseff. Não é para menos. Como diria o
ex-presidente Lula, “nunca na história deste país os bancos
ganharam tanto dinheiro!”
O governo federal precisa discutir
esta dívida com os Estados, já que a União já fez porto em Cuba,
já fez estrada na Bolívia, está fazendo um metrô na Venezuela, no
mesmo momento que a União negou verbas para fazer o metrô em Porto
Alegre. Precisamos resolver os problemas interno do pais. Está
faltando dinheiro para a saúde, educação, segurança e saneamento
básico. Enquanto isso, mesmo com toda essa crise, o governo federal
ainda promove benesses no exterior. Essa questão precisa ser
revista.
Editor
do site RS Notícias
Artigo escrito no dia 25 de agosto de
2015.
A diferença entre refugiados e imigrantes
A
diferença básica entre refugiados e imigrantes é que os refugiados
saem de seus países, fugindo de guerras, perseguição religiosa,
perseguições políticas, etc.
Já
os imigrantes saem de seus países em busca de uma vida melhor. Em
busca de uma vida nova, de um novo emprego e assim por diante.
A desgraça da corrupção, por Jarbas Lima
A longa exposição de fatos e
circunstâncias sobre o que é direito e o que é imoral identifica a
tragédia da corrupção. Não há normas de conduta. Se há um
direito irrecusável e respeitado em todos os tempos e sob todos os
regimes, é o direito da decência, da honra, da dignidade, da
moralidade, do caráter, da ética. Direito de todos é dever de
todos. Mais dever que direito. Para os de bem, direito.
Positivamente, nesta “baixa-maior” de valores que é o
oficialismo brasileiro da atualidade, tudo está certo como em certos
espelhos bizarros que refletem as imagens às avessas. Júlio Verne
descreve, em um de seus romances, uma terra onde um sábio fez a
experiência de determinado gás que transformava todos os cérebros.
O sintoma lembra-nos o mal de que padecem nossos poderes
governamentais superiores. O destempero é controlado, e por isso não
é maior o estrago, porque há consciência de que prevalece em nosso
espírito comunitário a certeza de que a maioria de nós faz sua
vida à luz e ao calor do sol da honestidade.
A grande fortuna do homem é o
próprio nome, patrimônio familiar que se transmite íntegro aos
descendentes. O mal que nos atinge tem seus dias contados, é nossa
esperança. Não há de estar muito longe este dia de libertação.
Jamais a falta de escrúpulos prevaleceu. A história não falhará
em nosso tempo. Chegará o momento dos movimentos de rotação
implacável! Os primeiros sinais de convicção já estão sendo
sentidos pela opinião pública.
O passado se fez presente, nas lições
de um gaúcho inesquecível, João Neves da Fontoura: “Os que
desgovernavam o nosso país subverteram a tábua dos valores morais,
oficializaram a hipocrisia como norma de conduta, destruíram as
nações do bem e do mal, canonizaram a duplicidade em virtude
pública. Estadistas de pequenas cabotagem, nenhum deles possui o
senso da política de alto-mar e larga travessia a que se referia
Ortega y Gasset” (“Acuso!”, 1932). O Brasil está mais uma vez
regelado pela invernia da corrupção. Músculos endurecidos pela
descrença aguardando que a primavera od aqueça com um calor novo,
restaurando a esperança e a vida.
Professor de Direito
Fonte: Correio do Povo, edição de 23
de agosto de 2015, página 2.
A criação do esmalte
O costume de pintar as unhas nasceu na
China, no século III a.C. As cores de esmalte indicavam a classe
social do indivíduo. Os primeiros eram feitos com matérias-primas
naturais, como goma arábica, clara de ovo, gelatina e cera de
abelha.
Os reis pintavam as unhas com as
cores preta e vermelha, depois substituídas pelo dourado e pelo
prateado.
No Egito antigo, a tradição se
repetiu.
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