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Não há mais espaço para aumento de impostos, diz dono da Tramontina
por MARIANA HAUBERT
O presidente da Tramontina, Clóvis Tramontina, avaliou nesta quinta-feira (8) que não há mais espaço para aumento de impostos para a indústria no Brasil. O empresário propõe uma simplificação com menos burocracia na cobrança de tributos.
O empresário se reuniu na tarde desta quinta com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. De acordo com ele, a visita foi apenas para cumprimentar a presidente e desejar-lhe um bom ano. Tramontina afirmou que não conversou sobre a intenção do governo de promover ajustes fiscais e nem mesmo sobre o possível aumento de impostos.
Empresário Clóvis Tramontina se reuniu na tarde desta quinta-feira com a presidente Dilma
Questionado, porém, sobre sua opinião pessoal sobre o tema, Tramontina avaliou que a indústria não comporta novos aumentos. "Acho que não tem mais espaço para isso [aumento de impostos]. A carga tributária tem que ser feita de uma forma mais simples, descomplicada. Tem muita burocracia neste aspecto. Se a gente pensar do lado do empresário, queremos menos impostos. Se pensarmos do lado do governo, ele quer mais impostos. Então, vamos pelo menos simplificar a burocracia que será melhor para todos", respondeu após ter sido questionado sobre qual era sua opinião sobre a questão.
No dia em que assumiu o ministério da Fazenda, na semana passada, o ministro Joaquim Levy indicou que os impostos deverão subir no país mas não detalhou em quais setores isso deve acontecer. Há especulações de que devem ser elevadas as contribuições incidentes sobre a gasolina e outros combustíveis.
Apesar de afirmar que não há espaço para aumento de impostos, Tramontina disse que não reclama da atual carga tributária. Questionado se é o único empresário do país que não faz tal reclamação, ele respondeu: "e adianta?".
O empresário defendeu ainda um aumento de investimento na produtividade do país e disse que Dilma está preocupada em melhorar a infraestrutura no Brasil.
"Temos que investir mais na produtividade em termos de melhorar os processos. Acho que esse é um trabalho grande que estamos fazendo. E outra coisa que a presidente está preocupada é em melhorar a infraestrutura do país para que as coisas possam fluir mais facilmente e com custos mais baixos. Isso tem mais importância que o impostos", disse.
CRESCIMENTO
Apesar dos problemas econômicos no país, Tramontina afirmou que a empresa teve um crescimento de 13% no Brasil em 2014 e o grupo empresarial que atua no interior cresceu 17%. A projeção para 2015 é de que todo o grupo cresce 13%.
"Embora o quadro tenha sido difícil, eu entendo que para o nosso tipo de produto que quase independe de financiamento, dificilmente vai entrar em crise. O único medo que eu tenho é se houver desemprego", disse.
O empresário contou ainda detalhes sobre a conversa com Dilma e disse que a convidou para fazer uma visita à sede da empresa, em Carlos Barbosa, cidade localizada na serra gaúcha. "Ela disse que agora vai lá", afirmou.
O empresário deu de presente para Dilma o livro "Mais esperto que o diabo", de Napoleon Hill, que foi assessor dos presidentes americanos Woodrow Wilson e Franklin Delano Roosevelt. O livro foi lançado em 1938.
Tramontina contou ainda que, durante a conversa com Dilma, perguntou a ela como é administrar um país como o Brasil. "E ela me disse: Clóvis, resolver tudo não dá. Você tem que resolver um problema por vez. Aí eles viram pequenos problemas. Vai ser um ano mais duro, mas ela está mais otimista com o Brasil", disse.
Fonte: Folha Online - 08/01/2015 e Endividado
O presidente da Tramontina, Clóvis Tramontina, avaliou nesta quinta-feira (8) que não há mais espaço para aumento de impostos para a indústria no Brasil. O empresário propõe uma simplificação com menos burocracia na cobrança de tributos.
O empresário se reuniu na tarde desta quinta com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. De acordo com ele, a visita foi apenas para cumprimentar a presidente e desejar-lhe um bom ano. Tramontina afirmou que não conversou sobre a intenção do governo de promover ajustes fiscais e nem mesmo sobre o possível aumento de impostos.
Empresário Clóvis Tramontina se reuniu na tarde desta quinta-feira com a presidente Dilma
Questionado, porém, sobre sua opinião pessoal sobre o tema, Tramontina avaliou que a indústria não comporta novos aumentos. "Acho que não tem mais espaço para isso [aumento de impostos]. A carga tributária tem que ser feita de uma forma mais simples, descomplicada. Tem muita burocracia neste aspecto. Se a gente pensar do lado do empresário, queremos menos impostos. Se pensarmos do lado do governo, ele quer mais impostos. Então, vamos pelo menos simplificar a burocracia que será melhor para todos", respondeu após ter sido questionado sobre qual era sua opinião sobre a questão.
No dia em que assumiu o ministério da Fazenda, na semana passada, o ministro Joaquim Levy indicou que os impostos deverão subir no país mas não detalhou em quais setores isso deve acontecer. Há especulações de que devem ser elevadas as contribuições incidentes sobre a gasolina e outros combustíveis.
Apesar de afirmar que não há espaço para aumento de impostos, Tramontina disse que não reclama da atual carga tributária. Questionado se é o único empresário do país que não faz tal reclamação, ele respondeu: "e adianta?".
O empresário defendeu ainda um aumento de investimento na produtividade do país e disse que Dilma está preocupada em melhorar a infraestrutura no Brasil.
"Temos que investir mais na produtividade em termos de melhorar os processos. Acho que esse é um trabalho grande que estamos fazendo. E outra coisa que a presidente está preocupada é em melhorar a infraestrutura do país para que as coisas possam fluir mais facilmente e com custos mais baixos. Isso tem mais importância que o impostos", disse.
CRESCIMENTO
Apesar dos problemas econômicos no país, Tramontina afirmou que a empresa teve um crescimento de 13% no Brasil em 2014 e o grupo empresarial que atua no interior cresceu 17%. A projeção para 2015 é de que todo o grupo cresce 13%.
"Embora o quadro tenha sido difícil, eu entendo que para o nosso tipo de produto que quase independe de financiamento, dificilmente vai entrar em crise. O único medo que eu tenho é se houver desemprego", disse.
O empresário contou ainda detalhes sobre a conversa com Dilma e disse que a convidou para fazer uma visita à sede da empresa, em Carlos Barbosa, cidade localizada na serra gaúcha. "Ela disse que agora vai lá", afirmou.
O empresário deu de presente para Dilma o livro "Mais esperto que o diabo", de Napoleon Hill, que foi assessor dos presidentes americanos Woodrow Wilson e Franklin Delano Roosevelt. O livro foi lançado em 1938.
Tramontina contou ainda que, durante a conversa com Dilma, perguntou a ela como é administrar um país como o Brasil. "E ela me disse: Clóvis, resolver tudo não dá. Você tem que resolver um problema por vez. Aí eles viram pequenos problemas. Vai ser um ano mais duro, mas ela está mais otimista com o Brasil", disse.
Fonte: Folha Online - 08/01/2015 e Endividado
Instalação de ar condicionado no apartamento requer cuidados; saiba
Um aparelho de ar condicionado é objeto de desejo em dias de forte calor, mas pode se transformar em problema no condomínio se alguns cuidados não forem tomados.
Além de escolher o tipo de condicionador de ar que atenda as necessidades da família e não cause prejuízos na hora de pagar a conta de luz, é necessário tomar precauções e se informar sobre as regras e estrutura do prédio antes de instalar o aparelho no apartamento.
As administradoras de condomínio lembram que, quando nenhum outro apartamento do prédio tem ar-condicionado, é necessário que o interessado comunique o síndico ou a administradora, para que se verifique a viabilidade técnica da instalação e se garanta que a carga elétrica do edifício vai comportar o aumento do consumo.
Se a convenção do condomínio tiver uma cláusula específica que proíba a instalação de equipamentos, é necessário alterar o documento.
Além disso, se o condomínio não tem um padrão previsto para a instalação de equipamentos de ar condicionado, é preciso realizar uma assembleia geral.
Também deve-se lembrar que as instalações ou modificações do prédio não podem alterar ou causar danos à harmonia da fachada.
Fonte: Folha Online - 08/01/2015 e Endividado
Além de escolher o tipo de condicionador de ar que atenda as necessidades da família e não cause prejuízos na hora de pagar a conta de luz, é necessário tomar precauções e se informar sobre as regras e estrutura do prédio antes de instalar o aparelho no apartamento.
As administradoras de condomínio lembram que, quando nenhum outro apartamento do prédio tem ar-condicionado, é necessário que o interessado comunique o síndico ou a administradora, para que se verifique a viabilidade técnica da instalação e se garanta que a carga elétrica do edifício vai comportar o aumento do consumo.
Se a convenção do condomínio tiver uma cláusula específica que proíba a instalação de equipamentos, é necessário alterar o documento.
Além disso, se o condomínio não tem um padrão previsto para a instalação de equipamentos de ar condicionado, é preciso realizar uma assembleia geral.
Também deve-se lembrar que as instalações ou modificações do prédio não podem alterar ou causar danos à harmonia da fachada.
| Carolina Daffara/Editpria de Arte/Folhapress | ||
Petrobras diz que não há decisão sobre reajuste no preço de combustíveis
A Petrobras informou nesta quinta-feira (8), em esclarecimento sobre notícia veiculada na mídia, que não há decisão quanto ao reajuste no preço da gasolina e do diesel.
A estatal atualmente vende os combustíveis com um prêmio expressivo em relação aos valores internacionais, o que levou a especulações sobre uma eventual redução nos preços nas refinarias.
A forte desvalorização dos preços internacionais do petróleo permite que a Petrobras, pela primeira vez em anos, venda combustíveis por preços mais altos no mercado interno do que no exterior.
"A política de preços da Petrobras visa não repassar a volatilidade dos preços internacionais ao mercado doméstico, seja quando os preços internacionais estão em elevação, seja quando estão em declínio", disse a empresa em nota.
Segundo a estatal, o assunto é frequentemente discutido pela diretoria executiva e pelo conselho de administração da companhia, "mas, até o momento, não há decisão quanto ao reajuste no preço da gasolina e do diesel".
Fonte: Folha Online - 08/01/2015 e Endividado
A estatal atualmente vende os combustíveis com um prêmio expressivo em relação aos valores internacionais, o que levou a especulações sobre uma eventual redução nos preços nas refinarias.
A forte desvalorização dos preços internacionais do petróleo permite que a Petrobras, pela primeira vez em anos, venda combustíveis por preços mais altos no mercado interno do que no exterior.
"A política de preços da Petrobras visa não repassar a volatilidade dos preços internacionais ao mercado doméstico, seja quando os preços internacionais estão em elevação, seja quando estão em declínio", disse a empresa em nota.
Segundo a estatal, o assunto é frequentemente discutido pela diretoria executiva e pelo conselho de administração da companhia, "mas, até o momento, não há decisão quanto ao reajuste no preço da gasolina e do diesel".
Fonte: Folha Online - 08/01/2015 e Endividado
Indonésia nega pedido de clemência e afirma que vai executar brasileiro
O governo da Indonésia negou definitivamente clemência ao brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, 53, condenado à pena de morte no país asiático por...
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