Para maiores
informações, entrar em contato com o corretor de imóveis Lúcio
Borges (51) 9194 3742 ou através do e-mail:
luciomachadoborges@gmail.com

ID Residences
Rua Campos Sales, 335 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 199.52 m² a 541.07 m²
- 4 dorm(s).
- 4 vaga(s).
- R$ 1.603.584,61 a R$ 3.686.511,68

Icon Comercial
Avenida Assis Brasil, 4600 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Comercial
- 85 m² a 144 m²
- 1 vaga(s).
- R$ 155.693,61 a R$ 1.945.898,78

Icon
Avenida Assis Brasil, 4600 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 65 m² a 92 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 376.900,30 a R$ 718.427,17

Ponta da Figueira Marina
Estrada do Conde, 4000 - Eldorado do Sul, Rio Grande do Sul
- Terreno
- 600 m² a 1892 m²
- R$ 723.617,31 a R$ 4.040.544,56

HOM João Wallig Residencial
Rua João Wallig, 600 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 68 m² a 86 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 495.775,00 a R$ 638.902,00

Ária
Avenida Luiz Manoel Gonzaga, 134 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 237 m²
- 3 dorm(s).
- 3 vaga(s).
- R$ 3.032.101,25 a R$ 3.212.279,01

Baltimore Office Park
Avenida Osvaldo Aranha, 1026 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Comercial
- 38 m² a 780 m²
- R$ 425.644,63 a R$ 2.041.066,00

Supreme
Avenida Princesa Isabel, 1049 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 67 m² a 85 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 608.837,76 a R$ 737.099,16

Moulin Quintino
Rua Quintino Bocaiuva, 59 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 127 m² a 146 m²
- 3 dorm(s).
- 2 a 3 vaga(s).
- R$ 1.292.071,01 a R$ 1.824.422,71

DOC – Design Office Center
Rua Ramiro Barcelos, 522 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Comercial
- 36 m² a 900 m²
- R$ 486.359,68 a R$ 717.962,39

Vida Viva Clube Canoas
Avenida Sezefredo - Canoas, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 62 m² a 78 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 266.937,46 a R$ 501.349,43

Vida Viva Clube Centro
Rua Brasil, 384 - Canoas, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 63 m² a 209 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 323.525,88 a R$ 703.140,61

Nine Ipiranga
Avenida Ipiranga, 8500 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 35 m² a 70 m²
- 1 a 2 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 287.140,27 a R$ 609.743,64

HOM Lindóia Office
Avenida Assis Brasil, 3519 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Comercial
- 41 m² a 217 m²
- R$ 393.874,92 a R$ 479.613,96

HOM Lindóia
Avenida Assis Brasil, 3519 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 63 m² a 91 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 456.076,55 a R$ 720.023,47

Quartier Cabral
Rua Cabral, 600 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 139 m²
- 3 dorm(s).
- 2 a 3 vaga(s).
- R$ 1.480.039,76 a R$ 1.836.843,23

Bravo!
Rua Carlos Renato Fonseca, 126 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 79 m² a 90 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 2 vaga(s).
- R$ 572.860,18 a R$ 731.346,00

Window
Avenida Soledade, 40 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 303 m²
- 3 dorm(s).
- 4 vaga(s).
- R$ 3.406.357,87 a R$ 6.628.184,04

Terrara
Avenida Ipiranga, 8500 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 193 m² a 327 m²
- 3 dorm(s).
- 2 vaga(s).
- R$ 1.044.351,68 a R$ 1.168.518,12

AG
Rua Furriel Luís Antônio Vargas, 174 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Comercial
- 33 m² a 638 m²
- R$ 408.982,06 a R$ 1.128.148,37

Grand Park Eucaliptos
Rua Dona Augusta, 333 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 99 m² a 159 m²
- 4 dorm(s).
- 2 a 3 vaga(s).
- R$ 969.035,71 a R$ 1.706.408,28

Arte Bela Vista
Rua Coronel Bordini, 1800 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 180 m² a 220 m²
- 4 dorm(s).
- 3 a 4 vaga(s).
- R$ 2.231.294,28 a R$ 4.398.720,45

Ato
Avenida Encantado, 333 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 243 m²
- 3 dorm(s).
- 3 vaga(s).
Com as novas regras para a distribuição de sacolinhas pelo comércio de São Paulo, o consumidor também terá de se adequar.
Isso porque as novas sacolas verdes padronizadas só poderão ser reutilizadas para o descarte de lixo reciclável, que será enviado às centrais de triagem.
Esse mesmo lixo reciclável até pode ser descartado de outras formas, em sacos comuns. Mas o orgânico não poderá entrar na nova sacola verde. E o consumidor que descumprir a regra poderá receber advertência, segundo o prefeito. Em caso de reincidência, poderá ter de pagar multa entre R$ 50 e R$ 500.
A prefeitura, porém, não entrou em detalhes sobre a fiscalização. Segundo a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, inicialmente, "o foco será na educação ambiental e universalizar a coleta seletiva em todos os distritos da cidade até 2016".
"Num segundo momento, com o projeto totalmente implantado, haverá cumprimento da fiscalização coordenado pela secretaria".
Para Miguel Bahiense, presidente da Plastivida (entidade do setor de plásticos), a medida falha em seu papel educativo ao excluir opções de sacos para o lixo orgânico.
"O consumidor só vai receber sacola para o reciclável. Mas quem não tiver dinheiro para comprar saco de lixo vai fazer o quê? Ele precisa ter como separar para ter a conscientização completa."
Durante o anúncio das novas regras, a prefeitura citou projeto para distribuição de sacos marrons e cinzas, para orgânicos de compostagem e resíduos que não podem ser reciclados. Mas a autoridade não sinalizou que a mudança viria no curto prazo.
Fonte: Folha Online - 07/01/2015 e Endividado
Os supermercados da capital paulista serão obrigados a ter sacolas padronizadas a partir do dia 5 de fevereiro.
As embalagens poderão ser doadas ou vendidas pelas lojas, informou nesta quarta-feira (7) o prefeito Fernando Haddad. O prefeito, no entanto, preferiu não falar em preços. Segundo ele, no casos das lojas que optarem pela cobrança, os valores serão equivalentes aos já praticados atualmente.
"Hoje, o supermercado já pode vender. Ele não é obrigado por lei a doar. É a concorrência entre os mercados. Como hoje. Eles distribuem pela concorrência entre eles. Não é a prefeitura quem determina", disse.
Haddad explicou que as novas sacolas, padronizadas na cor verde com instruções impressas sobre a destinação do lixo, serão maiores e mais resistentes.
Os supermercados que não oferecerem a embalagem padrão serão multados.
De acordo com o prefeito, a única mudança trazida pelo novo decreto agora é a padronização. O objetivo da medida é aproveitar a legislação de 2011 que já proibia as sacolinhas plásticas na capital paulista para impulsionar o sistema de coleta seletiva para reciclagem na cidade, segundo o prefeito.
A sacola padronizada só poderá ser utilizada para a coleta seletiva, ou seja, com lixo seco. O consumidor não poderá utilizar a nova embalagem para o lixo orgânico.
Fonte: Folha Online - 07/01/2015 e Endividado
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New Life
Av. Ipiranga, 8600 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 54 m² a 75 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 330.670,00 a R$ 445.300,00

Vergéis
Rua Francisco Petuco, esquina Frei Henrique Trindade - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 1 a 2 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 462.000,00 a R$ 1.169.000,00

Stellato
Rua da Figueira, 770 - Canoas, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 3 dorm(s).
- 1 vaga(s).
- R$ 314.000,00 a R$ 390.000,00

Síngolo
Rua Dr. Pereira Neto, 10 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 69.64 m² a 115.65 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 448.000,00 a R$ 865.000,00

Saint Louis
Rua São Luiz, 1163 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 vaga(s).
- R$ 404.000,00 a R$ 605.000,00

Riserva Piatelli
Rua Albion, 100 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 2 a 3 dorm(s).
- 2 vaga(s).
- R$ 454.000,00 a R$ 549.000,00

Polo
Rua Cananéia, 291 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 89 m² a 0 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 690.000,00 a R$ 2.673.000,00

My
Rua Primeiro de Março esq Rua Primeiro Setembro - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 51 m² a 0 m²
- 1 a 2 dorm(s).
- 1 vaga(s).
- R$ 261.000,00 a R$ 273.000,00

Maxhaus
Rua Mário Antunes da Cunha, 275 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 70 m²
- 1 a 4 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 635.000,00 a R$ 1.322.000,00

Life Park
Rua Liberdade esq. Rua Agnelo Chaves - Canoas, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 60 m² a 0 m²
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 262.970,00 a R$ 382.670,00

Joy
Rua Andaraí, 721 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).
- R$ 524.000,00 a R$ 693.400,00

Due Club Residenza
Rua Felipe de Oliveira, 1050 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 2 a 3 dorm(s).
- 1 a 2 vaga(s).

Atmosfera Eco Clube
Rua Dolores Duran, 1584 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 3 dorm(s).
- 2 vaga(s).
- R$ 968.000,00 a R$ 968.000,00

Chácara das Nascentes
Estrada João de Oliveira Remião, 3501 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul
- Residencial
- 3 dorm(s).
- 2 vaga(s).
- R$ 351.000,00 a R$ 904.000,00
A juíza de direito substituta da 3ª Vara Cível de Brasília condenou a empresa Inpar Projeto 34 SPE Ltda e a construtora João Fortes a indenizarem uma consumidora por atraso de 17 meses na entrega de imóvel. A consumidora receberá R$ 21.280,00 pelo que deixou de lucrar com aluguéis e R$ 3.181,20 por cobrança indevida das taxas de condomínio antes da entrega das chaves.
A consumidora narrou que em 02/12/2007 firmou com a empresa Inpar um contrato de Promessa de Compra e Venda de Imóvel em construção, de um apartamento em Águas Claras/DF, mediante o pagamento de um sinal e parcelas. Segundo ela, a unidade deveria ser entregue até abril de 2010, mas só recebeu o imóvel em julho de 2012.
As empresas afirmaram que a Inpar enfrentou problemas financeiros, tendo a João Fortes adquirido a Inpar, assumindo assim a obra do empreendimento residencial. As obras já estavam em atraso e a grande maioria dos adquirentes firmou documento concordando com o atraso na entrega, que passou a ter previsão para julho de 2010. Defenderam a ocorrência de caso fortuito e força maior que justificaram o atraso, citando chuvas torrenciais e greves no sistema de transporte público.
A juíza entendeu não haver prova de caso fortuito ou força maior, que possa isentar de culpa as requeridas quanto ao atraso na entrega do imóvel e entendeu comprovado que houve inadimplência injustificada das empresas, quanto à entrega do imóvel. Quanto aos lucros cessantes, a magistrada decidiu que a pessoa privada de dispor do imóvel na data almejada terá prejuízo econômico, seja em razão de deixar de alugar o imóvel, seja em razão de pagar o valor do aluguel enquanto não ocorre a entrega do imóvel que adquiriu, entendendo que as requeridas devem pagar à consumidora R$ 1.200 mensais, durante os 17 meses. Quanto às taxas de condomínio cobradas, a magistrada julgou que a cobrança foi indevida, pois foi demonstrado nos autos que ela não recebeu a posse do imóvel, nem era proprietária, mas mera promitente compradora sem a posse do imóvel em questão, devendo as empresas restituírem a ela o valor pago.
Cabe recurso da sentença.
Processo: 2013.01.1.026363-7
Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal - 07/01/2015 e Endividado
O fim da pensão vitalícia por morte prejudicaria, anualmente, cerca de 55 mil viúvas ou viúvos de segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), segundo dados da Casa Civil e do Ministério da Previdência Social.
Anunciado pelo governo no apagar das luzes de 2014, o pacote de cortes de gastos da nova equipe econômica da presidente Dilma Rousseff determina que a pensão só será vitalícia para a viúva que tem expectativa de vida de até 35 anos (hoje, quem tem 44 anos de idade ou mais). Abaixo desse limite, a duração da pensão cai. Uma viúva com 21 anos de idade ou menos, por exemplo, terá o benefício por três anos.
A intenção do governo é acabar com a pensão para pessoas jovens.
"Não é incomum jovens de 20 anos se casarem com idosos para ficarem com a pensão", comenta o consultor Leonardo Rolim, ex-secretário de Políticas da Previdência. "Às vezes, o idoso se casa com sua cuidadora para deixar o benefício para ela."
Se essa regra já estivesse valendo no ano passado, as pensões vitalícias corresponderiam a 86,7% dos benefícios concedidos.
Considerando que o INSS concedeu, em média, 34.704 pensões por mês de janeiro a outubro, 55.388 pensões (de um total de 416.448) teriam a limitação do prazo de pagamento.
As mudanças não atingem quem já recebe a pensão. Também receberá o benefício vitalício quem adquiriu o direito antes da validade das novas regras, segundo a advogada Adriane Bramante, vice-presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário).
"Deve prevalecer a lei em vigor na data da morte do segurado."
Há ainda outras restrições à pensão, como a exigência de dois anos de contribuições, dois anos de casamento ou união estável e redução do valor do benefício para viúvas com filhos maiores de 21 anos.
Fonte: Folha Online - 07/01/2015 e Endividado