App do dia: PSafe Total protege o Android de vírus, spam e até de enxeridos

Aplicativo é gratuito e conta também com função Antifurto

Um dos aplicativos mais populares da Google Play, com mais de 20 milhões de usuários, o PSafe Total Android protege e acelerar o aparelho gratuitamente.

Bastante completo, o programa conta, por exemplo, com um antivírus para o sistema operacional do Google, atualmente o que mais sofre com ameaças. Na ferramenta de Verificação, por exemplo, o usuário encontra três funções: proteção, limpeza e aceleração.

Além disso, o PSafe possui recursos que permitem ao usuário gerenciar seu celular à distância graças ao sistema Antifurto. Em caso de perda ou roubo, o PSafe Total Android ajuda o dono a localizar e a bloquear o aparelho, mesmo à distância. O recurso também envia mensagens e apaga dados remotamente, além de notificar o usuário em caso de troca de chip do aparelho.

Enquanto app de segurança, o PSafe Total Android oferece também a função de Cofre, para que o usuário reforce a privacidade de suas mensagens e aplicativos. Com ela, o cliente bloqueia o acesso a mensagens e aplicativos, que só são liberados mediante uma senha personalizada, mesmo quando a tela do celular está destravada.

A bateria é outro recurso que o PSafe Total Android ajuda a gerenciar. Se preferir, o usuário pode montar um perfil personalizado com as funções que deseja desativar para obter um melhor desempenho.

Outro recurso interessante é o bloqueio de mensagens e chamadas inconvenientes com o sistema Antispam. Basta o usuário criar uma lista pessoal para bloquear imediatamente os contatos que classificar como spam. Backup de contatos, monitoramento do uso de dados e gerenciamento de aplicativos instalados são outras funções do aplicativo.
Fonte: Ig Notícias - 11/11/2014 e Endividado

Ônibus a R$ 3,10 no ano novo

por AMANDA RAITER

Alta de 5% do valor do diesel deve elevar passagem no Rio em janeiro, segundo empresas

Rio - O aumento de 5% do preço do diesel, anunciado na semana passada, vai pressionar o valor das passagens de ônibus, que tem o reajuste anual previsto para janeiro. Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano (NTU), o impacto na tarifa do Município do Rio deve ser de até 3%, ou seja, R$ 0,09. Com isso, sem contar o repasse da alta nos demais custos das empresas de transporte, o valor da passaria para R$ 3,10, com o arredondamento dos centavos.

O último reajuste dos ônibus municipais foi em março, quando a tarifa passou de R$2,75, para R$ 3. No ano passado, o aumento de R$ 0,20 deu início à onda de manifestações de junho e acabou cancelado pela prefeitura.

O diretor técnico da NTU, André Dantas, explicou que, em média, o combustível têm peso de até 30% na estrutura de custos. Ele reclamou que o reajuste do diesel ficou acima da correção concedida à gasolina, que teve alta de 3%. “Por mais uma vez, o governo federal privilegiou os carros em relação ao transporte público, com esta diferença de dois pontos percentuais entre a gasolina e o diesel”, acrescentou.

Dantas diz ainda que o aumento de custos, se não for repassado às tarifas, dificulta investimentos, como a substituição de toda a frota por ônibus com ar-condicionado, prevista para acontecer até 2016.
“Como a encomenda de ônibus deve ser feita com seis meses de antecedência, acredito que o custo adicional dificultará este processo”, afirma.

Economista especializado em inflação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz concorda que o preço do diesel deve elevar a tarifa, mas avalia que parte da alta pode ser minimizada pelo aumento da passagem em março. “O Rio tem a menor defasagem no preço da passagem entre as capitais e pode ser que a alta do combustível não tenha tanto peso, podendo ser parcialmente absorvida”, explica.

O presidente da Federação das Empresas de transporte de Passageiros do Rio (Fetranspor), Lélis Teixeira, no entanto, ressalta que a passagem no Rio já estava defasada antes do aumento do diesel.

“Deram o último reajuste (da tarifa) com 13 meses de atraso por causa das manifestações. Já houve este ano um aumento de 10% nos salários dos rodoviários, que são o principal custo das empresas”, afirmou Teixeira, acrescentando que os técnicos da Fetranspor ainda não terminaram as contas para saber o impacto final do aumento. Segundo ele, com a alta do biodiesel, o preço do combustível nas garagens subiu 5,6%.

Fórmula define tarifas

Os contratos de concessão dos quatro consórcios que controlam os ônibus da cidade determinam reajustes anuais em janeiro, segundo fórmula paramétrica, baseada em índices calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Fundação Getulio Vargas (FGV), que medem o aumento de custos, como combustível, mão de obra, veículos e peças. Na sexta-feira, durante o congresso Etranspor, no Riocentro, o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, disse que vai aguardar a divulgação dos índices para a definição da tarifa.

Em outras capitais, os aumentos devem vir antes. Curitiba anunciou, na sexta, aumento de R$ 2,70 para R$ 2,85, e Recife deve definir neste mês. Já em São Paulo, a tarifa não será reajustada, permanecendo em R$ 3, devido aos subsídios da prefeitura.
Fonte: O Dia Online - 11/11/2014 e Endividado

Safra compra edifício Gherkin, em Londres, por R$ 3 bilhões

por CLAER BARRETT E KATE ALLEN

O Gherkin, um dos edifício mais distintivos do panorama londrino, foi vendido por mais de 700 milhões de libras ao Grupo Safra, companhia controlada pelo bilionário brasileiro Joseph Safra.

Safra, que no mês passado foi um dos compradores da Chiquita, uma distribuidora de bananas norte-americana, divulgou comunicado na segunda-feira anunciando a aquisição do arranha-céu projetado por Norman Foster junto aos liquidantes que o controlavam, embora não tenha mencionado o montante da transação.

O edifício, cujo nome oficial é 30 St Mary Axe, foi vendido por 726 milhões de libras (equivalente a R$ 2,96 bilhões, segundo cotação de sexta-feira, 7), de acordo com fontes próximas à transação. Isso equivale a 21% de ágio ante o preço de 600 milhões de libras pago por um fundo formado pela IVG Immobilien, da Alemanha, e pela Evans Randall, imobiliária londrina, no pico do boom imobiliário da década passada.

Lindsey Parnaby/Efe
Torre Gherkin, de Londres, comprada pelo Banco Safra
Torre Gherkin, de Londres, comprada pelo Banco Safra
O Grupo Safra afirmou que "a aquisição do 30 St Mary Axe é compatível com nossa estratégia imobiliária de investir em propriedades realmente especiais - nos melhores lugares das maiores cidades".

"Embora construída há apenas 10 anos, o edifício já é um ícone de Londres e se distingue dos demais imóveis do mercado, com excelente potencial de crescimento de valor. Pretendemos tornar o edifício ainda melhor e mais desejável por meio de uma postura ativa de propriedade e diversas melhoras que beneficiarão os inquilinos", acrescentou o Grupo Safra.

A aquisição do Gherkin [pepino em conserva] mostra o apetite de Safra por investimentos variados. No mês passado, o Grupo Safra fechou a aquisição da Chiquita, uma distribuidora de bananas dos Estados Unidos, em oferta conjunta com o grupo Cutrale, produtor brasileiro de suco de laranja. Essa foi a maior aquisição brasileira nos Estados Unidos em quatro anos.

Ainda que a compra do Gherkin seja primeira incursão do grupo no mercado de imóveis comerciais do Reino Unido, Safra não é novato nas transações imobiliárias internacionais; no ano passado, a M. Safra & Co., a empresa de gestão de patrimônio de sua família, adquiriu participação de 40% no edifício General Motors, em Nova York, por cerca de US$ 1,4 bilhão, em parceria com o incorporador de imóveis chinês Zhang Xin. A transação avaliava a torre de 50 pisos em US$ 3,4 bilhões.

Safra, 75, é um judeu sefardi que chegou ao Brasil com pouco mais de 20 anos, como imigrante do Líbano. Ele manteve o império bancário da família, criado por seu tio-avô Ezra na Síria, ao estabelecer o Banco Safra, hoje o oitavo maior banco privado brasileira, com mais de US$ 50 bilhões em ativos e atendendo em geral a clientes privados. O segundo mais rico entre os banqueiros mundiais, com fortuna pessoal próxima dos US$ 15 bilhões de acordo com a revista "Forbes", a marca registrada de Safra, segundo pessoas a ele associadas, é o silêncio.

Sua decisão de bancar a oferta pela Chiquita tomou de surpresa o mundo dos negócios.

Os antigos co-proprietários do Gherkin estavam inadimplentes há cinco anos nos pagamentos do empréstimo de 395 milhões de libras que obtiveram junto a um consórcio de bancos alemães para adquirir o edifício, em 2006.

As duas empresas sofreram perdas por conta de movimentos cambiais e swaps de passivos contra os quais não detinham hedge, mas a Evans Randall lutou para manter o controle do edifício.

Os agentes imobiliários Savills e Deloitte Real Estate foram indicados para administrar a venda do edifício, e conversaram com mais de 200 potenciais compradores.
Fonte: Folha Online - 10/11/2014 e Endividado

RELATÓRIO GERAL DAS REUNIÕES POLÍTICAS NA CIDADE DA PRAIA, CAPITAL DE CABO VERDE! DIAS 6, 7, 8 DE NOVEMBRO!

1. Ato de irmanamento da Cidade da Praia com Rio. Presente Embaixador do Brasil, Prefeito de Praia, Vereador Cesar Maia e Vereadores de Praia. Almoço na embaixada do Brasil com estes. Prefeito, Embaixador e Cesar Maia caminharam um pouco pela praça frontal a prefeitura indo até um mercado popular de frutas e verduras só de mulheres (que fazem curso e são certificadas para isso).  Governo brasileiro tem realizado vários convênios -com sucesso- nas áreas educacional, social e militar com o governo de Cabo Verde. Visita à Cidade Velha, antiga capital, em grande parte destruída por piratas (Francis Drake duas vezes). Igreja NS do Rosário, final do século XV, intacta. Ali, Padre Antônio Vieira pregou, e Vasco da Gama em 1497 fez a primeira parada para o caminho das Índias. Catedral em ruínas. Forte de Felipe I de Portugal (na verdade Felipe II da Espanha), construído durante a incorporação de Portugal a Espanha (1580-1640), restaurado. Todas são as primeiras construções da Europa nos Trópicos.
        
2. Reunião IDC-ÁFRICA. Apresentação do presidente IDC-ÁFRICA e prefeito da cidade da Praia, capital de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva. Graves problemas da África (tráfico humano, tráfico de drogas, intervenções militares, instabilidade, corrupção...). Influência militar na política tem que ser afastada. Instituições democráticas não são só eleições. Buscar condições macroeconômicas estáveis. Investir em educação e saúde. IDC deve ter sempre posições firmes. Contra o paternalismo dos países desenvolvidos em relação à África. OBS.: Cabo Verde tem 500 mil habitantes e número maior fora do pais. Nos EUA são 600 mil migrantes.  Remessa de cabo-verdianos para o pais são 18% do PIB. Cabo Verde institucionalmente é líder na África. Pelo ranking do The Economist em Índice de Democracia é o 26º de 167 países. Chile 35º, Brasil 45º, Argentina 51º, inclusive na frente de Itália e França.

3. Apresentação do deputado europeu Antônio Lopez-Isturiz, secretário geral da IDC e do PPE. Construir elo mais ativo entre IDC-AFRICA e IDC. Criar coordenações de mulheres, jovens e parlamentares. PPE venceu pela quarta vez seguida as eleições europeias e dirige todos os órgãos relevantes da UE. Preocupação com as alternativas populistas na Europa, América Latina e África. Combater os extremismos. Tráfico humano é questão mundial. Internacional Socialista minguou e vai mudar de nome para Movimento Progressista, pois socialista hoje restringe. Desenvolver associação parlamentar africana para interagir com PPE.  Divididos não avançamos,. PPE unificou democratas-cristãos, conservadores e liberais. Em julho mudar estatuto da PPE para incluir partidos observadores de outros continentes também. Bancada socialista na UE está descoordenada. OBS.: Final de janeiro reunião da executiva da IDC em Bruxelas. Reunião fundamental, aberta a críticas sem temer o voto. Incluir o Azerbaijão e países africanos.  Conforme estatuto, haverá alternância na presidência. O único nome latino-americano levantado é o do ex-presidente Pastrana. Retornar e superar o tema da obstrução das regionais à entrada de novos partidos.

4. Apresentações dos participantes. Alberto Ruiz, da equipe de Antônio Lopes, propõe contribuição  à IDC-ÁFRICA além de ao IDC. Isso permitirá autonomia administrativa. Para ele, mais importante que os partidos integrantes é a dedicação e participação de quem representa os partidos. Aprovado. Aprovadas as coordenações propostas por Lopes. O francês, além do português, é a língua do IDC-ÁFRICA. Mesmo os representantes dos países de língua portuguesa, todos são bilíngues com o francês. Escolhidos 4 dos seis vice-presidentes. Brasil-Democratas com vice-presidente honorário. Cesar Maia afirma a origem africana de 60% dos Brasileiros. Gabão assume a coordenação da juventude e Angola das mulheres.

5. Usam a palavra representantes de Cabo Verde, Senegal, Angola, S. Tome e Príncipe, Guiné-Bissau (problemas graves), Portugal, Costa do Marfim, Argélia, Gabão (descoberto pelos portugueses e por isso nome de origem é Gabão); (30% de mulheres e 30% de jovens em funções políticas e administrativas); (objetivo atingir em 2025 a condição de país emergente). Todos se afirmam centristas.

6. Ida ao Parlamento. Seminário com apresentações de Cesar Maia, deputado Jose Filomeno e sociólogo Corsino Tolentino sobre Economia Social de Mercado. Presente ministro de relações exteriores de Cabo Verde, do PAICV que governa. IDC-ÁFRICA é dirigida em Cabo Verde pelo MPD, movimento pela democracia. Cabo Verde é um sistema praticamente binário entre os 2 partidos. Casa cheia. Cesar Maia tratou da questão econômica, Filomeno de aspectos os filosóficos e Corsino de aspectos sociológicos. Seguido de perguntas e debate.

7. Visita ao Palácio de Governo, onde os participantes foram recebidos pelo Presidente (sistema é parlamentarista). Primeiro, todos sentados e presidente fez uma apresentação política respondida pelo secretário da IDC. Depois serviu um coquetel e se colocou a disposição para conversas bilaterais. Durou mais de uma hora.

8. Recepções sexta à noite e sábado à tarde oferecidas pelo MPD.
                
9. Fotos da Reunião, no Parlamento e com Presidente. 12 e 3

Ex-Blog do Cesar Maia

MAIOR EMPRESA DE EDUCAÇÃO PRIVADA DO MUNDO É BRASILEIRA! AÇÕES SUBIRAM COM A VITÓRIA DE DILMA! 59,3% DOS ESTUDANTES E 40% DAS RECEITAS VÊM DO FIES, PROUNI E PRONATEC, PROGRAMAS DO GOVERNO FEDERAL! PITÁGORAS –MG- É SEU NÚCLEO!

(El País, 09/11) 1. Na segunda-feira, 27 de outubro (dia seguinte à eleição de presidente), a Bolsa de São Paulo abriu em baixa, o que alguns analistas consideraram um sinal de desânimo do mercado diante da reeleição da presidente Dilma Rousseff. Mas entre o mar de números no vermelho (o índice Bovespa fechou o dia com queda de 2,77%) - destacava-se em verde os 7,88% alcançados pela Kroton, a maior empresa de educação privada do mundo.
         
2. As cifras da empresa após a fusão no início deste ano com a também brasileira Anhanguera impressionam. A nova empresa opera através de 130 unidades de ensino presencial em 19 dos 27 estados brasileiros, marcas como Pitágoras e Anhanguera, e mais de um milhão de alunos com receitas previstas de 4,7 bilhões de reais (1,525 bilhões de euros) em 2014. Antes da fusão, a Kroton anunciou que no ano de 2013 tinha ganhado 517 milhões de reais, um aumento de 155% em relação ao ano anterior. A capitalização de mercado da nova empresa é de 24,98 bilhões de reais, mais que o dobro da segunda colocada, a norte-americana Graham Holdings. Nos últimos 12 meses, o valor das ações no mercado de ações subiu cerca de 110%.
           
3. O negócio do ensino privado em todo o mundo está crescendo, especialmente nos países emergentes, no calor de um mercado de trabalho cada vez mais globalizado onde o treinamento faz a diferença. De acordo com um estudo realizado pela consultoria GSV Advisors e do banco de investimentos Bank of America Merrill Lynch, o valor do mercado global passará de 5,6 bilhões de dólares (4,4 bilhões de euros) em 2013 para 7,8 bilhões em 2017, um aumento de 39,2% em quatro anos.
           
4. O Plano Nacional de Educação pretende que, até 2024, 33% da população entre 18 e 24 anos estejam matriculadas em uma instituição de ensino superior. Em 2012, esse número era de 15,4%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Vários programas estatais oferecem subsídios e empréstimos a juros baixos (um importante incentivo no Brasil, onde o preço oficial do dinheiro é de 11,25% ao ano) para financiar matrículas, cursos superiores (Fies), universitários (Universidade para Todos ou Prouni) e técnicos (Pronatec).
           
5. Embora tanto Dilma Rousseff quanto seu rival, o conservador Aécio Neves, tenham prometido manter estes programas, o mercado estava plenamente consciente de que Dilma defendeu o plano com mais entusiasmo - provavelmente, a partir daí, o preço das ações da Kroton disparou depois da sua vitória. Na entrevista, antes do segundo turno, Rodrigo Galindo –presidente da Kroton, minimizou o resultado das eleições: "Os planos para educação são política de Estado", disse. "Ganhe quem ganhar, serão mantidos".
           
6. De acordo com a Kroton, 59,3% de seus estudantes e 40% de suas receitas vêm desses planos, o que para alguns analistas representa um risco de dependência excessiva. Galindo discorda. "Criamos um limite de 55% da receita, então ainda temos espaço para crescer". E a Kroton prevê crescer, e crescer muito. Galindo enumera as três principais linhas de negócio da empresa e suas perspectivas para os próximos anos. "Na educação superior, tanto presencial como a distância, estimamos um aumento no volume de negócios de 10% ao ano, independentemente da inflação. Na educação básica, esperamos que a receita cresça 10% ao ano."
           
7. A ascensão da Kroton tem sido meteórica. Foi fundada em 1966 como colégio Pitágoras. Em 2009, o fundo norte americano Advent levou 28% da Kroton. A empresa tinha aberto o capital na bolsa dois anos antes. Graças ao capital do fundo norte-americano, a Kroton pode se lançar em uma expansão em que chegou a estar com 25 outras empresas e ganhou uma posição de destaque no difícil mercado do ensino privado. Mas a verdadeira prova de fogo veio após o anúncio da fusão com a Anhanguera, outra empresa que havia passado por um processo de crescimento explosivo.
           
8. "Nosso principal receio não era operacional, mas cultural", disse Galindo. "Essa é a principal razão para o fracasso de muitas fusões. Mas as coisas estão indo muito mais tranquilas do que esperávamos. A relação entre os executivos é excepcional.


Ex-Blog do Cesar Maia

HSBC demite cerca de mil funcionários no País

por JOSETTE GOULART

Banco, que se negou a confirmar o número de cortes, registrou queda de 55% no lucro de suas operações na América Latina no terceiro trimestre

O banco HSBC Brasil demitiu nesta semana entre 800 e 1 mil funcionários, segundo estimativas do sindicato dos bancários de São Paulo e da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Os cortes foram realizados em todo o País e representam por volta de 4,5% do total de empregados do banco.

A instituição financeira não quis fazer qualquer comentário sobre o assunto, tampouco confirmou o número de demitidos. Nesta sexta-feira, funcionários do banco paralisaram as atividades de agências de Curitiba, onde fica a sede da instituição no País, em forma de protesto contra as demissões. De acordo com informações dos sindicatos dos bancários, o centro administrativo em São Paulo, onde trabalham cerca de 1,2 mil funcionários, também ficou paralisado nesta sexta-feira.

Os cortes ocorrem um mês após o encerramento da greve dos bancários, que chegaram a um acordo com o sindicato patronal e aceitaram um reajuste salarial de 8,5% no dia 6 de outubro. A reivindicação inicial dos bancários era de um reajuste de 12,5%.

Balanço. Ao todo, o HSBC tem 21,2 mil funcionários no Brasil, segundo dados informados ao Banco Central. Entre os bancos privados, a instituição é a quarta maior do País e no ranking geral ocupa o sétimo lugar em número de ativos.

O banco não tem capital aberto na bolsa de valores local e portanto não divulga seus resultados no Brasil como fazem seus principais concorrentes.

De qualquer forma, a matriz da instituição divulgou os resultados globais do banco na segunda-feira. Nos negócios da América Latina, o lucro teve uma forte queda, de mais de 55%, puxada por Brasil e México. Em setembro de 2013, as operações latino americanas tinham apresentado um lucro de US$ 220 milhões, que caiu agora para US$ 96 milhões.

Os sindicatos temem novas demissões em outros bancos. De um lado, os banqueiros entendem que os reajustes têm aumentado significativamente as despesas. De outro, os funcionários alegam que os bancos nunca lucraram tanto, citando principalmente o Banco Itaú, que registrou seu recorde neste ano, com ganhos de R$ 5,4 bilhões somente no terceiro trimestre.

Digital. Nos últimos anos, as instituições vêm reduzindo o número de funcionários para cortar custos e incentivando seus clientes a usar opções como o banco pela internet. Com 111 mil funcionários, o Banco do Brasil é um exemplo disso.

Na sua apresentação trimestral de resultados, o vice-presidente de gestão financeira, Ivan Monteiro, informou que, para compensar o aumento de custos não esperado - em função do reajuste salarial maior do que o previsto -, o banco vai investir ainda mais no seu canal digital.

Nos primeiros nove meses do ano, 40,9% das transações realizadas no banco foram feitas por meio de canais físicos e 59,1%, pelo BB Digital.
Fonte: Estadão Notícias - 07/11/2014 e Endividado

Empresas de telefonia terão de criar comparadores de preços para consumidor

Segundo Anatel, empresas também terão de deixar disponível no site ou enviar por e-mail ou carta o histórico de protocolos de pedidos, reclamações; regras valem a partir de segunda

A partir da segunda-feira (10) entram vigor duas novas regras no setor de telecomunicações que podem melhorar a vida do consumidor, segundo informou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A primeira obriga as prestadoras de serviço de telecomunicações a criar mecanismos de comparação de preços e ofertas para ajudar o consumidor a escolher entre as diversas ofertas disponíveis e suas infinitas variáveis. Uma ligação de voz, por exemplo, tem preços diferentes se for local ou de longa distância, ou se o número chamado for da mesma operadora ou de outra empresa.

As operadoras de telecomunicações também serão obrigadas a disponibilizar para download, de forma gratuita e padronizada, informações sobre os preços e ofertas que elas praticam. Tais informações poderão ser utilizadas por terceiros para a criação de mecanismos de comparação de preços e ofertas.

A segunda é a ampliação, de dois para três anos, do prazo mínimo para a guarda e o fornecimento das demandas feitas pelos consumidores às prestadoras. Assim, o histórico de reclamações, pedidos e solicitações feitos às empresas deverá conter o protocolo, a data e hora do registro e da conclusão do atendimento, assim como a classificação, síntese e encaminhamento da demanda dado pela prestadora.

O consumidor poderá ter acesso pelo site da empresa, ou pedir por meio eletrônico ou correspondência. As operadoras ficam obrigadas a disponibilizar as informações.

As regras, segundo informou a Anatel, estão previstas no Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC), publicado em março de 2014.
Fonte: IG Economia - 07/11/2014 e Endividado

Novas regras podem reduzir queixas das teles

por Maria Inês Dolci

Agora vai. Pelo menos, é o que esperamos com a entrada em vigor de duas novas regras em favor do consumidor de telecomunicações, um dos que recebem piores serviços no Brasil.

Quem achar que estou exagerando, lembre-se: quantas vezes teve de refazer uma simples ligação telefônica local, interrompida abruptamente? Percebam que não me refiro a conversas interurbanas nem internacionais, mas dentro da mesma cidade, inclusive em São Paulo.

Além disso, quem nunca teve de contestar alguma cobrança indevida, que atire a primeira pedra.

Por tudo isso, comemoramos ao menos a expectativa de mais transparência nessa relação de consumo.

Uma das novas normas obriga as teles a informar ao cliente, sempre que solicitados, dados sobre a oferta de serviços, iniciando um processo de maior transparência nesta relação de consumo.

A outra exigência, que também entra em vigor nesta segunda-feira, é a ampliação do prazo de guarda de todas as manifestações feitas pelo consumidor à operadora, para, no mínimo, três anos.

Boas medidas, certamente, mas o que fará a diferença para os usuários será a consequência de desrespeitá-las. Ou seja, quão caro será infringir a lei.

Afinal, de boas leis o Brasil está cheio. Não falta legislação adequada para quase nada. Mas não ocorrem sanções na medida exata das infrações cometidas. Raramente as multas são pagas, por exemplo, na eterna postergação judicial tão conhecida e utilizada pelos poderosos.

Temos de lembrar, também, que as teles não assistem de braços cruzados a mudanças da legislação. Algumas regras do Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC), em vigor há quatro meses, estão suspensas pela Justiça. Entidades que representam as operadoras de TV por Assinatura obtiveram liminares para não dar retorno imediato aos consumidores cujas ligações aos call centers tenham sido interrompidas, e para não ser obrigadas a igualar ofertas aos futuros e atuais clientes.

Em março de 2015, devem vigorar outros avanços. Os sites das empresas terão de criar áreas com login e senha para acesso a informações como cópias dos contratos, planos, boletos de cobrança, histórico das demandas, perfil de consumo. Ou seja, tudo o que permita acompanhar o serviço utilizado. E mais: tais documentos terão de estar disponíveis até seis meses após o final do contrato.

As gravações das demandas dos clientes terão de ser mantidas por, no mínimo, 90 dias, durante os quais a cópia do áudio poderá baixada naquele espaço. Além disso, também a partir de março, as teles terão de oferecer na Internet um mecanismo de comparação de planos de serviço e ofertas promocionais, para facilitar a identificação da opção mais adequada ao perfil de consumo e renda dos interessados.

Em função de minhas atividades profissionais, acompanho atentamente o trabalho da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Já elogiei e critiquei a agência, devido a acertos e erros na fiscalização e em ações contra os abusos das teles.

Elogio, portanto, em princípio, estas providências. Que sejam prenúncios de mais determinações que equilibrem o mercado, hoje pendente muito mais para as companhias do que para as pessoas que pagam pelos serviços de telecomunicações.

Notem que não postulei vantagens nem benefícios exclusivos para o consumidor. No momento, jogo equilibrado já seria um progresso considerável nestas relações. E as teles, asseguro, nada perderiam, porque melhorariam o relacionamento com o cliente, com redução das demandas aos órgãos de defesa do consumidor e à Justiça. Algo tão óbvio que não se entende por que não ocorre naturalmente.
Fonte: Folha Online - 10/11/2014 e Endividado

Friboi rompe contrato com Roberto Carlos

Alegando ter feito uma aposta ousada que não deu certo, o grupo JBS rescindiu um contrato de R$ 45 milhões com o cantor Roberto Carlos para que o "rei" fosse garoto-propaganda das carnes Friboi e dos produtos Swift, duas de suas principais marcas.

O rompimento, revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", provocou uma briga na Justiça em torno da indenização a ser paga em caso de cancelamento do contrato. Roberto Carlos queria receber multa de R$ 7 milhões pela rescisão, enquanto o JBS aceitava pagar R$ 3,2 milhões.

Profissionais ligados a JBS e a Roberto Carlos disseram à Folha que já houve um acordo a respeito da indenização e que o processo deve ser extinto nesta semana, mas não quiseram dizer o valor acertado.

A contratação milionária do cantor foi anunciada em fevereiro, como uma jogada de mestre do JBS. Os executivos do grupo diziam ter procurado Roberto Carlos ao saber que ele tinha voltado a comer carne, depois de quase 30 anos.

Depois dos bons resultados do ator Tony Ramos como garoto-propaganda das carnes Friboi, o grupo resolveu investir pesado na estratégia de contratar estrelas para anunciar seus produtos.

Nos comerciais da Friboi, o cantor aparecia em um restaurante com um prato com carne a sua frente e contava que tinha voltado. Ao fundo, o refrão da música "O Portão", aquela do "Eu volteeeei!".

PIADA

A peça virou assunto, principalmente porque o cantor não aparece comendo a carne no comercial. As redes sociais ficaram entupidas de piadas, provocações e dúvidas sobre se Roberto Carlos tinha realmente voltado a comer carne, como ele mesmo disse em entrevistas.

De acordo com profissionais que acompanharam o assunto, mas pedem para não ser identificados, pesquisas qualitativas encomendadas pelo JBS mostraram que o "rei" não tinha funcionado como garoto-propaganda da Friboi. Tanto que a campanha nem voltou a ser exibida.

Por essa parte do contrato, Roberto Carlos receberia cerca de R$ 25 milhões. Os outros R$ 20 milhões se referiam a uma outra campanha, dos produtos da marca Swift, nos Estados Unidos. Mas essa nem chegou a deslanchar.

Dono de negócios também na área bancária, financeira e de energia, o J&F, grupo que controla o JBS, tem ou teve outros globais no seu elenco de marketing. A jornalista Fátima Bernardes fez propaganda da Seara e a atriz Malu Mader, do amaciante Minuano.
Fonte: Folha Online - 09/11/2014 e Endividado

Fraude põe em xeque segurança de aplicação no Tesouro Direto

por EDUARDO CUCOLO

A liquidação extrajudicial da corretora Corval, no dia 11 de setembro deste ano, colocou em xeque a segurança de investimentos como ações e títulos públicos comprados no Tesouro Direto.

Investidores ouvidos pela Folha relataram ter sido vítimas de golpes como desvio de dinheiro de suas aplicações, apropriação indevida de ações e transferência de títulos de sua propriedade para uso da própria corretora.

O Tesouro Direto tem como mecanismo de proteção o registro de propriedade dos papéis em nome do investidor na Central Depositária da BM&FBovespa. Essa é a única garantia que o cliente possui de que não perderá sua aplicação se a instituição financeira que intermediou a operação quebrar.

FRAUDES

Uma das fraudes relatadas é a transferência de títulos da Bolsa para a conta da corretora. A operação é permitida se a instituição alegar que houve autorização do cliente. Nesse caso, o papel perde a garantia de propriedade dada pela BM&FBovespa.

O objetivo da transferência era permitir à corretora usar os títulos, por exemplo, para fazer operações próprias.

A Corval também é acusada de usar os papéis para substituir recursos de terceiros que serviam de garantia em outros negócios. A substituição era necessária para encobrir o desvio desses recursos. A corretora atraiu nos últimos anos muitos clientes interessados no Tesouro Direto por não cobrar taxa de administração.

Documentos obtidos pela reportagem mostram que os responsáveis pela liquidação cobraram de alguns clientes o ressarcimento por fraudes que envolviam mais de uma pessoa. Após reclamações, a equipe enviou comunicado no qual pede tempo para apurar as responsabilidades.

OUTRO LADO

A reportagem entrou em contato com o liquidante, mas não obteve resposta.

Procurado, o Tesouro Nacional informou que é permitida a transferência dos títulos registrados na Bolsa, mas que "a instituição não pode abusar do mandato ou burlar a anuência do investidor".

Disse ainda que perdas devido a liquidações extrajudiciais não têm relação com os papéis, "mas sim com fraudes praticadas pela instituição financeira e que, neste caso específico, envolveu outros ativos financeiros como ações, câmbio, certificados".

A BM&FBovespa informou que os problemas foram causados por violações às normas legais e que a retirada dos títulos da sua central pode ser feita mediante instrução do cliente. Nesse caso, a corretora se torna a responsável pela titularidade.

Para se certificar de que os títulos foram comprados e estão depositados em seu nome, Tesouro e Bolsa recomendam que o investidor acesse seu extrato para verificar as informações, no site do Tesouro Direto ou no CEI (Canal Eletrônico do Investidor).

Quando a instituição responsável retira os títulos da Central Depositária, eles deixam de aparecer no CEI.
Fonte: Folha Online - 10/11/2014 e Endividado