Robô Philae faz pouso histórico sobre cometa

Módulo permitirá explorar diretamente o núcleo do corpo celeste

Giuliano ignora problema no púbis para ajudar Grêmio no Brasileirão

Meia faz fisioterapia, mas está à disposição para enfrentar Criciúma
Giuliano ignora problema no púbis para ajudar Grêmio no Brasileirão  | Foto: Lucas Uebel / Flickr Grêmio / Divulgação / CP
Giuliano ignora problema no púbis para ajudar Grêmio no Brasileirão | Foto: Lucas Uebel / Flickr Grêmio / Divulgação / CP

Mesmo com um problema no púbis, o meia Giuliano segue à disposição do Grêmio para a reta final do Brasileirão. Departamento médico, comissão técnica e jogador entendem que o clube não podem abrir mão de qualquer sacrifício para chegar à Libertadores de 2015. O atleta faz um trabalho especial no Tricolor e tem tempo limitado para ser aproveitado por Felipão. Apesar disso, Giuliano tem chances de atuar contra o Criciúma no próximo sábado. 

Em entrevista ao site do Correio do Povo, o chefe do departamento médico do Grêmio, Saul Berdichevski, comentou que Giuliano é avaliado diariamente antes de participar dos treinamentos e dos jogos. "Estamos fazendo isso com ele diariamente e realizando treinamentos de acordo com o problema. O ideal seria que ele fizesse repouso absoluto, mas nós não podemos abrir mão de um jogador deste calibre, ainda mais na reta final do Brasileirão", explicou. 

Conforme Berdichevski, Giuliano não reclamou de dores após o Gre-Nal, apenas comentou com os médicos sobre a intensidade do jogo. "Ele entrou a mil no clássico. Deu chapéu, deu passe para gol e o estado anímico até fez com que ele esquecesse o problema. Diante do Criciúma, podemos ter um jogo ainda mais intenso, principalmente pela condição do time catarinense no campeonato, mas creio que ele estará preparado", garantiu. 

Embora esteja à disposição de Felipão, Giuliano segue apenas como opção para o segundo tempo da partida. "Ele tem condições apenas jogar o tempo que jogou no Gre-Nal, de 20 a 25 minutos. Vamos assim com ele até o final e depois, nas férias, ele terá que trabalhar na fisioterapia e aí sim com repouso absoluto", relatou Saul Berdichevski. 

Inadimplência cresce 14,2% em 1 ano, mas cai entre setembro e outubro

A situação de inadimplência no país teve ligeira melhora na virada de setembro para outubro com um recuo de 1%, segundo o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor . Na comparação, no entanto, com outubro do ano passado, os pagamentos em atraso há mais de 90 dias cresceram 14,2% em outubro de 2014 e desde o começo do ano houve alta de 5,1%.
Os economistas da Serasa Experian observam que os efeitos de uma economia mais adversa neste ano em relação a 2013 com juros altos e inflação elevada têm mantido o crescimento da taxa e o que justifica esse recuo em outubro sobre o mês anterior é a “a maior cautela dos consumidores nos últimos meses em assumir novos endividamentos, priorizando a quitação de dívidas”.
A queda foi influenciada pelas dívidas não bancárias (junto aos cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) que apresentaram variação negativa de 3,7%. Nas demais modalidades de endividamento ocorreram altas: bancos (0,5%); títulos protestados (10,4%); e cheques sem fundos (4,3%) .
Apesar de ter crescido a inadimplência com os bancos, o valor médio caiu 4,7% no período de janeiro a outubro, atingindo R$ 1.262,80. Em referência às dívidas não bancárias, o valor subiu 15,7%, passando de R$ 315,22 para R$ 364,79. No caso dos cheques sem fundos, houve acréscimo de 5,9%, ao alcançar R$ 1,741,94; e o valor dos títulos protestados ficaram 3,1% acima dos dez primeiros meses de 2013, com R$ 1.399,15.

Petição quer proibir entrada no Brasil de americano que ensina técnicas violentas para "pegar mulher"

O texto da ação afirma que Blanc "exalta a cultura do estupro, o crime de agressão e racismo, e profundo desrespeito pelas mulheres"

OIT: emprego informal em micro e pequenas empresas na América Latina chega a 60%

As micro e pequenas empresas (MPEs) são as principais geradoras de emprego na América Latina. No entanto, pelo menos seis em cada dez dos seus trabalhadores estão em situação de informalidade, de acordo com dados divulgados ontem (11) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

A publicação Notas sobre Políticas para a Formalização de Micro e Pequenas Empresas destaca a necessidade urgente de melhorar as condições de trabalho nessas unidades de produção. “Trata-se de um desafio complexo, pois a informalidade é um fenômeno multidimensional e o mundo das MPEs é extremamente heterogêneo", disse a diretora regional da OIT para a América Latina e o Caribe, Elizabeth Tinoco, ao apresentar o documento.

Segundo o estudo, na América Latina a taxa de emprego informal nas MPEs - 60% - é superior à taxa geral de informalidade no mercado de trabalho, aproximadamente 47%.

No caso do Brasil, segundo a OIT, a taxa de informalidade de trabalhadores em empresas com até dez empregados diminuiu de 55,8%, em 2006, para 46,9%, em 2012. As MPEs representam 95% das empresas brasileiras e geram cerca de 16,6 milhões de empregos formais, contribuindo com 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, de acordo com a organização.

A publicação da OIT ressalta a necessidade de os países latino-americanos encontrarem mecanismos para formalizar a atividade de micro e pequenas empresas como primeiro passo no caminho para a redução da informalidade laboral. “É por isso que as medidas para a formalização dessas unidades produtivas também devem incorporar os aspectos do emprego", disse a diretora.

REPÚBLICA DO AUTOMÓVEL: GOVERNOS ARRECADAM MAIS COM IPVA (VEÍCULOS) QUE COM IPTU (IMÓVEIS)!

(Valor, 03) 1. A arrecadação do IPTU  está estacionada em 0,45% do PIB desde 1998,  aponta estudo de José Roberto Afonso e Kleber de Castro, pesquisadores do Ibre-FGV. O levantamento da FGV mostra que o IPTU está perdendo espaço para outras contribuições patrimoniais, entre elas o Imposto sobre a Propriedade de Veículo Automotores (IPVA), cuja arrecadação chegou a 0,6% do PIB no ano passado. O descompasso é ainda maior no confronto com o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis Inter-Vivos (ITBI), que deveria ser residual ao IPTU e cuja cobrança aumentou cinco vezes nos últimos dez anos, passando a valer 0,18% do PIB em 2013.

Ex-Blog do Cesar Maia

PARA UM “SHADOW CABINET” –MINISTÉRIO NA SOMBRA- DAR CERTO NO BRASIL!

1. O Senador Aécio Neves anunciou que criará um “ministério” para acompanhar as ações do governo.  A referência é a experiência britânica de muitos anos, com a designação pelo líder da oposição, de deputados responsáveis pelo acompanhamento das funções de governo. A essa prática eles chamaram de “Shadow Cabinet”, ou gabinete na sombra, ou ministério paralelo. No Reino Unido, o voto distrital uninominal em distritos pequenos, de uns 40 mil eleitores, facilita muito, pois não gera concorrência por espaços e visibilidade, na medida em que é um voto de proximidade pessoal.
       
2. Não será a primeira vez que isso será tentado no Brasil. E todas às vezes fracassaram. A última tentativa ou anúncio foi do atual governador Geraldo Alckmin após a eleição presidencial de 2006.
       
3. Se o procedimento a ser adotado for o mesmo das vezes anteriores, outra vez fracassará. A razão é simples: o sistema eleitoral brasileiro. Explica-se. O sistema brasileiro de voto proporcional aberto, onde o eleitor vota nos candidatos e a bancada do partido é derivada dos votos dos deputados, acrescidos de eventuais votos de legenda, gera uma alta taxa de risco de o deputado não ser reeleito. A renovação atinge quase a metade deles.
       
4. Reduzem essa taxa de risco aqueles que têm muitos recursos à disposição, que têm acesso à máquina do governo, que têm opinião pública, que representam corporações civis, militares ou religiosas, que têm curral eleitoral e –especialmente- os que têm visibilidade nacional, em seus estados, suas regiões e municípios. Ou, claro, frações de cada uma dessas hipóteses agregadas.
       
5. A visibilidade legitima o mandato, gera memória num país em que 3 meses depois da eleição pelo menos 50% dos eleitores já não se lembram em que deputados votaram e aproxima o deputado do eleitor mesmo que virtualmente.
       
6. Escolher alguém para ser ministro na sombra de um candidato a presidente derrotado na última eleição, mas com votação proporcional significativa, como foram os 3 últimos –Alckmin, Serra e Aécio- é dar a cada ministro na sombra uma enorme visibilidade. É natural que, como no Reino Unido, um assunto levantado ou polêmico de uma pasta, a imprensa procure a opinião do ministro na sombra, dando a este uma visibilidade diferenciada.
       
7. Por isso, a resistência à escolha de alguém que não seja ele mesmo é enorme. E muito maior quando se escolhe para um ministério cujo tema seja a prioridade de um deputado, outra pessoa, seja parlamentar, seja especialista. Isso mostrará desprestígio e, por isso, desgaste.
       
8. Só há um caminho para o “Shadow Cabinet” funcionar: os responsáveis pelos ministérios serem os deputados e senadores escolhidos pelo líder e pela bancada para cada Comissão temática. Sendo assim, seriam ministérios colegiados. O ex-candidato a presidente não se desgastaria com a escolha e adotaria o critério que seu partido –ou sua coligação- adotou para designar deputados e senadores nas diversas comissões.
     
9. Caberia a estes colegiados acompanhar os respectivos ministérios, o que, aliás, já fazem nas comissões, e se reunir com o ex-candidato a presidente para definir uma posição, sempre que acionados. E opinar naturalmente. Além disso, seria prático, por que, no caso, todos estariam fisicamente no Congresso e em Brasília, a partir –no caso atual- do próprio ex-candidato a presidente. Até no café, no almoço ou no jantar.
     
10. De outra forma será mais uma boa ideia frustrada pela própria dinâmica política.

Ex-Blog do Cesar Maia

Barras de proteção lateral podem passar a ser obrigatórias em carros

A exemplo do que já acontece com cinto de segurança, air bags e encosto de cabeça, as barras de proteção lateral podem passar a ser item obrigatório nos carros, previsto pelo Código de Trânsito Brasileiro. O projeto PLS 307/2008 que altera o Artigo 105 do Código foi aprovado nesta quarta-feira (12) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e, caso não haja recurso para votação no plenário da Casa, segue direto para análise da Câmara dos Deputados.
Na justificativa da proposta, o ex-senador Marconi Perillo (PSDB-GO), autor da proposta, destacou que as barras de proteção têm baixo custo e grande utilidade, pois reduzem o impacto em colisões laterais, protegendo motoristas e passageiros. Montadas no interior das portas e das laterais dos automóveis, as barras são estruturas metálicas que protegem a carroceria na altura dos assentos.
Para evitar que o avanço de novas tecnologias limite a norma, o relator da matéria, senador Aníbal Diniz (PT-AC) substituiu do texto “barra de proteção lateral” por “dispositivos de proteção contra impactos laterais”.

Comissão da Câmara adia análise da PEC da Reforma Política para o fim do mês


O deputado Cândido Vacarezza, depõe no Conselho de Ética da Câmara, no processo de quebra de decoro contra o deputado André Vargas (Valter Campanato/Agência Brasil)
CCJ da Câmara adia para o fim do mês análise da PEC da Reforma política elaborada por grupo de trabalho liderado pelo deputado Cândido Vaccarezza (Valter Campanato/Agência Brasil)
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara adiou para o próximo dia 25 a decisão sobre a admissibilidade da Proposta de Reforma Política (PEC 352/13) que tramita na Casa. A decisão foi tomada hoje (12), por acordo. O texto que estava em pauta é o formulado pelo grupo de trabalho liderado pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), no ano passado, mas outras propostas deverão voltar à mesa do colegiado que decidiu promover uma audiência pública com entidades envolvidas com o tema, antes de votar a matéria.
“Até porque em um debate a gente não controla”, destacou o presidente da comissão, Vicente Cândido (PT-SP), um dos entusiastas da PEC, que usou a reforma política como uma das principais plataformas para sua reeleição no estado.
Com dificuldade, os parlamentares conseguiram consenso e os partidos definirão ainda nesta quarta-feira quem será convidado para o debate marcado para as 14h30, de terça-feira (18). A proposta em tramitação altera seis artigos da Constituição Federal. Entre as principais mudanças estão o voto facultativo e o fim da reeleição para cargos do Poder Executivo.
No texto, estão previstas mudanças do sistema eleitoral e de coligações e novas regras para o financiamento de campanhas eleitorais, estabelecendo cláusulas de desempenho para candidatos e partidos, prazo mínimo de filiação partidária e critérios para o registro dos estatutos do partido no Tribunal Superior Eleitoral. O deputado Assis Melo (PCdoB-RS) reconheceu que é preciso discutir a reforma, mas, segundo ele, a PEC não contempla a reforma necessária.
“Não queremos que o debate seja em cima dessa matriz do atraso para não admitir a castração da democracia”, criticou Melo. Uma das maiores preocupações dos partidos menores é o risco da perda de representatividade no Legislativo de legendas menores.
Não há consenso sobre a maior parte dos pontos e alguns deputados criticam a falta de amplitude da reforma argumentando que são “pedaços” de mudanças. Ainda assim, PSDB e PMDB tentaram avançar com a votação. O acordo só foi possível depois que alguns parlamentares ameaçaram obstruir a votação. A costura se complicou com a declaração de deputados do PSOL, PCdoB e parte do PT que não teriam como antecipar se vão repetir o movimento de obstrução na sessão do dia 25, antes de ouvir o posicionamento de cada legenda.
deputado Luiz Argôlo (Gustavo Lima/Câmara dos Deputados)
Recurso do deputado Luiz Argôlo pode atrasar apreciação da PEC da Reforma Política na CCJ da CâmaraGustavo Lima/Câmara dos Deputados
A PEC deveria ter sido votada no início de outubro, mas a apresentação de um recurso pelo deputado André Vargas (sem partido-PR), que tentava reverter o pedido de cassação aprovado pelo Conselho de Ética, atrasou a decisão por mais de sete sessões. Com o acordo de hoje, a previsão de votar a matéria pode ficar aquém do acertado já que o parlamentar julgado pelo conselho, Luiz Argôlo (SD-BA), também entrou com recurso que pode trancar a pauta do colegiado.
O Legislativo retomou a discussão sobre a reforma depois que partidos de oposição reagiram às declarações da presidenta Dilma Rousseff de que trataria o tema como prioridade de seu governo e defendeu um plebiscito para "legitimar" a discussão. O argumento, no Congresso, é que o Palácio do Planalto não pode apresentar uma proposta e convocar o plebiscito. Pelas regras, a iniciativa tem que partir da Câmara, com a assinatura de, pelo menos, 172 deputados.

Gabarito oficial do Enem está disponível na página do Inep


O gabarito do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já está disponível na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O resultado final do exame será divulgado apenas em janeiro.
Mesmo com o gabarito em mãos os candidatos não conseguirão saber a nota que tiraram, porque o sistema de correção do Enem usa a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), ou seja, o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Assim, um item que teve grande número de acertos será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. O estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item.
O Enem foi aplicado no último final de semana a mais de 6,2 milhões de estudantes em 1,7 mil cidades em todo o país. No primeiro dia (8), eles responderam a questões de ciências e de ciências da natureza. No segundo dia (9), foram questões de linguagens, códigos e matemática.