“Difícil Winck voltar neste ano”, diz diretor-médico do Inter

Jovem lateral do Colorado sofreu lesão no posterior da coxa esquerda
Cláudio Winck não deve mais atuar até o final da temporada | Foto: Alexandre Lops / Inter / Divulgação / CP Memória
Cláudio Winck não deve mais atuar até o final da temporada | Foto: Alexandre Lops / Inter / Divulgação / CP Memória

O lateral Cláudio Winck não deve mais atuar pelo Inter na temporada 2014. O jogador sofreu uma lesão no posterior da coxa esquerda no treinamento da sexta-feira e realizou exames de imagem no sábado. Como apresentou uma lesão considerada grave, foi imediatamente retirado do grupo do Gre-Nal deste domingo, na Arena.

“Examinamos ele clinicamente, percebemos que tinha uma lesão importante e aguardamos as 24 horas para a realização do exame de imagem. Realizado, mostrou uma lesão. Pelo tamanho e pelo tempo que terá para recuperar, acho difícil que ele volte a participar neste ano”, afirmou o diretor-médico Paulo Rabello. 

Cláudio Winck, de 20 anos, disputou 30 jogos na temporada, deu uma assistência e marcou sete gols. No ano, Inter tem compromissos somente até 7 de dezembro, quando termina o Brasileirão. 

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Grêmio goleia o Inter na Arena e entra no G-4

Alán Ruiz marcou dois na vitória por 4 a 1 que tirou o time de Abel dos quatro primeiros do Brasileiro

Koff comemora revanche do Grêmio por derrota de goleada no Gauchão

Presidente afirma que respeitar o Inter foi chave para vitória
Presidente ressaltou o apoio da torcida durante o clássico | Foto: Divulgação / Flickr Grêmio/ CP
Presidente ressaltou o apoio da torcida durante o clássico | Foto: Divulgação / Flickr Grêmio/ CP

O presidente do Grêmio, Fábio Koff, comemorou a vitória do alívio, do fim do peso da touca em Gre-Nais. Após agoleada por 4 a 1, neste domingo, ele reconheceu sabor especial pelo êxito no clássico. "Foi importante devolver um resultado acachapante como aquele do Gre-Nal do Gauchão", apontou.

Para o dirigente gremista, a postura do técnico Felipão ao instruir os jogadores foi essencial. "Respeitamos o adversário e talvez tenha residido aí a vitória", avaliou Koff. "Ninguém pode desprezar a grandeza do Inter como clube e a qualidade da sua equipe", definiu.

"Eles estiveram mais tempo do que nós entre os quatro primeiros. É uma equipe bem estruturada na qualidade do seu treinador", analisou o presidente. 

Koff destacou, ainda, o papel da torcida que lotou a Arena. "Foi uma vitória com sabor diferente e que eu dedico ao torcedor. Ele reclamou quando perdemos os Gre-Nais, mas hoje esteve aqui, deu apoio também nos treinos e teve resposta à essa união", frisou.

Além da satisfação da vitória, Koff aproveitou entrevista coletiva para garantir um papel ativo no Tricolor em 2015. “Ficarei no futebol pois firmei um compromisso”, disse. “Trabalharei ao lado de um vice-presidente igual a mim, o Duda Kroeff.”

Correio do Povo e Rádio Guaíba

Mudam nesta segunda regras de telefonia e Internet

Consumidor poderá pedir o cancelamento de serviço sem precisar falar com atendente

A partir desta segunda-feira, as empresas que prestam serviços de telefonia, Internet e TV por assinatura deverão disponibilizar informações sobre as ofertas de serviços de forma padronizada e gratuita, para que o consumidor possa comparar os preços praticados entre as operadoras. A regra está prevista no Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC).

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), atualmente os consumidores encontram dificuldades para escolher entre as diversas ofertas disponíveis porque a cobrança dos serviços de telecomunicações tem muitas variáveis. 

Outra norma que entra em vigor nesta segunda-feira é a ampliação, de dois para três anos, do prazo mínimo para a guarda e o fornecimento de gravações e documentos de todas as reclamações, pedidos e solicitações feitos pelos clientes às prestadoras de serviços. 

Além disso, o histórico das demandas referentes aos últimos seis meses deverá estar disponível para consulta no  da prestadora de serviços. A partir da agora, o consumidor poderá, entre outros pontos, pedir o cancelamento de um serviço sem mesmo falar com um atendente, bastando apenas digitar uma opção no menu do sistema automático de atendimento telefônico da prestadora. 

E as empresas de telecomunicações, antes de formalizarem a venda de um serviço ou pacote, terão de informar todos os detalhes, com muito mais ênfase ao consumidor, do produto que ele está contratando.

Correio do Povo

Receita libera consulta ao penúltimo lote do IR

Restituição irá contemplar mais de 2 milhões de contribuintes

A Receita Federal libera nesta segunda-feira a consulta ao penúltimo lote da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2014, que contempla 2,15 milhões de contribuintes. No lote foram incluídos também documentos liberados da malha fina das declarações entre os anos 2008 e 2013. O crédito bancário será feito no dia 17 deste mês, totalizando R$ 2,4 bilhões. 

Desse montante de 2,4 bilhões, R$ 84.723.702,42 referem-se aos contribuintes atendidos pelo Estatuto do Idoso e contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

O CPF dos beneficiados será disponibilizado na página da Receita na internet. A consulta também poderá ser feita pelo telefone 146 ou por meio de tablets e smartphones com os sistemas iOS (Apple) ou Android. Depois desse lote, o contribuinte que espera a liberação da restituição terá a última chance em dezembro.

Para corrigir divergências na declaração, a sugestão é que o contribuinte acesse o Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC) e, assim, evite ficar retido na malha fina. Às vezes, a digitação de um número incorreto ou letras a mais em qualquer um dos dados constantes na declaração cria problemas para o contribuinte.

Todos os anos, a Receita libera sete lotes regulares de restituição. O primeiro em junho e o último em dezembro. Nos meses seguintes, à medida que as declarações em malha são corrigidas, são liberados lotes residuais.

Pelas normas da Receita, a restituição fica disponível no banco indicado pelo contribuinte durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la pela internet, usando o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.



Agência Brasil e Correio do Povo

Inflação do aluguel sobe 0,51% na primeira prévia de novembro, apura FGV

 IGP-M acumula aumentos de 2,57% no ano e de 3,18% em 12 meses

A primeira prévia do IGP-M de novembro subiu 0,51%, ante recuo de 0,07% na primeira prévia de outubro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira. A taxa, que é usada no reajustes no preço do aluguel, ficou dentro do intervalo das estimativas dos analistas do mercado financeiro, que esperavam taxa entre 0,41% e 0,75%, com mediana das expectativas em 0,55%. Em outubro, a variação final do IGP-M foi de 0,28%.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de novembro. O IPA-M subiu 0,65%, em comparação com a queda de 0,24% na primeira prévia de outubro. Por sua vez, o IPC-M apresentou alta de 0,29% na leitura anunciada hoje, após subir 0,30% na primeira prévia do mês passado. Já o INCC-M teve elevação de 0,16%, após registrar aumento de 0,09%, na mesma base de comparação.

Até a primeira prévia de novembro, o índice acumula aumentos de 2,57% no ano e de 3,18% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 a 31 de outubro.

Estadão e Correio do Povo

País dividido?

Adriano Benayon * - 10.11.2014
Só insensatos duvidam que a união faz a força. Quanto mais dividido um país, mais fraco ele fica.  Por isso, os impérios, sempre usaram a estratégia de dividir os povos a conquistar.
2. “Divide et impera” foi o lema da Roma Antiga, durante os setecentos anos em que dominou o mundo, e de outros, antes dela. Tem sido seguido, com   semelhante perfídia e brutalidade, pelo império britânico e por seu sucessor e associado, o angloamericano,  nestes 350 anos.
3. O Brasil é vítima da predação imperial, desde quando exportava suas mercadorias sob direção das casas comerciais britânicas e tinha as finanças externas e a infra-estrutura controladas por bancos e empresas estrangeiras.
4. Ao aparecer, com capitais nacionais,  a promissora industrialização, na 1ª metade do século XX, antes, durante e depois da Revolução de 1930, o império, descontente com isso, fomentou o divisionismo em nosso País, justamente em São Paulo, onde despontara a industrialização, e de onde saía o café e outros produtos  exportados.
5.  No início dos anos 30, tendo as receitas da exportação caído 2/3 em relação a 1929, sobreveio a falsamente denominada revolução constitucionalista de 1932.  De fato, o governo chefiado por Vargas já organizava eleições e o processo que culminou na Constituição de 1934.
6. O movimento de 5 de julho de 1932, de conotações separatistas, visava, na realidade, sustar a industrialização e reamarrar o comércio exterior à finança e à direção imperiais.
7. Foi liderado pelos  barões da pseudo-elite agrária da Av. Paulista, econômica e culturalmente vinculados a Londres, juntamente com a grande mídia prostituída.
8.  Atitude irracional, pois o  retrocesso ao modelo colonial prejudicaria os industriais e até os cafeicultores, que estavam sendo salvos da ruína pela política do presidente Vargas, através da compra pelo governo dos invendáveis estoques de café e de sua queima.
9. Esse é um  dos antecedentes do presente tsunami de ignorância, que leva os pró-imperiais de hoje a alimentar mentiras, como a que atribui as misérias do País ao Nordeste e ao Norte,  quando elas  provêm do modelo dependente, adotado a partir da queda de Vargas, em 1954, quando a política passou a favorecer os carteis transnacionais. 
10. É por causa desse modelo que a economia do Brasil se desnacionaliza e se desindustrializa, que as transferências de renda das transnacionais para o exterior só aumentam e que se criaram mecanismos para fazer crescer, sem parar, a dívida pública.
11. Para poder encobrir os fatos importantes,  o império, desde os anos 50,  investe bilhões de dólares, em contracultura, desinformação e aviltamento dos padrões éticos e culturais, além de cooptação de pessoas em todas as instituições públicas e privadas de maior porte.
12. Essa é a corrupção da grossa, incrementada aceleradamente nos mandatos de FHC (1995-2002),  que a mídia sequer menciona. É a que faz dezenas de milhões de brasileiros crerem  que um governo do  PSDB,  vinculadíssimo aos interesses imperiais reduza, e não aumente, a  corrupção.
13.  Apesar do tsunami de ignorância gerado pelo império e das fraudes eleitorais, o povo brasileiro escapou da radicalização do entreguismo. Entretanto, não escapou de seu avanço, impregnado que está na estrutura econômica e nas instituições. 
14. A presidente é alvo de intensa campanha de desestabilização, visando, no mínimo, a acuá-la a fazer concessões mais radicais que as que têm feito a banqueiros e transnacionais.
15.  As influências imperiais estão dentro do próprio Executivo e suas agências reguladoras, e também  no PT, que nunca mostrou consciência clara da questão nacional em face das transnacionais e das potências que as representam.
16. Além disso, o Congresso e os executivos e legislativos estaduais têm composições cada vez menos favoráveis aos interesses do País, e  os demais poderes e instituições da República estão grandemente infiltrados  pelos esquemas pró-imperiais.
17. Ilustrativa de não ter cessado a campanha de desestabilização da presidente, sequer no dia das eleições, foi a balela proclamada nas grandes redes de TV, na mesma noite do resultado, segundo a qual o País estaria dividido, diante do apertado o resultado das urnas.
18. Logo a seguir, comentaristas e pseudocientistas políticos passaram a difundir a estória de que a divisão do País se manifesta ao longo de linhas de classes sociais e de áreas geográficas.
19. Mais relevante do que fomentar a divisão entre as regiões Norte e Nordeste e o Sul, seria reconhecer a falta de acesso do grosso da população do País inteiro a condições de vida condizentes com os excelentes recursos naturais do País e com as possibilidades tecnológicas dele, se não tivesse sido alijado do real desenvolvimento, devido ao modelo econômico dependente.
20. Esse modelo causa o endividamento,  os juros absurdos, as transferências de renda ao exterior, o atraso tecnológico e tudo mais que enfraquece o País. 
21. Ele vem de  meados dos anos 50,  sendo, pois, ridículo atribuir suas mazelas só ao presente Executivo federal. Cabe, condenar, em primeiro lugar, governos que mais contribuíram para acentuá-las.
22. O ridículo chega ao absurdo, quando os entreguistas acusam o Executivo de que sua política econômica afugenta os investidores. Ora, o montante dos investimentos, mormente os estrangeiros, nunca foi tão alto. Entretanto, mais que proporcionalmente crescem as transferências de renda e de supostas despesas para o exterior, e mais ainda as de recursos reais.
23. É o modelo de dependência financeira e tecnológica que faz minguar verbas para os investimentos produtivos e sociais, e também direcionar erradamente boa parte deles.
24. Ora, quanto maior o espaço geográfico do mercado nacional, mais cada região tem a ganhar com o comércio e a interação financeira internos.
25. De todo o exposto, decorre que o império, primeiramente tratou de desestruturar o País como um todo. Isso o amoleceu para a etapa seguinte: desmembrá-lo, como se delineia, em face das demarcações de supostas terras indígenas, sobre tudo na Amazônia, entregando-as ao controle de fundações, ONGs e igrejas controladas pelos oligarcas donos dos carteis mineradores de âmbito  mundial.
26. Outra vertente do projeto separatista parece ser a radicalização da ignorância política e econômica, que investe nas diferenças regionais e de classes de renda.
27. Essa está imbricada com o divisionismo ideológico direita/esquerda. O império angloamericano o tem fomentado, em todo o mundo,  desde os tempos da revolução francesa. No Brasil, muito contribuiu para acirrá-lo, a tentativa de golpe comunista em 1935.
28.  Especialmente em função da geopolítica, nunca foram altas as chances de o partido comunista chegar ao poder, mesmo em curtos períodos pós-2ª Guerra Mundial, em que contou com recursos e teve apreciável  penetração eleitoral. De qualquer forma,  a suposta ameaça comunista encaixou-se como uma luva na estratégia imperial para fazer abortar o desenvolvimento do Brasil.
29. Assim, qualquer coisa que implicasse modificar a arcaica estrutura social e que não fosse favorável aos carteis econômicos e financeiros transnacionais, passou a ser associada ao comunismo, na versão da grande mídia e dos demais instrumentos da intervenção imperial angloamericana.
30. Não só empresas transnacionais, mas também industriais e outros empresários nacionais investiram para derrubar os governos voltados para o desenvolvimento industrial e tecnológico.
31. Mas os proprietários brasileiros foram expropriados - não, como temiam, pelos comunistas - mas, sim, pelo capital estrangeiro, privilegiado com favores inacreditáveis por governos egressos de golpes cuja direção, como, em 1954, era orientada de fora do País.
32. Esse resultou da armação por serviços secretos estrangeiros de atentado para supostamente matar um adversário do presidente, no qual foi morto um oficial da Aeronáutica.  Os comunistas não apoiavam Vargas e até o criticavam.
33. Em 1964, a par das provocações suscitadas para envolver o governo em atos de indisciplina de militares, houve intensa campanha para que fossem vistos como de molde comunista os projetos de reforma econômica e social de Goulart.
34. Apesar de o PT não representar resistência séria à intensificação do modelo dependente, ele nasceu sob falsas bandeiras vermelhas, para dividir a esquerda e, em última análise, participar dos golpes do sistema para cortar as chances de Leonel Brizola.
35. Apesar também da política externa simpática a governos vizinhos  de inclinação bolivariana, embora não partilhando dela, a retórica e os clichês do PT e sobre ele oferecem campo fértil ao império angloamericano para pressionar a presidente  e intensificar as ações para a sua desestabilização.
* - Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento

Cristina Kirchner recebe alta, mas terá que cancelar viagem à cúpula do G20

A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, recebeu alta na tarde de hoje (9). A dirigente estava internada em um hospital de Buenos Aires há uma semana, onde tentava se recuperar de um quadro de sigmoidite, uma infecção intestinal.
No comunicado, os médicos da Unidade Médica Presidencial informaram "o bom desempenho” do tratamento, mas acrescentaram que a presidenta terá que continuar "com antibióticos, dieta especial, repouso e controle evolutivo na residência presidencial de Olivos".
Os médicos Marcelo Ballesteros e Daniel Fernández, que autorizaram a alta, ainda recomendaram a suspensão de viagens pelo período de dez dias, o que levará ao cancelamento da viagem à Austrália, onde ocorrerá a reunião da cúpula do G20 na próxima semana na cidade de Brisbane.
Cristina Kirchner já teve que adiar o encontro com a presidenta chilena, Michelle Bachelet, que estava previsto para o último dia 4. Essa é a terceira vez em oito meses que a líder argentina, de 61 anos, é obrigada a suspender as atividades profissionais por problemas de saúde.
* Com informações da Lusa e Télam


Meninas adolescentes precisam tomar a segunda dose da vacina do HPV

O Ministério da Saúde, por meio das secretarias estaduais e municipais, tenta identificar as meninas de 11 a 13 anos que ainda não tomaram a segunda dose da vacina contra o papiloma vírus humano (HPV). Dados da pasta indicam baixa adesão neste segundo momento da cobertura vacinal.
Ceilândia (DF) - Alunas do Centro de Ensino Fundamental 25, em Ceilândia, são vacinadas contra o HPV (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Meninas entre 11 e 13 anos podem procurar a rede pública de saúde para dar continuidade a vacinação contra o HPV Marcelo Camargo/Agência Brasil
No primeiro mês de aplicação da segunda dose, 914 mil adolescentes foram imunizadas. O número representa 18,4% do público-alvo, formado por 4,9 milhões de meninas de 11 a 13 anos. A vacinação da segunda dose começou no dia 1º de setembro.
O último balanço do governo mostra que, desde 10 de março, quando a imunização passou a ser ofertada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), 4,5 milhões de meninas receberam a primeira dose da vacina, o que representa 92,6% do público-alvo.
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, fala durante reunião do Conselho Nacional de Saúde (Antônio Cruz/Agência Brasil)
O SUS oferece a vacina quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos do HPV, explica ministro da SaúdeAntonio Cruz/ Agência Brasil
Em entrevista à Agência Brasil, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, lembrou que se trata de uma vacina nova, que passou a integrar o calendário básico de imunização apenas este ano. Outra particularidade considerada pelo governo, segundo ele, é o público-alvo: adolescentes, faixa etária que dificilmente procura postos de saúde por não ter de tomar nenhuma outra dose.
“O que vamos fazer é um trabalho mais pontual. Estamos identificando meninas que não tomaram a segunda dose e convocando para comparecer aos postos”, explicou, ao se referir ao plano como uma estratégia para as meninas faltosas.
Chioro ressaltou que, apesar da campanha deflagrada no primeiro semestre deste ano, a vacina contra o HPV foi incorporada ao calendário básico de imunização. Assim, está disponível nos postos de saúde durante todo o ano e não apenas no período da campanha. Dessa forma, meninas que completaram 11 anos apenas agora devem procurar uma unidade de saúde para receber a primeira dose.
O SUS oferece a vacina quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os últimos dois subtipos são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo de útero em todo o mundo.
Cada adolescente deve tomar três doses da vacina para completar a proteção: a segunda, seis meses após a primeira e a terceira, cinco anos após a primeira dose.


Consumidores poderão comparar preços dos serviços de telecomunicações

A partir de amanhã (10) as empresas que prestam serviços de telefonia, internet e TV por assinatura deverão disponibilizar informações sobre as ofertas de serviços de forma padronizada e gratuita, para que o consumidor possa comparar os preços entre as operadoras. A regra está prevista no Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC).
Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), atualmente os consumidores encontram dificuldades para escolher entre as diversas ofertas disponíveis, porque a cobrança dos serviços de telecomunicações tem muitas variáveis. A nova regra vai possibilitar a criação de mecanismos de comparação de preços e ofertas entre as prestadoras.
Outra norma que entra em vigor nesta segunda-feira é a ampliação, de dois para três anos, do prazo mínimo para a guarda e o fornecimento de todas as reclamações, pedidos e solicitações feitos pelos clientes às prestadoras de serviços de telecomunicações. Além disso, o histórico das demandas referentes aos últimos seis meses deverá estar disponível para consulta no siteda prestadora.
O RGC, que entrou em vigor no dia 8 de julho, trouxe novas regras a serem seguidas pelas empresas de telefonia, internet e TV por assinatura. Desde o início de sua implementação, algumas empresas entraram na Justiça pedindo para não cumprir as regras estabelecidas.