Líder do PSOL pede que seleção abandone ‘bolsonarista mimado’ Neymar

Juliano Medeiros, presidente da sigla, diz que jogadores devem deixar Singapura após declarações do atacante

Por Da Redação

Juliano Medeiros e Neymar (Reprodução/ Youtube/ Lucas Landau/ Reuters/VEJA)

O presidente nacional do PSOL, o historiador Juliano Medeiros, defendeu que jogadores abandonem a seleção brasileira após declarações de Neymar, a quem chamou de “bolsonarista mimado”. Em Singapura para a disputa de amistoso do Brasil contra Senegal na manhã desta quinta, o atacante do PSG disse ser justo receber um tratamento diferenciado no time e que “já carregou a seleção nas costas várias vezes”.

“Se eu fosse jogador da seleção brasileira, pegava um avião hoje mesmo e partia de Singapura. O desrespeito desse bolsonarista mimado não tem limites”, tuitou Medeiros.


Neymar possui bom relacionamento com o presidente Jair Bolsonaro, que o visitou no hospital após contusão às vésperas da Copa América e partiu em sua defesa quando o jogador foi acusado de estupro pela modelo Najila Trindade. O inquérito contra o atacante foi arquivado pela Justiça por falta de provas e, atualmente, Najila é processada por suposta fraude no caso.

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Historiador gaúcho de 35 anos, Juliano Medeiros foi eleito presidente nacional do PSOL no final de 2017 e coordenou a campanha de Guilherme Boulos à presidência em 2018. Em seu Twitter por vezes manifesta opiniões sobre futebol, além dos temas políticos.

Também nesta quarta, comentou sobre o momento do Internacional, que foiderrotado pelo CSA durante a noite. “Como o Internacional vibrante do primeiro semestre se tornou esse time chato, burocrático, previsível, sem brilho?”, questionou aos seguidores.


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