Com um histórico político de militância partidária de esquerda para ninguém “botar defeito”, inclusive na condição de assíduo frequentador de gabinetes de parlamentares dessa linha ideológica - e que por sí só já teria a força necessária para desmentir completamente o respectivo laudo psiquiátrico e a sentença prolatada com suporte nele - o autor da “facada” e da tentativa de homicídio contra o então candidato à Presidente da República, Jair Bolsonaro, Adélio Bispo, filmado por todos os ângulos, em Juiz de Fora, acabou sendo absolvido pelo Juiz da 3ª Vara Federal dessa Comarca, Bruno Savino que – pasmem- considerou o réu “inimputável por transtorno mental”.
Mas não é possível “engolir” tanto esse “ laudo”, quanto a sentença respectiva . E já seria tempo da Justiça deixar de curvar-se ante todo e qualquer “laudo pericial” que se lhe apresente. As evidências são mais fortes que os laudos. No caso de Adélio , aplica-se à plenitude a concepção de que muitas vezes “se fazer de louco” é a melhor saída para enganar a Justiça.
No mínimo, a malsinada sentença absolutória da Adélio pode ser considerada não só um deboche contra a organização da Justiça, mas também, e sobretudo, um deboche contra a própria sociedade ,a sua capacidade de percepção dos acontecimentos e o seu próprio senso de justiça.
Mas considerando o precedente de Adélio Bispo ,frente à agressividade sem limites de muitos políticos e militantes de esquerda, contra tudo e contra todos que não compactuam com as suas ideias e seus crimes ,começo a ter convicção que todos eles aprenderam que ,em última instância, “se fazer de louco” pode ser a melhor defesa, e que provavelmente guardam algum documento psiquiátrico, assinado e sem data, atestando o próprio “transtorno mental”, para fins de, se for o caso, alegarem INIMPUTABILIDADE PENAL, no momento oportuno.
Sérgio Alves de Oliveira
Advogado e Sociólogo
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