A Apple apresenta nesta quarta-feira (7), em San Francisco, o novo iPhone, modelo que tem a missão de fazer as vendas do smartphone pararem de cair em seu décimo ano no mercado.
Se informações divulgadas por analistas e a imprensa especializada se confirmarem, o iPhone 7 deve ter uma "ausência" como maior novidade. Não haverá mais entradas comuns de fones de ouvido, e o usuário terá de usar modelos Bluetooth, sem fio, para escutar canções ou recorrer a um adaptador para plugar o acessório na entrada hoje usada para o carregador.
Apesar de também haver rumores sobre melhorias na câmera e no corpo do celular, parte dos analistas já torce o nariz para a falta de uma grande novidade. "Essa falta da entrada de fone de ouvido vai até fazer com que as pessoas fiquem menos propensas a atualizar seus aparelhos, já que elas já têm um monte desses acessórios, gastaram dinheiro com eles e não querem ter de usar um adaptador", diz Tuong Nguyen, analista da consultoria Gartner.
No primeiro semestre, as vendas globais de iPhones caíram pela primeira vez desde o lançamento, em 2007. Uma queda de 15,7%, para 91,6 milhões de unidades.
O mau momento não se trata de uma exclusividade do iPhone: as vendas de smartphones vêm crescendo a um ritmo menor –o mercado deve fechar o ano com alta de 7% em 2016, ante 14,4% no ano passado, segundo a Garter. No Brasil, a IDC projeta queda de 16% nas vendas.
O problema geral da indústria é não conseguir apresentar inovações que estimulem uma troca mais rápida dos aparelhos –algo que seja mais palpável que especificações de um processador ou pixels a mais nas câmeras.
"Os smartphones acabaram ficando tão bons que os consumidores não veem mais muito valor nas novidades", afirma Nguyen.

BRASIL
No Brasil, o iPhone 7 terá de enfrentar outro desafio, o preço. Os novos aparelhos de topo de linha da empresa têm chegado ao país por valores acima de R$ 4.000, o que inibe parte dos consumidores. Ele também pode sofrer com a concorrência de um "irmão", o SE, uma versão mais modesta que chegou às lojas em março por R$ 2.700.
"Muitos consumidores trocaram antigos modelos de iPhone pela versão SE, o que pode frustrar as vendas do novo modelo", diz Elton Morimitsu, analista da consultoria Euromonitor. "Mesmo o consumidor fiel da Apple já não está disposto a desembolsar mais de R$ 4.000 pelo último modelo da marca."
A Apple, que vinha perdendo em vendas e em participação de mercado no Brasil, se recuperou no segundo trimestre. Foram vendidos 609 mil iPhones, alta de 55% ante o mesmo período de 2015.

Fonte: Folha Online - 07/09/2016 e Endividado
Se informações divulgadas por analistas e a imprensa especializada se confirmarem, o iPhone 7 deve ter uma "ausência" como maior novidade. Não haverá mais entradas comuns de fones de ouvido, e o usuário terá de usar modelos Bluetooth, sem fio, para escutar canções ou recorrer a um adaptador para plugar o acessório na entrada hoje usada para o carregador.
Apesar de também haver rumores sobre melhorias na câmera e no corpo do celular, parte dos analistas já torce o nariz para a falta de uma grande novidade. "Essa falta da entrada de fone de ouvido vai até fazer com que as pessoas fiquem menos propensas a atualizar seus aparelhos, já que elas já têm um monte desses acessórios, gastaram dinheiro com eles e não querem ter de usar um adaptador", diz Tuong Nguyen, analista da consultoria Gartner.
No primeiro semestre, as vendas globais de iPhones caíram pela primeira vez desde o lançamento, em 2007. Uma queda de 15,7%, para 91,6 milhões de unidades.
O mau momento não se trata de uma exclusividade do iPhone: as vendas de smartphones vêm crescendo a um ritmo menor –o mercado deve fechar o ano com alta de 7% em 2016, ante 14,4% no ano passado, segundo a Garter. No Brasil, a IDC projeta queda de 16% nas vendas.
O problema geral da indústria é não conseguir apresentar inovações que estimulem uma troca mais rápida dos aparelhos –algo que seja mais palpável que especificações de um processador ou pixels a mais nas câmeras.
"Os smartphones acabaram ficando tão bons que os consumidores não veem mais muito valor nas novidades", afirma Nguyen.
BRASIL
No Brasil, o iPhone 7 terá de enfrentar outro desafio, o preço. Os novos aparelhos de topo de linha da empresa têm chegado ao país por valores acima de R$ 4.000, o que inibe parte dos consumidores. Ele também pode sofrer com a concorrência de um "irmão", o SE, uma versão mais modesta que chegou às lojas em março por R$ 2.700.
"Muitos consumidores trocaram antigos modelos de iPhone pela versão SE, o que pode frustrar as vendas do novo modelo", diz Elton Morimitsu, analista da consultoria Euromonitor. "Mesmo o consumidor fiel da Apple já não está disposto a desembolsar mais de R$ 4.000 pelo último modelo da marca."
A Apple, que vinha perdendo em vendas e em participação de mercado no Brasil, se recuperou no segundo trimestre. Foram vendidos 609 mil iPhones, alta de 55% ante o mesmo período de 2015.
Fonte: Folha Online - 07/09/2016 e Endividado
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