Agradeço, muitíssimo penhorado, ao intimorato e acendrado patriota Coronel Paulo Paiva, filho do legendário general Campos Paiva, herói da FEB e da FAIBRAS (em São Domingos) e ministro-chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA); e também irmão do general Rocha Paiva, ex-comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, um mui privilegiado talento e aguda inteligência a serviço de nosso altaneiro, glorioso e invicto Exército de Caxias! Tal agradecimento se deve à transcrição de um artigo meu, "Pontos de Vista e Pontos de Honra", escrito há alguns anos, ao qual ele muito bem ilustrou e introduziu oportunos destaques, que assaz me envaidecem. Aduzo que vários de meus ex-cadetes, atualmente, já atingiram o posto de general de brigada, o que me deixa bastante feliz!
Muito obrigado, meu amigo Paiva, e que a luta continue com muito denodo, máxime nessa quadra tão difícil que vivenciamos! Não podemos desistir de nossa Pátria Amada!
BRASIL ACIMA DE TUDO!!
REPASSO, COM MUITA UFANIA!!
Muito obrigado, meu amigo Paiva, e que a luta continue com muito denodo, máxime nessa quadra tão difícil que vivenciamos! Não podemos desistir de nossa Pátria Amada!
BRASIL ACIMA DE TUDO!!
REPASSO, COM MUITA UFANIA!!
CAMPANHA FESTEJE 31 DE MARÇO NOS QUARTÉIS
BOLETIM NR 11
Manoel Soriano Neto,
Coronel de Infantaria e Estado-Maior
No sacerdócio que é a vida militar, aprendemos que há pontos de vista e pontos de honra. Nós podemos divergir quanto a pontos de vista, questões menores, assuntos de somenos importância; porém, nunca, jamais, em tempo algum, quanto a pontos de honra, que são verdadeiras “cláusulas pétreas”, questões fechadas, dogmáticas, não-interpretáveis e inegociáveis, das quais os militares não podem discordar, devendo sempre manter uma monolítica unidade de pensamento, com vistas à união, a uma salutar camaradagem e, mais do que isso, à perene coesão castrense.
Além dos princípios da Disciplina e da Hierarquia, os consagrados e insubstituíveis cultos às tradições, às místicas, aos mais caros e prístinos valores, à História Militar, em especial, e a outros superlativos aspectos que conformam os fundamentos, a essência, a “alma”, enfim, de uma Força Armada, não podem ser esquecidos, deturpados, manipulados ou relativizados ao sabor dos tempos, ao vaivém da política partidária, nem a viezes ideológicos, humores e caprichos de transitórias autoridades ou governantes.
A propósito, desafortunada e vergonhosamente, dois episódios marcantes de nossa rica e inapagável História Militar não mais são comemorados/relembrados, oficialmente, nas Organizações Militares das Forças Armadas brasileiras, que estão submetidas a um injustificável e vexatório “silêncio obsequioso”. São eles: a triste, covarde e traiçoeira Intentona Comunista de 1935 e a Contrarrevolução de 31 Mar 1964.
Lembro-me dos meus tempos de instrutor/professor de História Militar na AMAN, na década de 1980, em que os cadetes, ao final do 3° ano, redigiam uma dissertação acerca do Movimento de 1964, condição “sine qua non” para o prosseguimento do estudo da Matéria, no 4° ano. Trabalhos excepcionais foram elaborados, durante cinco anos, por aqueles jovens cadetes, hoje coronéis, os da ativa, prestes a atingir ao generalato.
A eles, concito, veementemente, a nunca permitir que a imarcescível flama do sentimento patriótico, tão bem glorificada em nossa inesquecível Academia, - quando dos belos tempos da juventude -, venha a se apagar, pois “esquecer também é trair”... Como proclamou o legendário Almirante Barroso, em Riachuelo, “O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever!”
BRASIL ACIMA DE TUDO!
FONTE: BLOG AVERDADESUFOCADA
*O autor comandou o 16º Batalhão de Infantaria Motorizado-Batalhão Ytapyrú
e chefiou a Seção de História Militar e Geografia da AMANComandante do Exército Brasileiro chama de 'lamentável' clamor por intervenção militar
Segundo o general, a situação política e social atual não se relaciona com o clima instável que levou aoregime ditatorial militar na década de 60
Manaus (AM) - O Comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, chamou de lamentável o clamor por intervenção militar que vem de parte dos manifestantes presentes nos atos antigovernistas das últimas semanas.
O general comentou o assunto durante um simpósio jurídico realizado no Comando Militar da Amazônia (CMA), em Manaus, na manhã desta sexta-feira (18).
"Eu acho lamentável que, num país democrático como o Brasil, as pessoas só encontrem nas Forças Armadas uma possibilidade de solução da crise, mas isto não é extensivo nem generalizado e, felizmente, está diminuindo bastante a demanda por intervenção militar", declarou o general.
A autoridade militar ponderou, no entanto, que esse pedido demonstra certas necessidades do país. "[Ele indica] que as Forças Armadas são a referência de valores éticos e morais e de padrão de eficiência [de] que a sociedade se sente tão carente", disse Villas Bôas.
Sem paralelo
Segundo o comandante, a situação política e social atual não se relaciona com o clima instável que levou aoregime ditatorial militar na década de 60.
"Não há paralelo com 1964, primeiro porque hoje nós não temos o fator ideológico. Naquela época, nós vivíamos a situação de Guerra Fria e a sociedade brasileira cometeu o erro de permitir que a linha de fratura da Guerra Fria [a] dividisse. Isso não existe mais(??????????????????????????????). O segundo aspecto é que hoje o Brasil tem instituições sólidas e amadurecidas, com capacidade de encontrar os caminhos para a saída dessa crise", comentou Villa Bôas.
Rotina inalterada
Villas Bôas destacou que a rotina dentro da instituição não se alterou. "Os quarteis estão prosseguindo naturalmente nas suas atividades e o Exército está profundamente empenhado em contribuir para a manutenção da estabilidade", explicou. Para ele, a atual crise é de natureza política, econômica e ética. "Os três aspectos se interrelacionam e, em consequência, é uma crise para ser solucionada dentro desses ambientes, principalmente o ambiente político e jurídico", concluiu a autoridade militar.
Ministro rebate
O simpósio jurídico organizado pelo CMA também contou com a presença do ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na ocasião, ele defendeu a instituição, que foi recentemente descreditada pelo ex-presidente Lula em uma conversa telefônica com a presidenta Dilma Rousseff, grampeada pela Polícia Federal (PF) e divulgada nesta quarta-feira (16).
FONTE Crítica/montedo.com
PREZADOS COMPANHEIROS "DA LUTA"
COM TODAS AS HONRAS E SINAIS DE RESPEITO, MAS ESTE PENSAMENTO "A ESSA ALTURA DOS ACONTECIMENTOS" NÃO SE COADUNA COM A LIDERANÇA QUE TODOS ESPERAMOS/IMAGINAMOS. MAS AINDA NÃO PERDI A FÉ. NO DIA "31 DE MARÇO", SEM NENHUM ATENTADO À DISCIPLINA, MAS SIMPLESMENTE EM COMEMORAÇÃO AO FATO HISTÓRICO QUE SÓ HONRA O EXÉRCITO, TODOS, ATIVA E RESERVA, AUTORIZADOS PELO NOSSO COMANDANTE, VAMOS MARCHAR JUNTOS EM NOSSAS UNIDADES EM HOMENAGEM AOS "VELHOS SOLDADOS QUE LIVRARAM O BRASIL DO COMUNISMO EM "1964".
BRASIL ACIMA DE TUDO!COM TODAS AS HONRAS E SINAIS DE RESPEITO, MAS ESTE PENSAMENTO "A ESSA ALTURA DOS ACONTECIMENTOS" NÃO SE COADUNA COM A LIDERANÇA QUE TODOS ESPERAMOS/IMAGINAMOS. MAS AINDA NÃO PERDI A FÉ. NO DIA "31 DE MARÇO", SEM NENHUM ATENTADO À DISCIPLINA, MAS SIMPLESMENTE EM COMEMORAÇÃO AO FATO HISTÓRICO QUE SÓ HONRA O EXÉRCITO, TODOS, ATIVA E RESERVA, AUTORIZADOS PELO NOSSO COMANDANTE, VAMOS MARCHAR JUNTOS EM NOSSAS UNIDADES EM HOMENAGEM AOS "VELHOS SOLDADOS QUE LIVRARAM O BRASIL DO COMUNISMO EM "1964".
MEMENTO NR 11
ATENÇÃO!
Já separou no armário a sua camisa?
NÃO ESQUECER DO FOGUETÓRIO A PARTIR DAS 20: 00 HORAS NO DIA "31"
Isto é o mínimo que podemos fazer! PORTANTO FAÇA!
“PREZADO CIDADÃO CIVIL E MILITAR,
SOLICITA-SE A MAIS AMPLA DIFUSÃO,
PARTICULARMENTE NO SEGMENTO CIVIL DA SOCIEDADE”
Fonte das Ilustrações
SOLICITA-SE A MAIS AMPLA DIFUSÃO,
PARTICULARMENTE NO SEGMENTO CIVIL DA SOCIEDADE”

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