Escalada no Oriente Médio: Irã declara fechamento de Ormuz e ameaça incendiar navios; EUA contestam bloqueio

 


O cenário de guerra no Oriente Médio atingiu um ponto crítico nesta segunda-feira (02/03). O governo do Irã anunciou o fechamento total do Estreito de Ormuz, a principal via de escoamento de petróleo do mundo, com a ameaça explícita de incendiar qualquer embarcação que tente desafiar o bloqueio. Os Estados Unidos, contudo, negam que a passagem esteja interrompida.

Retaliação e Ameaças

A medida é uma resposta direta à morte do líder supremo iraniano, o Aiatolá Ali Khamenei.

  • Aviso da Guarda Revolucionária: "O estreito está fechado. Se alguém tentar passar, os heróis da Guarda Revolucionária e da Marinha regular incendiariam esses navios", afirmou Ebrahim Jabari, assessor do comando militar.

  • Ataque Confirmado: Um petroleiro, identificado como Athen Nova, já foi alvo de um ataque de drones iranianos no estreito nesta segunda-feira.

  • "Sem abrigo": Teerã alertou que os responsáveis pela morte de Khamenei não estarão seguros "nem mesmo em casa".


A Resposta de Washington

Enquanto a mídia estatal iraniana propaga o fechamento, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) garantiu à emissora Fox News que a rota permanece navegável. O presidente Donald Trump, em discurso na Casa Branca, demonstrou total confiança na ofensiva:

  • Prazo do Conflito: Trump estima que a guerra dure entre quatro e cinco semanas, embora possa se estender.

  • Objetivos Militares: O plano americano foca em destruir a capacidade de mísseis balísticos, desmantelar a Marinha iraniana e encerrar permanentemente as ambições nucleares de Teerã.

  • "A Grande Onda": O presidente alertou que a fase mais intensa dos bombardeios ainda não ocorreu. "A grande leva está chegando em breve", declarou à CNN.


Crise Humanitária e Acusações de Crimes de Guerra

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, utilizou as redes sociais para denunciar bombardeios a instalações civis, como um hospital em Teerã e uma escola de meninas no sul do país, que teria deixado 168 mortos. Pezeshkian exigiu que os EUA e Israel sejam responsabilizados pelo que chamou de "ataque ao futuro de uma nação". Ambas as nações não confirmaram a autoria desses ataques específicos.


Impacto Econômico e Geopolítico

O Estreito de Ormuz é vital para a economia global por transportar cerca de 20% de todo o petróleo bruto mundial.

  • Preço do Barril: Analistas indicam que a manutenção desse bloqueio pode levar o preço do barril de petróleo a ultrapassar rapidamente os US$ 100.

  • Logística: A rota conecta gigantes produtores (Arábia Saudita, Iraque e Emirados Árabes) ao Golfo de Omã e aos mercados internacionais.

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O BRASIL E O BEIJO NO CARRASCO - 02.03.26

 Por Alex Pipkin, PhD em Administração

 

Desde 1979, o regime iraniano não deixa margem para dúvidas. “Morte à América” e “Morte a Israel” não são figuras de linguagem. São metas explícitas.
O que opera em Teerã não é uma diplomacia convencional; é uma patologia teocrática que pendura dissidentes em guindastes, açoita mulheres e terceiriza o sadismo para grupos terroristas como o Hamas.
Eu me pergunto: como chegamos ao ponto de ignorar o óbvio “lulante”? O financiamento do terror e a negação do Holocausto não são “detalhes” de percurso; são a espinha dorsal de um projeto de aniquilação. E é aqui que a nossa diplomacia mergulha na infâmia.
Ao condenar Israel e os EUA por tentarem frear o arsenal nuclear iraniano, o governo brasileiro faz uma escolha sórdida. Invoca-se a “soberania” como se ela fosse um salvo-conduto para tiranos que juram riscar o Estado de Israel do mapa. Transforma-se o Direito Internacional em um biombo de conveniência para esconder a face nua de um regime que odeia tudo o que o Ocidente representa.
Existe um padrão de cegueira deliberada no Itamaraty. Sempre que o tabuleiro opõe democracias imperfeitas a ditaduras absolutas, o Brasil se inclina com uma mesura servil em direção aos carrascos. É o velho e mofado “anti-imperialismo” de quem prefere abraçar déspotas a admitir que a liberdade dói, mas é o único caminho a seguir.
Lula não apenas se omite; ele escolhe. Ao flertar com a narrativa do Hamas após o massacre de 7 de outubro e retirar o Brasil da IHRA, ele tripudia sobre a tradição humanista brasileira. Sinto que, se o mal absoluto ressurgisse hoje sob uma bandeira “anti-hegemônica”, este governo o batizaria de “resistência”.
O sectarismo produz essa paralisia moral. O Brasil não está sendo independente. Está sendo pequeno, covarde e cúmplice.
A história não tem amnésia. Ela não perdoa quem disfarça o alinhamento ideológico com o verniz da prudência diplomática.
Ao se postar como advogado do abismo, o Brasil abandona sua grandeza para ser o conselheiro do eixo que quer ver o mundo em chamas, o eixo do mal.
É cristalino. É vergonhoso.
O rastro de sangue dessa escolha não será apagado por nenhuma nota oficial emitida de dentro de gabinetes vermelhos, verde-amarelos refrigerados.
O silêncio diante do mal é a assinatura da própria queda.
E lembrem. A história não perdoa quem estende o tapete vermelho para carrascos.


Pontocritico.com

ALTA PERFORMANCE

 

META

Antes de tudo, mais do que sabido, ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS, NOTORIAMENTE NAS EMPRESAS ESTATAIS BRASILEIRAS, NÃO SÃO OBRA DO ACASO, MAS DE UMA META QUE DEVE SER PERSEGUIDA -CONSTANTEMENTE- DE TODOS AQUELES QUE OCUPAM OS MAIS DIVERSOS CARGOS NESTE DESTRUIDOR GOVERNO LULA PETISTA.


TURMA ALTAMENTE FOCADA

No que diz respeito às ESTATAIS FEDERAIS, EM MATÉRIA DE ROMBOS A TURMA PETISTA DE DESTRUIDORES TEM DEMONSTRADO COMPORTAMENTO EXEMPLAR. ALTAMENTE FOCADO, DEPOIS DE ATINGIR -COM SOBRA- A META DE 2025, LULA ABRIU O ANO DE FORMA BRILHANTE: em JANEIRO de 2026, para quem não sabe, o ROMBO DAS ESTATAIS, segundo o RELATÓRIO -ESTATÍSTICAS FISCAIS DO BANCO CENTRAL, FOI DE R$ 3,3 BILHÕES, o maior SALDO NEGATIVO PARA O MÊS DA SÉRIE HISTÓRICA, INICIADA EM 2002. UM AUMENTO DE 560% ante JANEIRO DE 2025Que tal? 


HORS CONCOURS

Mais: com destaque especial, na categoria -HORS CONCOURS-, aparece, obviamente OS CORREIOS, por conta do FABULOSO ROMBO REGISTRADO NO ACUMULADO DE JANEIRO A SETEMBRO DE 2025, QUE ATINGIU A FANTÁSTICA MARCA DE R$ 6,1 BILHÕES, com a clara promessa de repetir a META-DESASTRE EM 2026. 


BANCO CENTRAL NA RODA DO DESFORTÚNIO

O que está chamando a atenção nesta coleção de ROMBOS é o BANCO CENTRAL. Sob a presidência do PETISTA GABRIEL GALÍPOLO, a INSTITUIÇÃO FECHOU COM RESULTADO ACIMA DA META, AO APRESENTAR UM MAGNÍFICO PREJUÍZO DE R$ 119,97 BILHÕES EM 2025, com a alegação de que o RESULTADO NEGATIVO É CONSEQUÊNCIA DA VALORIZAÇÃO DO REAL FRENTE AO DÓLAR.  Sei...


Pontocritico.com

"Não será uma guerra de anos", afirma Netanyahu sobre ofensiva contra o Irã

 


Em entrevista à rede americana Fox News nesta segunda-feira (02/03), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, buscou tranquilizar a opinião pública internacional ao garantir que a ofensiva conjunta com os Estados Unidos contra o regime iraniano terá um desfecho delimitado. Segundo o premiê, a campanha não será uma "guerra sem fim".

Operação Decisiva

Netanyahu projetou que a missão é uma "ação rápida e decisiva". Embora tenha admitido que o conflito deve "levar algum tempo", ele foi enfático ao afirmar que a duração será medida em meses, e não em anos.

Enquanto isso, em Washington, o presidente Donald Trump reforçou os quatro pilares estratégicos da operação iniciada no último sábado:

  1. Mísseis: Destruição total da capacidade de mísseis balísticos do Irã.

  2. Marinha: Aniquilação das forças navais no Golfo Pérsico.

  3. Nuclear: Garantia de que Teerã jamais obtenha armas atômicas.

  4. Influência Regional: Corte definitivo do financiamento a grupos como Hezbollah e Hamas.


"A Grande Onda": Trump alerta para escalada

Apesar do otimismo de Netanyahu quanto à brevidade, Trump adotou um tom mais agressivo em entrevista à CNN. O presidente americano sugeriu que o que o mundo viu no último fim de semana foi apenas o prelúdio de uma ofensiva muito maior.

"Estamos dando uma surra no Irã, mas a fase mais devastadora ainda está por vir. A grande onda nem aconteceu ainda. Ela está chegando em breve", declarou Trump, sinalizando um bombardeio de proporções sem precedentes coordenado pelo Pentágono.

O Tabuleiro Global

A retórica de "guerra limitada" de Netanyahu contrasta com a preparação militar descrita por Trump, criando um clima de incerteza nos mercados globais. Enquanto Israel foca na segurança regional imediata, os EUA parecem determinados a realizar um desmonte estrutural das capacidades militares iranianas.


Objetivos da Coalizão até o momento:

Alvo EstratégicoStatus da Operação
Liderança PolíticaAiatolá Khamenei morto em ataque no sábado.
Infraestrutura NavalSob bombardeio intensivo no Estreito de Ormuz.
Parques de MísseisAlvos primários das incursões aéreas de domingo.
Redes de FinanciamentoMonitoramento e bloqueio de rotas de suprimento para o Líbano.

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O Pacificador da França: Como Henrique IV transformou o ódio religioso em tolerância nacional

 


Henrique IV (1553–1610), conhecido como "O Bom Rei" ou "O Vert-Galant", foi um dos monarcas mais emblemáticos da história e o primeiro da Dinastia Bourbon a sentar-se no trono da França. Sua trajetória é marcada pela superação de conflitos religiosos e pela reconstrução de uma nação devastada.

Aqui está um resumo de sua vida e por que ele é considerado o "pai" da França moderna:


1. O Rei das Contradições e da Paz

Henrique nasceu na Navarra (região entre França e Espanha) e foi criado como protestante (huguenote) em uma época em que a França estava mergulhada nas sangrentas Guerras de Religião contra a maioria católica.

  • "Paris bem vale uma missa": Para encerrar o conflito e ser aceito como rei pela capital francesa, ele tomou uma decisão pragmática: converteu-se ao catolicismo em 1593. A frase, atribuída a ele, tornou-se o maior símbolo da realpolitik (política baseada em pragmatismo e não em ideologia).

2. O Edito de Nantes (1598)

Este é, sem dúvida, o seu maior legado político e humanitário.

  • Tolerância Religiosa: Henrique IV assinou o Edito de Nantes, que encerrou décadas de guerra civil ao conceder aos protestantes direitos civis e liberdade de culto em certas regiões. Foi um passo revolucionário para a época, separando, pela primeira vez na prática, a unidade religiosa da lealdade ao Estado.


3. Reconstrução e Prosperidade

Henrique IV encontrou a França falida e faminta. Junto com seu ministro, o Duque de Sully, ele implementou reformas econômicas profundas:

  • "Uma galinha na panela": Ele ficou famoso pela promessa de que cada camponês em seu reino deveria ter condições de ter "uma galinha na panela todos os domingos". Ele focou na agricultura e na infraestrutura.

  • Desenvolvimento Urbano: Em Paris, ele construiu a Pont Neuf (a ponte mais antiga da cidade hoje) e a Place Royale (atual Place des Vosges), modernizando a capital.


4. Importância Histórica

A importância de Henrique IV reside em três pilares fundamentais:

  1. Fundação da Dinastia Bourbon: Ele estabeleceu a linhagem que levaria a França ao absolutismo de Luís XIV e que governaria o país até a Revolução Francesa.

  2. Centralização do Poder: Ele enfraqueceu o poder da nobreza rebelde e fortaleceu a autoridade real, pavimentando o caminho para que a França se tornasse a maior potência europeia no século XVII.

  3. Ideia de Nação: Henrique promoveu a ideia de que ser "francês" era mais importante do que ser católico ou protestante, um precursor do conceito moderno de cidadania.

5. Um Fim Trágico

Apesar de ser amado por muitos, Henrique IV sofreu mais de 20 tentativas de assassinato por fanáticos religiosos que não perdoavam sua tolerância. Em 1610, ele foi esfaqueado até a morte em sua carruagem, em Paris, pelo fanático católico François Ravaillac.


Resumo do Legado

ÁREAIMPACTO
ReligiãoPaz entre católicos e protestantes via Edito de Nantes.
EconomiaEstímulo à agricultura e saneamento das contas públicas.
CulturaInício do renascimento arquitetônico de Paris.
PolíticaEstabilização da monarquia após décadas de anarquia.

Ataque com drones provoca incêndio na embaixada dos EUA em Riade

 


A madrugada desta terça-feira (03/03, horário local) foi marcada por uma nova ofensiva aérea contra alvos diplomáticos e infraestruturas na Arábia Saudita. O Ministério da Defesa do reino confirmou que a embaixada dos Estados Unidos em Riade foi atingida por dois drones, resultando em um incêndio controlado e danos materiais leves.

Defesa Aérea e Interceptações

O sistema de defesa saudita operou intensamente para conter o ataque, que é atribuído a forças iranianas ou grupos aliados em retaliação à ofensiva dos EUA e Israel iniciada no sábado.

  • Drones abatidos: Além das duas aeronaves que atingiram o complexo diplomático, outras quatro foram interceptadas pelas forças locais sobre o bairro diplomático de Riade.

  • Refinarias sob fogo: Relatos indicam que o ataque não se limitou à embaixada, atingindo também refinarias de petróleo na região, o que amplia a crise no setor energético.


Alerta de Segurança e Confinamento

A representação diplomática de Washington emitiu um comunicado urgente aos cidadãos americanos residentes em Riade, Jidá e Dhahran. A orientação é que permaneçam em locais seguros (confinamento) e evitem qualquer deslocamento em direção à embaixada até que novas instruções sejam fornecidas.

Contexto da Escalada Militar

O ataque desta madrugada faz parte de uma sequência de ofensivas iranianas registradas desde o último sábado, após a morte do líder supremo Ali Khamenei.

  • Alvos recorrentes: Nos últimos dias, mísseis iranianos já haviam sido interceptados em direção ao Aeroporto Internacional de Riade e a uma base aérea que abriga militares norte-americanos.

  • Ameaça Global: A retaliação iraniana agora se divide entre ataques terrestres/aéreos a aliados dos EUA e a ameaça de bloqueio total do Estreito de Ormuz, por onde transita 20% do petróleo mundial.

EUA justificam ataque ao Irã como "ação preventiva" para evitar baixas americanas

 


O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta segunda-feira (02/03) que a ofensiva aérea realizada no último sábado contra o Irã foi uma medida preventiva necessária. Segundo Rubio, a inteligência americana detectou que o Irã possuía planos de represália automática contra tropas dos EUA caso Israel iniciasse um ataque, o que motivou a decisão do presidente Donald Trump de agir antecipadamente.

A Tese da "Ameaça Iminente"

Para justificar a ação militar sem consulta prévia ao Congresso — uma exigência legal nos EUA —, Rubio enfatizou a iminência do perigo:

  • Reação em Cadeia: O governo americano sabia dos planos de Israel para atacar Teerã e tinha informações de que comandantes iranianos já possuíam ordens para atingir alvos americanos imediatamente após qualquer agressão israelense.

  • Cálculo de Danos: "Se tivéssemos ficado esperando, teríamos sofrido muito mais baixas", declarou o secretário, defendendo que a omissão seria vista como negligência diante das informações de inteligência.


Objetivos da Missão vs. Mudança de Regime

Embora o ataque de sábado tenha resultado na morte do líder supremo, Aiatolá Ali Khamenei (operação atribuída a Israel pelo Secretário de Defesa, Pete Hegseth), Rubio traçou uma linha clara sobre as intenções de Washington:

  1. Objetivo Militar: Destruição das capacidades de mísseis balísticos e do poderio naval do Irã no Golfo Pérsico.

  2. Posição Política: O secretário admitiu que os EUA desejam a queda da República Islâmica e esperam que o povo iraniano estabeleça um "novo futuro", mas ressaltou que a derrubada do governo não era o objetivo operacional direto da missão.

"Independentemente do que acontecesse, essa operação teria que acontecer inevitavelmente", afirmou Rubio, sugerindo que o confronto com Teerã era considerado apenas uma questão de tempo pela administração Trump.


Tensão no Estreito de Ormuz

A declaração de Rubio ocorre em um momento crítico, enquanto o Irã ameaça fechar o Estreito de Ormuz e atacar navios comerciais como retaliação. O governo americano mantém a postura de que garantirá a livre navegação na região, utilizando a força necessária para neutralizar as capacidades navais iranianas mencionadas pelo secretário.

Feminicídio no Brasil: Estudo aponta 6,9 mil vítimas em 2025 e alerta para subnotificação oficial

 


Um novo levantamento do Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina (Lesfem/UEL) revela um cenário alarmante: o Brasil registrou 6.904 casos de feminicídio (entre consumados e tentados) em 2025. O número representa um salto de 34% em comparação ao ano anterior, expondo uma média cruel de quase seis mulheres mortas por dia no país.

A Divergência nos Dados

O relatório da UEL apresenta números 38,8% superiores aos dados oficiais do Ministério da Justiça (Sinesp). Enquanto o governo contabilizou 1.548 mortes, o Lesfem identificou 2.149 assassinatos e 4.755 tentativas.

A pesquisadora Daiane Bertasso explica que essa diferença ocorre pela subnotificação e pela falha na tipificação do crime no momento do registro policial. Muitas vezes, o sistema de segurança pública não identifica o componente de gênero na violência, registrando-os como homicídios comuns.


Perfil da Violência: O Perigo Mora ao Lado

Os dados qualitativos do relatório ajudam a entender a dinâmica desse crime, que o estudo classifica como "não inesperado", mas sim o desfecho de um ciclo de abusos.

  • O Agressor: Em 75% dos casos, o crime ocorre no âmbito íntimo (cometido por companheiros ou ex-parceiros).

  • O Local: A maioria das agressões acontece dentro da própria casa da vítima (38%) ou na residência do casal (21%).

  • Meio Utilizado: A arma branca (faca, foice ou canivete) foi usada em 48% das ocorrências.

  • Vítimas Indiretas: O crime deixou um rastro de 1.653 crianças órfãs em 2025. Ao menos 101 vítimas estavam grávidas quando foram atacadas.


Falhas na Proteção e a "Machosfera"

O estudo destaca que o Estado tem falhado em proteger mulheres que já haviam rompido o silêncio: 22% das vítimas já tinham realizado denúncias anteriores contra seus agressores.

A pesquisa também alerta para o crescimento da "machosfera" — redes digitais que propagam misoginia e masculinidade tóxica —, influenciando desde adultos até crianças e fortalecendo o ódio que precede a violência física.

"O feminicídio resulta de relações familiares e íntimas e ocorre após um ciclo de violências de vários tipos que a sociedade, muitas vezes, ignora", afirma Daiane Bertasso.


Resumo dos Dados (2025)

CategoriaDado Estatístico
Total de Vítimas (Tentadas + Consumadas)6.904
Mortes Confirmadas2.149
Média de Mortes Diárias5,89
Faixa Etária Predominante25 a 34 anos
Uso de Arma Branca48%
Prisões Confirmadas67%