Preços do gado gordo sobem no RS; reposição recua

 


O mercado do gado gordo no Rio Grande do Sul registrou alta nos preços nesta semana, tanto para machos quanto para fêmeas, a peso vivo e a rendimento de carcaça. Os dados são da Análise Semanal de Preços do Gado Gordo e de Reposição, realizada pelo NESPro/UFRGS.

Motivos da alta

Segundo o estudo, o movimento está ligado à retomada gradual das negociações após o recesso de fim de ano, período marcado por menor volume de negócios. Essa recomposição contribuiu para o avanço das cotações.

O NESPro destacou ainda que as discussões sobre possíveis sobretaxas chinesas à carne bovina brasileira não impactaram diretamente o mercado gaúcho, já que o Estado tem baixa participação nas exportações destinadas à China.

Reposição em queda

Enquanto o gado gordo apresentou valorização, o mercado de reposição registrou queda na maioria das categorias, reflexo do baixo volume de negociações típico do início do ano.

Variação por categoria

  • Boi gordo (peso vivo): +3,1%

  • Boi gordo (carcaça): +4,8%

  • Vaca gorda (peso vivo): +3,1%

  • Vaca gorda (carcaça): +4,1%

  • Terneira: -12,6%

  • Terneiro: -12,3%

  • Novilho: -4,2%

RS prorroga uso de notas fiscais em papel para pequenos produtores até abril

 


Desde segunda-feira (5), a emissão de nota fiscal eletrônica passou a ser obrigatória para todos os produtores rurais em operações internas no Rio Grande do Sul. No entanto, atendendo a pedidos do setor, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) prorrogou até 30 de abril o prazo para utilização do tradicional talão de produtor rural impresso (modelo 4), válido apenas para agricultores com receita bruta inferior a R$ 360 mil.

Transição gradual

A medida busca dar mais tempo de adaptação às novas regras, que seguem norma nacional definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A Receita Estadual gaúcha publicará decreto formalizando a prorrogação. A partir de 1º de maio de 2026, o uso do modelo 4 será definitivamente proibido.

A mudança vem sendo implementada de forma escalonada:

  • Desde 2021, produtores com faturamento acima de R$ 4,8 milhões já estavam obrigados a emitir notas eletrônicas.

  • Em janeiro de 2025, a exigência passou a valer para quem tem receita bruta de R$ 360 mil ou mais e para todas as operações interestaduais.

  • Agora, pequenos produtores têm prazo estendido até abril para se adequar.

Benefícios da digitalização

A modernização da documentação fiscal no setor agropecuário promete tornar o processo mais ágil e seguro, reduzindo burocracias, falhas de preenchimento e riscos de perda de documentos. A medida também antecipa mudanças previstas na Reforma Tributária, que deve extinguir completamente o uso de notas em papel.

Ferramentas disponíveis

A Sefaz oferece duas opções gratuitas para emissão eletrônica:

  • Nota Fiscal Fácil (NFF): aplicativo para celular, que pode ser usado mesmo sem internet. As notas são emitidas offline e validadas quando o aparelho se conecta novamente. O app também permite sugestões e inclusão de novos produtos.

  • Nota Fiscal Avulsa Eletrônica (NFA-e): indicada para operações mais complexas, como exportações.

RS registra queda no volume de exportação de ovos, mas receita cresce em 2025

 


O Rio Grande do Sul, que liderou as exportações brasileiras de ovos em 2024, encerrou 2025 com redução de 11% no volume embarcado, reflexo dos embargos e suspensões decorrentes do caso de influenza aviária em uma granja de Montenegro. Foram exportadas 5.787 mil toneladas, contra 6.500 mil no ano anterior.

Apesar da queda em volume, a receita aumentou 28,4%, passando de US$ 17,017 milhões em 2024 para US$ 21,852 milhões em 2025. Com isso, o Estado ficou em quarto lugar no ranking nacional de exportações por volume, atrás de Mato Grosso, São Paulo e Minas Gerais, mas garantiu a segunda posição em faturamento, superado apenas por São Paulo.

Estratégia e mercado

Segundo o presidente-executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos, o RS optou por não exportar ovos para os Estados Unidos quando o mercado abriu repentinamente no final de 2024. “Não se sabia se seria uma ação duradoura, mais pela questão da recuperação dos EUA da influenza aviária”, explicou.

Ele destacou que o “tarifaço” imposto posteriormente reduziu a demanda externa, gerando excedente no mercado interno. “O Rio Grande do Sul, como não exportou, conseguiu atravessar essa fase com equilíbrio”, avaliou.

Perspectivas para 2026

Santos projeta crescimento de 10% a 15% nas exportações neste ano, desde que não ocorram novos problemas sanitários ou climáticos como os de 2024, que afetaram regiões produtoras como o Vale do Taquari. Ele também aposta na definição do acordo Mercosul-União Europeia, que pode abrir espaço para o envio de ovos brasileiros ao bloco europeu.

Mercados e modernização

Atualmente, o Brasil exporta para países como Japão, Chile, nações do Oriente Médio e da África. Para Santos, a diversificação garante abastecimento contínuo e fortalece o setor. “O ovo tem sido emergente no agronegócio brasileiro, com modernização, automação e novos produtos voltados ao mundo fitness e esportivo”, afirmou.

O dirigente ainda destacou que o RS aguarda a retomada plena do mercado chileno, considerado estratégico pela proximidade logística. “É uma retomada lenta, não conseguimos recuperar o ritmo que tínhamos até meados de 2024”, disse.

Mesmo com desafios, Santos se mostra otimista: “As exportações devem crescer em faturamento, embora haja queda nos volumes, devido à não exportação para os EUA, à retomada gradual do Chile e aos embargos enfrentados durante a influenza aviária.”

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Brasil bate recorde nas exportações de carne suína em 2025

 


O Brasil registrou em 2025 o maior volume de exportações de carne suína da história, com 1,510 milhão de toneladas embarcadas, crescimento de 11,9% em relação a 2024 (1,352 milhão de toneladas). Com esse resultado, o país deve ultrapassar o Canadá e assumir a terceira posição no ranking mundial de exportadores, segundo avaliação da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Desempenho anual e receita

O bom resultado foi impulsionado pelo desempenho de dezembro, quando os embarques somaram 137,8 mil toneladas, alta de 25,8% frente ao mesmo mês de 2024. Em termos de receita, as exportações renderam US$ 3,619 bilhões em 2025, avanço de 19,3% sobre o ano anterior. Apenas em dezembro, o faturamento foi de US$ 324,5 milhões, contra US$ 258,4 milhões em 2024.

Participação dos estados

Embora a ABPA não tenha detalhado os números por estado em 2025, em 2024 o Rio Grande do Sul foi o segundo maior exportador, com 21,71% dos embarques (290,3 mil toneladas), atrás de Santa Catarina (54,76%) e à frente do Paraná (13,88%). Em número de abates, o RS ocupou a terceira posição nacional.

Principais destinos

  • Filipinas: 392,9 mil toneladas (+54,5%), consolidando-se como principal mercado.

  • China: 159,2 mil toneladas (-33%).

  • Chile: 118,6 mil toneladas (+4,9%).

  • Japão: 114,4 mil toneladas (+22,4%).

  • Hong Kong: 110,9 mil toneladas (+3,7%).

Diversificação de mercados

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, os números refletem uma mudança significativa no cenário internacional. “As Filipinas se consolidaram como maior importadora da carne suína do Brasil, e outros mercados, como Japão e Chile, ganharam protagonismo entre os cinco maiores compradores”, destacou.

Segundo Santin, o desempenho demonstra a eficácia da estratégia de diversificação de destinos, que reduz riscos, amplia oportunidades e fortalece a presença brasileira no mercado global, sustentando expectativas positivas para 2026.

Programa Terra Forte inicia diagnósticos em 131 municípios do RS

 


O Programa Operação Terra Forte começou nesta terça-feira (6) as visitas técnicas em 131 municípios do Rio Grande do Sul, etapa que marca o início da elaboração dos Planos Individuais de Ações Integradas (PIAIs). A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e executada pela Emater/RS-Ascar.

Objetivo dos diagnósticos

Os PIAIs são documentos técnicos personalizados, elaborados com apoio da Assistência Técnica e Extensão Rural (Aters). Eles definem medidas de recuperação produtiva, ambiental e de fortalecimento da resiliência climática das propriedades rurais.

Com base nesses planos, cada agricultor familiar poderá receber auxílio financeiro de até R$ 30 mil, em parcela única, por meio do Cartão Cidadão, destinado à execução das ações previstas.

Etapa fundamental

Segundo a SDR, todos os municípios participantes já estão aptos para a fase de diagnóstico e construção dos PIAIs, considerada essencial para garantir que os recursos cheguem de forma direcionada às necessidades de cada propriedade.

Chuvas e temperaturas favorecem lavouras de milho no RS

 


As condições climáticas das últimas semanas, com bom volume de chuvas e temperaturas adequadas, têm beneficiado a cultura do milho no Rio Grande do Sul. Houve recuperação parcial da produtividade em áreas afetadas pela estiagem de novembro e dezembro, enquanto as lavouras irrigadas apresentam excelente desenvolvimento e expectativa de alta produção.

Situação das lavouras

Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado em 8 de janeiro, 93% da área projetada para o milho (785.030 hectares) já foi semeada, com a maior parte em fase de enchimento de grãos. As áreas plantadas mais tardiamente também apresentam bom desempenho.

Apesar dos avanços, as chuvas favoreceram a incidência de fungos, bacterioses e da cigarrinha-do-milho, exigindo atenção dos produtores. Há registros expressivos do inseto em várias regiões, mas sem relatos relevantes de enfezamento.

Na região de Bagé, em São Borja, a colheita já começou e alcança 10% dos 22 mil hectares cultivados, com boa produtividade inicial. Em Ijuí, o enchimento de grãos foi favorecido pelas chuvas recentes, embora a estiagem anterior tenha reduzido o número de grãos por espiga. Nas lavouras irrigadas, a produtividade média chega a 15.000 kg/ha, considerada de alto potencial. Para esta safra, a projeção estadual é de 7.370 kg/ha.

Milho para silagem

As lavouras destinadas à silagem também apresentam bom rendimento. A área estimada é de 366.067 hectares, com produtividade prevista de 38.338 kg/ha. Em Erechim, muitas lavouras mostram elevado potencial, com expectativa de 45 a 50 t/ha, apesar de perdas pontuais causadas pela estiagem. Em Ijuí, produtores já iniciaram a colheita e armazenamento em silos, com boa proporção de grãos na silagem.

Soja em avanço

A semeadura da soja alcançou 96% da área prevista (6,74 milhões de hectares). A maior parte das lavouras está em desenvolvimento vegetativo (87%), enquanto 13% já avançaram para a floração. Com o fim da janela de plantio, cresce a preferência por cultivares de ciclo tardio. As lavouras apresentam bom estande e desenvolvimento, sem incidência significativa de pragas ou doenças, embora os agricultores mantenham aplicações preventivas contra ferrugem-asiática.

Arroz em fase reprodutiva

O arroz segue em desenvolvimento vegetativo, mas algumas áreas já iniciaram a fase reprodutiva. As chuvas foram importantes para os cultivos, embora tenham causado danos em estruturas na Região Central. A área estimada pelo Irga é de 920.081 hectares, com produtividade prevista de 8.752 kg/ha.

Feijão no final do ciclo

A cultura do feijão avança para o fim do ciclo, favorecida pelas chuvas, que também atrasam a colheita em algumas regiões. Houve perdas em áreas que sofreram estresse hídrico durante o enchimento de grãos. A área projetada é de 26.096 hectares, dos quais 75% já foram semeados, com lavouras em boas condições fitossanitárias.

Vídeo - Incêndio na Patagônia argentina já destruiu mais de 5.500 hectares

 



Fonte: https://www.rsnoticias.top/2026/01/incendio-na-patagonia-argentina-ja.html

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