Inter precisa definir futuro de seis jogadores em fim de contrato

 


O Internacional inicia dezembro sob pressão para resolver situações urgentes no elenco. Seis jogadores têm contrato encerrando e devem ter seus futuros definidos nos próximos dias, em meio ao processo de reconstrução do departamento de futebol após uma temporada marcada por instabilidade. Alguns nomes são considerados prioritários para permanecer, enquanto outros já têm saída encaminhada.

Renovações prioritárias

Mercado

Mesmo aos 38 anos, Gabriel Mercado terminou o ano como um dos pilares da equipe, decisivo na permanência na Série A pela liderança e regularidade. O Inter deseja renovar seu contrato, e as tratativas devem ser simples. O argentino, inclusive, já demonstrou publicamente interesse em seguir no clube em 2026.

Victor Gabriel

A situação de Victor Gabriel, de 21 anos, é mais complexa. Emprestado pelo Sport, ele só permanece mediante o pagamento de R$ 3 milhões por 50% dos direitos econômicos. Em um momento de forte restrição financeira, o valor pesa, mas o Inter deve tentar viabilizar sua continuidade.

Saídas praticamente certas

Óscar Romero

Contratado para ser o substituto imediato de Alan Patrick, Óscar Romero não conseguiu render o esperado e não permanecerá para 2026.

Lucca Drummond

Também deve deixar o clube ao fim do vínculo, seguindo o mesmo caminho de Romero.

Casos em avaliação

Bruno Henrique

Aos 36 anos, é respeitado no vestiário e visto como jogador de grupo, mas seu desempenho já não corresponde ao salário elevado. A tendência é de saída.

Carbonero

O colombiano vive uma situação mais delicada. Apesar de alguns bons números ofensivos, não conseguiu se firmar como titular e foi preterido por todos os técnicos ao longo do ano. É visto como um jogador de contribuição limitada sem a bola. Além disso, seus direitos pertencem ao Racing, com valor fixado em 4 milhões de dólares, o que dificulta qualquer tentativa de permanência.

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Lula afirma que só decidirá sobre PL da Dosimetria quando texto chegar ao Executivo

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (11) que só tomará uma decisão sobre a sanção do Projeto de Lei da Dosimetria quando o texto, já aprovado pela Câmara dos Deputados, chegar oficialmente ao Poder Executivo.

A proposta prevê a redução de penas de condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023 e pela tentativa de golpe de Estado, podendo beneficiar envolvidos nos episódios — entre eles, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Lula evitou comentar o mérito da proposta:

“Não gosto de dar palpite numa coisa que não diz respeito ao Poder Executivo. É uma coisa pertinente ao Poder Legislativo. Eles estão discutindo. Tem gente que concorda, tem gente que não concorda.”

Críticas a Bolsonaro e avaliação da condenação

Em entrevista ao programa EM Minas, em parceria com o Estado de Minas e o Portal Uai, Lula comentou a condenação de Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e três meses:

“Ele tentou fazer uma coisa muito grave. Não foi brincadeira. Tinha um plano arquitetado para matar a mim, matar o Alckmin, matar o Alexandre de Moraes. Tinha um plano para explodir um caminhão no aeroporto de Brasília e para sequestrar o Poder, já que perdeu as eleições.”

Tramitação e decisão final

Após aprovação na Câmara, o PL segue agora para análise do Senado Federal. Lula reforçou que só decidirá após receber o texto:

“Vamos ver o que vai acontecer. Quando chegar à minha mesa, eu tomarei a decisão. Eu e Deus.”

O presidente concluiu dizendo que agirá conforme considerar adequado:

“Farei aquilo que eu entender que deve ser feito. Porque ele [Bolsonaro] tem que pagar pela tentativa de golpe, pela tentativa de destruir a democracia. Ele sabe disso. Não adianta ficar choramingando agora.”

Defesa de Bolsonaro pede autorização ao STF para realização de ultrassom dentro da prisão

 


A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou nesta quinta-feira (11) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que um médico realize um exame de ultrassonografia nas dependências da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília.

Bolsonaro está preso em uma sala da PF, onde cumpre pena de 27 anos e três meses pela condenação no processo relacionado à trama golpista.

Pedido ocorre após determinação de perícia oficial

O requerimento foi apresentado após Moraes determinar que Bolsonaro passe por uma perícia médica oficial, a ser realizada pela própria Polícia Federal, no prazo de 15 dias.

Os advogados pedem que o médico Bruno Luís Barbosa Cherulli seja autorizado a entrar na superintendência para realizar o exame com um equipamento portátil de ultrassom, nas regiões inguinais direita e esquerda.

Na petição, a defesa afirma:

“Trata-se de procedimento não invasivo, rápido, que não exige sedação ou estrutura hospitalar, podendo ser plenamente realizado in loco, garantindo que as imagens e laudos sejam disponibilizados imediatamente à Polícia Federal para subsidiar a perícia já determinada.”

Guns N’ Roses confirma show em Porto Alegre em novo local e anuncia início das vendas de ingressos

 


O Guns N’ Roses está oficialmente de volta ao Sul do Brasil. A banda norte‑americana confirmou sua apresentação em Porto Alegre no dia 1º de abril de 2026, agora no Jockey Club, como parte da nova etapa da turnê mundial “Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”. Quando anunciada em novembro, a apresentação estava prevista para ocorrer no Beira‑Rio, mas o local foi alterado.

Segundo a produção, a escolha do Jockey Club marca um novo capítulo para os grandes eventos no Sul do país. O espaço será totalmente transformado para receber o espetáculo, com um projeto técnico especial de iluminação, som, operação e cenografia, criando um ambiente de grande impacto visual e sonoro para milhares de fãs.

Formação clássica e repertório de hits

A turnê traz Axl Rose, Slash e Duff McKagan juntos novamente, apresentando um repertório repleto de clássicos que atravessaram gerações, como “Sweet Child O’ Mine”, “Welcome to the Jungle”, “Paradise City” e “November Rain”. A noite ainda contará com a participação especial da banda americana de hard rock Halestorm.

Ingressos: datas e valores

As vendas para Porto Alegre acontecem ao longo de dezembro, divididas em etapas:

Cronograma

  • Pré‑venda Fã Clube: 12/12, às 8h (por 24h)

  • Pré‑venda Experience: 13/12, às 8h

  • Pré‑venda Grupo VIP: 13/12, às 9h30 (via WhatsApp)

  • Venda geral: 13/12, às 10h, pelo site Eventim

A organização recomenda atenção às datas, já que a expectativa é de alta demanda, seguindo o histórico das últimas turnês da banda.

Setores e preços

  • Pista: a partir de R$ 385

  • Pista Premium: a partir de R$ 625

  • Experience: a partir de R$ 1.530

  • Camarote: a partir de R$ 925

Alguns setores contam com meia‑entrada e ingresso social.

STF reage em menos de 24 horas e anula votação da Câmara que manteve mandato de Carla Zambelli

 


A derrota da cassação de Carla Zambelli (PL) no plenário da Câmara — que ficou 30 votos abaixo dos 257 necessários — já não significava garantia de permanência no cargo. Menos de um dia depois, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a votação e determinou que o suplente da deputada seja empossado em 48 horas.

A resposta do Supremo foi imediata. Zambelli havia sido condenada a 10 anos de prisão por orquestrar a invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e a Corte já havia determinado a perda do mandato. Presa na Itália, para onde fugiu tentando evitar o cumprimento da pena, a deputada viu o corporativismo parlamentar agir a seu favor — mas por pouco tempo.

Crise entre os poderes se intensifica

O resultado da sessão na Câmara, além de representar um gesto de proteção interna entre parlamentares e de desobediência a uma ordem judicial, adicionou mais um capítulo à disputa entre Congresso e STF. O episódio elevou novamente o nível de tensão entre os poderes.

Havia, inclusive, uma alternativa em discussão que poderia ter evitado o desgaste institucional, mas ela não avançou.

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STF convoca sessão virtual para analisar decisão de Moraes sobre perda de mandato de Carla Zambelli

 


O presidente da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Flávio Dino, atendeu ao pedido de Alexandre de Moraes e convocou uma sessão virtual para esta sexta-feira (12), das 11h às 18h, para analisar a decisão que determinou a perda imediata do mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP).

O colegiado decidirá se mantém ou não o despacho de Moraes, que anulou a votação da Câmara dos Deputados que havia rejeitado a cassação da parlamentar. Para Moraes, a deliberação da Casa foi um “ato nulo, por evidente inconstitucionalidade”, além de violar princípios como legalidade, moralidade e impessoalidade, configurando desvio de finalidade.

Contexto da decisão

A determinação foi emitida no âmbito do processo de execução penal de Zambelli, que está presa na Itália. Ela foi condenada pelo STF em dois casos:

  • Invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – pena de 10 anos de prisão

  • Perseguição armada a um homem em São Paulo – pena de 5 anos e 3 meses

Moraes destacou que, conforme a Constituição, cabe ao Judiciário decretar a perda do mandato de parlamentares condenados criminalmente com trânsito em julgado, restando à Mesa da Câmara apenas formalizar a decisão.

Votação na Câmara e precedentes citados

Apesar da determinação judicial, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), levou o caso ao plenário. Na votação realizada na madrugada de quinta-feira (11), não foram alcançados os 257 votos necessários para cassar o mandato da deputada.

No despacho, Moraes citou precedentes como os casos do ex-senador Ivo Cassol, do ex-deputado Paulo Maluf e decisões do Mensalão, quando o STF firmou entendimento de que a condenação criminal com trânsito em julgado implica perda automática do mandato, já que há suspensão dos direitos políticos.

Populismo e Paraguai

 por Alexandre Garcia

Leio os títulos dos jornais: “Freio no Crescimento”, “Economia perde o fôlego” e outros eufemismos para mostrar a estagnação do PIB no terceiro trimestre do ano. Títulos enganadores, porque fazem pressupor que havia crescimento e fôlego. Meninos, eu vi o que é crescimento. Cobrindo economia no Jornal do Brasil, eu acompanhei, no que agora chamam de anos de chumbo, anos dourados do PIB brasileiro. Em 1973 crescemos 14%. Nem a China conseguiu isso. A média de crescimento em quatro anos foi de 11,2% ao ano. Milagre econômico, chamaram. Milagre nada. Foi produto de entusiasmo, otimismo, confiança na estabilidade jurídica e política. Abriam-se empresas e empregos. Faltavam empregados, papelão de embalagens, veículos na vitrine. Sobravam renda, emprego, produção, compra e venda. Só esfriou quando o petróleo de que o Brasil necessitava quadruplicou de preço.


Agora o PIB ainda se mostrou 0,1% positivo no trimestre, porque o petróleo é nosso. O pré-sal de petróleo e gás é que garantiu um décimo por cento de positivo, pois a indústria de manufaturados encolheu, o comércio perdeu fôlego - a 25 de Março em São Paulo, o Saara no Rio, mostram isso. Até o agro, que sustenta o balanço de pagamentos, ficou apenas com menos de meio por cento positivo. Nenhuma praga, oposta ao milagre; apenas o óbvio: só o trabalho produz riqueza. Num país em que 45% da população de idade ativa vive de benefícios sociais pagos pelos impostos tirados de todos, crescimento é impossível. Eram 90 bilhões de reais de benefícios em 2019; agora são 285 bilhões. Em 13 estados - norte e nordeste - o número de beneficiários é maior que o de assalariados, e falta mão de obra para a atividade econômica de emprego intensivo. Muito óbvio: o PIB parou porque estão empatados a renda e o gasto. A poupança, em novembro, diminuiu em quase 3 bilhões. Com eleições o ano que vem, o gasto aumenta. E aí?


Proibir reeleição seria uma solução, mas muitos vão dizer que é contra Lula. Com o populismo em campanha, todos vão pagar depois. Pagam os que geram riqueza, emprego e impostos, e os que se beneficiam disso, porque já não cai maná há mais de 3 mil anos. E não há almoço grátis. Tem que pagar. E só se paga quando houver geração de riqueza. E aí, repito o óbvio: só o trabalho gera riqueza - para sustentar governos e seus populismos. Populismo e contas públicas não fecham jamais. Demagogia não gera investimento nem produtividade; ao contrário. Sem crescer, não há riqueza a distribuir. Distribuir sem ter é desastre a ver. Na base, a conta de energia sobe mais que a inflação.


Não se festeja aumento do bolsa família; o que se deve festejar é a diminuição dos que recebem o benefício, porque o melhor programa social é o emprego. Mas populismo incha em ano eleitoral, até explodir as contas públicas. O arcabouço só existe em declarações do ministro. Como se não bastasse, há o custo Brasil, calculado em 1,7 trilhões por ano, conforme estudo e pesquisa CNI/Nexus. Impostos, energia cara, infraestrutura ruim, burocracia, tempo perdido - 1.506 horas por ano - para calcular e pagar tributos. Tira competitividade, investimento, inovação. É o atraso. Economia tenta andar com freio puxado. E tem que pagar muito imposto para o governo posar de beneficente. Ou mudar para o Paraguai.

Correio do Povo

Moraes anula votação da Câmara e determina perda de mandato de Carla Zambelli

 


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou nesta quinta-feira (12) a decisão da Câmara dos Deputados que havia rejeitado a cassação da deputada Carla Zambelli. O magistrado determinou que o presidente da Casa, Hugo Motta, dê posse ao suplente da parlamentar no prazo de 48 horas.

Além disso, Moraes solicitou que o presidente da Primeira Turma do STF, ministro Flávio Dino, agende uma sessão virtual nesta sexta-feira, das 11h às 18h, para referendar a decisão. Mais cedo, o Supremo já havia sinalizado que pretendia derrubar a deliberação da Câmara.

Fundamentos da decisão

Na decisão, Moraes afirmou que a votação que manteve o mandato de Zambelli violou o artigo 55, incisos III e VI, da Constituição Federal, que prevê a perda do mandato de parlamentares condenados criminalmente com sentença transitada em julgado.

Segundo o ministro:

“A deliberação da Câmara dos Deputados ocorreu em clara violação ao artigo 55 da Constituição, pois a sentenciada Carla Zambelli foi condenada por este Supremo Tribunal Federal, com trânsito em julgado em 7/6/2025.”

A certidão que confirma o trânsito em julgado foi emitida pela Secretaria Judiciária do STF.