Futuro de Mano Menezes no Grêmio será definido após fim do Brasileirão

 


Com a derrota para o Fluminense e o distanciamento da disputa pelo G-8, os bastidores do Grêmio se voltam para o futuro do técnico Mano Menezes. O treinador, cujo contrato termina no fim deste mês, terá uma reunião com a nova diretoria na próxima semana para definir se seguirá no comando em 2026.

🔹 Reunião decisiva

O presidente eleito Odorico Roman pretende se encontrar com Mano após a última partida do Brasileirão, contra o Sport, neste domingo (7), na Ilha do Retiro. A partir dessa conversa será tomada a decisão sobre a continuidade do treinador. Logo depois, começará o planejamento para a próxima temporada, já com a participação de Paulo Pelaipe, novo executivo de futebol.

🔹 Declarações do técnico

Enquanto aguarda a definição, Mano evita falar diretamente sobre seu futuro, mas reforça a importância da continuidade do trabalho:

“Isso não vai partir do treinador, vai partir da direção. Vou trabalhar para o último jogo e entregar o melhor até a última rodada. Acho sempre bom para trabalhos ter continuidade, porque o que passamos nessa primeira parte é muito revelador para evoluir.”

🔹 Apoio do elenco

O treinador conta com respaldo de líderes do vestiário. Após a derrota para o Fluminense, o goleiro Tiago Volpi e o lateral Marcos Rocha defenderam sua permanência:

  • Tiago Volpi: “O Mano tem total apoio de todos os jogadores. No segundo turno, enfrentamos grandes equipes e fomos bem. Essa indefinição gera desconforto, porque ele tem muita história, inclusive uma história bonita dentro do Grêmio.”

  • Marcos Rocha: “Seria ruim começar o ano sem treinador definido. A gente espera que ele fique. Ele teve que remontar o elenco em um momento difícil, com muitas lesões, e conseguiu o objetivo de não brigar para não cair.”

📌 A decisão sobre Mano Menezes será tomada logo após o encerramento do Brasileirão e será determinante para o início do planejamento tricolor em 2026.

Fonte: Correio do Povo

Cairo, 4 mil anos de história

 por Jurandir Soares

Capital do Egito mescla história, cultura, sofisticação e caos


Hoje vou falar sobre o Cairo, última etapa de minha viagem, que passou também por Dubai e Bangkok. O Cairo é uma cidade onde a história não apenas se preserva — ela pulsa. Capital do Egito moderno, com mais de 20 milhões de habitantes, a metrópole mistura intensidade, caos, modernidade, falcatrua e um patrimônio inigualável. É ali que se pode reencontrar parte essencial da trajetória humana, registrada nos museus que abrigam relíquias com mais de 4 mil anos.


Nos salões do Museu Nacional, no Museu das Civilizações e, sobretudo, no recém-inaugurado e monumental Grande Museu Egípcio, o visitante percorre períodos que remontam a até 2500 anos antes de Cristo. É uma viagem concreta ao passado, apresentada com rigor arqueológico e uma riqueza visual arrebatadora.


TESOUROS


O novo museu, estrategicamente construído próximo às pirâmides de Gizé, impressiona pela arquitetura futurista e pelo conteúdo que guarda. Uma passarela, em fase final de construção, conectará diretamente o complexo às pirâmides, reforçando a integração entre os símbolos máximos da antiguidade e sua moderna vitrine. Entre peças colossais e delicadas joias esculpidas à mão, a atração mais aguardada é a tumba de Tutancâmon, apresentada com detalhes nunca antes expostos ao grande público. Sarcófagos, adereços reais, mobiliário ritualístico e máscaras douradas formam um conjunto que demonstra a sofisticação de uma civilização capaz de dominar técnicas, rituais e conhecimentos que ainda intrigam a ciência.


CAPÍTULOS


Nos outros museus da cidade, como o Nacional e o das Civilizações, encontram-se múmias de faraós, papiros preservados, utensílios do cotidiano, ídolos e esculturas que revelam crenças, hábitos e avanços tecnológicos do Egito Antigo. Cada sala conta um capítulo distinto: o nascimento da escrita, a medicina rudimentar, os sistemas de irrigação e a visão espiritual do além-vida. O Cairo, nesse sentido, é uma sala de aula permanente, aberta ao mundo.


MAGNITUDE


Da esplanada de Gizé, a visão das pirâmides e da esfinge é algo que mexe com o imaginário da gente. A imensidão das estruturas, erguidas há milênios com precisão ainda debatida, provoca o mesmo impacto que levou Napoleão, ao chegar ao Egito com suas tropas, a exclamar: “Soldados! Do alto destas pirâmides quatro mil anos de história vos contemplam!”. A frase, repetida por guias e estudiosos, continua descrevendo perfeitamente o sentimento de quem se coloca diante desses colossos. A cada olhar, renova-se a percepção de que ali se ergue uma das maiores realizações humanas.


CAOS


Contudo, a trajetória do visitante nem sempre é tranquila. Depois de episódios de ataques terroristas, o Cairo reforçou a segurança, protegendo turistas e moradores. Policiais estão posicionados por toda parte, e até os hotéis contam com detectores de metais e equipes de vigilância. A sensação, apesar de intensa, é de proteção.


Em contraste, o trânsito da cidade parece regido por outras leis — ou pela ausência delas. É, possivelmente, o mais caótico entre os grandes centros urbanos. Não há sinaleiras, e dobrar para qualquer lado, inclusive fazer retornos inesperados, é regra. A comunicação é feita pelas buzinas, constantemente acionadas, numa sinfonia que, para os visitantes, soa ensurdecedora. Carros arranhados são maioria, e o pedestre, totalmente desconsiderado: sem faixas, ele cruza entre veículos em movimento, assumindo risco de vida a cada travessia.


NEGÓCIOS


Outra dificuldade enfrentada pelo turista é a insistente tentativa de exploração comercial. Motoristas de transfer costumam fazer paradas inesperadas em lojas onde recebem comissões, e gorjetas são exigidas com frequência — muitas vezes acompanhadas de reclamações sobre o valor entregue. A experiência, por vezes desgastante, exige paciência e firmeza.


Mas há recompensas. Um passeio noturno pelo Nilo, com jantar e show a bordo, incluindo a tradicional dança do ventre, devolve ao visitante a serenidade que o trânsito e o comércio agressivo retiram. A brisa do rio, o reflexo das luzes da cidade e o ritmo envolvente da música criam um raro momento de contemplação.


No fim, os obstáculos se tornam pequenos diante da grandeza oferecida pelo Egito milenar. Estar diante de artefatos que sobreviveram a milhares de anos, caminhar pelo berço de civilizações e contemplar monumentos que desafiam o tempo, faz da viagem ao Cairo uma experiência transformadora — daquelas que permanecem para sempre na memória.

Correio do Povo

Flávio e Michele Bolsonaro trocam desculpas

 

Kit Chimarrão Grêmio – Cuia, Bomba e Garrafa Térmica “Dá-lhe Tricolor”

 


🔹 Descrição do Produto

Leve sua paixão pelo Grêmio para os momentos de chimarrão com este kit exclusivo composto por cuia artesanal em madeira nobre de imbuia, bomba em inox e garrafa térmica Termolar. Um conjunto completo que une tradição, qualidade e identidade tricolor.

🔹 Cuia

  • Material: Madeira nobre de imbuia

  • Altura: 12 cm (aprox.)

  • Diâmetro da boca: 10,5 cm | Base: 5,8 cm

  • Peso: 0,370 kg

  • Cor: Azul perolizado com pintura premium de alta qualidade

  • Produto artesanal: pode apresentar variações de medidas e tonalidades

🔹 Bomba

  • Material: Inox 304

  • Tamanho: 23 cm

  • Modelo: Chata com cesto fixo e sem biqueira

  • Gravação: A laser, resistente e durável

  • Marca: Alma Gaúcha

  • Produto licenciado com selo oficial

  • Embalagem em caixa personalizada – ideal para presente

🔹 Garrafa Térmica

  • Marca: Termolar

  • Material externo: Plástico | Interno: Vidro

  • Capacidade: 1,8 L

  • Altura: 38 cm | Diâmetro: 13,5 cm

  • Conservação térmica: líquidos quentes por até 12h e frios por até 24h

  • Produto licenciado com selo oficial

  • Estampa com a frase: “Dá-lhe Tricolor”

🔹 Conteúdo da Embalagem

  • 1 Cuia artesanal

  • 1 Bomba em inox

  • 1 Garrafa térmica

📌 Um kit completo para quem valoriza o chimarrão e quer demonstrar sua paixão pelo Grêmio em cada detalhe.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/kit-chimarrao-bomba-cuia-e-termica-da-lhe-tricolor-gremio-gastrobel/p/gh4cgb7584/ud/kcht/?seller_id=gastrobelequipamentos

TIRANIA NA POTÊNCIA MÁXIMA

 TIRANIA MÁXIMA

Aqui entre nós, por mais que os ministros do STF estejam sambando -SEM PARAR- no picadeiro da -TIRANIA MÁXIMA-, o QUE REALMENTE IMPRESSIONA é que as demais -AUTORIDADES CONSTITUÍDAS -pessoas ou órgãos que recebem -PODER LEGAL- (conferido por lei) para exercer funções em nome do Estado, como MINISTROS, JUÍZES, POLICIAIS E CHEFES DE GOVERNO-, NÃO SE MOSTRAM MINIMAMENTE INCOMODADOS. 

DEMOCRACIA

DE NOVO: Impressiona, e muito, porque em qualquer lugar do mundo que respira um pingo de -DEMOCRACIA-, QUALQUER AGENTE PÚBLICO, notadamente a POLÍCIA, deve ATUAR -estritamente- dentro dos LIMITES LEGAIS E CONSTITUCIONAIS. A propósito, o Artigo 144 da CF - define a segurança pública como DEVER DO ESTADO, mas SUBORDINA AS AÇÕES POLICIAIS AOS PRINCÍPIOS DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO.

JURAMENTO

Vale lembrar que a AUTORIDADE POLICIAL - ao assumir as FUNÇÕES PERTINENTES AO CARGO, PRESTA -JURAMENTO- PROMETENDO -EXCERCER A PROFISSÃO COM TOTAL FIDELIDADAE AOS PRECEITOS DA ÉTICA, RESPEITANDO A LIBERDADE E A DIVERSIDADE DE IDEIAS-. Mais: PROMETE RESPEITAR E DEFENDER: A VIDA, A PAZ, OS DIREITOS HUMANOS.

ESTADO TIRANO

Ora, para qualquer entendedor, POLICIAL, para cumprir uma ORDEM DE PRISÃO, antes de tudo precisa ter a certeza de que está COMENTENDO UM ATO LEGAL, DEVIDAMENTE RESPALDADO PELA CONSTITUIÇÃO. Assim se fizer algo fora do limite da lei, ele passa a ser uma AUTORIDADE DO ESTADO TIRANO, que abusa do poder, oprime os cidadãos e toma decisões de forma ilegítima ou arbitrária. 


Pontocritico.com

FRASE DO DIA - 05.12.2025

 Ética é a concepção dos princípios que eu escolho, Moral é a sua prática.

- Mário Cortella

Crise no Beira-Rio: rebaixamento ameaça empurrar Inter ao colapso financeiro

 


O Internacional vive dias de turbulência que vão além do campo. À beira de um novo rebaixamento à Série B, o clube enfrenta um cenário que pode desencadear não apenas um golpe esportivo, mas também um colapso econômico, em meio a dívidas bilionárias e receitas no limite.

🔹 Risco de colapso financeiro

Nos bastidores, a preocupação é grande. Caso o descenso se confirme neste domingo (7), após o jogo contra o Bragantino, o Inter pode ser empurrado para uma situação de default — incapaz de honrar compromissos básicos — ou até mesmo para um pedido de recuperação judicial, caminho já adotado por outros clubes brasileiros.

Especialistas apontam que equipes rebaixadas à Série B sofrem rápida perda de receitas. As estimativas mais conservadoras indicam uma queda de 30% a 50% nos ganhos recorrentes. Para um clube endividado como o Inter, o impacto seria devastador.

🔹 Dívidas e déficit acumulados

O clube convive há mais de uma década com um passivo sufocante e deve encerrar o ano com dívidas próximas de R$ 1 bilhão, que geram cerca de R$ 80 milhões anuais em juros.

Nem mesmo uma temporada de receitas robustas — R$ 621 milhões em 2024, impulsionadas por uma venda recorde de jogadores que somou R$ 258,3 milhões — foi suficiente para equilibrar as contas. O balanço fechou com déficit de R$ 34,5 milhões.

🔹 Impacto imediato do rebaixamento

  • Direitos de transmissão: redução de até 90% dos valores. Em vez dos atuais R$ 195,5 milhões, o clube receberia apenas uma fração.

  • Patrocínios: retração esperada. O principal parceiro, o Banco Alfa, que desembolsa R$ 50 milhões anuais, já deixou de pagar a parcela de outubro e se aproxima do segundo mês de inadimplência.

  • Quadro social e bilheteria: tendência de queda acentuada.

  • Elenco: desvalorização dos atletas, com negociações menos lucrativas a partir da Série B.

🔹 O temor do “default”

No ambiente econômico, default significa a incapacidade de cumprir obrigações financeiras, como pagamento de empréstimos, fornecedores, impostos ou direitos. As dívidas se acumulam, os prazos se estendem, os juros disparam e instala-se um ciclo vicioso.

📌 Esse é o fantasma que hoje ronda o Beira-Rio, em meio à ameaça concreta de rebaixamento e ao risco de colapso financeiro.

Fonte: Correio do Povo

Racha no vestiário expõe crise e empurra Inter para a beira do rebaixamento

 


O clima no Internacional voltou a evidenciar os problemas internos do elenco durante a derrota por 3 a 0 para o São Paulo, na noite de quarta-feira (3), na Vila Belmiro. No intervalo, quando o placar já marcava 2 a 0 para os paulistas, o meia Juninho foi alvo de cobranças duras dos próprios companheiros, em uma discussão que simboliza a queda técnica e emocional da equipe, cada vez mais próxima da Série B.

🔹 Conflitos recorrentes

O episódio não foi isolado. Ele se soma a uma série de desentendimentos que escancaram a desagregação do grupo colorado:

  • Primeiro turno: após a goleada por 4 a 1 para o Palmeiras, Mercado e Carbonero brigaram no vestiário, chegando às vias de fato.

  • Salvador: depois da partida contra o Bahia, D’Alessandro e Bernabei discutiram de forma áspera, revelando relações pessoais deterioradas. O lateral ainda foi envolvido em denúncias de infidelidade, aumentando a tensão no elenco.

Esses episódios mostram que não se trata apenas de um elenco desconectado, mas de um grupo sem afinidade, incapaz de cooperação e fragilizado emocionalmente diante da pressão da tabela.

🔹 Tentativas frustradas da direção

Em setembro, a direção promoveu uma atividade em um hotel em Viamão, divulgada como encontro de integração com psicólogo e comissão técnica. O objetivo era “romper a rotina” e reaproximar jogadores e dirigentes. No entanto, a iniciativa não surtiu efeito: a falta de sintonia e a ausência de liderança interna persistiram, enquanto os resultados em campo continuaram negativos.

🔹 Abel Braga e a percepção da crise

Na sua apresentação como técnico, no último domingo, Abel Braga tentou minimizar os rumores de racha:

“Não escutei de ninguém que o vestiário está rachado. Se estiver rachado, a dificuldade vai ser maior. Mas eu senti o contrário. Os jogadores sorrindo, com um ou outro mais sério. Mas a coisa correu bem.”

Cinco dias depois, convivendo com o elenco, a realidade mostra o oposto. O racha não era boato e segue sendo a principal explicação para um Inter que, além de tropeçar dentro de campo, implode fora dele.

📌 A crise interna e os conflitos no vestiário reforçam o cenário dramático do Inter, que vê o rebaixamento deixar de ser risco e se tornar destino provável.

Fonte: Correio do Povo

Depois do Ceará, família Bolsonaro pacificada - Alexandre Garcia

 



CPMI do INSS rejeita convocação de filho do presidente Lula

 


A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS rejeitou nesta quinta-feira (4) o requerimento que solicitava a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para prestar esclarecimentos ao colegiado. A proposta foi derrotada por 19 votos a 12, com articulação da base governista.

🔹 Origem do pedido

O requerimento foi apresentado pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) e se baseava em registros de que João Muniz Leite, ex-contador da família Lula da Silva, teria recebido R$ 120 mil de Ricardo Bimbo, dirigente do PT.

Bimbo, por sua vez, foi beneficiado por repasses de uma empresa suspeita de integrar esquema de descontos ilegais a aposentados.

“A coincidência temporal entre os repasses da ADS, os pagamentos realizados por Bimbo e o vínculo direto desse contador com Lulinha é grave e exige esclarecimento imediato”, dizia o texto do requerimento.

🔹 Investigações paralelas

O documento também citava que João Muniz Leite é investigado pelo Ministério Público de São Paulo por suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC.

Atualmente, Lulinha vive na Espanha, onde atua profissionalmente na área de tecnologia.

📌 Com a rejeição, o filho do presidente não será convocado pela CPMI, que segue suas investigações sobre irregularidades ligadas ao INSS.

Fonte: Correio do Povo