EUA pedirão na ONU endurecimento de sanções contra Coreia do Norte

 Pyongyang lançou um míssil balístico intercontinental na terça-feira



Os Estados Unidos pedirão ao Conselho de Segurança da ONU que endureça as sanções contra a Coreia do Norte, indicou um funcionário do alto escalão nesta quarta-feira, depois que Pyongyang lançou um míssil balístico intercontinental.

O funcionário, que não quis se identificar, disse esperar uma votação nos próximos dias e destacou que uma resolução anterior do Conselho de Segurança pedia sanções adicionais contra a Coreia do Norte caso esse país disparasse um míssil balístico intercontinental.

AFP e Correio do Povo


Fortaleza vence o Colo-Colo no Chile e avança às oitavas da Libertadores

Espanha detecta 59 casos de varíola do macaco e comprará vacinas através da União Europeia

 Casos positivos foram detectados por teste de PCR



A Espanha detectou nesta quarta-feira (25) 59 casos de varíola do macaco e anunciou que vai comprar vacinas e antivirais em um programa conjunto da União Europeia (UE), anunciou o governo. Os casos positivos foram detectados por teste de PCR e 20 deles confirmados por sequenciamento genético, anunciou a ministra da Saúde Carolina Darias, em entrevista coletiva.

No total, 171 casos suspeitos foram detectados no país. A Espanha vai adquirir as vacinas Imvanex e os antivirais Tecovirimat através da Autoridade Europeia de Preparação e Resposta a Emergências Sanitárias (HERA), afirmou a ministra.

A HERA, que se reuniu na manhã desta quarta-feira, colocará "a disposição dos estados -membros a vacina contra a varíola, neste caso, a Imvanex", disse. A Imvanex, do laboratório Bavarian Nordic, é um imunizante de terceira geração autorizado na Europa desde 2013 e indicado contra a varíola em adultos.

Não há tratamento nem vacinas específicas para a varíola do macaco, mas os surtos podem ser controlados com imunizantes contra a varíola, segundo a OMS. A varíola do macaco, detectada recentemente na Europa e América do Norte, é uma doença pouco comum, originária da África.

AFP e Correio do Povo


Atlético-MG perde para o Tolima, mas avança em primeiro do grupo na Libertadores

Edredom Sherpa Cobertor E Coberdrom Casal Queen Grosso Cores - LuckBaby

 


COBERDROM/EDREDOM MANTA E SHERPA (IMITA PELE DE CARNEIRO) SOFT FELPUDOContém:01 Edredom Dupla Face Casal Queen 2,40m x 2,20mEste Coberdrom (mistura de edredom e cobertor) contém uma face cobertor de manta e outra em tecido de Sherpa macio peludo que imita pele de CarneiroÉ um produto que alia os conceitos de cobertor e edredom, trazendo o melhor de cada um deles em uma única peça, super versátil, o lado superior é feito em tecido dos cobertores de manta macio, trazendo conforto e maciez extrema. Já o lado inferior é feito em um tecido em manta extremamente macio e suave. A composição de cores torna essa peça perfeita para deixar seu quarto muito mais bonito, elegante e sofisticado. Em tamanho único, é compatível com camas em tamanho Casal e Queen. Ideal para tornar sua cama ainda mais aconchegante e aquecida em noites de frio mais intenso.Tecido Sherpa Peludo com MantaComposição:Tecido 100% Poliéster.Enchimento 100% PoliésterCUIDADOS / MODO DE LAVARUtilizar sabão neutro;Misturar bem o sabão na água antes de colocar o produto;Secar logo após a lavagem, aberto e á sombra;Não passar ferro, isso pode diminuir seu volume por causa do calor e do peso do ferro, danificando a composição interna da peça;Lavar em máquinas de lavar que comportam o tamanho e peso da peça, acomodando-o com cuidado ao redor do agitador da máquina, para evitar rasgos no tecido e embolamento durante o processo de lavagem e centrifugação.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/edredom-sherpa-cobertor-e-coberdrom-casal-queen-grosso-cores-luckbaby/p/kd945gjf6g/CM/COBD/

Autor de massacre no Texas anunciou no Facebook que atacaria escola

 Jovem também teria atirado no rosto da avó antes de ir para o local do massacre


autor do massacre em Uvalde, Texas, anunciou no Facebook que planejava atacar uma escola aproximadamente 15 minutos antes de abrir fogo, disse nesta quarta-feira (25) o governador do estado, acrescentando que a arma usada foi um fuzil de assalto AR-15.

A rede social esclareceu imediatamente que o atacante havia publicado essas advertências como parte do aplicativo de mensagens privadas do Facebook e, portanto, as mensagens não foram descobertas até depois da tragédia.

Segundo Abbott, Salvador Ramos, de 18 anos, publicou sucessivamente mensagens alertando que iria atirar em sua avó, depois outra especificando que já havia atirado.

"A terceira mensagem, provavelmente menos de 15 minutos antes de chegar à escola, dizia: 'Vou abrir fogo em uma escola primária'", especificou Abbott em uma coletiva de imprensa.

Ramos, um estudante de ensino médio que acabou sendo morto pela polícia, usou um fuzil de assalto, uma arma extremamente letal, acrescentou o governador.

O Facebook está "cooperando plenamente" com a polícia que investiga o massacre, disse Andy Stone, porta-voz da empresa matriz do Facebook, Meta.

Abbott deu detalhes do ataque de terça-feira: "A primeira coisa que aconteceu foi que o atirador disparou na cara da avó".

"Ela então contatou a polícia. O jovem armado fugiu e, enquanto fugia, teve um acidente (veicular) em frente à escola de ensino fundamental e correu para a escola", acrescentou.

"Os oficiais (...) enfrentaram o atirador nesse momento. O atirador depois entrou por uma porta dos fundos e percorreu dois corredores curtos, em seguida entrou em uma sala de aulas do lado esquerdo", afirmou Abbott.


AFP e Correio do Povo

"Política de segurança exige demonstração de força", diz governador do RJ após ação na Vila Cruzeiro

 Operação das polícias Federal, Rodoviária Federal e Militar deixou ao menos 25 mortos na zona norte do Rio, na terça


O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, defendeu, através das redes sociais nesta quarta-feira, a operação das polícias Federal, Rodoviária Federal e Militar, que deixou ao menos 25 mortos no Complexo da Penha, zona norte do Rio, realizada na terça. O governador afirmou que a comunidade se tornou um "hotel de luxo para chefes de facções criminosas de outros estados do Brasil".

Castro disse, em uma sequência de publicações, que não iria assistir, sem reagir, ao fortalecimento de criminosos. "A política de segurança no Rio de Janeiro, infelizmente, exige do poder público demonstração de força e autoridade". Ele comparou, ainda, a reação de especialistas em segurança após a ação de ontem com o episódio de ataque a um helicóptero particular alvejado por criminosos na semana passada. "Na oportunidade, não vi nenhum especialista defender os cidadãos de bem! Não vi ninguém cobrar das polícias que é preciso tirar as armas dos criminosos, que precisamos enfrentar esses covardes", declarou Castro.

Mais cedo, o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), manifestou "preocupação com a notícia de mais uma operação policial com índice tão alto de letalidade", em conversa com o procurador de Justiça Luciano Mattos. A ação é 2ª ação mais letal da história.

Fachin é relator de uma ação que tramita no Supremo e para tratar de letalidade policial no Rio e já determinou que o governo do estado apresente um plano de redução da mortandade. O Ministério Público Federal e o estadual abriram procedimentos investigativos para apurar a conduta dos policiais envolvidos na ação, solicitando informações sobre os agentes .

A incursão policial na Vila Cruzeiro tinha o objetivo, de acordo com a PM, de capturar chefes da maior facção criminosa do Rio, incluindo alguns que atuavam em outros estados. Três lideranças que comandam ações no Pará são procuradas pela Polícia Federal. Os agentes afirmaram que foram atacados por traficantes armados quando se preparavam para entrar na comunidade. Entre os mortos já identificados, está a cabeleireira Gabrielle da Cunha, atingida dentro de casa, na comunidade da Chatuba, que estava fora da área de operação, segundo a PM.


R7 e Correio do Povo

Bolsonaro sanciona projeto que estende empréstimos para micro e pequenas empresas até 2024

 Chefe do Executivo participou de cerimônia, nesta quarta-feira (25), no Palácio do Planalto



presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quarta-feira (25), o projeto que altera o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, criado durante a pandemia de Covid-19, e garante os empréstimos aos beneficiários até 2024.

De acordo com cálculos feitos pela equipe econômica, o governo estima garantir R$ 50 bilhões em créditos para micro e pequenas empresas. Nessa rodada, o programa vai abranger, ainda, cerca de 13 milhões de microempreendedores individuais, os chamados MEIs.

"O nosso governo, em 2020 e 2021, [com a] pandemia pegando pesado, falta de água e, agora, guerra, nós criamos aproximadamente três milhões de empregos, e grande parte veio das pequenas e micro empresas, que são quem realmente empregam em nosso país", disse Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto.

Bolsonaro voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e decisões proferidas durante a pandemia de Covid-19. "Eu não tive como exercer o comando da pandemia, porque, do lado de lá [da praça dos Três Poderes], o Supremo disse que a última palavra era dos governadores e prefeitos, mas nós fizemos a nossa parte", disse.

Em decisão, o plenário do STF confirmou decisão, dada inicialmente pelo ministro Alexandre de Moraes, que assegurou aos estados, Distrito Federal e municípios liberdade para adotar medidas de combate à pandemia.

A decisão ressalva, no entanto, que as medidas devem se fundamentar em orientações dos órgãos técnicos correspondentes, resguardada a locomoção de produtos e serviços essenciais definidos por ato do chefe do Executivo.

Programa

O programa Crédito Brasil Empreendedor foi lançado pelo governo no mês passado. Um dos destaques é a Medida Provisória do Crédito, que deverá alavancar R$ 23 bilhões em financiamentos. A medida altera a legislação que disciplina diversos programas de financiamento público e acesso ao crédito em vigor.

Do total a ser alavancado em financiamentos pela medida, R$ 21 bilhões referem-se ao Programa Emergencial de Acesso a Crédito – Fundo Garantidor para Investimentos e R$ 2 bilhões ao Fundo Garantidor da Habitação Popular.

As micro e pequenas empresas (MPE) representam cerca de 99% do total das empresas brasileiras e são responsáveis por 62% dos empregos e por 27% do Produto Interno Bruto (PIB).

A medida é da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade, do Ministério da Economia, que aponta que a maior parte do dinheiro a ser movimentado é dos bancos. A expectativa é que programa movimente em torno de R$ 50 bilhões em créditos junto aos bancos.

"Os recursos estavam parados nos bancos. O Tesouro não terá desembolso", diz a secretária Daniella Marques. "Com as medidas, o crédito foi ampliado e atinge um leque maior de empreendedores. Estamos democratizando o acesso ao crédito em condições antes disponíveis apenas para empresas maiores", completa.

R7 e Correio do Povo


Trump discursará em evento de associação pró-armas após massacre no Texas


Edredom Sherpa Cobertor E Coberdrom Casal Queen Grosso - Magna Baby

 


COBERDROM/EDREDOM MANTA E SHERPA (IMITA PELE DE CARNEIRO) SOFT FELPUDOContém:01 Edredom Dupla Face Casal Queen 2,40m x 2,20mEste Coberdrom (mistura de edredom e cobertor) contém uma face cobertor de manta e outra em tecido de Sherpa macio peludo que imita pele de CarneiroÉ um produto que alia os conceitos de cobertor e edredom, trazendo o melhor de cada um deles em uma única peça, super versátil, o lado superior é feito em tecido dos cobertores de manta macio, trazendo conforto e maciez extrema. Já o lado inferior é feito em um tecido em manta extremamente macio e suave. A composição de cores torna essa peça perfeita para deixar seu quarto muito mais bonito, elegante e sofisticado. Em tamanho único, é compatível com camas em tamanho Casal e Queen. Ideal para tornar sua cama ainda mais aconchegante e aquecida em noites de frio mais intenso.Tecido Sherpa Peludo com MantaComposição:Tecido 100% Poliéster.Enchimento 100% PoliésterCUIDADOS / MODO DE LAVARUtilizar sabão neutro;Misturar bem o sabão na água antes de colocar o produto;Secar logo após a lavagem, aberto e á sombra;Não passar ferro, isso pode diminuir seu volume por causa do calor e do peso do ferro, danificando a composição interna da peça;Lavar em máquinas de lavar que comportam o tamanho e peso da peça, acomodando-o com cuidado ao redor do agitador da máquina, para evitar rasgos no tecido e embolamento durante o processo de lavagem e centrifugação.

Link para comprar: https://www.magazinevoce.com.br/magazinelucioborges/edredom-sherpa-cobertor-e-coberdrom-casal-queen-grosso-magna-baby/p/hdk6ejjh6e/CM/COBD/

Por homologação do Regime de Recuperação Fiscal, governo do RS pede urgência a Bolsonaro

 Ministério da Economia emitiu parecer favorável ao ingresso do Estado no Regime de Recuperação Fiscal, que renegocia a dívida



O fim da novela da adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) parece estar perto de terminar. Exatamente uma semana após entregar o plano de Recuperação Fiscal, o Ministério da Economia publicou nesta quarta-feira no Diário Oficial da União que aceita a proposta do Rio Grande do Sul. O despacho traz os pareceres favoráveis da Secretaria do Tesouro Nacional, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e do Conselho de Supervisão do Regime de Recuperação Fiscal do Estado do Rio Grande do Sul. O documento é assinado pelo ministro substituto da Economia, Marcelo Pacheco dos Guaranys. O próximo passo é a assinatura do presidente Jair Bolsonaro (PL). E o governo do Estado concentrará esforços para garantir agilidade no último passo.

Hoje, em vídeo divulgado nas redes sociais, na qual comemorou o aval do Ministério da Economia, o governador Ranolfo Vieira Júnior (PSDB) disse que solicitará uma audiência com o presidente da República para tratar sobre o tema. “Isso é o resultado de muita união e convergência, que iniciou ainda no governo Sartori. Aceleramos o cumprimento dos requisitos para a adesão ao regime de Recuperação Fiscal (RRF)”, ressaltou. No vídeo, Ranolfo ainda agradeceu o apoio dos deputados que apoiaram os projetos de reformas na atual gestão. “A adesão ao Regime não é uma questão de governo, mas sim uma questão de Estado. É o caminho mais viável que se apresenta”, pontuou. 

No plano apresentado ao Ministério da Economia, o governo do Estado prevê uma série de medidas a serem adotadas na próxima década. Uma delas é que não haverá majoração das alíquotas do ICMS. Do patamar atual, estão previstas ainda duas reduções (2024 e 2026). Outra medida é a negociação do estoque de precatórios, estimado em R$ 16 bilhões, até o ano de 2029, que se dará por financiamento. O plano também prevê um controle mais amplo das despesas. 

Alerta para passivo do piso do magistério

O parecer da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), apesar de favorável ao Executivo, trouxe um alerta ao governo do Estado. O primeiro ponto de atenção da STN relaciona-se aos passivos contingentes relacionados à implementação do piso nacional do magistério. Segundo o governo, a nova lei da categoria, aprovada em 2020 na Assembleia, eliminou o risco de ampliação desse passivo que vinha crescendo em cerca de R$ 6 bilhões a cada ano. Mesmo assim, a STN ressalta que uma decisão judicial desfavorável em relação ao estoque prévio a 2020 (estimado em R$ 37 bilhões) poderia criar um passivo com cronograma de pagamento imprevisto. 

STN lembra ainda a existência de controvérsia sobre a contabilização de inativos para o cumprimento do mínimo constitucional em educação. Sobre esse ponto, o governo diz adotar um entendimento que tem sido atestada pelo TCE nas prestações de contas. “Entende-se que eventual nova orientação do TCE ou decisão judicial sobre o tema não produziria efeitos retroativos e seria estabelecido prazo de transição para adequação a esse eventual novo entendimento, caso futuramente ocorra, a fim de modular seus efeitos bilionários sobre as contas públicas”, justificou o governo. 

Oposição critica renegociação

Líder da bancada do PT, deputado Pepe Vargas criticou o processo de adesão do Estado ao RRF em discurso na tribuna da Assembleia. “O Estado se rendeu e se submeteu totalmente à lógica da União, que vai passar a controlar o que o estado pode ou não fazer com o orçamento”, ressaltou. Também afirmou que a dívida, na avaliação da bancada, já está paga. Na tribuna, deputada Sofia Cavedon (PT) também fez coro à manifestação do colega. Disse que o processo representa um “desastre para o Estado”. Afirmou que o governo voltará a pagar a dívida e, para tal, irá congelar o salário dos servidores pelo período de nove anos. 

Entenda 

  • O governo do Estado tenta desde 2017 aderir ao Plano de Recuperação Fiscal, do governo federal. O primeiro pedido, no governo de José Ivo Sartori (MDB), foi rejeitado. 
  • O plano busca, na prática, alterar a forma de pagamento da dívida com a União, de maneira que torne-se mais fácil ao Estado, prevendo a recuperação das finanças públicas. 
  • Atualmente, a parcela anual é de R$ 4 bilhões. Com a renegociação, em 2023, ela será de R$ 400 milhões, e irá aumentar, gradativamente, até 2030, quando deverá atingir os R$ 4 bilhões novamente. Caso o governo obtenha o equilíbrio financeiro antes desse período, pode encerrá-lo antes. 
  • O RRF tem sido alvo de críticas de partidos, em especial com a proximidade da eleição para o Palácio Piratini. Caso o novo governador queira revogar o acordo com a União, poderá fazê-lo, porém, deverá pedir o aval da Assembleia Legislativa. E, automaticamente, passará a pagar a dívida no patamar mais alto. 
  • A dívida do Estado foi negociada na década de 90. Na época, era de R$ 9 bilhões. O passivo atual é de R$ 74 bilhões. A previsão é quitar toda a dívida até 2048. 
  • Dentro dessa negociação, o governo do Estado abriu mão de uma liminar no Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu o pagamento da dívida. O valor que não foi pago no período da vigência da liminar, cerca de R$ 16 bilhões, foi refinanciado em separado. 

Correio do Povo


RS tem mais três mortes por dengue e total chega a 38 em 2022


Pacientes relatam falta de profissionais e insumos no Hospital Universitário em Canoas


RS emite novos Avisos para todas as regiões ante aumento de internações por Covid-19


Fachin demonstra preocupação com operação que matou 25 no Rio

Perdão de Bolsonaro a Daniel Silveira é constitucional, diz PGR

 Procurador-geral da República avaliou que benefício a Daniel Silveira é direito de Bolsonaro, mas somente na esfera criminal



A Procuradoria-Geral da República entendeu que o presidente pode definir critérios para conceder graça e se manifestou contra quatro questionamentos que tentavam anular o benefício a Daniel Silveira. Segundo entendimento do procurador-geral da República, Augusto Aras, o "decreto de graça é ato politico da competência privativa do presidente" e ele tem "liberdade para definir os critérios de concessão". 

A manifestação, enviada na noite desta quarta-feira (25) à ministra Rosa Weber, ressalta, porém, que os efeitos do instrumento de graça alcançam somente a condenação penal. Ou seja, o benefício não pode ser dado a outras esferas, como a eleitoral. 

“A graça e o indulto não eximem seus beneficiários de eventual responsabilização nas searas cível, administrativa, eleitoral ou nas demais esferas do direito em que possa repercutir a prática do fato delituoso”, pontuou Aras.

Com a decisão, quatro partidos políticos que tentavam invalidar a graça foram vencidos: PDT, Rede Sustentabilidade, PSol e Cidadania. As legendas apresentaram Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamenta contra o ato de Bolsonaro. O PGR destacou que graça e indulto são meios legais em que o Estado oferece "perdão ao cometimento de infrações penais”.

Relembre

O presidente Jair Bolsonaro (PL) concedeu  em 21 de abril o benefício da "graça" a Daniel Silveira, condenado no dia anterior, pelo Supremo Tribunal Federal, pelos crimes de coação no curso do processo e de ameaça da abolição do Estado democrático de Direito.

O instituto é de uso exclusivo do presidente da República e pode perdoar as penas de condenados por crimes que não sejam "a prática da tortura, o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos", diz o texto constitucional.

Foi a primeira vez desde a promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988, que é publicado um decreto presidencial do tipo. A graça é um benefício individual e não depende de pedido do condenado. Ela não tem o poder de anular a condenação ou o crime, mas sim de impedir que a pena seja cumprida.

R7 e Correio do Povo

Frente fria avança com chuva pelo RS nesta quinta-feira

 Segundo a MetSul, é o começo de um período com muita nebulosidade, alta umidade e instabilidade



Uma frente fria avança pelo Rio Grande do Sul nesta quinta-feira e traz precipitação para a maior parte do Estado. Será um dia de muitas nuvens, chuva e garoa na maioria dos municípios. Segundo a MetSul, é o começo de um período de vários dias com muita nebulosidade, alta umidade e instabilidade.

A frente fria encontrará dificuldade em progredir para o Norte, o que pode fazer com que algumas cidades perto de Santa Catarina tenham pouca ou nenhuma chuva. No Oeste e no Sul do RS, há chance de aberturas.

A chuva será predominantemente fraca ou moderada, mas em pontos isolados pode chover forte. Com instabilidade e alta umidade, a temperatura varia pouco. Em Porto Alegre, a quinta será de chuva. A mínima na Capital é de 16º, e a máxima pode chegar aos 19ºC.

A sequência de vários dias com instabilidade fará com que a maior parte do RS feche maio com precipitações acima da média histórica, considerando o que já choveu neste mês. Os mais altos volumes devem ser registrados na Metade Norte, de acordo com a MetSul.

Nos próximos dias, não vai chover o tempo todo. Ocorrerão vários intervalos sem chuva, alguns até a presença do sol, mas o tempo não firma ao menos até segunda-feira, quando deve ingressar uma massa de ar seco e frio que trará temperatura mais baixa. 

Mínimas e máximas no RS 

Santa Maria 16°C / 18°C
Passo Fundo 15°C / 18°C
Capão da Canoa 16°C / 20°C
Santa Cruz 16°C / 19°C
Caxias do Sul 14°C / 17°C

Correio do Povo