Edredom Sherpa Cobertor E Coberdrom Casal Queen Grosso Cores - LariBabyPelucias

 


COBERDROM/EDREDOM MANTA E SHERPA (IMITA PELE DE CARNEIRO) SOFT FELPUDOContém:01 Edredom Dupla Face Casal Queen 2,40m x 2,20mEste Coberdrom (mistura de edredom e cobertor) contém uma face cobertor de manta e outra em tecido de Sherpa macio peludo que imita pele de CarneiroÉ um produto que alia os conceitos de cobertor e edredom, trazendo o melhor de cada um deles em uma única peça, super versátil, o lado superior é feito em tecido dos cobertores de manta macio, trazendo conforto e maciez extrema. Já o lado inferior é feito em um tecido em manta extremamente macio e suave. A composição de cores torna essa peça perfeita para deixar seu quarto muito mais bonito, elegante e sofisticado. Em tamanho único, é compatível com camas em tamanho Casal e Queen. Ideal para tornar sua cama ainda mais aconchegante e aquecida em noites de frio mais intenso.Tecido Sherpa Peludo com MantaComposição:Tecido 100% Poliéster.Enchimento 100% PoliésterCUIDADOS / MODO DE LAVARUtilizar sabão neutro;Misturar bem o sabão na água antes de colocar o produto;Secar logo após a lavagem, aberto e á sombra;Não passar ferro, isso pode diminuir seu volume por causa do calor e do peso do ferro, danificando a composição interna da peça;Lavar em máquinas de lavar que comportam o tamanho e peso da peça, acomodando-o com cuidado ao redor do agitador da máquina, para evitar rasgos no tecido e embolamento durante o processo de lavagem e centrifugação.

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Mega-Sena acumula e próximo prêmio pode chegar a R$ 100 milhões

 Foi a quinta vez consecutiva que prêmio não teve seis acertadores



Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2484 da Mega-Sena. O prêmio ficou acumulado pela 5ª vez seguida e o próximo sorteio, no sábado (28), pagará R$ 100 milhões. Os números sorteados nesta quarta-feira (25) foram: 11- 14 - 36 - 41 - 54 - 59.

Tiveram cinco acertos 121 ganhadores, que vão receber R$ 45.019,83 cada. Outras 7.558 apostas fizeram os quatro acertos e vão receber R$ 1.029,63 cada.

Nova loteria
No sábado (28), será realizado o primeiro sorteio da +Milionária, nova modalidade. O lançamento da +Milionária deu início às comemorações de aniversário das Loterias Caixa, que completarão 60 anos em 15 de setembro. O novo produto se destaca por oferecer prêmio principal mínimo por sorteio de R$ 10 milhões e dez faixas de premiação.

Os sorteios da +Milionária acontecerão aos sábados. Na aposta simples da +Milionária o apostador precisa marcar seis números e dois “trevos”. Para apostas múltiplas, poderá escolher de 6 a 12 números e de 2 a 6 trevos.

R7 e Correio do Povo

Câmara aprova projeto que estabelece teto do ICMS sobre combustíveis e energia

 Texto-base aprovado pode reduzir preço da gasolina em até 12%, do etanol em 11% e da energia em 10%; deputados ainda votarão destaques


A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira o texto-base de um projeto de lei que estabelece um teto para a cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações, gás natural e o transporte coletivo. 

A proposta determina que os produtos e serviços passem a ser considerados como bens essenciais. Dessa forma, a alíquota de ICMS cobrada nas operações envolvendo esses itens não pode ser superior à que incide sobre as mercadorias em geral, que variam entre 17% e 18%. Segundo a matéria, esse teto do ICMS só poderá ser aplicado até 31 de dezembro deste ano.   

A estimativa do autor da matéria, deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), é de que o teto do ICMS gere uma redução de 9% a 12% no preço da gasolina, de 10% no do etanol e de 11% no da energia elétrica. O projeto tinha apoio do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), mas resistência dentro da oposição, que não via no texto a alternativa correta e viável para reduzir o preço dos combustíveis e da energia elétrica.

Governadores e prefeitos também não apoiavam a proposta, reclamando que a imposição de um teto para o ICMS acarretaria em perda de arrecadação. A Confederação Nacional de Municípios (CNM), por exemplo, estima que o projeto cause uma perda anual na ordem de R$ 65,67 bilhões a estados e municípios, o que corresponde a uma redução de 30,9% do valor arrecadado de ICMS em combustíveis, energia e comunicações.

Para evitar um prejuízo aos entes federados, o relator do projeto, deputado Elmar Nascimento (União Brasil-BA), incluiu dispositivos à redação da matéria para que estados e municípios sejam compensados pela União caso tenham queda na receita maior que 5%.

O relatório de Nascimento prevê dois tipos de compensação. Aos entes que aderiram ao Regime de Recuperação Fiscal, as perdas de arrecadação serão compensadas integralmente pela União, por meio de dedução nas parcelas de pagamento dos débitos.

Para os demais entes com dívidas administradas pelo Tesouro Nacional, mas que não têm contrato de refinanciamento, a redução de arrecadação do ICMS também será compensada com o abatimento de parcelas da dívida, mas essa dedução ficará limitada ao valor que exceder 5% das perdas de receita.

Os mecanismos diminuíram a rejeição à proposta. No fim, o projeto foi aprovado com os votos favoráveis de 403 deputados.

Deputados questionam arrecadação dos estados

Por mais que o CNM tema pela perda de receita dos estados com a limitação de cobrança do ICMS, os deputados que tomaram a frente do projeto dizem que as unidades da Federação registraram alta na arrecadação do imposto desde o último ano. No relatório final sobre a proposta, Nascimento apresentou dados do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro, baseados em informações oficiais fornecidas pelos estados, que mostraram que, em 2021, a receita de impostos efetivamente arrecadada foi superior ao valor que era previsto nas leis orçamentárias.

O deputado destacou o desempenho de cinco estados: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Bahia. Em São Paulo, o lucro obtido com a arrecadação de tributos foi de R$ 220 bilhões, 14% a mais do que o governo esperava para o ano (R$ 193 bilhões). Em Minas Gerais, a previsão era de arrecadar R$ 56 bilhões, mas o valor alcançado foi de R$ 70,2 bilhões, 25% a mais.

O Rio Grande do Sul foi o estado que apresentou o maior "ganho". De uma previsão inicial de R$ 26 bilhões de arrecadação, o estado conseguiu R$ 34,4 bilhões, quase 32% a mais. O Rio de Janeiro esperava uma receita de R$ 35 bilhões, mas chegou à marca de R$ 40,2 bilhões (alta de 14%). Já na Bahia, a variação foi de 23%: o estado estimava uma arrecadação de R$ 24,7 bilhões, mas lucrou R$ 30,6 bilhões.

"O ICMS é a receita mais vultosa dentre todos os impostos arrecadados. Assim, considerados preços administrados, regulados ou menos sujeitos a volatilidades, como os das telecomunicações, pode-se inferir que a alta da arrecadação se concentra nos produtos com preços livres, como os combustíveis e energia elétrica, por exemplo", ponderou Nascimento.

Votação no Senado

A previsão dos deputados é de que o projeto seja votado já na próxima semana no Senado. Apesar de haver resistência de senadores que são mais próximos dos governadores, o deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), autor da proposta, afirma que há um entendimento de que a matéria precisa ser aprovada.

Isso pelo fato de os senadores acusarem os governos estaduais de não cumprirem de forma apropriada o que previa o projeto de lei aprovado no Congresso e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro que mudou a forma como o ICMS incide sobre o preço da gasolina, do óleo diesel e do etanol.

"Foi dito hoje que como os próprios governadores não cumpriram o projeto e fizeram uma conta mal feita, então o Senado ficou chateado com o descumprimento do acordo que tinha sido feito, e a receptividade a esse projeto é positiva porque é uma forma real de conseguir reduzir o preço", afirmou Forte.


R7 e Correio do Povo



Mega-Sena acumula e próximo prêmio pode chegar a R$ 100 milhões


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Câmara aprova teto de 17% para o ICMS sobre energia elétrica, combustíveis e gás natural

 


A Câmara dos Deputados deu aval nesta quarta-feira (25) ao teto de 17% para o ICMS sobre energia elétrica, combustíveis e gás natural. A proposta passou com amplo apoio – 403 votos favoráveis, 10 contrários e 2 abstenções. Para diminuir resistências à medida, os deputados colocaram um gatilho temporário para compensar Estados e municípios quando a queda na arrecadação total do tributo for superior a 5%. Essa compensação será feita, se necessário, por meio do abatimento da dívida desses entes com a União. O texto ainda precisa ser aprovado no Senado.

A estratégia parece a reedição da Lei Kandir, que previa que a União compensasse os Estados pelo ICMS que deixou de ser arrecadado com a desoneração das exportações. O valor dos repasses sempre foi alvo de disputas, chegou a servir de moeda de troca pelo apoio dos governadores à reforma da Previdência, envolveu o Tribunal de Contas da União (TCU) e só foi resolvido depois de um acordo homologado no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Hoje é um dia histórico para o Congresso Nacional. A última vez que essa Casa votou para diminuir impostos foi quando se votou para acabar com a CPMF. De lá para cá, muito se falou em reforma tributária, muito se falou sobre o peso da carestia e da volta da inflação em cima da população mais pobre”, disse, no plenário, o autor da proposta, deputado Danilo Forte (União Brasil-CE), que preside a Frente Parlamentar de Energias Renováveis.

Preocupação número um dos parlamentares às vésperas das eleições, a explosão na conta de luz foi provocada também pelo “cuto Conresso”, aprovação de leis que exigem contratações de energia de fontes específicas e dão subsídios ao setor elétrico, responsável por aumentar em 10% a tarifa nos próximos anos.

A fixação de um teto para o ICMS com compensação para os cofres regionais recebeu o aval do Ministério da Economia, com a condição de que o gatilho de compensação durasse seis meses, em uma espécie de “período de transição”. A iniciativa de fixar um teto de 17% para o ICMS faz parte de um “levante” do Congresso contra aumentos de preços e teve o apoio do governo, num momento em que o efeito da alta da inflação nas chances de reeleição de Jair Bolsonaro preocupa o comitê de campanha do presidente. O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, também participou das negociações.

Os governadores, no entanto, já montam uma força-tarefa para barrar o teto no Senado ou até mesmo no STF e estimam uma perda de quase R$ 70 bilhões na arrecadação de Estados e municípios por ano.

Segundo o relator da proposta, deputado Elmar Nascimento (União Brasil-BA), contudo, a avaliação da equipe econômica é de que nem será preciso acionar o gatilho. Ou seja, o governo aposta que, se houver perda de receitas, será inferior a 5%, o que não exigiria a compensação. Por isso, de acordo com ele, não há cálculos sobre quanto custaria à União compensar a perda arrecadatória, o que poderia esbarrar no teto de gastos, a regra que atrela o crescimento das despesas à inflação.

“A equipe econômica do governo acredita que não vai ter perda nenhuma, porque esse dinheiro não deixa de existir. Se você gasta menos dinheiro com combustível, porque baixou o preço com a redução na alíquota, você vai gastar com outra coisa. Essa é a aposta do governo”, afirmou Elmar, em referência a eventual aumento do consumo.

O projeto classifica energia elétrica, combustíveis, gás natural, querosene de aviação, transporte coletivo e telecomunicações como essenciais. Dessa forma, esses bens e serviços entram no teto do ICMS. O relator disse que o projeto não fere o pacto federativo, ou seja, a autonomia dos Estados e municípios. Ele afirmou que a medida apenas cumpre uma decisão do STF que proibiu cobrança de ICMS superior a 17% sobre bens e serviços essenciais.

Petrobras

Elmar afirmou ainda que a aprovação da proposta é um passo para aliviar a inflação, mas que outras medidas ainda precisam ser tomadas. O parlamentar chamou de “inadmissível” o total de dividendos pagos pela Petrobras a seus acionistas, mas indicou que mudanças na estatal não cabiam no projeto do ICMS.

“A Petrobras está tendo uma partilha de dividendos que supera o PIB de alguns países, e isso é inadmissível, porque recai numa cadeia que leva a que o pobre sempre pague a conta”, disse Elmar, em entrevista coletiva.

A Petrobras está sob pressão do governo e do Congresso diante da alta nos preços dos combustíveis. Nesta segunda-feira, 23, o presidente Jair Bolsonaro, que tenta a reeleição neste ano, demitiu o terceiro presidente da estatal em seu mandato, José Mauro Coelho, dias após trocar Bento Albuquerque por Adolfo Sachsida no comando do Ministério de Minas e Energia.

A oposição tentou adiar a votação, mas não conseguiu. Partidos de esquerda, como PT e PSB, queriam mais tempo para discutir a proposta e disseram que defendem, na verdade, a mudança na política de preços da Petrobras, com o fim da paridade internacional. No modelo atual, o preço dos combustíveis acompanha a variação do dólar e do barril de petróleo no exterior. No fim, todos os partidos orientaram pela aprovação do projeto.

O Sul

ICMS: Municípios que perderem arrecadação com tributo serão compensados, propõe relator

 


O projeto de lei em tramitação na Câmara que busca definir um teto de 17% para a cobrança do ICMS em operações que envolvem combustíveis, energia elétrica, comunicações, gás natural e transporte coletivo contará com um dispositivo para que estados e municípios sejam compensados pela União caso tenham queda na arrecadação do tributo maior que 5%.

Nesta terça-feira (24), o relator do projeto, deputado Elmar Nascimento (União Brasil-BA), elaborou um parecer com a proposta de que apenas estados fossem ressarcidos com recursos federais. Contudo, ele produziu um novo relatório nesta quarta-feira (25) – nele, estende-se a possibilidade de compensação às cidades.

“De ontem para cá, tivemos a procura de prefeitos, no sentido de que a gente pudesse estender essa trava aos municípios, haja vista que 25% da receita com ICMS [dos estados] é compartilhada com municípios. Portanto, estendemos essa garantia também aos municípios”, explicou o parlamentar, em coletiva de imprensa.

O relatório do deputado prevê dois tipos de compensação aos estados e municípios. Aos entes que aderiram ao Regime de Recuperação Fiscal, as perdas de arrecadação serão compensadas integralmente pela União, por meio de dedução nas parcelas de pagamento dos débitos.

Para os demais entes com dívidas administradas pelo Tesouro Nacional, mas que não têm contrato de refinanciamento, a redução de arrecadação do ICMS também será compensada com o abatimento de parcelas da dívida, mas essa dedução ficará limitada ao valor que exceder 5% das perdas de receita.

Segundo ele, estados e municípios serão compensados caso tenham queda de arrecadação do ICMS em qualquer operação sobre a qual incida o imposto, e não apenas nas transações que envolvam combustíveis, energia elétrica, comunicações, gás natural e transporte coletivo. “A trava é global, de todos os serviços. Contando tudo, tem que haver redução maior do que 5%. Se não houver, não tem o que compensar.”

Nascimento afirmou que a medida não deve gerar prejuízo aos cofres da União. “A equipe econômica do governo acredita que não vai ter perda nenhuma, porque o dinheiro não deixa de existir. Se você gasta menos dinheiro com combustível, porque baixou o preço e a alíquota [do ICMS], o que ficou no bolso o sujeito vai gastar com outra coisa”, explicou.

O novo parecer do deputado ainda define um limite para que o teto do ICMS seja aplicado: até 31 de dezembro deste ano. “A gente não pode dar seguro ad infinitum, até porque tem que encontrar uma solução definitiva. Estamos mexendo em impostos. Há um esforço que está sendo feito em momento de crise, mas a gente precisa encontrar solução definitiva”, destacou.

O Sul

“Vou atacar uma escola”, avisou o atirador do Texas no Facebook minutos antes de matar 19 crianças e dois professores

 


O atirador que matou 19 crianças e dois professores em uma escola no Texas, nos Estados Unidos, na terça (24) postou nas redes sociais que iria abrir fogo no local poucos minutos antes de seu ataque, disse o governador Greg Abbott nesta quarta-feira (25), conforme surgem detalhes angustiantes sobre o tragédia.

O atirador, identificado como Salvador Ramos, de 18 anos, também escreveu uma mensagem dizendo que ia atirar na avó e outra confirmando que o fez, afirmou Abbott em entrevista coletiva. Sua avó, em quem Ramos atirou no rosto pouco antes de atacar a escola, sobreviveu e chamou a polícia.

Ramos fugiu da casa em que morava com a avó e bateu seu carro perto da Robb Elementary School em Uvalde, no Texas. Ele entrou na escola por uma porta dos fundos carregando um fuzil de assalto AR-15 e usando equipamento tático.

Ele invadiu em uma sala de aula do quarto ano, disseram as autoridades, e matou alunos e professores antes de ser morto a tiros por um oficial da Patrulha de Fronteira dos EUA, disse Abbott. Outras 17 pessoas sofreram ferimentos sem risco de morte.

As mensagens online foram o único aviso prévio, declarou Abbott, acrescentando que Ramos, que abandonou o ensino médio, não parecia ter antecedentes criminais ou histórico de problemas de saúde mental.

Abbott disse que as postagens foram feitas no Facebook, mas porta-vozes da empresa controladora do Facebook, a Meta Platforms, disseram que eram mensagens privadas descobertas após o ataque. A empresa se recusou a dizer quem recebeu as mensagens ou quais plataformas da Meta, como Messenger ou Instagram, foram usadas para enviá-las.

Ramos comprou dois fuzis e 375 cartuchos de munição em março, segundo autoridades.

O ataque, que ocorreu 10 dias depois que um declarado supremacista branco atirou em 13 pessoas em um supermercado em um bairro majoritariamente negro de Buffalo, em Nova York, reacendeu um debate nacional sobre as leis de armas dos EUA.

Em um sinal da atmosfera política carregada, Beto O’Rourke, o candidato democrata a governador que desafia Abbott nas eleições de novembro no Texas, interrompeu a entrevista coletiva para confrontar Abbott por afrouxar, em vez de restringir, as leis de armas do Estado.

O’Rourke foi escoltado para fora do prédio e falou com repórteres do lado de fora, chamando de “insano” que um jovem de 18 anos tenha permissão legal para adquirir um AR-15, e prometendo buscar os limites de armas.

“Poderíamos fazer isso se tivéssemos um governador que se preocupasse mais com o povo do Texas do que com sua própria carreira política ou sua fidelidade à NRA”, disse ele, referindo-se à Associação Nacional do Rifle, uma organização de defesa dos direitos das armas.

O Texas tem algumas das leis de armas de fogo mais permissivas dos Estados Unidos.

O Sul

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Líderes comunistas são psicopatas

 Líderes comunistas são doentes mesmo.




Fonte: https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=pfbid02EFF75NFjuQQGp8QKYZtpNBhro1pvdTcSUjkum6wA1wQsiEXmZ6LrUmucDhHbbRB3l&id=2127270557490821&__cft__[0]=AZX54jEGiLHYvenGzHREpcOGt2oXqWe8qKn8tUJwDTna-yNyOTtdYT1Sevq10eq-m7AFCaVjc47-T3GFr-Fw0ZQcfx8kClR5X1LJzA3YwwzaVCgBNJ6VpHAXL0zgHMNPFXwrhMUwLz0F_shrUCdO-IsF_AJQ2C3xhnlD46EF-dSwUgepnt2i2320tC28p3739HmtWgE34EahUDHXYi5R1iKr&__tn__=%2CO%2CP-y-R

Fome dobra no Brasil em sete anos e afeta mais as crianças, segundo pesquisa Gallup

 


A insegurança alimentar no Brasil atingiu patamar recorde no final de 2021 e superou, pela primeira vez, a média global. Ela afeta mais mulheres, famílias pobres e pessoas entre 30 e 49 anos, grupos que geralmente têm mais filhos, comprometendo a atual geração de crianças brasileiras.

Segundo pesquisa global Gallup realizada desde 2006 em cerca de 160 países e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, a taxa de insegurança alimentar na população brasileira dobrou a partir de 2014, ano em que a economia entrou em recessão no governo Dilma Rousseff (2011-2016), e tem registrado crescimento medíocre desde então.

Segundo os dados do Gallup, analisados no Brasil pelo Centro de Políticas Sociais do FGV Social, a taxa saltou de 17% em 2014 para 36% no final de 2021. Pela primeira vez ela superou a média global (35%), aferida a partir de 125 mil questionários aplicados no mundo.

Entre os 20% mais pobres brasileiros, 75% responderam afirmativamente se havia faltado dinheiro para a compra de alimentos nos últimos 12 meses. Entre as mulheres, a taxa chegou a 47%; e a 45% para as pessoas com idades entre 30 e 49 anos – percentuais acima da média global.

“A insegurança alimentar mais elevada nesses segmentos tem efeitos de longo prazo preocupantes por causa do maior número de crianças envolvidas e da desnutrição entre elas”, afirma Marcelo Neri, diretor do FGV Social.

“O que impressiona também é o aumento abissal da desigualdade de insegurança alimentar. Entre os 20% mais pobres no Brasil, o nível é próximo dos países com maiores taxas, como Zimbábue [80%]. Já os 20% mais ricos experimentaram queda [para 7%], ficando pouco acima da Suécia, país com menos insegurança alimentar.”

A pesquisa, do fim de 2021, não chegou captar a nova disparada dos preços dos alimentos neste ano, sobretudo após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, grandes produtores de trigo e milho.

Ela também foi realizada num contexto em que a Caixa Econômica Federal pagou, ao longo de sete meses do ano passado, auxílio emergencial a 39,2 milhões de famílias, com valores mensais entre R$ 150 e R$ 375. Atualmente, apenas 17,5 milhões de famílias recebem o novo Auxílio Brasil, de R$ 400 mensais.

Para Renato Mafuf, coordenador da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), todos os fatores que mantinham os níveis elevados de fome entre os brasileiros até 2020 se agravaram no ano passado; e seguem em deterioração neste ano.

Pesquisa da Rede Penssan em dezembro de 2020 mostrou que, no total, mais da metade (55%) dos brasileiros sofriam de algum tipo de insegurança alimentar (grave, moderada ou leve).

“O desemprego segue elevado e a renda, em baixa, sobretudo entre os informais. Temos um benefício social [Auxílio Brasil] menor do que em 2020 [quando chegou a R$ 600 mensais] e uma guerra entre dois grandes produtores de alimentos”, diz Maluf.

“Para completar, não há política de governo estruturada contra a fome, só reações voluntariosas, com medidas pontuais, como a redução de tarifas de importação. Não há nenhuma razão para acharmos que as coisas possam melhorar.”

Segundo projeções da consultoria MB Associados, a inflação de alimentos neste ano deve chegar a 12%, bem acima do IPCA, contribuindo para agravar o quadro de insegurança alimentar.

“Embora haja alguma desaceleração nos preços de commodities metálicas por conta da perspectiva de desaceleração econômica em Europa, China e Estados Unidos, os preços dos alimentos seguem outra dinâmica, com pressões persistentes e descoladas dos índices de atividade”, afirma Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.

O Sul

Intervenções do Congresso Nacional vão encarecer a conta de luz em 10%

 


O Congresso Nacional aumentou o custo da conta de luz em 10% para os próximos anos após aprovar leis que exigem contratações de energia de fontes específicas e dão subsídios ao setor elétrico. Os cálculos, obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, são do professor Edvaldo Santana, ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Ele mapeou o custo das leis aprovadas recentemente e calculou o que chama de “custo Congresso” na conta de luz. Toda essa despesa adicional acaba sendo paga pelos consumidores, seja por meio do preço da energia ou pelo aumento dos encargos.

Com a escalada tarifária, agora o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), com apoio do governo, quer baratear a conta de luz a todo custo com a aprovação de um projeto que fixa um teto de 17% da alíquota do ICMS, imposto estadual, e de um decreto que suspende os reajustes já aprovados nos Estados.

Em ano de eleições e com os políticos sendo cobrados pelo preço da energia, esses dois projetos tramitam com urgência na Câmara e ganharam prioridade para aliviar a conta de luz.

O mapeamento do impacto na conta de luz mostra que foram os próprios parlamentares que contribuíram para a explosão no preço da energia, com exigências de contratações de térmicas a gás, a carvão mineral, energia nuclear de Angra 3 e energia renovável pelo dobro do preço de mercado.

Essas contratações têm um custo médio de R$ 464,29 por megawatt-hora (MWh), enquanto que o custo tradicional da expansão do parque de energia, calculado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia, é de R$ 157,44.

O resultado final é um custo adicional total de R$ 27 bilhões por ano, considerando o prazo de cada contratação obrigatória de energia prevista nas medidas aprovadas pelo Congresso. Esse valor representará um impacto de aproximadamente 10% na tarifa do consumidor brasileiro de energia elétrica nos próximos anos, com um acréscimo médio de R$ 54,79 por MWh na conta de energia.

A conta média envolve custos com prazos e financiadores distintos. Segundo Santana, muitas das contratações compulsórias serão rateadas por prazos de 15 a 20 anos por todos os consumidores, livres ou cativos, mas podendo chegar a 50 anos, como é o caso da energia proveniente da usina nuclear Angra 3.

O Congresso aprovou também todas as leis que compõem cada linha da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um fundo do setor elétrico para custear políticas determinadas por deputados e senadores. Os valores são calculados anualmente pela Aneel e arrecadados por meio das tarifas de energia. Essa conta banca a compra de combustível fóssil para geração de energia nos sistemas isolados do Norte do País, subsídios para consumidores e geradores de fontes renováveis, descontos para consumidores de baixa renda e até para setores de irrigação, aquicultura e saneamento básico, além de gastos com o programa de universalização do acesso ao serviço de energia elétrica; entre outras iniciativas.

Em 2022, foi aprovado um orçamento recorde para a CDE: R$ 32,1 bilhões. Esse montante representa um aumento de 34,2% em relação ao orçamento da CDE em 2021, de R$ R$ 23,9 bilhões. No total, custear as políticas públicas financiadas por essa conta significam 13,3% na tarifa de energia elétrica do consumidor brasileiro.

“O setor elétrico chegou ao fundo de poço em termos de regulação. O Congresso assumiu ao mesmo tempo de planejador, determina o que entra de energia, quando, onde, qual o combustível e os custos e quer culpar o regulador, as distribuidoras e as geradoras pelos aumentos quando o grande culpado é ele”, diz Santana.

O ex-diretor da Aneel destaca que o problema não será resolvido reduzindo tributo ou jogando o aumento para frente. Se o problema não for reduzido, o impacto dessas medidas será engolido rapidamente. A solução, diz, é fazer um “reset”, zerando todo esse emaranhado de problemas.

Para Rodrigo Ferreira, presidente-executivo da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), a solução de reforma estrutural para o setor elétrico é o projeto de lei 414, já aprovado no Senado. Neste projeto, há uma abertura do mercado de energia ao dar o direito, a quem quiser, de poder escolher o próprio fornecedor de energia elétrica – medida que é conhecida como portabilidade da conta de luz, uma alusão ao que já é possível fazer na telefonia e crédito imobiliário.

Segundo ele, há grande expectativa para a votação em junho do projeto e consenso no setor em torno do projeto. “O presidente Lira tem demonstrado preocupação com a explosão tarifária e já se manifestou favorável à modernização do modelo comercial do setor elétrico, que garantirá liberdade de escolha para o consumidor e acesso a energia mais barata”, avalia Ferreira. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Sul