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Fórum Econômico em Davos tem início com guerra e pandemia em pauta

 


Começa neste domingo (22) o Fórum Econômico Mundial, na cidade de Davos, na Suíça. O evento, que termina em 26 de maio, reúne líderes de países, ministros, banqueiros centrais e representantes do setor privado, que discutem a situação atual da economia global e como lidar com seus desafios.

Neste ano, já foram confirmadas falas do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, do presidente da Colômbia, Ivan Duque, do primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, do chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, e da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.

O Brasil será representado no evento pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e pelo presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES), Gustavo Montezano.

Especialistas consultados afirmam que os temas discutidos devem dar pistas sobre os próximos passos das principais economias do mundo, e é uma boa oportunidade para conversar e atrair investidores. No caso do Brasil, será importante ficar atento à agenda ambiental.

História de Davos

O Fórum Econômico Mundial é, na verdade, uma fundação sem fins lucrativos fundado em 1971 pelo economista alemão Klaus Schwab, com sede na Suíça. Atualmente, conta com as mil maiores empresas do mundo dentre os seus membros.

O objetivo da organização é “envolver os principais líderes políticos, empresariais, culturais e outros da sociedade para moldar as agendas globais, regionais e da indústria”, segundo seu site.

Desde 1988, passou a realizar encontros anuais, geralmente no começo do ano, na cidade de Davos, conhecida por abrigar resorts para esquiadores. O local acabou sendo fortemente associado ao evento, que é tradicionalmente chamado apenas de Davos ou Fórum de Davos.

O tema principal que pauta os debates no encontro muda a cada ano. Já foram discutidos assuntos como Quarta Revolução Industrial, globalização e sustentabilidade.

Em 2022, Davos retoma os encontros presenciais após precisar cancelar o evento em 2021 devido à pandemia. O próprio evento deste ano chegou a ser adiado em janeiro para maio, enquanto a Europa ainda enfrentava a variante Ômicron.

E a recuperação econômica dos países após os efeitos da Covid-19 será um dos principais temas de discussão no evento, junto com os efeitos da guerra na Ucrânia e as já tradicionais discussões sobre sustentabilidade, zerar emissões de poluentes e a realização de uma transição energética.

O tema escolhido é “História em um ponto de virada: políticas governamentais e estratégias de negócios”, e a previsão é que cerca de 2.500 pessoas compareçam.

Paulo Feldmann, professor da FEA-USP, avalia que o elemento mais importante de Davos é possibilitar a discussão sobre a situação econômica dos países. Para ele, mesmo com a guerra e a pandemia, a questão ambiental deve se manter como o centro das discussões, uma tendência dos últimos encontros.

Para Joelson Sampaio, economista e professor da FGV-EESP, Davos tem um lado prático e outro simbólico, que ainda predomina, e serve como um local de proposição de agendas, indicando as intenções de países e empresas para os próximos anos.

Vinicius Vieira, professor da Faap, avalia que Davos costuma ter um caráter mais simbólico que prático. Segundo ele, o encontro serve como oportunidade para líderes de países se encontrarem com investidores, e se antenar sobre as tendências nos mercados internacionais.

Ele considera, porém, que Davos não costuma ditar novas tendências na economia global, mas sim discutir e destacar as que já existem e geralmente são discutidas inicialmente em outros encontros, como os do G7 e G20.

O evento também pode, esporadicamente, ter um tom mais prático, dando origens a resoluções, como as envolvendo cibersegurança e atuação do setor privado na questão climática, mas “muito mais em função do que já foi decidido antes”.

O que esperar em 2022?

Sampaio, da FGV, afirma que a questão da recuperação econômica dos países devido à pandemia deve ser um assunto relevante, discutindo ideias de como retomar o crescimento econômico, mas não o foco.

“Com a saída em geral dos países das fases mais críticas da pandemia, os desdobramentos da guerra devem dominar”, diz.

Ele aposta em discussões sobre as formas de minimizar os impactos econômicos do conflito, como, por exemplo, das sanções aplicadas contra a Rússia, e também mais debates sobre a chamada agenda verde, englobando a questão dos investimentos em sustentabilidade.

Feldmann lembra que a guerra na Ucrânia afetou os preços e fornecimento de gás natural para a Europa, obrigando muitos países a reverter algumas posições e até o uso de carvão, mais poluente. Nesse sentido, o evento pode dar pistas de como os países pretendem lidar com as consequências do conflito enquanto tentam balancear a importância do combate às mudanças climáticas.

Já Vinicius Vieira afirma que será interessante ver o quão otimistas países, empresários e investidores estarão em relação à recuperação pós-pandemia, e se vão sinalizar a reestruturação de cadeias globais de produção após as falhas vistas entre 2020 e 2021.

É preciso ver se vai ter alguma sinalização de regionalização de cadeias. Seria um caminho para redução da dependência entre Ocidente e Oriente, que sustentou a globalização nos últimos anos antes da Covid-19. Pode vir sinalização que os países querem algo nesse sentido

Outro ponto que pode envolver alguma sinalização em Davos é o combate à fome global, com riscos de desabastecimento em muitos países devido à guerra na Ucrânia.

“Davos sempre foi criticada por ser um mundo à parte, fora do mundo real, mas esse mundo real atrapalha também o mundo empresarial. Pode surgir algo daí, uma colaboração com G7, ONU, Banco Mundial, pode ser a grande novidade, e uma oportunidade de mostrar que mudou de visão”, avalia.

Brasil em Davos

Para Vieira, a ausência do presidente Jair Bolsonaro na comitiva brasileira não deve enfraquecer a posição do país nas discussões em Davos.

Ele avalia que ao enviar seus ministros, o presidente pode se “esquivar de críticas”, em especial na temática ambiental.

“Mas o Guedes já teve falas mal calibradas do ponto de vista diplomático. Tudo associado ao governo gera imagem negativa para o Brasil no cenário internacional, afetando até a capacidade de atração de investimento, que não é ruim, mas poderia ser melhor”, ressalta.

Ele afirma que o esforço brasileiro em atrair investidores estrangeiros pode ter algum avanço em Davos, mas poderia achar fontes mais substanciais fora do Ocidente, como na China e na Índia.

“A própria efetividade de Davos é questionada nesse ponto de vista, mas se quer se aproximar de investidores dos Estados Unidos e Europa, esse é o caminho”, diz.

Na visão de Feldmann, a centralidade da discussão ambiental no evento tende a afetar a imagem brasileira devido ao crescimento do desmatamento na Amazônia. Ele acredita que o ministro da Economia precisará se explicar sobre a situação.

Ele também não acredita que a ausência de Bolsonaro prejudique a comitiva, e vê a ida apenas dos ministros como uma ação estratégica, que pode acabar sendo melhor para os esforços brasileiros.

Para Sampaio, a agenda majoritariamente econômica do evento deve permitir que o Brasil seja bem representado pela delegação, e até que conduza uma agenda positiva em Davos.

“Vai ter agenda ambiental e social, que vai ser importante para o Brasil. Muitos representantes de Estados estão ansiosos para ter uma clareza dos objetivos e agenda brasileiros. Davos é a oportunidade para mostrar isso”.

O Sul

Chega ao fim o estado de emergência em saúde pública no Brasil decretado devido à Covid

 


Chegou ao fim, neste domingo (22), o estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), decretado em função da pandemia de Covid-19 no Brasil.

A portaria com a decisão foi assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em 22 de abril, e previa prazo de 30 dias para que estados e municípios se adequassem à nova realidade.

A decisão do governo brasileiro foi tomada com base do cenário epidemiológico mais arrefecido e o avanço da Campanha de Vacinação no país. Segundo o Ministério da Saúde, apesar da medida, nenhuma política pública de saúde será interrompida.

“A pasta dará apoio a estados e municípios em relação à continuidade das ações que compõem o Plano de Contingência Nacional”, garantiu o governo.

Histórico

No último dia 12 de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prorrogou, a pedido do Ministério da Saúde, o prazo de validade das autorizações para uso emergencial de vacinas contra Covid-19, que deixariam de ser usadas na campanha de vacinação contra a doença com o fim do Epin.

A medida vale também para medicamentos que só deveriam ser usados durante a crise sanitária. Segundo a decisão da Diretoria Colegiada da Anvisa, as autorizações permanecerão válidas por mais um ano.

No mesmo dia, a Anvisa alterou a resolução que permite a flexibilização das medidas sanitárias adotadas em aeroportos e aeronaves, em virtude do encerramento do estado de emergência. Entre as mudanças, estão a retomada do serviço de alimentação a bordo e permissão para retirada de máscaras para se alimentar, durante o voo.

Segundo o Ministério da Saúde, o governo federal empenhou quase R$ 34,3 bilhões para a compra de cerca de 650 milhões de imunizantes contra a Covid-19.

“Por conta da vacinação, o Brasil registra queda de mais de 80% na média móvel de casos e óbitos pela Covid-19, em comparação com o pico de casos originados pela variante Ômicron, no começo deste ano. Os critérios epidemiológicos, com parecer das áreas técnicas da pasta, indicam que o país não está mais em situação de emergência de saúde pública nacional”, ressaltou o Ministério em nota.

O Sul

Rio Grande do Sul bate recorde na produção de azeites em 2022

 


A produção de azeite no Rio Grande do Sul bateu recorde em 2022, com a industrialização de 448.580 litros. O volume representa um aumento de 122% em relação ao ano passado (202 mil litros).

Este e outros números da safra foram apresentados na última quinta-feira (19) pelo secretário adjunto da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Rodrigo Rizzo, durante o evento “Olivas no Cais”, que ocorre até este domingo (22), no Cais Embarcadero, em Porto Alegre.

O secretário da Agricultura, Domingos Velho Lopes, diz que vê com satisfação os números gerados por este setor. “A Secretaria da Agricultura está engajada no fomento destas cadeias novas para aumentar a diversidade de culturas que só engrandecem a cadeia agrossilvipastoril do Rio Grande do Sul”, destacou.

Na avalição de Rodrigo Rizzo, o aumento da produção de azeite este ano se deve à entrada em produção de novos olivais, do trabalho que os produtores e técnicos têm feito para aperfeiçoar tecnologias nos pomares e à resistência das oliveiras à estiagem.

Durante o evento, também foram adiantados números do Cadastro Olivícola, atualizado pela Seapdr, junto a Emater/RS-Ascar, e com o apoio do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva). O cadastro aponta que a olivicultura está presente nas atividades de 321 produtores, de 108 municípios, e ocupa uma área plantada de 5.986 hectares. Da área total, 3,4 mil hectares são produtivos, com oliveiras com idade de quatro anos ou mais. “São 17 fábricas/lagares em atividade no Estado hoje, e 70 marcas de azeite”, destaca o coordenador do Programa Pró-Oliva na Seapdr, Paulo Lipp.

A maioria dos olivais está na Metade Sul do Rio Grande do Sul. Os principais municípios produtores são Encruzilhada do Sul, Canguçu, Pinheiro Machado, Bagé, Caçapava do Sul, Cachoeira do Sul, Viamão, São Gabriel, Santana do Livramento, Barra do Ribeiro, Sentinela do Sul, São Sepé, entre outros.

Segundo Lipp, a atualização do Cadastro, em uma primeira etapa, contou com o trabalho dos extensionistas da Emater/RS-Ascar, que levantaram dados em todos municípios gaúchos sobre a existência de olivais e produtores. “A partir daí, os departamentos de Política Agrícola e de Diagnóstico e Pesquisa da Seapdr estão elaborando uma série de análises sobre a evolução e o mapeamento do crescimento da olivicultura no Estado, informações úteis para as políticas públicas e que serão disponibilizadas nas próximas semanas”, informou Lipp.

Sobre o “Olivas no Cais”

O “Olivas no Cais” é uma mostra e imersão no mundo do azeite gaúcho. Há degustação, feira com azeites de oliva extravirgem, palestras, jantares, sessão de autógrafos e a possibilidade de bons negócios. Na programação, há também entrega do selo Ibraoliva Produtos Premium, com base no programa Produtos Premium da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (SCIT). “O selo garante a origem e a qualidade de azeite do Rio Grande do Sul”, pontua o presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes.

A Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (SICT/RS), que é parceira na promoção do evento, constituiu um grupo de trabalho, da qual a Seapdr faz parte, e uma comissão de jurados (azeitólogos) para avaliar a qualidade dos azeites, a fim de definir o uso do selo. Estão presentes 28 marcas gaúchas no evento.

O Sul

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Obras causarão falta de água em parte de bairros da Zona Sul de Porto Alegre

 


O Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) de Porto Alegre agendou trabalhos na área das obras da avenida Tronco e no bairro Vila Nova, na Zona Sul, que devem provocar falta de água em alguns pontos na terça (24) e quinta-feira (25).

A programação de serviços relativa à avenida Tronco inclui o rebaixamento de uma adutora de 400mm de diâmetro, além de interligações e desativações de redes de água.

Já na Vila Nova, haverá duas interligações de redes, como parte das obras da rua Giuseppe Salomoni. A agenda poderá ter alterações por motivos técnicos ou climáticos. Acompanhe as atualizações pelo twitter@dmaepoa ou na capa do site.

Terça-feira (24), a partir das 9h:

A interligação de redes de água na avenida Teresópolis, 2266, causa o desabastecimento em parte dos bairros Teresópolis e Glória. A previsão é normalizar à noite.

Os bairros Santa Tereza (parte), Cristal (parte) e Nonoai (parte) terão o abastecimento de água suspenso por causa da desativação de uma rede de 200mm de diâmetro e de um entroncamento na rua Cruzeiro do Sul, 2252, esquina da rua Dona Otília, e do rebaixamento da adutora de 400mm de diâmetro na Cruzeiro do Sul, 2632, esquina da avenida Divisa. A água deve retornar à noite.

Quarta-feira (25), a partir das 9h:

Parte da Vila Nova, nas proximidades da Estrada das Furnas, terá o abastecimento interrompido para a execução de dois entroncamentos da rede nova com a rede existente na rua Giuseppe Salomoni (antigo Beco Petenuzzo). A previsão é restabelecer o fornecimento de água à noite.

O Sul

Fora de casa, Inter empata em 1 a 1 com o Cuiabá pelo Brasileirão

 


Na noite deste sábado (21), o Inter empatou em 1 a 1 com o Cuiabá, em jogo válido pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. A partida foi disputada na Arena Pantanal, na capital de Mato Grosso. O Cuiabá saiu na frente, com gol de falta de Valdívia, no começo do segundo tempo. Já o Inter marcou com Carlos de Pena, de pênalti, aos 37 minutos.

Com o resultado, o Colorado subiu para a décima colocação na tabela do torneio, com 10 pontos. Já o time adversário caiu para a 15ª colocação, com 8 pontos. Com o empate deste sábado, o técnico Mano Menezes chega aos oito primeiros jogos no comando do Colorado sem derrota. Até o momento, foram 3 vitórias e 5 empates.

O Inter volta a campo na próxima terça-feira (24), às 21h30min, diante do 9 de Octubre-EQU, em partida válida pela sexta rodada da Sul-Americana. O jogo será no Beira-Rio e vale a classificação colorada às oitavas do torneio. Já o Cuiabá volta a jogar na quinta-feira (26), contra o Melgar-PER, em Arequipa, também pela Copa Sul-Americana.

O jogo

As equipes fizeram um início de jogo equilibrado, mas de pouca criatividade no ataque. Pepê com um minuto de bola rolando arriscou a primeira finalização do time da casa, mas parou no goleiro Daniel. Enquanto Wanderson respondeu para o Inter e viu Walter fazer a defesa. Apesar do começo promissor, as chances só voltaram a acontecer depois dos 28 minutos. David tentou para o Colorado e novamente Walter evitou o gol. E, aos 44, Valdívia arriscou o chute colocado e carimbou o travessão.

Na volta do intervalo, o Cuiabá abriu a contagem logo aos quatro minutos em cobrança de falta de Valdívia. Mas, assim como na primeira etapa, o jogo seguiu sem grandes emoções. Até que, já na marca dos 37, De Pena de pênalti deixou tudo igual para os visitantes. No lance da penalidade, João Lucas recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Com um a mais, o Inter foi para cima e chegou a assustar com Moisés e Wesley Moraes, mas foi o 1 a 1 que prevaleceu no marcador até o apito final.

Ficha técnica

– Cuiabá: Walter; João Lucas, Marllon, Empereur e Uendel; Rivas (Marcão), Pepê e Valdivia (Marquinhos); Alesson (André Luís), Felipe Marques (Rodriguinho) e Jenison (André). Técnico: Luiz Fernando Iubel.

– Inter: Daniel; Bustos, Vitão, Mercado e Moisés; Gabriel, Edenilson (Mauricio), Liziero (De Pena) e Alan Patrick (Wesley Moraes); Wanderson (Pedro Henrique) e David (Alemão). Técnico: Mano Menezes.

– Arbitragem: Ramon Abatti Abel (SC), auxiliado por Éder Alexandre (SC) e Henrique Neu Ribeiro (SC). VAR: Heber Roberto Lopes (SC).

– Cartões amarelos: João Lucas, Empereur (CUI); Wanderson, Mercado, Moisés, Pedro Henrique, De Pena, Wesley Moraes, Keiller (INT).

– Cartões vermelhos: João Lucas (CUI).

O Sul

Rússia proíbe entrada do presidente dos Estados Unidos no país

 


O governo russo anunciou no sábado (21) que proibiu a entrada de 963 norte-americanos, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, informou a agência Interfax. A lista publicada pelo Ministério das Relações Exteriores da Rússia também veta o acesso ao território russo do secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, e o chefe da CIA, William Burns.

As proibições têm apenas um impacto simbólico, mas foram decretadas em resposta às sanções aplicadas pelo governo americano a Moscou por causa da guerra iniciada no dia 24 de fevereiro na Ucrânia.

Além dos americanos, o governo russo decidiu impedir a entrada de 26 cidadãos canadenses em resposta às medidas anunciadas anteriormente pelo país. A lista de “persona non grata” inclui a esposa do primeiro-ministro Justin Trudeau e comandantes militares seniores.

“Em resposta ao fato de que as autoridades canadenses declararam outra série de sanções contra Moscou, que incluíam não apenas representantes da administração estatal, mas também funcionários dos círculos militares e comerciais, bem como seus parentes próximos, a Rússia fecha definitivamente a entrada para a categoria semelhante de representantes canadenses”, declarou a chancelaria russa.

Desde o início da guerra na Ucrânia, a Rússia já vetou a entrada de várias autoridades do Japão, incluindo o primeiro-ministro Fumio Kishida, e de mais de 287 deputados britânicos, além do premiê Boris Johnson.

Bloqueio e fome

Em meio a preocupações com a falta de alimentos no mundo por causa da guerra na Ucrânia, a Rússia afirmou nesta semana que está condicionando a abertura dos portos do Mar Negro à suspensão das sanções ocidentais. Ao mesmo tempo, a Organização das Nações Unidas (ONU) voltou a alertar que dezenas de milhões de pessoas estão em risco de passar fome por causa do bloqueio russo aos portos ucranianos que impactam no fornecimento global de grãos.

“É preciso não apenas apelar para a Federação Russa, mas também analisar profundamente todo o complexo de razões que causaram a atual crise alimentar e, em primeiro lugar, são as sanções que foram impostas contra a Rússia pelos EUA e pela UE que interferem no livre comércio normal, abrangendo produtos alimentícios, incluindo trigo, fertilizantes e outros”, afirmou o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Andrei Rudenko, citado pela agência Interfax.

O Ministério das Relações Exteriores russo disse que só considerará abrir o acesso aos portos ucranianos do Mar Negro se a remoção das sanções contra a Rússia for considerada. “O Kremlin não impôs restrições. Não precisamos rever nada aqui, as restrições impostas pelos Estados Unidos, países europeus e outros devem ser levantadas. São essas restrições que não nos permitem avançar”, afirmou o porta-voz do governo russo, Dmitri Peskov.

E completou: “De fato, a situação é preocupante. Tudo isso não é culpa nossa, nossos fornecedores estão interessados em manter seus contatos comerciais internacionais, mas, infelizmente, essas sanções foram introduzidas, que estão crescendo em todo o mundo”, disse, citado pela Interfax.

O ministro das relações exteriores da Ucrânia, Dmitro Kuleba respondeu às declarações russas. “A Rússia tem total responsabilidade não apenas por matar, torturar e estuprar ucranianos, mas também por pessoas famintas em todo o mundo, inclusive na África”, escreveu no Twitter.

As declarações ocorrem em meio a pedidos da ONU para que a Rússia libere os portos do Mar Negro a fim de evitar o colapso na alimentação global. “A guerra na Ucrânia, além de todas as outras crises globais, ameaça dezenas de milhões de pessoas com insegurança alimentar, desnutrição, fome em massa e fome”, disse o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, no Twitter.

A Ucrânia é um grande exportador de trigo, alimentando bilhões de pessoas com pão, massas e alimentos embalados. Mas os navios de guerra russos impossibilitaram as exportações pelos portos do Mar Negro, como Odessa, no sul da Ucrânia.

O Sul

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Quase dois terços dos brasileiros aceitam privatizar a Petrobras

 


Uma pesquisa da XP/Ipespe divulgada nesta semana aponta que 67% dos brasileiros são favoráveis à privatização da Petrobras, caso fique comprovado que os preços dos combustíveis diminuam em decorrência da venda. Caso a condição de baixar os preços não se comprove, 49% da população diz não concordar com a venda da companhia, contra 38% favoráveis. Para 44%, os preços dos combustíveis aumentariam ainda mais no caso da privatização da estatal.

O novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, prometeu, como primeiro ato, acelerar o processo de privatização da Petrobras e incluir no Plano Nacional de Desestização a PPSA, responsável pelo Pré-sal.

Ele substitui o almirante Bento Albuquerque, que estava no comando do ministério desde o começo do governo. Sua saída foi atribuída a um pedido pessoal, mas a pressão causada pelos reajustes dos valores dos combustíveis e a insatisfação do presidente Jair Bolsonaro com a política de preços da Petrobras também pesaram para a saída.

Ainda de acordo com a pesquisa, 64% dos entrevistados consideram que a Petrobras tem “muita responsabilidade” sobre as sucessivas elevações nos preços. Para 45%, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), teve muita responsabilidade.

Outro fator foi apontado por 40% dos entrevistados, a Guerra da Ucrânia, que fez o preço do barril de petróleo chega à máximas históricas.

Do total de entrevistados, 37% deles classificaram como muito responsáveis os governos anteriores, enquanto 33% disseram que os presidentes anteriores não tem “nenhuma responsabilidade” com a alta de preços em 2022; neste quesito, Bolsonaro aparece com 26%.

A pesquisa também traz o cenário de intenções de voto para presidente da República.

Confira as porcentagens estipuladas de cada candidato:

1) Primeiro turno

Intenção de voto estipulada para presidente:

— Lula: 44%
— Bolsonaro: 32%
— Ciro Gomes: 8%
— Doria: 4%
— Janones: 2%
— Tebet: 2%
— Felipe d’Avila: não pontuou
— Vera: não pontuou
— Eymael: não pontuou
— Luciano Bivar: não pontuou
— Branco ou Nulo: 6%
— Indecisos: 2%

2) Segundo turno

Intenção de voto estipulada para presidente:

Cenário 1:
— Lula: 53%
— Bolsonaro: 34%
— Branco ou nulo: 13%

Cenário 2:
— Lula: 53%
— Ciro Gomes: 25%
— Branco ou nulo: 22%

Cenário 3:
— Lula: 54%
— Doria: 20%
— Branco ou nulo: 26%

Cenário 4:
— Ciro Gomes: 44%
— Bolsonaro: 40%
— Branco ou nulo: 16%

Cenário 5:
— Bolsonaro: 40%
— Doria: 38%
— Branco ou nulo: 22%

Metodologia

Foram ouvidas 1.000 pessoas por telefone entre 16 e 18 de maio. A pesquisa, encomendada pela XP Investimentos, foi registrada na Justiça Eleitoral com o número BR-08011/2022. A margem de erro máximo estimada é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%. Ou seja, se 100 pesquisas fossem realizadas, ao menos 95 apresentariam os mesmos resultados dentro desta margem.

Os percentuais que não totalizam 100% são decorrentes de arredondamento ou de múltiplas alternativas de resposta.

O Sul