Recepção de Lula no Piauí é o retrato do que ele é na atualidade: indiferente e ignorado

 

Dubai, um país com 3 milhões de habitantes, espalhou mais de 300 mil câmeras de segurança pelo país para"prever crimes" graças à um software de inteligência artificial. 1 câmera por cada 10 habitantes!

 

Natalia Traven, atriz

 







Natalia Traven é uma atriz, conhecida por Collateral Damage (2002), Crimen sin perdón (2007) e Cry Macho (2021). Veja a biografia completa »

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Ato na Esquina Democrática fecha protestos contra PEC 32

 Grupo anunciou articulação por uma greve geral contra proposta de reforma administrativa



Ato com dezenas de servidores públicos na Esquina Democrática, no início da noite desta quarta-feira, marcou o encerramento de um dia de protestos em Porto Alegre e em várias cidades do Brasil contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32/2020, a chamada reforma administrativa, que pode ser votada no final deste mês na Câmara dos Deputados. 

Horas antes, foram realizadas manifestações em dois locais diferentes. O primeiro protesto ocorreu abaixo de forte chuva em frente ao Hospital Pronto Socorro (HPS), no final da manhã, reunindo sindicatos de servidores municipais, estaduais e federais. À tarde uma vigília foi realizada em frente ao Palácio Piratini, seguida de um ato de protesto contra a PEC 32, além da apresentação de pautas contra a política do governo estadual.

Na Esquina Democrática estavam presentes, além de representantes de entidades sindicais, líderes estudantis e integrantes de partidos políticos de esquerda. A reforma administrativa foi duramente criticada duramente o protesto. Na ocasião foi anunciada a articulação de uma greve geral. Ao mesmo tempo, foi feita uma defesa ao trabalho do servidor público.

“A maioria dos funcionários públicos no país não recebem mais de quatro salários mínimos”, disse Jodar Prates, presidente do Simpe-RS, Sindicato dos Servidores do Ministério Público do RS. Além disso, o presidente Jair Bolsonaro, seu vice, Hamilton Mourão, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, foram alvos de críticas. O ex-prefeito Raul Pont, que participava do ato no Centro Histórico de Porto Alegre, destacou que os serviços públicos foram e seguem fundamentais para o desenvolvimento do país. “Hoje os serviços públicos estão sendo degradados para serem entregues ao setor privado.” 

Os atos também abordavam temas relacionados a questões estaduais e municipais. Foram citadas as privatizações promovidas pelo governo federal e a privatização da Carris em Porto Alegre. Na pauta de protestos realizada no ato em frente Palácio Piratini, por exemplo, incluiu, críticas aos projetos de privatizações realizados pelo Governo do Estado e questões salariais dos servidores estaduais. Na ocasião, um grupo de seis pessoas conseguiu ser recebido no Piratini para entregar um documento com reivindicações dos servidores estaduais. Entre elas estão a reposição salarial, o fim do desconto previdenciário para aposentados e o fim dos vencimentos com valores abaixo do salário mínimo. O presidente do Sindicaixa (organização sindical que congrega os trabalhadores da extinta Caixa Econômica Estadual do RS), Érico Corrêa, integrou a comitiva, que foi recebida pelo chefe de gabinete da Casa Civil, Jonatan Brönstrup. Segundo o sindicalista, o governo se comprometeu a fazer uma reunião de trabalho sobre o tema em até 15 dias.

Mas a reforma administrativa era o tema central de todas as mobilizações. De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores de Nível Superior do RS (Sintergs), Antônio Augusto Medeiros, a mobilização nacional foi um alerta para população de que a reforma administrativa será bastante prejudicial para o Brasil. Um dos pontos mais criticados na PEC 32, segundo ele, é o fim do regime jurídico único. “Cria espaço para diferentes tipos de servidores, inserindo os temporários, por exemplo”, explicou.

Outra questão polêmica é a estabilidade. Atualmente, os servidores que passaram em concurso público ganham estabilidade depois de três anos de exercício do cargo. Porém, a proposta do Executivo limita a estabilidade apenas a carreiras típicas de Estado, que seriam definidas depois por lei complementar. “Vale lembrar que o escândalo da Covaxin foi revelado por um funcionário com estabilidade”, acrescentou Medeiros. Entre outros pontos criticados na reforma, está a introdução na esfera estatal dos chamados “instrumentos de cooperação”, que permitem a execução compartilhada dos serviços entre entidades públicas e privadas. 

Também participam dos atos representantes de centrais sindicais (CTB, CUT, Intersindical, CSP Conlutas e Pública) e de sindicatos de servidores (Simpa, CPERS, Sindjus, Simpe, Sindpers, Sintrajufe, Assurgs, Adufrgs, Sindisaúde e Afocefe Sindicato).

Correio do Povo


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FMI anuncia suspensão de fundos para o Afeganistão em meio à incerteza sobre governo em Cabul

 Fundo já tomou medidas similares antes, quando parte dos seus membros não reconhecem o governo de um país, como no caso da Venezuela



O Fundo Monetário Internacional anunciou nesta quarta-feira que vai suspender os fundos para o Afeganistão devido à incerteza sobre o estado do governo em Cabul, após a tomada do país pelos talibãs. "Como sempre, o FMI se guia por opiniões da comunidade internacional", disse um porta-voz à AFP. "Atualmente existe uma falta de clareza dentro da comunidade internacional em relação ao reconhecimento de um governo no Afeganistão, consequentemente o país não pode acessar os recursos do FMI", acrescentou.

"Atualmente existe uma falta de clareza dentro da comunidade internacional em relação ao reconhecimento de um governo no Afeganistão, consequentemente o país não pode acessar os Direitos Especiais de Saque (DES) ou outros recursos do FMI", acrescentou.

O Fundo já tomou medidas similares antes, quando parte dos seus membros não reconhecem o governo de um país, como no caso da Venezuela.

O FMI tem 190 países-membros que estão divididos sobre o Afeganistão. Depois de duas décadas tentando derrotar os talibãs, as potências ocidentais enfrentam a difícil escolha de estabelecer ou não relações com o grupo fundamentalista que agora controla o Afeganistão.

O Canadá já anunciou que não vai reconhecer os talibãs. A França enumerou cinco condições prévias. Rússia, China e Turquia saudaram as primeiras declarações públicas dos insurgentes. O FMI devia liberar uma parte final da ajuda a Cabul no âmbito de um programa aprovado em 6 de novembro de 2020 no total de 370 milhões de dólares. 

Este programa de 42 meses (três anos e meio) resultou em um desembolso imediato de 115 milhões de dólares. Uma segunda parte da ajuda, no valor de 149,4 milhões de dólares, foi desembolsada no começo de junho, após uma revisão inicial do avanço do programa.

Restava liberar cerca de 105,6 milhões de dólares previstos neste plano de ajuda, concedido no âmbito da Facilidade de Crédito Estendida, cujo objetivo era apoiar a economia afegã, fortemente afetada pela pandemia de covid-19. 

O presidente do Banco Central do Afeganistão, Ajmal Ahmady, que deixou o país no domingo, também informou nesta quarta que Cabul receberia no próximo 23 de agosto cerca de 340 milhões de dólares do FMI pela emissão de novos DES. 

"Não sei se esta alocação vai continuar", disse em um tuíte. Criados em 1969, os DES não são uma moeda, nem têm existência material. Seu valor se baseia em uma cesta de cinco moedas internacionais importantes: dólar, euro, libra, iuane e iene.

Uma vez emitidos, os DES podem ser usados como moeda de reserva que estabiliza o valor da moeda nacional ou podem ser convertidos em moedas mais fortes para financiar investimentos. O Afeganistão, extremamente dependente de ajuda internacional, é um dos países mais pobres do mundo.

AFP E Correio do Povo

Conservadorismo

 



Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1296061604142509

Muro da Mauá começa a ganhar “parede verde”

 Ação será implementada em trecho entre a Secretaria da Fazenda e as proximidades da Usina do Gasômetro



A revitalização do muro da avenida Mauá, na região central de Porto Alegre, começou nesta semana com o plantio de uma parede verde. O trecho de 750 metros, entre a Secretaria Estadual da Fazenda e as proximidades da Usina do Gasômetro, deve receber centenas de podocarpos.

O projeto, realizado pelo consórcio Sinergy/HMidia, adotante do espaço pelos próximos dois anos, prevê ainda abrigos de ônibus mais modernos, iluminação cênica e a instalação de câmeras de segurança ao longo do trecho. Também vai ganhar pinturas de personalidades da música, literatura e esporte, além de um espaço com cascata de água e interatividade com QR codes. A conclusão é prevista para o mês de novembro.

O prefeito Sebastião Melo destacou que a ação irá ajudar na recuperação da autoestima da cidade. “As plantas vão cumprir esse papel e são um passo importante no processo de revitalização do nosso Centro Histórico”, comentou. A presença das plantas não se trata de uma medida definitiva, mas por lá permanecerão enquanto não houver uma definição dos projetos a serem implementados. 

Dos 750 metros, o adotante pode utilizar 15% da área para identificação da marca. Também é permitido o uso, no local, da frase “Uma empresa parceira de Porto Alegre”. O parceiro adotante pode, inclusive, utilizar a frase, em peças publicitárias, acompanhada do brasão oficial do Munícipio.

Rádio Guaíba e Correio do Povo

Mafioso italiano detido em João Pessoa pede refúgio ao Brasil

 Para tentar suspender processo de extradição de Rocco Morabito, defesa se baseou em decisões recentes do STF

O mafioso italiano Rocco Morabito, de 54 anos, detido em maio deste ano em João Pessoa (PB) e mantido, desde então, na penitenciária federal de Brasília, pediu que o STF (Supremo Tribunal Federal) suspenda o processo de extradição que está em andamento contra ele e solicitou refúgio ao governo brasileiro. Sua extradição é tida por autoridades como certa.

O governo italiano listava Morabito como o segundo homem mais procurado daquele país até sua detenção. De acordo com investigações europeias, o mafioso foi o responsável por organizar e distribuir, por décadas, a cocaína produzida na América do Sul e adquirida pela máfia calabresa 'Ndrangheta, tida como a maior organização criminosa do mundo em atividade.

O pedido de refúgio foi endereçado ao Conare (Comitê Nacional para os Refugiados), vinculado ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública, pelo advogado de Morabito, o brasileiro Leonardo de Carvalho e Silva, às 12h16 da última sexta-feira. Procurado, o ministério afirmou que, devido ao sigilo imposto por lei, não poderia informar sobre os fundamentos ou a mera existência do documento.

A defesa do mafioso requereu a juntada da solicitação de refúgio ao processo de extradição, que está sob relatoria da ministra Cármen Lúcia. O advogado pediu, por meio do documento, que o processo fique suspenso até, pelo menos, a decisão final do Conare. O argumento é baseado em decisões similares do STF, que suspenderam outros processos de extradição até a decisão do Conare.

Nesta segunda-feira, no entanto, Cármen Lúcia decidiu manter Morabito preso em Brasília e atendeu a um pedido da Interpol para manter a apreensão de bens do italiano, que serão encaminhados para a superintendência da PF na Paraíba para possível instauração de inquérito. Os bens, como documentos falsos, permanecerão com a polícia até o final do processo de extradição.

Ao Núcleo de Jornalismo Investigativo da Record TV, o advogado de Rocco Morabito afirmou que o pedido de refúgio teve como objetivo "gerar uma questão de ordem a ser discutida e decidida pelo Supremo Tribunal Federal".

"Aplica-se à espécie o disposto no artigo 34 da Lei nº 9474, de 22 de julho de 1997, em que o pedido de refúgio, formulado após o julgamento de mérito da extradição, produz o efeito de suspender o processo, mesmo quando já publicado o acórdão, impedindo o transcurso do prazo recursal", argumentou Silva.

O processo de Rocco ainda está na fase de interrogatório, de acordo com o advogado. "Já obterá a suspensão. Garantindo o direito de viver com dignidade em nosso país, amenizando às consequências de injustiças que o desenraizaram de sua pátria, unicamente para fugir da perseguição e da morte, diante de procedimentos processuais de exceção e alheios ao devido processo legal no Judiciário Italiano."

Quem é Rocco Morabito

Segundo autoridades brasileiras e italianas, Rocco Morabito era o responsável por negociar com facções criminosas locais a logística para levar a cocaína produzida em países produtores, como Colômbia, Bolívia e Peru, para a Europa e, de lá, para outros continentes. Para isso, o Brasil era uma das rotas preferenciais. Aqui, ele conseguiu boas parcerias com o PCC (Primeiro Comando da Capital), que ofereceu a ele, e à ‘Ndrangheta consequentemente, a rota marítima a partir do porto de Santos.

Com quatro condenações feitas por tribunais diferentes, do Norte ao Sul da Itália, Morabito foi incluído no rol de foragidos internacionais da Interpol em 21 de junho de 1995. Ao todo, ele é condenado, em definitivo, a 30 anos de prisão. Sem poder circular livremente na Itália, antes de ser colocado na lista da polícia internacional, ele decidiu cruzar o oceano e construir sua vida entre o Brasil e o Uruguai.

De acordo com a Interpol, tendo como base a documentação das quatro condenações, o italiano foi o responsável por organizar e distribuir centenas de quilos de cocaína, desde a América do Sul até a Itália, pelo menos nas últimas três décadas. Para o procurador italiano Giovanni Bombardieri, responsável por investigar Morabito há anos, "Morabito é um expoente da máfia ‘Ndrangheta, que, por sua vez, é uma organização criminosa da região da Calábria muito forte, com projeção, não só em toda a Itália, mas também em muitos países da Europa e fora da Europa".

Rocco Morabito estava foragido desde junho de 2019, quando fugiu de uma prisão no Uruguai onde estava detido desde setembro de 2017. De lá para cá, ele passou por muitas mudanças, que incluíram não só o país de residência, mas, também, alterações feitas no rosto e no corpo com procedimentos estéticos. Mesmo assim, acabou detido em um flat de luxo, à beira-mar, em João Pessoa, que ele havia alugado um apartamento, no terceiro andar, havia um mês.

Outro lado

O advogado de Rocco Morabito, Leonardo de Carvalho e Silva, afirma que seu cliente fugiu da Justiça por entender que sofria uma injustiça e perseguição. A defesa alegou que ele foi condenado na Itália com base apenas em delações premiadas de uma pessoa que ele não conhecia. O advogado afirmou, também, que ele se mantinha no Uruguai com uma empresa agropecuária e que, depois, no Brasil, continuava se mantendo com esse serviço e com ajuda de familiares. Ele é casado com uma portuguesa e tem uma filha adolescente.

O advogado admite que seu cliente já teve contatos com mafiosos italianos no passado, mas que a afirmação de ele ser um associado é “fantasiosa”. “Vamos requerer que ele aguarde o processo de extradição em liberdade”, disse o advogado. Segundo ele, o fato de ele ter uma filha brasileira pode colaborar com a requisição de Morabito permanecer em território brasileiro.


R7 e Correio do Povo


Vasco reage após execução de R$ 93 milhões em dívidas: "Inviabiliza o funcionamento"

Castelo Vajdahunyad em Budapeste, Hungria

 foto de @world_walkerz




Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1295114820903854

Ato contra reforma administrativa ocorre em frente ao Palácio Piratini, em Porto Alegre

 Protesto na tarde desta quarta-feira integra mobilização nacional



Servidores públicos realizam nesta quarta-feira em todo o país uma série de atos contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 32/2020, a chamada reforma administrativa, que pode ser votada no final deste mês na Câmara dos Deputados. A mobilização vinha sendo articulada pelas centrais sindicais e entidades de base desde o final de julho. Em Porto Alegre, já ocorreram atos em dois locais, envolvendo mais de cem pessoas.

O primeiro protesto foi realizado abaixo de forte chuva em frente ao Hospital Pronto Socorro (HPS), no final da manhã, reunindo sindicatos de servidores municipais, estaduais e federais. À tarde uma vigília foi realizada em frente ao Palácio Piratini, seguida de um ato de protesto contra a PEC 32, além da apresentação de pautas contra a política do governo estadual. No final do dia, às 18 horas, está prevista uma mobilização na Esquina Democrática (cruzamento da Rua dos Andradas com a Avenida Borges de Medeiros).

A pauta de protestos realizada no ato em frente Palácio Piratini, além de protestar contra a PEC 32, também incluiu críticas aos projetos de privatizações realizados pelo Governo do Estado e questões salariais dos servidores estaduais. Como o mau tempo continuava castigando Porto Alegre, os manifestantes decidiram iniciar o ato antes do horário previsto, que estava marcado para as 15h. Enquanto isso, um grupo de seis pessoas conseguiu ser recebido no Piratini para entregar um documento com reivindicações dos servidores estaduais.

Entre elas, está a reposição salarial, o fim do desconto previdenciário para aposentados e o fim dos vencimentos com valores abaixo do salário mínimo. O presidente do Sindicaixa (organização sindical que congrega os trabalhadores da extinta Caixa Econômica Estadual do RS), Érico Corrêa, integrou a comitiva, que foi recebida pelo chefe de gabinete da Casa Civil, Jonatan Brönstrup. Segundo o sindicalista, o governo se comprometeu a fazer uma reunião de trabalho sobre o tema em até 15 dias.

O tema central dos atos, entretanto, é a reforma administrativa. De acordo com o presidente do Sintergs, Antônio Augusto Medeiros, a mobilização nacional quer alertar a população que a reforma administrativa será bastante prejudicial para o Brasil. Um dos pontos mais criticados na PEC 32, segundo ele, é o fim do regime jurídico único.

“Cria espaço para diferentes tipos de servidores, inserindo os temporários, por exemplo”, explica. Outra questão polêmica é a estabilidade. Atualmente, os servidores que passaram em concurso público ganham estabilidade depois de três anos de exercício do cargo. Porém, a proposta do Executivo limita a estabilidade apenas a carreiras típicas de Estado, que seriam definidas depois por lei complementar. “Vale lembrar que o escândalo da Covaxin foi revelado por um funcionário com estabilidade”, acrescenta Medeiros.

Entre outros pontos criticados na reforma, está a introdução na esfera estatal dos chamados “instrumentos de cooperação”, que permitem a execução compartilhada dos serviços entre entidades públicas e privadas. Também participam dos atos representantes de centrais sindicais (CTB, CUT, Intersindical, CSP Conlutas e Pública) e de sindicatos de servidores (Simpa, CPERS, Sindjus, Simpe, Sindpers, Sintrajufe, Assurgs, Adufrgs, Sindisaúde e Afocefe Sindicato).

Correio do Povo


Bahia anuncia argentino Diego Dabove como novo treinador