Alemanha
Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1294507777631225
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Informação foi confirmada pelo ex-jogador, de 50 anos, em entrevista a um canal de TV de Assunção
O zagueiro Gamarra se destacou na seleção do Paraguai e com a camisa do Inter por não cometer faltas. O defensor de jogo limpo, que não batia em ninguém, vai se aventurar nas lutas marciais. Aos 50 anos, ele revelou em Assunção, neste sábado à noite, que ainda em 2021 vai fazer sua estreia nos octógonos como lutador de MMA.
"Estou há três anos e pouco nisso, treinando e trabalhando todos os dias, juntamente com o professor. Minha paixão é entrar nessa jaula, é um sonho que tenho", afirmou Gamarra, em entrevista ao canal de TV paraguaio GEN.
O jogador chegou a trabalhar como dirigente após a aposentadoria dos gramados. Foi diretor do Rubio Ñu, do Paraguai, época em que o amigo de seleção Francisco Arce, hoje técnico do Cerro Porteño, iniciava sua carreira de treinador. Mas também não se adaptou ao terno e agora vai apelar às luvas para seguir a carreira de esportista.
"Acredito que já estamos prontos para entrar. Depende do que disser o professor, mas acredito que estamos prontos", garantiu. "Estamos aperfeiçoando todas as artes marciais necessárias para entrar numa jaula para encarar um oponente que seja um bom lutador. Acredito que em dezembro eu possa."
E não pense que a ida de Gamarra ao MMA será apenas para lutas de exibição. O ex-zagueiro garante que está se preparando para lutas duras e que treina para aguentar a trocação de golpes ou mesmo combates no chão. "Estamos muito bem preparados em cima. E no chão, já estamos preparados também, sem problemas", assegurou.
A entrevista foi concedida durante o evento Copa Team Force Internacional 4, sábado à noite, em Assunção, no Paraguai. Gamarra foi ao torneio de MMA acompanhado do ex-goleiro Chilavert. Ele vem acompanhando combates de futuros adversários para não ser pego de surpresa quando subir aos octógonos.
Agência Estado e Correio do Povo
Porta-voz do grupo, Suhail Shaheen, garantiu que as embaixadas e trabalhadores estrangeiros não serão alvos dos combatentes do grupo e podem permanecer no país
O Talibã espera assumir o controle do Afeganistão "nos próximos dias", declarou neste domingo (15) à BBC um porta-voz do grupo insurgente. "Nos próximos dias, queremos uma transferência pacífica" do poder, disse Suhail Shaheen, que está no Catar como parte da equipe de negociação do grupo.
Shaheen expôs as políticas do Talibã antes de uma transferência de poder: "Queremos um governo islâmico inclusivo, e isso significa que todos os afegãos farão parte desse governo". "Veremos isso no futuro, à medida que a transferência pacífica estiver ocorrendo".
Ele também garantiu que as embaixadas e trabalhadores estrangeiros não serão alvos dos combatentes do grupo e podem permanecer no país. "Não haverá risco para diplomatas, ONGs, ninguém. Todos devem continuar seu trabalho como faziam no passado", declarou.
Rejeitando os temores de que o país mergulhe nos dias sombrios de seu primeiro governo ultraconservador islâmico, Shaheen afirmou que o Talibã buscará um "novo capítulo" de tolerância. "Queremos trabalhar com qualquer afegão, queremos abrir um novo capítulo de paz, tolerância, coexistência pacífica e unidade nacional para o país e para o povo do Afeganistão", disse.
Muitos oficiais, soldados e policiais se renderam ou abandonaram seus postos, temendo represálias contra qualquer pessoa suspeita de trabalhar com o governo apoiado pelo ocidente ou forças ocidentais. O porta-voz acrescentou ainda que o grupo revisará sua relação com os Estados Unidos, contra o qual trava há décadas uma revolta mortal.
"Essa relação ficou no passado", disse ele. "No futuro, se não interferirem na nossa agenda, será um novo capítulo de cooperação".
AFP e Correio do Povo
Possíveis inundações e deslizamentos devem agravar esforços de resgate e humanitários
A situação humanitária do Haiti pode ficar ainda mais grave, nesta segunda-feira, com a previsão de chegada da tempestade tropical Grace, que se formou na região leste do Caribe e, segundo o National Hurricane Center dos EUA, deverá atingir a ilha. As chuvas fortes podem causar enchentes e possíveis deslizamentos. A tempestade tropical chega após o Haiti ter sido devastado por um terremoto que atingiu a magnitude 7,2, no sábado, matando cerca de 1.300 pessoas e deixando cerca de 2,8 mil desabrigados.
O terremoto, que já é um dos dez mais letais dos últimos 25 anos na América Latina, foi registrado a cerca de 12 quilômetros da cidade de Saint-Louis du Sud, com um hipocentro de 10 quilômetros de profundidade. O tremor também foi sentido na República Dominicana e em Cuba. No início da noite de sábado, o Haiti foi atingido por um segundo terremoto, dessa vez de 5,9 graus. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram centenas de prédios em ruínas.
Além da infraestrutura, como estradas e plataformas de trens, o terremoto danificou ou destruiu completamente igrejas, hotéis, hospitais e escolas, abrindo também as paredes de uma prisão. A nação mais pobre das Américas ainda carrega as cicatrizes do terremoto de 2010, com sua infraestrutura e economia enfraquecidas. Prédios icônicos, incluindo a catedral de Nossa Senhora de Assunção, não foram reconstruídos, enquanto dezenas de milhares de pessoas ainda vivem em moradias provisórias.
Fonie Pierre, diretora do Catholic Relief Services na cidade de Les Cayes, disse que o terremoto de sábado foi tão forte que ela não conseguiu se mover e, enquanto estava em sua casa, teve flashbacks de 2010. Fonie havia viajado de Les Cayes para a capital dias depois do tremor e visto cadáveres amontoados na beira da estrada. "Isso me trouxe de volta à mente os cadáveres, a poeira branca das casas em ruínas", disse. "Eu pensei: é isso, é a mesma coisa."
Para piorar a situação do país arrasado pelo terremoto de 2010, em 2016 o furacão Matthew matou mais de 850 pessoas e deixou dezenas de milhares de desabrigados. Na última década, o país chamou a atenção do mundo para a necessidade de ajuda financeira e humanitária, mas desde 2010 os esforços para reconstruir a nação foram prejudicados por um sistema de ajuda internacional ineficiente, por corrupção e turbulência política, segundo os especialistas.
Agora os desastres naturais acontecem em momento em que o país mal se recuperou do assassinato do presidente Jovenel Moïse, morto a tiros por homens armados que abrirem fogo com fuzis em sua residência particular em julho passado.
Depois de descrever a situação do terremoto como "dramática", o primeiro-ministro haitiano, Ariel Henry, que assumiu o cargo há menos de um mês, declarou estado de emergência por 30 dias. Os Estados Unidos enviaram suprimentos e organizaram uma equipe urbana de busca e resgate de 65 pessoas com equipamento especializado, anunciou Samantha Power, administradora da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional. Alguns haitianos afirmaram que passaram a noite de sábado dormindo ao ar livre, traumatizados pelas lembranças do terremoto de 2010, que atingiu mais intensamente a capital, Porto Príncipe.
O acesso às áreas mais afetadas ficou ainda mais complicado por causa da falta de segurança em um país em que as principais estradas de acesso a partes do Haiti estão nas mãos de gangues, embora relatos não confirmados nas redes sociais sugerissem que elas deixariam a ajuda passar.
Os fortes terremotos nesta região são recorrentes - há registros de 1887, 1842, 1770 e 1751. A falha geológica na linha leste-oeste do país se encontra na convergência de duas placas tectônicas. Nessa linha de falha, chamada de zona de falha Enriquillo-Plantain Garden, a placa do Caribe e a placa da América do Norte se movem lateralmente, ou lado a lado, cerca de um quarto de polegada por ano.
Agência Estado e Correio do Povo
Mulher foi detida como principal suspeita da agressão, que deixou vítima em estado grave
Uma briga entre dois moradores em situação de rua pode ter sido a causa das queimaduras no corpo de um homem, ainda não identificado, na noite deste domingo, debaixo do Centro Popular de Compras, o camelódromo, no Centro Histórico de Porto Alegre. De acordo com policiais civis que estiveram no local, a vítima teve cerca de 30% do corpo queimado.
Segundo o plantão da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga o caso, uma mulher teria sido a autora do crime. Ela, que também não foi identificada, teria ateado fogo no corpo da vítima após um desentendimento entre eles.
Segundo a Polícia Civil, a suspeita foi presa logo depois do fato, ainda nas cercanias. Ela é acusada de tentativa de homicídio. Já a vítima foi encaminhada ao Hospital de Pronto Socorro (HPS), onde ficou internada e seu estado de saúde é considerado grave. A Polícia Civil segue com as investigações para apurar a motivação do crime.
Correio do Povo
Enquanto Pequim aposta no seu peso econômico, Moscou usa a cooperação militar com as ex-repúblicas soviéticas para projetar seu poder na região
A retirada dos Estados Unidos do Afeganistão e o avanço fulminante do Talibã para controlar o país abriram o caminho para uma disputa entre China e Rússia por influência na Ásia Central. Enquanto Pequim aposta no seu peso econômico, Moscou usa a cooperação militar com as ex-repúblicas soviéticas para projetar seu poder na região.
Especialistas indicam duas razões principais para a entrada de chineses e russos no cenário geopolítico afegão. A primeira é o vácuo de poder deixado pelos americanos. Moscou viu nele uma oportunidade de projetar mais influência na Ásia Central, já que o Afeganistão é cercado por ex-repúblicas soviéticas, como Tajiquistão, Usbequistão e Turcomenistão.
Por ser um ponto de passagem entre Oriente Médio, sul da Ásia e Ásia Central, o Afeganistão é também um ativo estratégico para a China e sua Nova Rota da Seda, a rede de estradas, pontes, ferrovias e portos patrocinada pelo governo chinês em vários países na Ásia, Oriente Médio e África.
Além disso, o ressurgimento do Talibã preocupa chineses e russos, que têm um histórico de repressão a minorias islâmicas em seu próprio território. Mesmo as antigas repúblicas soviéticas estão na gênese de muitos movimentos radicais islâmicos que influenciaram o Talibã e a Al-Qaeda, como o MIU (Movimento Islâmico do Usbequistão).
"A crise no Afeganistão preocupa muito os países da Ásia Central, que há muito tempo têm problemas com militantes islâmicos que várias vezes foram treinados pelo Talibã", explica Vanda Felbab-Brown, pesquisadora do Brookings Institution. "A Rússia conseguiu do Talibã o compromisso de impedir esses militantes de agirem na região e tem influência em termos financeiros e políticos entre líderes políticos e tribais no Afeganistão para assegurar seus interesses."
Na semana passada, soldados russos fizeram exercícios conjuntos com militares de Tajiquistão e Usbequistão e anunciaram programas de parceria com as duas ex-repúblicas. Moscou tem se aproximado do Talibã desde 2018, na expectativa de o grupo impedir a infiltração de jihadistas em áreas de minoria islâmica na Rússia.
"O Kremlin age para garantir a segurança de seus aliados na Ásia Central", lembrou ao Financial Times o cientista político russo Arkadi Dubnov, especialista na região. "É uma questão de imagem. Putin tem de convencer seus aliados que só ele pode garantir sua segurança."
A China, por sua vez, tem interesses econômicos e estratégicos no Afeganistão, e ambos foram facilitados pela saída de cena dos americanos. Dois projetos de infraestrutura da Nova Rota da Seda passam pelo Afeganistão: uma estrada que ligará Cabul a Peshawar, no Paquistão, e outra rodovia que conectará a Província de Xinjiang, de maioria muçulmana, ao Afeganistão e ao Paquistão.
"Quando essas obras forem concluídas, Pequim poderá alcançar sua meta de aumentar o comércio e a extração de recursos naturais no Afeganistão", afirma Derek Grossman, da consultoria Rand. "Estima-se que o país tenha reservas imensas de metais raros, cruciais para a indústria de ponta chinesa."
Os interesses chineses e russos na Ásia Central, no entanto, não coincidem e podem provocar rivalidades no futuro. "A Rússia tem cumprido um papel de oferecer segurança a esses países e os define como área de influência", acrescenta Vanda Felbab-Brown. "Já a China tem feito ofensivas diplomáticas e econômicas na região, o que Moscou vê como contrário a seus interesses."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Agência Estado e Correio do Povo
Civis tentam fugir do país em meio à tomada pelo Talibã
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, autorizou neste domingo o envio de mais mil soldados a Cabul, capital do Afeganistão tomada pelo Talibã. Os militares devem auxiliar na retirada de milhares de civis norte-americanos e afegãos, informou uma autoridade do Pentágono.
Ao todo, 6 mil soldados estarão em Cabul "nos próximos dias", disse uma fonte sob condição de anonimato, enquanto os que tentavam sair com segurança do Afeganistão seguiam para o aeroporto.
O movimento radical islâmico está a um passo do retornar ao poder do país, 20 anos depois de ser derrubado por uma coalizão liderada pelos Estados Unidos por sua recusa em entregar o líder da Al-Qaeda, Osama bin Laden, após os ataques de 11 de setembro de 2001. O presidente afegão, Ashraf Ghani, fugiu do país neste domingo para "evitar um banho de sangue", quando o Talibã entrou na capital, concluindo uma ofensiva relâmpago em todo o território.
AFP e Correio do Povo
Por Guilherme Fiuza (Gazeta do Povo)
Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1297130637368939
Rodovia registrou seis óbitos por acidentes e atropelamentos nos últimos 20 dias
Motoristas que trafegaram pela ERS 240, no trecho de Portão, enfrentaram trânsito lento na tarde deste domingo por conta de um protesto. Organizado pela Câmara de Vereadores da cidade, com o apoio da população, a manifestação teve início às 16h e ocorreu no Posto Elo, no bairro Portão Velho, pedindo mais segurança na rodovia que registrou seis mortes, devido a acidentes e atropelamentos, nos últimos 20 dias.
A Frente Parlamentar já havia realizado um ato na rodovia, contra a perda de isenção de veículos de empresas e contra a forma como o processo de recadastramento foi conduzido pela Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR). Agora, o pedido é por passarelas e ferramentas que tragam segurança para motoristas, pedestres e ciclistas que transitam na ERS 240.
"O pacote de concessão apresentado pelo governador não prevê nenhuma passarela no trecho que corta a área central de Portão, o que é um absurdo, ainda mais se considerarmos que a empresa ficará 30 anos explorando a rodovia”, lamenta o Vereador Márcio Lacerda.
Segundo levantamento da Empresa Gaúcha de Rodovia (EGR), que administra a ERS 240, até maio deste ano, passaram pela Praça de Pedágio de Portão 1.988.575 veículos. A rodovia é via fundamental do escoamento de produção do Vale do Caí e da Serra gaúcha para a região Metropolitana.
Correio do Povo
Brasil registra 270 novos óbitos e 13.957 casos de Covid-19 em 24 horas