Polícia Civil prende a segunda suspeita de envolvimento na morte de menino em Imbé, no litoral do Estado

 


A Polícia Civil prendeu a companheira de mãe suspeita de matar o filho em Imbé, no litoral norte do Rio Grande do Sul, neste domingo (1º). A prisão foi decretada pela Justiça, pelo prazo de 30 dias, mediante representação do titular da Delegacia de Polícia Civil de Imbé, Antônio Carlos Ractz Jr.

Com autorização judicial para acesso ao conteúdo armazenado nos smartphones apreendidos, a investigação criminal apurou que a mulher presa neste domingo concorreu à prática dos crimes de “tortura, homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver, em comunhão de esforços e conjugação de vontades com a sua companheira”, contra o seu enteado.

A mãe do menino, uma mulher de 26 anos, confessou ter matado o próprio filho, de 7 anos, em Imbé. A prisão por homicídio dela ocorreu na quinta-feira (29). Segundo a polícia, a criminosa procurou uma delegacia para registrar o desaparecimento do menino, mas acabou confessando ter dopado a criança e arremessado o seu corpo no rio Tramandaí.

A participação da companheira da mulher no crime passou a ser investigada desde então, culminando na sua prisão neste domingo.

As buscas pelo corpo do menino iniciaram na quinta. Uma mala de rodinhas que a mulher teria usado para transportar a criança até o rio foi apreendida. Conforme a polícia, a assassina também confessou que o menino sofria torturas físicas e psicológicas porque era “teimoso”.

Vídeos divulgados pela Polícia Civil neste domingo revelam diálogos entre a companheira da mãe e a vítima.

O corpo do menino ainda não foi localizado, mas prosseguem as buscas pelo Corpo de Bombeiros Militar, Comando Ambiental da Brigada Militar e Marinha do Brasil.

O Sul

Renan Calheiros alia-se a PT por quebra de sigilo bancário da Jovem Pan e sites de direita

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Renan e PT pedem quebra de sigilo da Jovem Pan e sites de direita



Moda gaúcha se reinventa no ambiente digital

 Pesquisa inédita do Sebrae RS demonstra que pandemia e tecnologia estimulam novas oportunidades para empresas e consumidores

 

Setor que congrega 173 mil empresas e responsável por 7% dos empregos gerados no Rio Grande do Sul, o mercado de moda gaúcho não ficou de fora das tendências de comportamento do consumidor quando o assunto é inovação no ambiente digital. Em tempos de restrições sociais devido à pandemia de Covid-19, a criatividade tão associada aos estilistas e seus produtos também inspirou empresas a buscar novas soluções e oportunidades tendo a internet e as redes sociais como passarela de negócios.

 

Essa realidade é um dos reflexos contextualizados pela pesquisa “Consumidor Gaúcho De Moda: Perfil e Hábitos de Consumo 2021” desenvolvida pelo Sebrae RS. Os números do estudo indicam que 4 em cada 10 estabelecimentos do varejo gaúcho passaram a vender em canais digitais durante a pandemia com mais de 430 mil gaúchos que ingressaram no mercado digital de moda no período.

 

E os números não param por aí. O estudo aponta ainda que a parcela de consumidores, que antes se utilizava de meios digitais para comprar artigos de moda, saltou de 3,8% para atuais 9%. No que tange à pesquisa dos itens, 32,8% afirmam ainda pesquisar lojas ou artigos de moda na internet ou redes sociais. ‘‘Em simples palavras: a empresa que está fora do ambiente digital está também invisível para um em cada três gaúchos”, avalia o coordenador estadual de projetos de varejo no Sebrae RS e responsável pela pesquisa, Fabiano Zortéa.

 

O parecer do executivo é corroborado por outros dados do estudo que indicam que 79,5% dos gaúchos com mais de 18 anos são usuários ativos das redes sociais, sendo o Facebook a plataforma mais utilizada (69,5%), seguida Instagram (46,2%), Youtube (44,3%) e Twitter (14,2%). ‘‘Em virtude da pandemia, as redes sociais, anteriormente vistas quase que exclusivamente como ferramentas de divulgação, passaram a acumular também a função de vendas’’, explica Zortea.

 

Inseridas no contexto digital

E nada melhor para ilustrar este cenário e a convergência entre moda e novas tendências do comportamento consumidor do que um desfile. Literalmente. Pois foi assim que a empresa Via Condotti Scarpe, de São Luiz Gonzaga, mergulhou de vez no ambiente digital ao promover lives no Instagram para divulgar novas coleções e ações promocionais do seu portfólio de bolsas e calçados. ‘‘No início não conhecíamos bem o formato. Atualmente já tivemos lives com 500 pessoas online e mais de 70 produtos vendidos durante a ação’’, comemora o responsável pelo setor de marketing da empresa, Bernard Bolacell.

 

Segundo ele, a iniciativa para se relacionar com consumidores e fomentar as vendas no ambiente digital foi primeiramente inspirada pela experiência obtida na NRF’s Retail Big Show 2020, maior evento mundial do varejo promovido pela National Retail Federation (NRF), nos Estados Unidos.  Ele destaca que, com mais de 25 anos de experiência no mercado varejista gaúcho e com quatro lojas físicas, a empresa viu nas limitações trazidas pela pandemia de Covid-19 uma chance de explorar novas oportunidades. E melhor, com resultados diretos. O público médio de 50 pessoas quando das primeiras transmissões realizadas no primeiro semestre de 2020 cresceu em até dez vezes. ‘‘Hoje as lives são uma ferramenta estratégica de divulgação e posicionamento, inclusive, para o lançamento de coleções com direito a desfile online’’, destaca.


Foto: Divulgação / Sebrae RS


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CEGOS, OMISSOS, NEGLIGENTES! - 02.08.21

 por Percival Puggina

 


Cegos, omissos, negligentes! Será tão difícil entender? Bolsonaro só interessa a nossos adversários por ser o único que pode impedi-los de NOS derrotar.



Desde o início dos governos militares, os conservadores e liberais brasileiros nos demos por satisfeitos e fomos cuidar de nossas famílias, negócios e lazer. Quando teve início a Nova República, que em seus primeiros minutos envelheceu no colo de José Sarney, continuamos voluntariamente exonerados da política.


No outro lado da cena, durante todo o período dos generais presidentes, em momento algum a esquerda parou de trabalhar, seja pegando em armas, seja fazendo política, num persistente trabalho de base para a conquista do poder. 


Foram 21 anos de omissão até a “redemocratização” e mais 33 anos até 2018! Estou falando de mais de meio século sem que nada fosse feito para formar opinião, influenciar os meios culturais e educacionais, criar e robustecer movimentos políticos e partidos, participar dos temas fundamentais da Constituinte, cuidar do indispensável, enfim, para enfrentar a avalanche que estava por vir.

 


Tão negligentes fomos que, durante 24 anos, nos deixamos representar pelo PSDB.

 


Agora, que o poder lhes fugiu das mãos e perderam nossos votos, os tucanos voltam a se abraçar aos mesmos radicais com quem andaram durante a elaboração da Carta de 1988. Naquele sinistro período de nossa história legislativa, PSDB e PT puxaram o cordel constitucional tão para a esquerda quanto puderam.


Quero, com esta síntese, mostrar o quanto nossa omissão e nosso comodismo, delegando a política para os políticos, foi conivente com os muitos males causados à nação pelo falso progressismo da carroça esquerdista e suas bandeirinhas vermelhas.

 


Quando penso na eleição de 2018 sob esta perspectiva não tenho como afastar da mente a imagem do ceguinho que encontrou um vintém.



Foi um acontecimento, um fugidio clarão nas trevas, um rápido cair de escamas dos olhos. Num flash, vimos o devir e o dever, mas esmorecemos ante as primeiras contrariedades.


Enquanto retornávamos desgostosos, enojados da política real, ao lusco-fusco de nossos afazeres, clarões de usina eram acesos por nossos adversários.  O presidente eleito não tinha um minuto de sossego. Agiam contra ele todas as demais instituições da República, todos os grandes grupos de comunicação do país, todos os meios culturais, toda a burocracia nacional, todo o aparelho sindical, todo o mundo do crime dentro e fora dos poderes de Estado,


E nós, conservadores e liberais, sem perceber que somos as vítimas reais desses ataques! São contra nós aqueles embates. É a nós que ofendem. Somos o adversário a ser derrotado. Quanto mais derrotas nos impunham, menores ficavam as manifestações de rua... Ora, o Bolsonaro!

 


O que desejam derrotar e recolher ao último compartimento da vida privada, até que não haja mais vida privada, são nossos valores e princípios, nossa cultura e nossa fé.



Cegos, omissos, negligentes! Será tão difícil entender? Bolsonaro só interessa a nossos adversários por ser o único que pode impedi-los de nos derrotar.


Somos os únicos que podemos nos salvar. E não será esvaziando nossas manifestações, desestimulando seus denodados organizadores que haveremos de salvar nosso país. Vamos exonerar-nos, também, de nossa soberania nas ruas? Silenciaremos nossa voz, juntaremos os punhos para que mais facilmente algemem nossa liberdade? Pela ausência, pela abstenção, pelo silêncio, gritaremos ao mundo nossa indignidade como cidadãos?


 


- Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.


Pontocritico.com

México realiza referendo sobre julgamento por corrupção contra ex-presidentes

 Consulta, primeira a nível federal, é impulsionada pelo presidente esquerdista Andrés Manuel López Obrador



O México realiza, neste domingo (1º), um referendo para decidir se vai investigar e julgar cinco ex-presidentes por corrupção, embora antecipe um baixo comparecimento que o deixaria sem efeitos jurídicos. A votação, para a qual foram instaladas 57 mil urnas, vai durar dez horas.

O chefe do Instituto Nacional Eleitoral (INE), Lorenzo Córdova, disse que o dia está calmo e que apenas oito das 57 mil mesas não foram instaladas por decisão das comunidades.

A consulta, primeira a nível federal, é impulsionada pelo presidente esquerdista Andrés Manuel López Obrador e seu partido Morena. Para ser vinculante, devem votar ao menos 37,4 milhões de pessoas (40% do padrão eleitoral). Uma contagem rápida será anunciada pelo INE à noite.

O "sim" conseguiria até 90%, mas não teria carater legal porque "dificilmente se chegará a 30%" de participação", disse Roy Campos, diretor do instituto de pesquisa Mitofsky. Mas AMLO, acrônimo do presidente de 67 anos, não perde a esperança.

O referendo, cujos resultados serão anunciados de 48 a 72 horas após a votação, acusa Carlos Salinas (1988-1994), Ernesto Zedillo (1994-2000), Vicente Fox (2000-2006), Felipe Calderón (2006-2012) e Enrique Peña Nieto (2012-2018).

No México, os ex-presidentes podem ser julgados como qualquer cidadão, porque perdem sua jurisdição ao deixarem o poder. 

AFP e Correio do Povo


Grêmio perde por 1 a 0 para o Red Bull Bragantino e segue afundado no Z-4 do Brasileirão


Felipão vê Grêmio em "situação mais difícil" que a imaginada no Brasileirão


Aguirre critica atuação do Inter: “Tinha outra expectativa”


Alpine vence GP maluco da Hungria com Ocon e genialidade de Alonso, Hamilton assume liderança da F1


Corinthians é atropelado pelo Flamengo no 1º tempo e sofre outra derrota em casa


Atletismo: Italiano Marcell Jacobs conquista o ouro nos 100m rasos em Tóquio


Hebert Conceição vence cazaque e garante medalha no boxe



Handebol masculino: Brasil perde para a Alemanha e se despede de Tóquio


Em Salvador, Bahia é derrotado pelo Sport por 1 a 0 e vê a crise aumentar


Alexander Zverev conquista o ouro para a Alemanha no tênis


Paulo André piora tempo e fica fora da final dos 100 m rasos



Rebeca Andrade "esconde" salto antes da disputa e festeja o ouro em Tóquio



Rebeca Andrade ganha medalha de ouro no salto



Brasil vence Sérvia e avança no tênis de mesa por equipes


Argentina vence EUA no vôlei e se garante nas quartas de final de Tóquio-2020

Rodoviária de Piratini (RS) reabrirá nesta segunda-feira

 Nova administração pretende encontrar um novo lugar para o terminal


Sob nova administração após mais de dois meses fechada, a rodoviária de Piratini, no Sul do Rio Grande do Sul, irá reabrir as portas nesta segunda-feira. A empresa Stradale venceu a licitação promovida pelo Governo do Estado e irá administrar o local pelos próximos 25 anos.

Segundo o administrador Argos Kurtz, a rodoviária irá reabrir no mesmo local, rua Manoel Serafim Silveira, 179, aonde deverá permanecer por no mínimo um ano e seis meses. “Pretendemos encontrar um local maior”, relata. Anteriormente as pessoas que iam para cidades como Pelotas, Canguçu ou Pinheiro Machado tinham que ir até o Palanque, no centro da cidade para embarcar e começar a viagem, agora voltam a sair da rodoviária que  irá funcionar entre 6h e 18h30min, quando sai o último ônibus da cidade.

Os mesmos cinco que saem diariamente fazem o horário de retorno. Kurtz conta que com a pandemia o número de passageiros reduziu em até 70%. “Esperamos reverter o quadro, com o  avanço da vacinação contra o coronavírus e o aumento do movimento até o final do ano, quando as pessoas viajam mais”, projeta. Além de Piratini, a empresa também administra as rodoviárias de Venâncio Aires e São Sepé.


Correio do Povo


América-MG empata com Atlético-GO e segue na zona de rebaixamento


Coisas devem piorar na pandemia por causa da cepa delta nos EUA, alerta médico


Santos segura pressão da Chapecoense e ganha primeira fora de casa no Brasileirão

Lago Baikal

 O lago Baikal é um antigo e extenso lago na região montanhosa russa da Sibéria, a norte da fronteira com a Mongólia. Considerado o lago mais profundo do mundo, está rodeado por uma rede de trilhos de caminhada denominados Great Baikal Trail. A vila de Listvyanka, na costa ocidental, é um ponto de partida popular para excursões de verão de observação de vida selvagem, bem como para patinar no gelo e passear em trenós puxados por cães.





Fonte: https://www.facebook.com/culturaemdoses/posts/1287534951661841

Porto Alegre desmonta estrutura do Gigantinho e descentraliza acolhimento da Operação Inverno

 Quase 500 pessoas passaram a madrugada deste domingo no local



Quase 500 pessoas passaram a madrugada deste domingo na rede montada pela prefeitura de Porto Alegre e parceiros no reforço da Operação Inverno. A estrutura no Gigantinho foi desmontada e os usuários foram encaminhados para paróquias, albergues e abrigos.

Ao todo, 498 pessoas em situação de rua foram acolhidas para a pernoite de sábado para domingo. Abrigos e albergues receberam 192 usuários, 232 foram encaminhados para as pousadas conveniadas e 74 para as dez paróquias que aderiram à ação do município. Os atendidos pela paróquia Santa Clara são alojados no salão da Mocidade da Lomba do Pinheiro, pois há mais espaço. Não houve pernoite no Gigantinho.

“A partir de hoje, a prefeitura não centraliza mais o atendimento no Gigantinho, mas segue acompanhando toda essa rede e prestando o apoio às paróquias em alimentação e outras necessidades, até que todos tenham sido acolhidos pelo sistema público e conveniado de proteção da cidade”, explica o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Léo Voigt.

Segundo Voigt, o balanço da semana de trabalho é positivo. “Foi possível acolher todos que chegaram, seja por adesão espontânea ou a partir da busca ativa das equipes de abordagem social e ronda noturna. Foi uma experiência riquíssima, pela capacidade de união, mobilização, pronta resposta e aprendizado. Nos aproximamos de muitos que nunca aceitaram ser acolhidos e aprofundamos a relação e vínculo com aqueles que já usam a rede de proteção do município”, afirma.

Vínculo

Com as 125 vagas abertas nas paróquias e o aumento de 50 vagas em pousadas conveniadas, a média de 500 vagas por noite segue oferecida. “O trabalho da assistência social é vincular o usuário e compreender a necessidade de cada um para, então, traçar um plano individualizado de atendimento. Tivemos idosos, cadeirantes, várias necessidades específicas e todas foram encaminhadas”, ressalta a presidente da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), Cátia Lara Martins.

Desde terça-feira, quando iniciou a ação, uma média de 500 pessoas aceitaram o acolhimento e retornaram nas noites seguintes. Quase 200 servidores, familiares, amigos e os voluntários da Cruz Vermelha e SOS Unimed se revezaram para atendimento 24 horas.

Com o anúncio de uma forte frente fria na cidade, a prefeitura montou uma força-tarefa, coordenada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, e envolveu secretarias e sociedade civil para ampliar a estrutura da Operação Inverno, com acolhimento extraordinário de mais de 100 vagas no Gigantinho e outros espaços.

A Secretaria Municipal da Saúde testou e vacinou os usuários contra a Covid-19. Também foi aplicada a vacina da gripe. A Samu e o SOS Unimed realizaram plantões para as emergências. O Exército emprestou 60 camas e a Defesa Civil cedeu 80 colchões. O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) destacou uma equipe da Cootravipa para a limpeza e higienização do local. A Procempa instalou televisão e várias atividades foram realizadas pelas equipes dos Centro Pop para aqueles que permaneceram durante o dia no Gigantinho. A unidade do Sine Municipal cadastrou e encaminhou 29 pessoas para entrevistas de emprego.

A alimentação dos usuários foi cedida e organizada por vários grupos da sociedade civil. Houve também uma grande demonstração de solidariedade da população com doações de alimentos, água, kits de higiene pessoal, cobertores, toalhas, lençóis, ração e roupas para os Pets.

Como ajudar

A campanha do Movimento Poa que Doa, programa social coordenado pelo Gabinete da Primeira-dama do Município de Porto Alegre, que reúne as campanhas do agasalho e do alimento 2021, segue ainda no mês de agosto. O objetivo é atender pessoas em situação de vulnerabilidade social. Os donativos podem ser entregues em 17 pontos de coleta espalhados pela cidade e em drive-thrus de vacinação, divulgados no site da prefeitura. Confira aqui os pontos de coleta para doações.

Rádio Guaíba e Correio do Povo


Três pessoas são executadas em Santa Maria

Apoiadores de Bolsonaro defendem voto impresso durante ato em Porto Alegre

 Presença de grupo opositor ao presidente gerou princípio de confusão na avenida Goethe




Com discursos a favor do voto impresso e críticas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), apoiadores do presidente Jair Bolsonaro se concentraram neste domingo no Parcão, no Moinhos de Vento, bloqueando parte da avenida Goethe por mais de duas horas. A maioria dos manifestantes carregava bandeiras do Brasil, defendia o 'voto impresso auditável' e cobrava eleições limpas e transparentes. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no entanto, informa que a urna eletrônica já possibilita a auditoria da totalização e, ao término da votação, o equipamento imprime o Boletim de Urna (BU), que é um relatório detalhado com todos os votos digitados no aparelho.   


Durante o ato, um grupo contrário ao governo federal estendeu uma faixa próxima de onde ocorria a manifestação pró-Bolsonaro com a mensagem "Fora, Bolsonaro". Houve princípio de confusão e correria. O Batalhão de Choque da Brigada Militar foi acionado e dispersou o grupo. Ninguém ficou ferido. Na passarela da avenida Goethe com o Parcão, deputados e vereadores bolsonaristas, aliados a integrantes de movimentos como Livre Iniciativa RS e Banda Loka Liberal, se revezavam ao microfone em defesa do voto impresso.  

Em mensagem exibida ao público, Bolsonaro agradeceu o apoio dos manifestantes, defendeu uma eleição 'limpa e democrática, com contagem pública do voto'. O deputado estadual Zucco (PSL) também atacou o STF, engrossou o coro pelo voto impresso a afirmou que o movimento é 'patriótico, cívico, de defesa de uma país que é nosso'. "Estamos aqui porque não temos a certeza de que nosso voto na tela vai ser computado nas urnas", afirmou. 

Segundo Zucco, a maioria dos países democráticos não utiliza o sistema eletrônico. "Se o STF diz que é caro voto auditável impresso, que eles parem de gastar nosso dinheiro com vinho, champagne e benefícios próprios", disparou. O agricultor Eusébio Ignácio Pedro Bretos Navarro, 66, era um dos milhares de manifestantes no local que pedia voto impresso e gritava 'Fora, STF'. Mesmo informado que o TSE garante que a urna eletrônica pode ser auditada, Navarro rebatia. "O TSE divulgou isso, mas ele precisa me provar, me mostrar como se audita. Não confio. Ele só mostra no total", observou.  

A corretora de imóveis Maria Inês Paz Corrêa, 76, também seguia mesma linha. "A urna eletrônica não é confiável e também não é auditável", afirmou. "O TSE faz parte do grupo dos comunistas, o que ele diz não se escreve. A urna eletrônica é uma fraude", criticou. A família Giacomelli saiu de Canoas, na Região Metropolitana, para engrossar o protesto. Os irmãos Edemir, Marelice e Elazir reforçavam as críticas ao uso de urnas eletrônicas. "Quero ver meu voto impresso, essa é que é a questão. Não interessa se a urna é ou não é confiável, porque se eu vou fazer um jogo numa lotérica, quero meu jogo (comprovante) na minha mão. Como vou provar depois que fui sorteada?", afirmou Marelice, 67, que é professora aposentada.  

Elazir, 69, cobrava explicações sobre o por que do uso da urna eletrônica. "Queremos voto auditável, transparência e a certeza de que a gente votou e nosso voto foi válido. Diz que se até a Nasa já foi invadida, por que as urnas não serão?", destacou. Edemir, 63, que é música, também desconfia da urna eletrônica. "É muito fácil fraudar uma urna, ninguém sabe o que se põe lá dentro. Não tem como provar que eu votei em alguma pessoa", acusou. "Pode dizer qualquer coisa, menos que a urna é confiável", completou.

Correio do Povo


Brasil contabiliza 464 mortes por Covid-19 e total vai a 556,8 mil


Aulas presenciais serão retomadas nesta terça em São Leopoldo


Rio Grande do Sul tem mais 13 mortes e 986 novos casos confirmados de coronavírus


Manifestações por voto impresso ocorrem em várias regiões do Brasil