
MBLNEWS.ORG
Lula acusa Bolsonaro de empregar os assassinos de Marielle
Em vídeo, Lula acusa Bolsonaro de ser miliciano e de empregar, em seu Governo, os responsáveis pela morte de Marielle.
As principais notícias do dia. Política, economia, notícias internacionais, agronegócio e empreendedorismo.

MBLNEWS.ORG
Lula acusa Bolsonaro de empregar os assassinos de Marielle
Em vídeo, Lula acusa Bolsonaro de ser miliciano e de empregar, em seu Governo, os responsáveis pela morte de Marielle.

MBLNEWS.ORG
“Queremos a prisão de Sergio Moro”, diz Gleisi
Petista foi reeleita presidente nacional do partido.
Piñera quer o Exército defendendo os serviços essenciais

Piçnera quer as Forças Armadas defendendo a infraestrutura essencial do país | Foto: Johan Ordonez / AFP / CP
PUBLICIDADE
O presidente do Chile, Sebastián Piñera, anunciou neste domingo que enviará ao Congresso um projeto de lei para usar as forças armadas na proteção da infraestrutura pública sem declarar estado de emergência, em meio à crise social que afeta o país. O projeto permite que as Forças Armadas "colaborem na proteção de nossa infraestrutura crítica, incluindo serviços públicos essenciais e infraestrutura policial, cujo funcionamento efetivo é vital para a segurança e a qualidade de vida de todos os chilenos", disse Piñera à imprensa, depois de uma visita à Escola de Suboficiais Carabineros (Polícia).
A iniciativa permite que os militares assumam essas tarefas "sem a necessidade de decretar estados de emergência constitucional ou restringir as liberdades e direitos dos cidadãos", acrescentou o presidente. Durante os protestos contra a situação social do país iniciados em 18 de outubro, Piñera decretou estado de emergência por nove dias, uma medida que deu às Forças Armadas o controle da segurança da população e a proteção das vias públicas, devido às manifestações violentas, saques e incêndios que ocorreram.
A Constituição chilena estabelece que as Forças Armadas são dedicadas exclusivamente à defesa nacional e não têm competência na ordem pública ou na segurança interna do país, a cargo da Polícia. Os militares só podem ser chamados a intervir em situações de exceção constitucional ou desastres naturais.
AFP e Correio do Povo
ARTE & AGENDA
ARTE&AGENDA
ARTE & AGENDA
ARTE & AGENDA
PODCAST CPOP
López Obrador salientou ato para que "força não seja usada para remover autoridade legal"

Mandatário mexicano criticou situação na Bolívia | Foto: Pedro Pardo / AFP / CP
PUBLICIDADE
O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, afirmou neste domingo que concedeu asilo político ao ex-presidente da Bolívia Evo Morales devido à sua convicção de que autoridades legítimas não devem ser removidas à força ou com "golpe de estado". "Não queremos aqui no México golpes de Estado, não queremos a imposição pela força, e aqui aproveito a oportunidade para dizer para vocês que por isso foi dado asilo humanitário e político ao presidente boliviano, Evo Morales", disse Obrador num evento no estado de Guerrero.
"Fazemos por convicção, mas também fazemos para que a força não seja usada para remover uma autoridade legal e legitimamente constituída", acrescentou. Morales renunciou à presidência da Bolívia em 10 de novembro, em meio a protestos contra sua reeleição num pleito denunciado por irregularidades e depois de perder o apoio da polícia e das forças militares. Em seguida, foi para o exílio no México, alegando ser vítima de golpe de estado.
Após sua queda, o governo da Bolívia ficou a cargo da senadora de oposição Jeanine Áñez, que se autoproclamou presidente interina. López Obrador citou o caso Morales para defender uma reforma constitucional que reduz os requisitos para organizar referendos no México e até permite que o mandato do presidente seja revogado por meio de uma consulta aos cidadãos. "O presidente da república será submetido a uma consulta em 2022. Será perguntado ao povo, quer que o presidente continue ou renuncie? Porque o povo coloca e o povo tira e isso já está estabelecido no Constituição", disse o governante de 66 anos, cujo mandato termina em 2024.
AFP e Correio do Povo
Chuvas equivalentes a dois ou três meses causaram inundações

Pessoas ficaram ilhadas com subida das águas | Foto: Valerie Hache / AFP / CP
PUBLICIDADE
Chuvas "de intensidade histórica" que atingem a Costa Azul francesa desde a última sexta-feira provocaram inundações e deixaram ao menos quatro mortos, informaram autoridades locais. Após horas de buscas, "os serviços de segurança e resgate envolvidos nas inundações no departamento de Var encontraram em Tanneron dois corpos e o veículo de um casal de Grasse declarado desaparecido".
As duas mortes se somam a de um homem encontrado em Muy, que fazia parte de um grupo de três pessoas resgatadas pelos bombeiros na noite de sábado. A embarcação naufragou, e um dos civis está desaparecido. Um homem de 50 anos também foi encontrado morto em um veículo em Cabasse, outro setor afetado pelas chuvas.
O prefeito de Var, Jean-Luc Videlaine, disse que a situação está longe de ter voltado à normalidade. Em algumas áreas, choveu em dois dias o equivalente a entre dois e três meses, assinalou o serviço meteorológico francês.
AFP E Correio do Povo
Levantamento do gabinete do ministro Luís Roberto Barroso mostra que quase 950 ações penais de tribunais superiores (830 no STJ e 116 no STF) prescrevem em dois anos, publica o Estadão.
Ao votar a favor da prisão após condenação em segunda instância, Barroso alertou sobre o assunto:
“Num intervalo de dois anos, quase mil casos prescreveram, depois de haverem movimentado por muitos anos o sistema de Justiça. Não é preciso ser muito sagaz para constatar que os grandes beneficiários da prescrição são aqueles que têm dinheiro para manipular o sistema com recursos procrastinatórios sem fim.”
O Antagonista
ECONOMIA
Entrevista com Alberto Balazeiro
ECONOMIA
Brasil deve recuperar nível pré-crise em 2022, mostra levantamento
PIB avança sem vigor
PARTIDOS POLÍTICOS
Gleisi Hoffmann é reeleita presidente nacional do PT
Recebeu 71% dos votos
CONGRESSO
Regulamentação do lobby volta ao radar dos deputados, mas agenda é apertada
Líder pediu apoio a Rodrigo Maia
PARTIDOS POLÍTICOS
Líderes querem urgência para aumentar poder de caciques partidários
Projeto susta regra do TSE
Conteúdo Patrocinado
CNI trabalha há 8 décadas pelo desenvolvimento da indústria e do país
Atuação busca melhorar ambiente de negócios
ECONOMIA
INSS libera 2ª parcela do 13º a aposentados e pensionistas
Pagamentos até 6 de dezembro
INTERNACIONAL
Corte Eleitoral do Uruguai adia anúncio do novo presidente
Lacalle Pou leva vantagem
INTERNACIONAL
Bolívia promulga lei que convoca novas eleições, sem Evo Morales
Assinada neste domingo, por Áñez
INTERNACIONAL
Michael Bloomberg anuncia pré-candidatura à Presidência dos EUA
Bilionário é ex-prefeito de Nova York
INTERNACIONAL
Depoimentos do impeachment de Trump têm queda na audiência nos EUA
Do 1º ao 5º dia, queda foi de 18,1%
NIEMAN
Jornalistas que se tornaram empresários relatam como construíram seus negócios
Olhar sobre desafio e oportunidade
Opinião
O uso do termo “general” está sendo “gene…ralizado”, aponta Mario Rosa
Só é general quem comanda de fato
Opinião
Capítulo tecnológico do confronto EUA-China vai perdurar, diz Otaviano Canuto
Huawei deve sofrer novas sanções
Segundo levantamento do Estadão, a maioria dos parlamentares apoia alguma mudança na legislação que permita a prisão após condenação em segunda instância.
O mapa indica que 51 senadores e 290 deputados são favoráveis à tese.
Na CCJ da Câmara, o relatório favorável à proposta já passou. Agora o texto segue para a comissão especial, antes de ser encaminhado ao plenário.
O Antagonista
Segundo levantamento do Estadão, a maioria dos parlamentares apoia alguma mudança na legislação que permita a prisão após condenação em segunda instância.
O mapa indica que 51 senadores e 290 deputados são favoráveis à tese.
Na CCJ da Câmara, o relatório favorável à proposta já passou. Agora o texto segue para a comissão especial, antes de ser encaminhado ao plenário.
O Antagonista
Em resposta a um discurso em que Lula ataca Juan Guaidó, o presidente interino da Venezuela disse que o petista “está livre, mas não é inocente”.
No Twitter, o venezuelano afirmou que pela Constituição da Venezuela e para o mundo, “sou o presidente”. “Diferentemente de você, que é um ladrão condenado. Você e Maduro foram parceiros do saque ao nossos povos por meio da Petrobras, Odebrecht e PDVSA”.
“Felizmente, as instituições brasileiras ainda são fortes e você foi preso por ser o ladrão que é. Hoje está livre, mas não é inocente. Você provavelmente vai voltar para a prisão, enquanto muito em breve haverá Justiça e liberdade na Venezuela.”
Sr. @LulaOficial: He sido electo diputado 2 veces. Por nuestra Constitución y para el mundo soy Presidente Encargado. A diferencia de usted que es un ladrón condenado. Maduro y usted fueron partícipes del saqueo a nuestros pueblos a través de Petrobras, Odebrecht y PDVSA. https://t.co/jqPkkdvwMs
— Juan Guaidó (@jguaido) November 24, 2019
O Antagonista
Bilionário, de 77 anos, revelou em seu site que quer derrotar Trump e reconstruir os Estados Unidos

Bloomberg se lançou candidato para "derrotar Trump e reconstruir os Estados Unidos" | Foto: Brendan Smialowski / AFP / CP
PUBLICIDADE
O ex-prefeito de Nova Iorque Michael Bloomberg anunciou neste domingo (24) que é candidato à indicação democrata para a eleição presidencial dos Estados Unidos em 2020. "Sou candidato à presidência para derrotar Donald Trump e reconstruir a América", disse o bilionário de 77 anos em seu site. O anúncio põe fim à especulação sobre as intenções de Bloomberg, que há semanas insinua sua intenção de concorrer às primárias do Partido Democrata, das quais o rival de Trump sairá para as eleições presidenciais. E destaca a dinâmica da luta democrata apenas três meses antes do início as primárias do partido.
"Não podemos suportar as ações imprudentes e antiéticas do presidente Trump por mais quatro anos", disse o ex-prefeito de Nova Iorque entre 2002 e 2013. "Representa uma ameaça existencial ao nosso país e aos nossos valores. Se vencer a presidência novamente, poderemos nunca mais nos recuperar dos danos".
Com uma fortuna pessoal de US$ 50 bilhões, Bloomberg ingressa em uma disputa com outros 17 pré-candidatos, com o ex-vice-presidente Joe Biden liderando, segundo pesquisas, seguido por Elizabeth Warren, Bernie Sanders e Pete Buttigieg. Na semana passada, a Bloomberg havia preparado sua candidatura enviando os documentos para o registro de um comitê chamado "Mike Bloomberg 2020", que é obrigatório para os candidatos a fim de validar suas despesas de campanha. Bloomberg tem um perfil de centro, que de acordo com analistas poderia conquistar simpatizantes do moderado Biden.
Alguns acreditam que sua imagem de um homem que alcançou sua posição graças a seus esforços e seu apoio à luta contra as mudanças climáticas faz dele a melhor aposta contra Trump. Outros à esquerda do partido que simpatizam com Warren ou Sanders o vêem como o tipo de milionário que gostaria de impor pesados impostos para reduzir a desigualdade.
"Como candidato, reunirei uma coalizão ampla e diversificada de americanos para vencer", indicou Bloomberg, acrescentando que "resistiria" à "intolerância" de Trump. Bloomberg se vangloriava de algumas de suas realizações como prefeito de Nova Iorque, que teve que reerguer após os ataques de 11 de setembro de 2001.
AFP e Correio do Povo