Caxias do Sul registra maior crescimento de habitantes entre os maiores municípios do RS

Apesar do Estado receber poucos imigrantes, essa pode ser uma das explicações para o aumento populacional da cidade serrana

Por Samantha Klein

Caxias do Sul recebeu imigrantes nos últimos anos

Caxias do Sul recebeu imigrantes nos últimos anos | Foto: Reprodução Facebook / CP

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quarta-feira, as estimativas da população que vive 5.570 municípios brasileiros. No Rio Grande do Sul, houve aumento de 6,38% no número de habitantes, a menor taxa do país. O censo completo será divulgado em 2020.

Em contraste ao Estado, que tende a aumentar sua população mais velha e a diminuir as taxas de natalidade, Caxias do Sul, que está entre as dez cidades mais populosas, apresentou o maior crescimento nos últimos anos. De acordo com os dados estimados, em 2019 há 510.906 habitantes contra 435.564 pessoas em 2010. O aumento é de 17,29%. A economia local, baseada na indústria, e as migrações de estrangeiros ajudam a explicar o aumento populacional. "O município não está totalmente ocupado, por isso, é viável continuar crescendo. Diferentemente da Capital, Caxias do Sul ainda consegue atender sua demanda e não formou uma mancha com Bento Gonçalves, Farroupilha, Carlos Barbosa", ressalta o pesquisador do IBGE, Márcio Minameguchi.

No mesmo período, Porto Alegre teve um crescimento de 5,28%, conforme as estimativas. A população estimada hoje é de 1.483.771 habitantes enquanto o último censo, de 2010, contabilizou 1.409.351 pessoas.

Com a menor taxa de crescimento populacional do país, o Rio Grande do Sul vê o percentual de idosos aumentar, ao mesmo tempo em que diminui o número de pessoas que integram o grupo em idade potencialmente ativa, ou seja, entre 15 e 64 anos. Conforme estudos da Secretaria do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), esse movimento demográfico tem causas que vão além da baixa natalidade e da maior expectativa de vida.

O Estado pode ser considerado “fechado” para as trocas migratórias, pois tem baixos percentuais de emigrantes e, principalmente, de imigrantes, resultando na menor taxa líquida migratória fora do Nordeste brasileiro. Por outro lado, municípios como Porto Alegre e Caxias do Sul, historicamente, recebem migrantes internos.

Estima-se que o Brasil tenha 210,1 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento populacional de 0,79% ao ano, apresentando queda do crescimento quando comparado ao período 2017/2018, conforme a Projeção da População 2018. Recentemente, o IBGE passou a acrescentar os dados referentes às migrações internacionais somente no estado de Roraima devido à chegada de venezuelanos.

Cidades mais populosas do RS

2019
2010

Porto Alegre
1.483.771
1.409.351

Caxias do Sul
510.906
435.564

Pelotas
342.405
328.275

Canoas
346.616
323.827

Santa Maria
282.123
261.031

Gravataí
281.519
255.660

Viamão
255.224
239.384

Novo Hamburgo
246.748
238.940

São Leopoldo
236.835
214.087

Alvorada
210.305
195.673



Correio do Povo

Fachin manda ação penal de Lula voltar para fase de alegações

Caso estava pronto para sentença do juiz

Caso estava pronto para sentença do juiz

Caso estava pronto para sentença do juiz | Foto: Carlos Moura / SCO / STF / CP

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin determinou nesta quarta-feira que um dos processos que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva responde na Operação Lava Jato deve voltar à fase de alegações finais. A decisão trata da ação penal na qual o ex-presidente é réu no caso de supostas irregularidades na aquisição do terreno para construção do Instituto Lula e de um apartamento em São Bernardo do Campo (SP). O caso estava pronto para sentença do juiz Luiz Antonio Bonat.  A decisão de Fachin foi baseada no julgamento no qual a Segunda Turma do STF decidiu que um réu tem direito de apresentar alegações finais e ser interrogado após os delatores do caso. Com a decisão do ministro, a ação penal deverá voltar para a fase de alegações finais, ultima antes da sentença.

Na terça-feira, ao decidir anular a sentença do ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil Aldemir Bendine em um dos processos da Lava Jato, por 3 votos a 1, a Segunda Turma entendeu que delatores e delatados não podem ter o mesmo prazo para apresentar defesa.  Pelo entendimento da maioria dos ministro, mesmo não estando previsto em lei, o interrogatório e a apresentação de alegações finais do investigado delatado devem ser feitos ao final do processo, após os delatores terem entregado suas manifestações. A conclusão foi baseada no princípio constitucional da ampla defesa.  Lula está preso desde abril do ano passado pela condenação a mais de 8 anos de prisão, por corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex em Guarujá (SP).  O ex-presidente também foi condenado a 12 anos no caso do sítio de Atibaia, também em São Paulo.


Agência Brasil e Correio do Povo


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Exposição de arte ganha espaço na edição de 2019

Publicado em 28 de ago de 2019

Com a proposta de transformar a feira em um lugar mais artístico, algumas iniciativas ganharam espaço esse ano, como a exposição Estância da Arte.
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Divergências e acusações marcam sessão desta quarta na Câmara de Porto Alegre

Julgamento de pedido de impeachment e instauração de uma CPI foram os assuntos mais discutidos

Julgamento de pedido de impeachment e instauração de uma CPI foram os assuntos mais discutidos

Julgamento de pedido de impeachment e instauração de uma CPI foram os assuntos mais discutidos | Foto: Leonardo Contursi / CMPA / Divulgação / CP

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O julgamento de um pedido de impeachment e a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre atos da Prefeitura intensificaram o clima de enfrentamentos que tem dado a tônica no atual momento político da Capital. São disputas pautadas por divergências ideológicas e acusações de má utilização do poder, que culminam em discussões que acabam sendo conduzidas à Justiça. Durante a sessão desta quarta-feira, na Câmara de Vereadores, os debates se concentraram sobre a decisão judicial que ordenou a entrega de imagens do circuito de monitoramento interno da Casa, em ação que coloca sob suspeita a origem do recente pedido de impeachment do prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB).

Logo no início da sessão, a presidente da Câmara, Mônica Leal (PP), fez pronunciamento, da tribuna, para dizer que tinha conhecimento da decisão proferida pela manhã, pelo juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública, Fernando Carlos Tomasi Diniz, que ordenou a entrega dos arquivos de imagem da quarta-feira da semana passada para averiguação sobre a presença, na Casa, da casal que prestou a denúncia a qual resultou no pedido de impeachment do prefeito. Mônica disse que daria acesso às gravações e que havia se negado a ceder os arquivos sob a justificativa de que o regimento determina a preservação da imagem das pessoas que circulam pelo Legislativo municipal, com exceção para casos de investigação de crimes que tenham ocorrido no local.

Também da tribuna, em seguida, durante as comunicações de lideranças, o vice-líder do governo, vereador Moisés Barboza (PSDB), discursou sustentando que "há desconfiança" de que a denúncia não tenha sido entregue na quarta-feira, como consta na versão oficial. "Parafraseando a própria presidente Mônica: ninguém está acima da lei; acrescento: nem mesmo a presidente desta casa", provocou.

Mais tarde, em entrevista, Mônica Leal afirmou que tem se sentido perseguida por alguns vereadores e sofrido acusações que considera injustificáveis. Citou o vice-líder do governo e o ex-presidente da Câmara e seu antecessor, vereador Valter Nagelstein (PMDB). "Quando ele fala com homens é todo educado. Quando se dirige às mulheres tem uma conduta intimidadora, machista", reclamou a presidente da Câmara.

Nagelstein, por sua vez, argumentou que os questionamentos que tem dirigido à colega referem-se às "recentes decisões da Presidência", mencionando a aceitação do pedido de impeachment e a aceitação da CPI sob argumentos semelhantes e, ainda, a controvérsia sobre o acesso às imagens de última quarta-feira. "Não é uma crítica pessoal e nem direcionada a uma mulher. Minha crítica é sobre decisões tomadas pela Presidência que acabam tendo de ser resolvidas na Justiça", pontuou.

Além do caso sobre as imagens, o Poder Judiciário precisou ser acionada na semana anterior para validar a aprovação do projeto de Executivo que revisou o IPTU da Capital, sem que uma nova votação fosse necessária. Da tribuna, o vereador Claudio Janta (SD) apresentou seu receio de que a Câmara fique marcada com uma imagem de brigas, ao invés da imagem de representantes públicos que trabalham pela população.

Autor do pedido de impeachment que está tramitando com 15 assinaturas (Eram necessários 12 signatários), o líder da oposição, vereador Roberto Robaina (PSol) consultou a Mesa, pelo microfone dos apartes, para saber quando os partidos deverão apresentar os nomes de seus indicados para compor os doze assentos da CPI. A resposta da presidente foi de que as indicações poderão ser feitas na sessão da próxima segunda-feria. "A CPI é uma vitória enorme da sociedade que exige transparência nos atos públicos. O clima ainda vai esquentar muito", anunciou o vereador do PSol.

Após o término da sessão, Mônica Leal também anunciou que a Câmara recorrerá da decisão judicial que ordenou a entrega das imagens, orientada por técnicos do departamento de assessoramento Legislativo, que a aconselharam a manter o posicionamento definido no regimento da Casa.


Correio do Povo

Moro diz que diretor-geral da PF tem sua confiança e que permanece no cargo

No entanto, ministro disse que não é o "chefe da PF" e que "as coisas eventualmente podem mudar"

Bolsonaro afirmou que

Bolsonaro afirmou que "quem manda" é ele e que Moro deveria falar com ele caso resolvesse mudar | Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil / CP

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Em meio a recentes insinuações do presidente Jair Bolsonaro de que poderia trocar o diretor-geral da Polícia Federal (PF), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, quebrou o silêncio e afirmou que Maurício Valeixo, atual diretor-geral da PF, vai permanecer no cargo e que tem a sua confiança. No entanto, disse que "as coisas eventualmente podem mudar". O ministro também afirmou que não é o "chefe da PF".

Em entrevista para a Globonews, Moro foi perguntado se poderia sair do governo caso Valeixo fosse exonerado e respondeu que isso é uma questão "especulativa" e que, portanto, não cabe a ele responder.

Bolsonaro havia afirmado que "quem manda" é ele a respeito de trocas nos comandos da PF, ao comentar que "ficou sabendo" de que quem assumirá a chefia da Polícia Federal no Rio de Janeiro será o chefe da Polícia Federal no Amazonas, Alexandre Silva Saraiva. A afirmação veio um dia depois de a PF divulgar que o superintendente da corporação em Pernambuco, Carlos Henrique Oliveira Sousa, é quem substituiria o chefe da PF no Rio, Ricardo Saadi.

"O que eu fiquei sabendo... Se ele resolver mudar, vai ter que falar comigo. Quem manda sou eu... deixar bem claro", afirmou Bolsonaro. "Eu dou liberdade para os ministros todos. Mas quem manda sou eu", reforçou. "Está pré-acertado que seria lá o de Manaus", afirmou, sem esclarecer a quem se referia.

Moro não quis comentar a decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que nesta terça-feira anulou a condenação dada por ele quando era juiz federal em Curitiba, no âmbito da Operação Lava Jato, ao ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, Aldemir Bendine. Moro afirmou que, enquanto ministro, não cabe a ele fazer comentários a respeito de uma decisão do STF.


Agência Estado e Correio do Povo

Lula pede ao STF para anular condenações

A defesa de Lula pediu ao STF para anular as condenações nos casos do triplex e do sítio com base na decisão de ontem da Segunda Turma que beneficiou Aldemir Bendine.

Mas há um grande problema: o habeas corpus tem por objeto principal o processo do instituto, no qual ainda não há sentença de condenação.

Neste caso, as alegações finais já foram apresentadas, e dentro do mesmo prazo para delatores e delatados, situação que levou à anulação da condenação de Bendine.

O novo HC usa tal caso porque foi o único em que a defesa pediu para apresentar as alegações finais após os delatores e teve o pedido negado na primeira, na segunda e na terceira instância.

Lula, no entanto, quer anular também os processos do triplex e do sítio porque as alegações finais foram apresentadas no mesmo prazo para todos os réus.

No caso do triplex, porém, não havia delatores entre os réus; no caso do sítio, sim, mas o pedido por prazos diferentes para alegações finais não foi feito na Justiça.


O Antagonista

TRF4 determina retomada da obrigatoriedade do simulador em CFCs do RS

Decisão do desembargador Rogerio Favreto é válida somente para unidades filiadas ao SindiCFC-RS

Desembargador afirmou que

Desembargador afirmou que "não é razoável que o Poder Público torne ouso opcional sem qualquer fundamentação ou estudo" | Foto: Renata Tornin / DetranRS / Divulgação / CP

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O desembargador federal Rogerio Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), proferiu decisão liminar nesta semana suspendendo a Resolução 778/19 do Conselho Nacional de Trânsito que previa o fim da obrigatoriedade de aulas com simulador veicular para candidatos que fossem obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A liminar atende a um recurso do Sindicato dos Centros de Formação de Condutores do Estado do Rio Grande do Sul (SindiCFC-RS) e é válida exclusivamente para os CFCs filiados. Dessa forma, a resolução segue em vigor para os demais centros de formação do país.

Publicada em junho desse ano pelo Ministério da Infraestrutura, a Resolução 778/19 anunciou o fim do uso obrigatório de simulador, a redução da carga horária de aulas práticas para aspirantes à habilitação da categoria B e tornou facultativas as aulas teóricas e práticas para a retirada de Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) com até 50 cilindradas. As medidas começariam a valer a partir de setembro.

Favreto concedeu a liminar e suspendeu os efeitos da Resolução 778/19 até que seja proferida a sentença da ação em primeiro grau. No entendimento do magistrado, “não é razoável que o Poder Público, cinco anos após implantar a exigência de simulador de direção veicular no processo de formação de condutores, fundado em estudos que evidenciam a redução dos acidentes de trânsito, venha a tornar o seu uso opcional sem qualquer fundamentação ou estudo a respeito de tal mudança”.

O desembargador também reproduziu o precedente da 2ª Seção do TRF4 em caso semelhante, que frisou que “o simulador é recurso pedagógico que proporciona ao aluno perceber situações perigosas no ambiente de trânsito e analisar os erros eventualmente cometidos e suas possíveis consequências”. A decisão ainda ressalta que estudos internacionais mostram redução de acidentes nos dois primeiros anos após a formação dos condutores com o uso da tecnologia.


Correio do Povo



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Tarde será de muito calor no RS nesta quinta-feira

Temperaturas sobem e máxima em Porto Alegre deve ser de 32°C

Máximas em diversas cidades do Estado ultrapassam os 30°C

Máximas em diversas cidades do Estado ultrapassam os 30°C | Foto: Alina Souza

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O Rio Grande do Sul terá uma tarde quente nesta quinta-feira, por conta de correntes de vento Norte que chegam ao Estado, antes de uma frente fria. As máximas sobem de novo e algumas cidades devem ter temperaturas próximas dos 35°C.

De acordo com a MetSul Meteorologia, com a chuva abaixo da média deste mês e o calor com vento à tarde, há risco de fogo em vegetações. O sol aparece em todo o Estado, mas nuvens ingressam no decorrer do dia. Há chance de instabilidade no extremo sul gaúcho.

Em Porto Alegre, sol predomina ao longo de todo o dia. A mínima será de 15°C, e a máxima deve chegar a 32°C.

Mínimas e máximas no RS

Vacaria 11°C / 26°C
Santa Rosa 15°C / 33°C
Santa Cruz 16°C / 34°C
Rio Grande 16°C / 28°C
Passo Fundo 15°C / 29°C
Capão da Canoa 17°C / 27°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Debates Correio do Povo Rural: Aumento da produção e preservação ambiental

Publicado em 28 de ago de 2019

A segunda edição do Debates Correio do Povo Rural na Expointer 2019 debateu o desafio de conciliar o aumento da produção primária com a preservação ambiental.
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Argentina irá renegociar com FMI e estende prazos para pagamento de dívidas

Lacunza também anunciou medidas para tentar controlar o quadro de instabilidade local

Pagamentos da dívida não serão interrompidos, afirmou Hernán Lacunza

Pagamentos da dívida não serão interrompidos, afirmou Hernán Lacunza | Foto: Ronaldo SCHEMIDT / AFP / CP

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O ministro das Finanças da Argentina, Hernán Lacunza, anunciou nesta quarta-feira que o governo do presidente Mauricio Macri propôs ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que se inicie o diálogo para rever os vencimentos da dívida com a instituição. Efetivamente, uma moratória da dívida externa. A informação foi dada durante entrevista coletiva, na qual Lacunza também anunciou medidas para tentar controlar o quadro de instabilidade local, entre elas a extensão dos vencimentos de dívida de curto prazo para investidores institucionais, como bancos e seguradoras.

Lacunza disse que deve haver uma reunião com representantes do FMI "nas próximas semanas" para se discutir a revisão da dívida argentina com o Fundo. Segundo ele, esse diálogo será de mais longo prazo e necessariamente será concluído apenas no próximo governo, seja ele de Macri ou de outro nome. Candidato favorito à presidência, o oposicionista Alberto Fernández tem insistido na necessidade de renegociar os termos do acordo com o FMI, que atualmente seriam inviáveis, segundo o político.

O ministro das Finanças disse, de qualquer modo, que o diálogo não altera o cumprimento das metas atuais já fechadas com o Fundo. Lacunza também ressaltou que os pagamentos da dívida não serão interrompidos, mas que a extensão para o pagamento daquelas de curto prazo com investidores institucionais permitirá retirar pressão nos meses anteriores ao primeiro turno presidencial, marcado para 27 de outubro. Os pagamentos a pessoas físicas prosseguirão normalmente, complementou a autoridade, citando ainda que as medidas anunciadas hoje foram antes informadas ao FMI.

Lacunza também afirmou que o governo irá "iniciar um prazo de extensão de vencimentos da dívida com legislação estrangeira", também no âmbito das medidas para acalmar o quadro antes da disputa eleitoral. Segundo ele, Macri lhe deu como missão impedir que o dólar e a inflação não subam mais. Ele solicitou ainda que os candidatos à presidência se comuniquem com prudência e que a preservação da estabilidade seja vista como objetivo prioritário e comum pelas forças políticas no país.


Agência Estado e Correio do Povo


GOVERNO PROPÕE AO FMI REVER VENCIMENTO DE DÍVIDAS

INTER

Odair agradece apoio da torcida e exalta grupo: "Lutou até o último instante"