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Abin mantém na ativa espião condenado e preso por abusar de crianças

Documentos revelam detalhes da história que a Agência Brasileira de Inteligência tentou preservar em segredo

Por Thiago Bronzatto

VEXAME - A sede da Abin, em Brasília: a agência tem a função de produzir informações para o presidente da República (Cristiano Mariz/.)

Se a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) fosse eficiente para produzir informações como é para se envolver em histórias bizarras, o governo certamente não passaria por tantos vexames. Eis a última pérola: a Abin tem em seu quadro funcional um espião que foi condenado por abusar sexualmente de crianças. Mais: antes de ele ser contratado, o órgão já tinha conhecimento disso e nada fez. E mais ainda: mesmo cumprindo pena, o espião continua recebendo missões — a última foi a de acompanhar assuntos relacionados a “ações adversas contra interesses nacionais”. E, para completar o enredo, o espião-abusador recebe salário e complementou a renda familiar com o auxílio-reclusão, benefício social pago pelo INSS aos dependentes do presidiário.

A história que resultou nessa situação insólita começou em 2007, quando o paulista Sérgio Gonçalves de Amorim foi aprovado no concurso da Abin, o serviço secreto brasileiro. Pela delicadeza da função, os candidatos só tomam posse depois que é feita uma ampla investigação de sua vida pregressa. O objetivo é identificar se existe algo que possa comprometer a idoneidade moral do agente ou que arranhe de alguma maneira a boa imagem da agência. É uma checagem rigorosa — ou deveria ser. Sabendo disso, Amorim, na época, se antecipou à investigação e informou que era alvo de um processo criminal, acusado de atentado violento ao pudor, crime hoje análogo ao de estupro de vulnerável. As supostas vítimas, duas crianças de 8 anos de idade. O futuro araponga, porém, alegou que a acusação nada mais era que uma invenção da sua ex-­noiva, que não concordava com o fim do relacionamento. A Abin aceitou a explicação e admitiu em seu quadro o servidor.

INACREDITÁVEL – O agente Sérgio Amorim continua recebendo missões

INACREDITÁVEL – O agente Sérgio Amorim continua recebendo missões (./.)

Os rumores sobre o passado do espião, porém, continuaram. Pouco tempo depois da contratação, a agência resolveu apurar melhor o caso. Em 2011, a Abin instaurou uma investigação. Num relatório confidencial, ao qual VEJA teve acesso, agentes destacados para a missão informaram ter encontrado no computador de trabalho de Amorim registros de acesso a sites pornográficos. Era o menor dos problemas. Também descreveram uma diligência que haviam feito no interior de São Paulo, onde corria o processo de abuso. “Da leitura dos depoimentos constantes dos autos ficou a impressão que a situação é muito mais séria do que a relatada pelo servidor e o seu envolvimento na acusação está descrito de maneira bastante convincente”, escreveram os espiões que espionavam o colega. De acordo com o relato das vítimas, Amorim mostrava às meninas cenas de sexo na internet e depois as molestava. Ainda assim, nada foi feito.

NEGLIGÊNCIA – Em 2011, a Abin já sabia da gravidade do caso, mas nada fez

NEGLIGÊNCIA – Em 2011, a Abin já sabia da gravidade do caso, mas nada fez (./.)

Em 2014, a Justiça condenou o servidor a treze anos de prisão. Ele passou a cumprir a pena na penitenciária de Tremembé (SP). Antes, lotado no escritório da Abin em São Paulo, o espião acompanhava a movimentação de migrantes. Da cadeia, ele chegou a propor à agência produzir relatórios sobre o sistema penitenciário brasileiro. O fato é que, durante sete anos, o espião-abusador-­presidiário recebeu normalmente seu salário (18 581 reais). A sindicância da Abin só foi concluída em janeiro do ano passado, quando ele foi demitido a bem do serviço público. A história, porém, não estava no fim.

Indignado com a demissão, o espião recorreu à Justiça para ser readmitido, argumentando que a agência sabia do caso antes de contratá-lo — e deu certo. “A existência da ação penal já era de conhecimento da Abin, que não verificou, à época, razões suficientes para obstar a posse e o início do exercício no cargo em questão (…) Um processo penal tendo por objeto um crime muito grave, que coloca em séria dúvida a existência de ‘conduta pessoal irrepreensível’ e de ‘idoneidade moral’, era mais do que suficiente para impedir que o autor, naquela época, tivesse sido nomeado”, escreveu em sua sentença o juiz responsável pelo processo. Em junho passado, Amorim foi recontratado, voltou a receber salário mensal e teve suspenso o auxílio-reclusão (9 290 reais). “A Abin tentou acobertar o caso para que isso não maculasse a imagem da agência”, explica o advogado Fernando Henrique de Almeida, defensor do espião. Recentemente, Amorim deixou a prisão. Autorizado pela Justiça, ele cursa faculdade de direito no período da manhã e se dedica à espionagem no período da tarde.

Publicado em VEJA de 28 de agosto de 2019, edição nº 2649


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Itamaraty aceita ajuda de cerca de R$ 50 mi do Reino Unido para a Amazônia


Mais cedo, porta-voz da Presidência disse que Brasil pode receber recursos desde que tenha "governança total" para administrá-los

Por Da Redação

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo (Adriano Machado/Reuters)

O Itamaraty, Ministério das Relações Exteriores do Brasil, aceitou ajuda de 10 milhões de libras, cerca de 50 milhões de reais, oferecida pelo Reino Unido para o combate aos incêndios na Floresta Amazônica. As informações são da agência Estadão Conteúdo.

O recurso foi proposto na tarde desta terça-feira, 27, ao ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. O Planalto ainda não se manifestou especificamente sobre a oferta.

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O porta-voz da Presidência, o general Otávio Rêgo Barros, disse nesta terça-feira, 27, que a condição para receber qualquer ajuda externa é que o Brasil terá “governança total” sobre como será aplicado o recurso.

O militar afirmou que o governo estudará se é “possível acatar” a ajuda de 20 milhões de dólares, cerca de 83 milhões de reais, oferecida pelo G7. A polêmica sobre receber ou não este recursos envolve troca de acusações dos presidentes Jair Bolsonaro (PSL) e Emmanuel Macron, da França.

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro declarou que para aceitar a doação espera um gesto do francês Emmanuel Macron para “retirar os insultos” que o brasileiro reputa a seu colega europeu. “Primeiro ele me chamou de mentiroso. Depois, informações que eu tive, de que a nossa soberania está em aberto na Amazônia. Para conversar ou aceitar qualquer coisa da França, que seja das melhores intenções possíveis, ele vai ter que retirar essas palavras. Daí a gente pode conversar”, disse.

O presidente brasileiro também negou ele tenha rejeitado o dinheiro. “Eu falei? Jair Bolsonaro falou?”, questionou  — na noite desta segunda-feira a informação foi confirmada pelo Palácio do Planalto. “Primeiro, ele [Macron] retira [as declarações]. Depois, ele oferece. Daí eu respondo”, reiterou Bolsonaro. Após o anúncio da ajuda, Bolsonaro já havia desdenhado da oferta, atacando o francês e colocando sob suspeita interesses de países ricos na região amazônica.

Na última sexta-feira, Macron afirmou que Bolsonaro mentiu sobre seus compromissos com o meio ambiente e anunciou que, sob essas condições, a França se oporia ao tratado de livre-comércio entre União Europeia e Mercosul. A relação entre os dois piorou depois que o brasileiro comentou, em tom de deboche, a publicação de um seguidor que comparava a beleza da primeira-dama da França, Brigitte Macron, à de Michelle Bolsonaro. “Não humilha cara. Kkkkkkk”, respondeu o presidente. Macron afirmou que o comportamento foi “triste” e “extremamente desrespeitoso” e disse esperar “muito rapidamente” que os brasileiros “tenham um presidente que esteja à altura do cargo”.

(Com Estadão Conteúdo)


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Deltan respira! Maioria do CNMP rejeita novo processo


Ideia era punir o chefe da Lava-Jato por causa do compartilhamento de uma notícia sobre a senadora Kátia Abreu

Por Robson Bonin

Deltan: escapou dessa (Heuler Andrey/AFP)

O CNMP começou a discutir nesta terça a abertura de um novo procedimento relacionado a Deltan Dallagnol (leia mais em CNMP avalia censurar Deltan).

A ideia era punir o chefe da Lava-Jato por causa do compartilhamento de uma notícia sobre a suspeita de que Kátia Abreu teria recebido 500.000 reais via caixa 2 da Odebrecht.

Deltan não tem a melhor das condutas nas redes sociais, mas daí a censurar o chefe da Lava-Jato por causa disso seria demais para 8 dos 14 conselheiros do CNMP que já votaram. Deltan respira!


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Fábio Porchat: ‘Como fazer um programa sem se preocupar em lacrar?’

Fábio Porchat, que ganhou fama com o Porta dos Fundos, fala de seu novo talk show, de polarização política, de Bolsonaro, Anitta, e até da Amazônia

“Mesmo o papo pós-sexo com sua mulher acaba em Bolsonaro. Como fazer um programa sem se preocupar com isso?”. Segundo o próprio, esse foi o dilema encarado pelo ator e humorista Fábio Porchat ao criar seu novo talk show – que, aliás, de tão diferente dos outros similares, ele não gosta de definir como tal. Desde o início do ano, com sua saída da TV Record, Porchat havia deixado de ter um programa dessa linha. Agora, volta ao formato com “Que história é essa, Porchat?”, semanal (todas as terças) do canal pago GNT.

Na novidade, procura fugir da polarização política que marca o país – apesar de por vezes fazer piada com a situação. Em “Que história é essa, Porchat?”, prevalecem entrevistas mais leves, sobre situações engraçadas, ou mesmo dramáticas, mas acerca de situações cotidianas. “Como fazer um programa sem se preocupar em lacrar?”, questionou-se enquanto pensava no episódio piloto. A solução: ouvir casos vividos por famosos e anônimos. “Parto do pressuposto que todo mundo tem ao menos uma boa história para contar”.

Mesmo que se esquive do debate político no novo talk show, todavia acaba por entrar na questão em outros dos espaços pelos quais circula. Como no “Papo de Segunda”, também da GNT, em posts no Twitter e, especialmente, no Porta dos Fundos. Foi neste último que ganhou fama, após lançar o canal de YouTube (hoje com 16 milhões de inscritos), em 2012, ao lado dos colegas Antonio “Kibe” Tabet, Gregório Duvivier e Ian SBF.

Na entrevista em vídeo concedida ao site de VEJA, Porchat comenta também esse seu lado, digamos assim, mais politizado. “O clima hoje tá barra pesada”, afirma. Nos esquetes do Porta dos Fundos, o grupo tira sarro de todos os principais políticos, de Lula a Bolsonaro. “Se faço graça com um ou outro, e é divertido, as pessoas topam”, comenta. No entanto, avalia que há um lado que vê menos graça nas anedotas. “A direita fica mais nervosinha do que a esquerda”, conclui. “A gente ri de muita coisa que está acontecendo. Mas claro que as piadas de mau gosto dos políticos estão nos vencendo”, completa.

Na entrevista, ainda fala de: se artistas, como Anitta, precisam se posicionar; o obscurantismo que toma a internet; como a maneira de se fazer comédia no YouTube mudou a forma de se fazer o mesmo na TV; se convidaria políticos do governo para contar histórias em seu programa. Sobre essa última questão, responde: “Melhor não, né? Deixa. Não precisa”. Confira a conversa com Fábio Porchat no vídeo que abre este texto.


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Procuradora da Lava Jato pede desculpas a Lula por ironizar mortes

Ela foi uma das citadas nos diálogos vazados que mostraram membros do MPF ironizando a morte de Marisa Letícia, mulher de Lula, em 2017

Por Da Redação

A procuradora Jerusa Viecili, da Força-Tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba (Reprodução/Twitter/Reprodução)

A procuradora Jerusa Viecili, integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, publicou na noite desta terça-feira, 27, na rede social Twitter, um pedido de desculpas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ela trocou mensagens no aplicativo Telegram com outros procuradores da força-tarefa que tratava a morte de Marisa Letícia, mulher do ex-presidente Lula, e o luto do petista com falecimentos de irmão e neto com ironia e tom conspiratório.

No Twitter, Jerusa escreveu: “Errei. E minha consciência me leva a fazer o correto: pedir desculpas à pessoa diretamente afetada, o ex-presidente Lula”.




Jerusa Viecili aparece nos diálogos vazados em dois momentos. No primeiro deles, ela respondeu de maneira jocosa a notícia da morte de Marisa Letícia ao escrever “Querem que eu fique pro enterro?”

Depois, ela compartilhou a notícia da morte do neto de Lula, Arthur, seguida da mensagem: “Preparem para nova novela ida ao velório.” Quando os procuradores comentavam sobre a ligação que Gilmar Mendes fez ao petista, durante o velório do menino Arthur, e que teria deixado Lula em prantos, Jerusa acrescentou: “GM (Gilmar Mendes) não dá ponto sem nó”.

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Em resposta ao tuíte, alguns internautas elogiaram a postura da procuradora e lembraram que a iniciativa confirma que as mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil são verdadeiras. Isso contraria a estratégia que a Lava Jato mantém desde o começo da divulgação dos diálogos, de questionar a autenticidade dessas conversas vazadas.

Jerusa Vieceli também comentou esse assunto e disse que os procuradores da Lava Jato nunca negaram a existência de mensagens verdadeiras no material divulgado pela imprensa.

Jerusa B. Viecili@jerusabv

· 19h

Respondendo a @jerusabv

Lembrar de uma mensagem não autentica todo o conjunto. A existência de mensagens verdadeiras não afasta o fato de que as mensagens são fruto de crime e têm sido descontextualizadas ou deturpadas para fazer falsas acusações.

Jerusa B. Viecili@jerusabv

Os procuradores da Lava Jato nunca negaram que há mensagens verdadeiras, exatamente porque foram efetivamente hackeados. Contudo, não é possível saber exatamente o quanto está correto, porque é impossível recordar de detalhes de 1 milhão de mensagens em 5 anos intensos.

1.440

22:22 - 27 de ago de 2019

Informações e privacidade no Twitter Ads

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O perfil da procuradora não possui o selo de autenticidade do Twitter, que assegura que a conta foi verificada. Mas publicações da conta de Jerusa Viecili já foram compartilhadas por Deltan Dallagnol, o coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná.


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