Vagas de emprego em Porto Alegre–28.08.2019

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Recepcionista
Salário: A combinar
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Escola Técnica
Descrição: Atender telefone, e recepcionar os alunos

EU QUERO ESSA VAGA

Recepcionista
Salário: R$ 1500.00
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: Hotel Glamour
Descrição: Pré-requisitos: • imprescindível conhecimento de word e planilhas de excel; • imprescindível identificação com atividade de atendimento ao cliente; • imprescindível ensino médio completo •
Benefícios
Assistência médica / medicina em grupo, participação nos lucros, tíquete-refeição, vale-transporte
Horário
De segunda a quinta, das 08h às 18h e sexta, das 08h às 17h.

EU QUERO ESSA VAGA

Vendedor
Salário: A combinar
Cidade: Porto Alegre/RS
Empresa: (Confidencial)
Descrição: Principais atividades:
Venda via telefone, atendimento a principais clientes (visitas se necessário), administração de carteira de clientes, prospecção de novos clientes, reativação de clientes inativos e atendimento via telefone.

EU QUERO ESSA VAGA

Juízes avaliam que Moro ajuda a ‘estancar a sangria’ de investigados

A leitura é de que ministro "perde tamanho" ao associar sua imagem às interferências de Jair Bolsonaro em órgãos de controle

Por Robson Bonin

Moro reclamou de corte no orçamento de seu ministério (Cristiano Mariz/.)

Amigos de magistratura de Sergio Moro tentam há dias encontrar o ministro para aconselhá-lo a deixar o governo.

A leitura é de que ele perde tamanho ao associar sua imagem às interferências de Jair Bolsonaro em órgãos de controle.

Moro estaria involuntariamente “estancando a sangria dos investigados” da Lava-Jato ao permanecer num governo que acabou com o COAF, tenta perseguir agentes da Receita Federal e lotear politicamente a Polícia Federal.

O Planalto também ignora o trabalho do ministro para aprovar o pacote anticrime, o que deixa claro, na avaliação desses amigos, “que a hora de pedir o boné chegou”.

Tudo isso depois de prometer na campanha fazer exatamente o contrário (leia mais em Moro revida provocações)


Veja

Decisão do STF pode anular condenações da Lava Jato, diz força-tarefa


"Entendimento pode anular praticamente todas as sentenças", afirma nota após Supremo suspender condenação de Moro a ex-presidente da Petrobras

Por Da Redação

O plenário do Supremo Tribunal Federal (Cristiano Mariz/VEJA)

A força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba afirmou nesta terça-feira 27 que a anulação da sentença do ex-juiz Sergio Moro que condenou o ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, abre precedente para derrubar “praticamente todas” as condenações proferidas na investigação, além da libertação de vários presos.

Mais cedo, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu anular a condenação de Bendine na Lava Jato. Conforme a decisão, por 3 votos a 1, Bendine tem direito de apresentar alegações finais após os delatores do caso, fato que não ocorreu no processo. Com a decisão, o processo deverá voltar para a primeira instância da Justiça Federal em Curitiba para nova manifestação da defesa e outra sentença.

Em nota, a força-tarefa disse que a decisão causa “imensa preocupação”. Para os procuradores da República no Paraná, o colegiado estabeleceu nova regra, que não está prevista no Código de Processo Penal (CPP) e na lei que regulamentou as delações premiadas.

Veja também

“Se o entendimento for aplicado nos demais casos da operação Lava Jato, poderá anular praticamente todas as condenações, com a consequente prescrição de vários crimes e libertação de réus presos. A força-tarefa expressa sua confiança de que o Supremo Tribunal Federal reavaliará esse tema, modulando os efeitos da decisão”, afirmaram os procuradores.

Votos
O placar do julgamento foi obtido com os votos dos ministros Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia. O relator do caso, Edson Fachin, foi vencido. O ministro Celso de Mello não participou da sessão por motivos de saúde.

Bendine foi condenado em março de 2018 pelo então juiz Sergio Moro. Em junho deste ano, o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, reduziu a pena de 11 anos para 7 anos e 9 meses de prisão, mas manteve a condenação, que poderia ser executada em breve com base na decisão do STF que autoriza a prisão após o fim dos recursos em segunda instância.

(Com Agência Brasil)


Veja

INSS: Queixa sobre empréstimo deve ser feita no Portal do Consumidor

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O Ministério da Economia está orientando aposentados e pensionistas do INSS a registrarem reclamações referentes a empréstimos consignados no Portal do Consumidor (consumidor.gov.br). Até então, as queixas eram feitas na Ouvidoria do INSS.

“Caso o cidadão não consiga resolver o problema pelo portal, ele pode procurar o Procon em segunda instância”, disse Carlos Augusto, ouvidor da Economia. A pasta explica que esse tipo de reclamação diz respeito a relações de consumo, sobre as quais nem o INSS nem a Ouvidoria tem ingerência.

Desde abril, bancos e financeiras estão proibidos de oferecer consignado a pessoas aposentadas por seis meses após a concessão do benefício.

Como a norma não estava sendo respeitada, o INSS firmou recentemente cooperação técnica com a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, para atuar de forma preventiva, impedindo práticas abusivas das empresas.

Uma das medidas anunciadas é a instauração de processos administrativos contra as dez empresas com mais reclamações registradas sobre empréstimo consignado, empréstimo não autorizado e reserva de margem para cartão de crédito.

Fonte: Metro Jornal - 26/08/2019 e SOS Consumidor

Começam os saques do Fundo PIS para quem não tem conta na Caixa

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Liberação do Fundo PIS-Pasep começou no dia 19 de agosto e não há prazo para saques; tem direito quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada ou foi servidor público civil ou militar somente entre 1971 e 1988.

A Caixa Econômica Federal começa a pagar nesta segunda-feira (26) os recursos das cotas do Fundo PIS para cotistas que não têm conta no banco e que tenham a partir de 60 anos de idade.

São 10,4 milhões de trabalhadores com direito ao saque das cotas do PIS em todo o Brasil. O pagamento das contas poderá movimentar até R$ 18,3 bilhões, estima a Caixa Econômica Federal.

A liberação do Fundo PIS-Pasep começou no dia 19 de agosto, para cotistas com conta na Caixa e no Banco do Brasil. No dia 20 foi a vez dos cotistas do Pasep com conta em outros bancos e saldo até R$ 5 mil. E, no dia 22, para os demais cotistas do Pasep, que tiveram o saque liberado nas agências. Cotistas sem conta na Caixa, com idade até 59 anos, poderão sacar o dinheiro a partir de 2 de setembro (sexta-feira). Não há prazo final para os saques.

O Fundo PIS-Pasep é uma modalidade diferente do abono salarial. Tem cotas do PIS somente quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada entre 1971 e 1988. Já as cotas do Pasep são detidas por quem trabalhou como servidor público ou militar no mesmo período. O valor existente nesse fundo é pago somente uma vez, ou seja, uma vez retirado o dinheiro por quem tem direito, o saldo é zerado.

O Fundo PIS-Pasep tem hoje cerca de R$ 22,8 bilhões em depósitos. A Caixa é responsável pelos pagamentos do PIS, e o BB, pelos pagamentos do Pasep. No Banco do Brasil estão disponíveis para saque R$ 4,5 bilhões pertencentes a 1,522 milhão de cotistas do Pasep.

O governo liberou o pagamento do fundo para todas as idades – antes era permitido para quem tivesse a partir de 60 anos. É que muitos cotistas não retiraram o dinheiro por conta de falecimento, sem que seus herdeiros tivessem conhecimento do benefício. Outro fator que contribui para esse cenário é que os beneficiários são idosos, e, com isso, podem não ter se atentado para o direito de sacar os recursos.

Saques do PIS

Os pagamentos poderão ser realizados por meio de crédito em conta na Caixa, com o Cartão do Cidadão e senha nas Lotéricas, Caixa Aqui e terminais de Autoatendimento ou nas agências do banco.

Em caso de cotista falecido, os dependentes terão acesso aos recursos apresentando a certidão de dependente do INSS. No caso de sucessores, será preciso apresentar uma declaração de consenso entre as partes e declarar que não há outros herdeiros conhecidos.

Calendário

  • Cotistas com conta na Caixa: crédito em conta a partir de 19 de agosto
  • Cotistas sem conta na Caixa, com 60 anos ou mais: saque liberado a partir de 26 de agosto
  • Cotistas sem conta na Caixa, com até 59 anos: a partir de 2 de setembro
  • Não há prazo final para os saques

Saques do Pasep

Os cotistas que tiverem conta-corrente ou poupança no BB terão o depósito feito automaticamente nesta segunda-feira. Quem for cliente de outro banco e tiver até R$ 5 mil em cotas do Pasep poderá transferir o dinheiro via TED, sem custo, a partir desta terça-feira (20). Segundo o BB, a opção de transferência poderá ser feita pela internet, pelo www.bb.com.br/pasep, ou pelos caixas eletrônicos.

Já os demais cotistas, herdeiros e portadores de procuração legal poderão sacar o dinheiro nas agências do Banco do Brasil a partir de 22 de agosto.

Calendário

  • Cotistas com conta no BB: crédito em conta a partir de 19 de agosto
  • Cotistas com conta em outros bancos e saldo até R$ 5 mil: TED a partir de 20 de agosto
  • Demais cotistas: saque nas agências a partir de 22 de agosto
  • Não há prazo final para os saques

Como ver o saldo

As contas do PIS, vinculadas aos trabalhadores do setor privado, são administradas pela Caixa Econômica Federal. Já as contas do Pasep, vinculadas aos servidores públicos civis ou militares, são administradas pelo Banco do Brasil.

Portanto, para consultar o saldo do Fundo PIS-Pasep, o cotista ou herdeiro devem acessar os sites da Caixa ou Banco do Brasil. Em ambos, com o número do CPF já é possível ver se há dinheiro a ser liberado. Veja mais informações abaixo:

PIS

Os cotistas ou herdeiros poderão verificar se têm saldo a receber através do site do banco, no endereço www.caixa.gov.br/cotaspis.

Para consultar o saldo de cotas do PIS, é necessário ou o número do CPF ou o número do NIS do cotista, que pode ser encontrado:

  • no Cartão do Cidadão;
  • nas anotações gerais de Carteira de Trabalho antiga;
  • na página de identificação da nova Carteira de Trabalho;
  • no extrato do FGTS impresso.

Veja como localizar o número do seu PIS ou NIS pela internet

Em caso de consultar com o número do NIS, o beneficiário ou herdeiro também precisarão de uma senha. Quem já possui a Senha Cidadão pode fazer o login neste link, disponibilizado no site da Caixa, e informar a Senha Internet que deseja cadastrar.

Quem não possui a senha pode clicar em "esqueci a senha" e preencher os dados solicitados, ou, se tiver o Cartão Cidadão, fazer um pré-cadastramento da senha pelo telefone 0800-726-0207. Para quem não tem o cartão, também é possível fazer o cadastramento em uma agência da Caixa.

A Caixa também disponibiliza outros canais para consulta ao benefício. O APP Caixa Trabalhador está disponível para download nas plataformas Android e IOS, é gratuito e as informações estão disponíveis ao clicar no link “Informações Cotas do PIS”, onde o trabalhador deverá informar o CPF ou NIS, data de nascimento para saber se possui saldo de cotas do PIS. Para verificar o valor também deverá ser informada a senha internet.

Os terminais de autoatendimento também podem ser usados com Cartão do Cidadão.

Pasep

As consultas de saldo do Pasep podem ser acessadas no site do Banco do Brasil, no endereço www.bb.com.br/pasep. Ali será pedido ou o número do CPF ou o número de inscrição do Pasep e também a data de nascimento do cotista.

A ferramenta informa ao participante se ele tem ou não cota, mas, como os saldos do Pasep estão protegidos por sigilo bancário, não é informado o valor disponível para saque.

Os correntistas do Banco do Brasil com saldo de cota podem consultar o valor disponível na internet e nos terminais de autoatendimento, por meio da conta corrente, acessando a seguinte opção: Extratos - Extratos diversos - Agenda financeira

Fonte: G1 - 26/08/2019 e SOS Consumidor

CPMF OU DESEMPREGO. SERÁ?

(Claudio Adilson Gonçalez, economista, diretor-presidente da MCM Consultores - O Estado de S. Paulo, 26) O ministro Paulo Guedes tem afirmado que a escolha política é entre a volta da CPMF, agora batizada de Contribuição Social sobre Transações e Pagamentos (CSTP), com alíquota baixinha, ou a manutenção de altos níveis de desemprego e informalidade. Há alguns problemas empíricos e conceituais com a afirmação do ministro. Vejamos.
Em primeiro lugar, a experiência internacional demonstra que, na quase totalidade dos países que desoneraram a folha de pagamento, houve aumento de salário, não de emprego. A intuição ajuda a compreender a constatação empírica. É ilusão achar que o ônus da contribuição patronal é do empregador. Este é apenas o agente encarregado do recolhimento aos cofres públicos. Tal despesa é arcada pelo empregado, na forma de um salário contratual menor. Se o empregador está disposto a gastar R$ 1,2 mil mensais para contratar um trabalhador, desprezando-se, para simplificar o raciocínio, outros encargos, ele aceitará pagar apenas R$ 1 mil, já que 20% terão que ser recolhidos como contribuição sobre a folha de pagamento. Portanto, zerando essa contribuição, o empregador estaria disposto a pagar um salário contratual maior, sem qualquer aumento no seu custo.
Pode, sim, haver algum aumento da formalidade, mas creio que será modesto, pela enorme gama de outros encargos e passivos contingentes que se assume ao contratar um empregado. Contudo, provavelmente não haverá redução do desemprego. É importante lembrar que o que causa o aumento sustentado da demanda por trabalhadores são novos investimentos, e estes dependem de muitos outros fatores, não só do custo do trabalho. Por outro lado, se a desoneração da folha provocar só realocação no uso dos fatores capital e trabalho, graças à transferência do ônus do financiamento da Previdência Social para outras atividades, então poderá haver distorção na alocação eficiente dos recursos produtivos, graças a uma espécie de subsídio concedido ao fator trabalho.
Outro problema está nos números. A contribuição patronal sobre a folha deverá arrecadar cerca de R$ 280 bilhões em 2019. Tomando, em uma hipótese otimista, que a capacidade arrecadatória da CPMF seja a mesma do período em que vigorou no Brasil (1997-2007), para repor tamanha perda de receita, seria necessário que a alíquota da nova CPMF fosse da ordem de 1,2% ou, o que dá no mesmo, de 0,6% em cada ponta (pagador e recebedor). Tratando-se de um imposto cumulativo, que acaba se integrando ao preço do bem ou serviço em cada fase do processo produtivo, tal alíquota está longe de ser pequena.
E talvez tenha de ser maior ainda. Mesmo quando vigorava a alíquota de 0,38% e antes da revolução da tecnologia digital, foram desenvolvidos vários serviços de compensação de dívidas, uma espécie de clearing entre devedores e credores, para fugir à transação financeira tributável. É razoável esperar que nos tempos atuais e com alíquota três vezes maior, essa forma de evasão cresça mais ainda.
E as distorções alocativas dessa contribuição não devem ser subestimadas. Integra-se de forma não dissociável aos preços dos bens e serviços, não pode ser desonerada das exportações e investimentos, estimula a verticalização das atividades produtivas, na contramão da tendência atual, e leva à desintermediação financeira, com aumento na utilização do papel-moeda. Tudo isso tende a reduzir a produtividade e o crescimento potencial da economia. Essas distorções podem anular ou mesmo superar os eventuais estímulos para a contratação de trabalhadores formais decorrentes da desoneração da folha de salários.
Nota: Quando este artigo estava sendo escrito, a imprensa divulgou que o governo pretendia iniciar a CSTP com alíquota de 0,22% e com isso reduzir a contribuição patronal de 20% para 11% ou 12%. Nos meus cálculos, essa conta não fecha. Tal redução de encargos exigiria uma CSTP da ordem de 0,46%.
As distorções da contribuição podem superar estímulos para contratação decorrentes da desoneração da folha.


Ex-Blog do Cesar Maia


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Giro VEJA: Bolsonaro quer que Macron ‘retire o que disse’ para analisar ajuda do G7

Publicado em 27 de ago de 2019

Governadores dos nove estados que compõem a Amazônia Legal pediram ao presidente Jair Bolsonaro que aceite os 20 milhões de euros oferecidos pelo G7 para combater as queimadas na Amazônia. Helder Barbalho, governador do Pará, insistiu que nesse momento não é correto abdicar desses recursos.
Mais cedo, Bolsonaro afirmou que só aceitaria as doações caso o presidente francês Emmanuel Macron retire o que o brasileiro chamou de "insultos" feitos a ele. A relação entre os dois líderes é complicada, e piorou depois que o brasileiro comentou uma publicação indelicada sobre a primeira-dama francesa nas redes sociais.
Ainda não oficialmente indicado ao cargo de embaixador do Brasil em Washington, Eduardo Bolsonaro afirmou que já está estudando história - mas com a ajuda de um canal no YouTube que já foi acusado de propagar fake news.

Fábio Porchat: 'Como fazer um programa sem se preocupar em lacrar?'

Publicado em 27 de ago de 2019

#VEJA #PáginasAmarelas
O ator e comediante Fábio Porchat, que ganhou fama com o Porta dos Fundos, fala de seu novo talk show, de polarização política, de Bolsonaro, Anitta, e até da Amazônia, em entrevista concedida a VEJA.
“Mesmo o papo pós-sexo com sua mulher acaba em Bolsonaro. Como fazer um programa sem se preocupar com isso?”. Segundo o próprio, esse foi o dilema encarado pelo ator e humorista Fábio Porchat ao criar seu novo talk show – que, aliás, de tão diferente dos outros similares, ele não gosta de definir como tal. Desde o início do ano, com sua saída da TV Record, Porchat havia deixado de ter um programa dessa linha. Agora, volta ao formato com “Que história é essa, Porchat?”, semanal (todas as terças) do canal pago GNT.
Na novidade, procura fugir da polarização política que marca o país – apesar de por vezes fazer piada com a situação. Em “Que história é essa, Porchat?”, prevalecem entrevistas mais leves, sobre situações engraçadas, ou mesmo dramáticas, mas acerca de situações cotidianas. “Como fazer um programa sem se preocupar em lacrar?”, questionou-se enquanto pensava no episódio piloto. A solução: ouvir casos vividos por famosos e anônimos. “Parto do pressuposto que todo mundo tem ao menos uma boa história para contar”.
Mesmo que se esquive do debate político no novo talk show, todavia acaba por entrar na questão em outros dos espaços pelos quais circula. Como no “Papo de Segunda”, também da GNT, em posts no Twitter e, especialmente, no Porta dos Fundos. Foi neste último que ganhou fama, após lançar o canal de YouTube (hoje com 16 milhões de inscritos), em 2012, ao lado dos colegas Antonio “Kibe” Tabet, Gregório Duvivier e Ian SBF.
Na entrevista em vídeo concedida ao site de VEJA, Porchat comenta também esse seu lado, digamos assim, mais politizado. “O clima hoje tá barra pesada”, afirma. Nos esquetes do Porta dos Fundos, o grupo tira sarro de todos os principais políticos, de Lula a Bolsonaro. “Se faço graça com um ou outro, e é divertido, as pessoas topam”, comenta. No entanto, avalia que há um lado que vê menos graça nas anedotas. “A direita fica mais nervosinha do que a esquerda”, conclui. “A gente ri de muita coisa que está acontecendo. Mas claro que as piadas de mau gosto dos políticos estão nos vencendo”, completa.
Na entrevista, ainda fala de: se artistas, como Anitta, precisam se posicionar; o obscurantismo que toma a internet; como a maneira de se fazer comédia no YouTube mudou a forma de se fazer o mesmo na TV; se convidaria políticos do governo para contar histórias em seu programa. Sobre essa última questão, responde: “Melhor não, né? Deixa. Não precisa”. Confira a conversa com Fábio Porchat no vídeo que abre este texto.

O "tiro no pé", a patética reação de Macron e o triunfo do Brasil no G7 (Veja o Vídeo)


Sensacional!

Ocorrido neste sábado (24) o encontro da cúpula do G7, em Biarritz, na França.

Assista ao vídeo e escute com atenção.

Angela Merkel declara que vai ligar para o Presidente Bolsonaro para deixar claro que não estão agindo/trabalhando contra ele, e os demais líderes na mesa concordam e dizem que isso é importante.

A reação do Macron é impagável, fica sem ação, surpreso, tenta interromper Merkel, pergunta se vão ligar mesmo para Bolsonaro e ela confirma.

Macron sem qualquer apoio.

O que já se mostrou um tiro na água, está virando um tiro no pé.

Enquanto isso, por aqui, ainda tem quem acredite que Bolsonaro é mal visto, que não tem força, que não sabe o que faz.

Há muito tempo não vemos um Presidente que saiba se impor e impor a Soberania do Brasil de forma tão evidente.

(Texto de Renato Mandarino)


Jornal da Cidade Online

Dodge vê suspeita de ação orquestrada em queimadas

Raquel Dodge disse hoje que há suspeita de ação orquestrada nos focos de incêndio que se espalham pela região amazônica, registra o Estadão.

A PGR informou que o MPF decidiu pedir a abertura de inquéritos para identificar e punir os responsáveis –ofício com pedido de apuração foi enviado a Sergio Moro.

A expectativa é a que as apurações tramitem na primeira instância de cada estado atingido pelos incêndios.

Mais cedo, a PF já havia anunciado a Operação Verde Brasil, que mira eventuais delitos ambientais na Amazônia.


O Antagonista