Brasil cria emprego pelo 4º mês, mas ritmo não empolga analistas

por Danielle Brant

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Resultado foi pior que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram abertos 47.319 postos de trabalho

O Brasil criou 43.820 vagas de emprego com carteira assinadaem julho, resultado pior que o registrado no mesmo mês do ano passado, quando foram abertos 47.319 postos de trabalho, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta sexta-feira (23) pelo Ministério da Economia.

O dado veio abaixo do projetado pela consultoria LCA, que estimava a criação de 45.700 postos com carteira assinada em julho.

Apesar do resultado positivo, os 43.820 postos criados em julho estão bem abaixo da média para o mês registrada de 2004 a 2012, que é de 156.370 vagas.

O dado de junho foi revisado para cima e agora aponta uma geração de 53.683 vagas.

Julho é o quarto mês seguido com geração positiva de vagas de trabalho no país. No acumulado do ano, foram geradas 461.411 vagas, acima do registrado no mesmo período de 2018, quando a criação de empregos com carteira somou 448.263.

Em 12 meses, o saldo é positivo em 521.542. No mesmo período do ano anterior, o saldo foi de 286.121.

Por setores, a construção civil gerou 18.721 empregos. Serviços criou 8.948 postos. Na administração pública, foram cortadas 315 vagas.

O saldo de geração de vagas foi positivo em todas as regiões do país –o Sul registrou o menor número de vagas criadas, com apenas 356 vagas.

Em julho, houve um saldo positivo de 5.546 vagas criadas na modalidade intermitente  –pouco mais da metade do número gerado em junho (10.353). Na modalidade parcial, foram gerados 740 postos.

Fonte: Folha Online - 23/08/2019 e SOS Consumidor



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AS NOVIDADES NO TRÂNSITO NÃO PARAM DE CHEGAR!

(Celso Ming - O Estado de S. Paulo, 25) Na época das carruagens e dos bondes puxados por burros, ninguém se importava com mobilidade urbana. Mas chegou o tempo em que o automóvel mudou tudo e os especialistas em urbanismo e em engenharia de trânsito tiveram de começar a tratar do assunto.
A mobilidade urbana passa por nova revolução nos últimos anos. Deixa de ser apenas matéria que trata da circulação de metrôs, trens urbanos, ônibus, táxis e automóveis – e, por suposto, sem se esquecer especialmente dos pedestres. Hoje, ciclovias e ciclofaixas tornaram-se paisagem comum e, não raro, se encontram figurões de terno e gravata desfilando com patinetes e até mesmo com esquisitos monociclos nas grandes avenidas. Nada disso chegou ao fim. A tecnologia continua surpreendendo. Ainda promete novidades incríveis nos tempos vindouros.
A maneira de circular pela cidade, antes tão rígida, exige cada vez mais flexibilidade. Para o especialista da Universidade Presbiteriana Mackenzie Vladimir Maciel, a novidade está na enorme eficiência proporcionada pelos softwares de aplicativos, como a 99, o Uber e a Yellow. Eles garantem o encontro, em larga escala, da oferta com a demanda por locomoção: o motorista do Uber está à espera do passageiro e a bicicleta na rua espera pelo interessado. “Do ponto de vista da mobilidade urbana, essa tecnologia que identifica origem e destino é uma revolução”, observa.
Mas a revolução não para por aí. Ao menos não para ainda. Transformações apontam para mais transformações, algumas no horizonte ou já em uso experimental, com os carros elétricos sem motorista do Uber ou os drones-entregadores de encomendas da Amazon, sem falar nos veículos de uso compartilhado (co-sharing) já à disposição de qualquer um em grandes cidades. E, aqui no Brasil, a Embraer avança no projeto do automóvel voador, símbolo das histórias de ficção científica para o século 21. Imagine o que será pensar e administrar esse trânsito paralelo ao chão, para impedir que, janela adentro, um bólido desses não despenque de repente na sala de jantar.
A melhor maneira de preparar a sociedade brasileira para a automação intensiva cada vez mais próxima e de se antecipar a solução de novos problemas é levar os dirigentes do País a investir maciçamente em transporte público, deixando de dar prioridade ao automóvel (individual) para focar em transportes de massa. É o que recomenda o coordenador da FGV Transportes, Marcus Quintella. Se isso não for feito,
os congestionamentos aumentarão, adverte ele: “Há alguns anos, o trânsito nas grandes cidades apresentava picos em certos horários. Hoje, a frota está permanentemente nas ruas”.
Para ele, esse cenário distópico cada vez mais próximo tende a aumentar o consumo de combustíveis, a poluir ainda mais o meio ambiente com as emissões de CO2 e a aumentar a frequência de acidentes. Como a infraestrutura em transportes nas grandes metrópoles brasileiras é cara e desconfortável, as pessoas tendem a migrar para os aplicativos por razões econômicas, diz. “Mas o Uber (e congêneres) não pode substituir o transporte público”.
Por isso, vêm sendo testadas opções flexíveis também por aplicativos. A capital Goiânia e a cidade de São Bernardo do Campo, em São Paulo, testam ônibus com rotas variáveis, em modelo similar ao do car-sharing. Essa é apenas uma das possibilidades que podem se popularizar nos próximos anos.
A verdadeira mudança está na multifuncionalidade das viagens. O cidadão pode escolher qual modal de transporte utilizar: ir a pé até a estação do metrô ou aproveitar a patinete; voltar para casa de ônibus ou chamar um carro com aplicativo; ir ao trabalho de bicicleta ou tirar o automóvel da garagem.
Ainda há quem pretenda eliminar o uso dessas novidades ou porque ferem os interesses de quem já estava lá (como o dos taxistas) ou porque tornam impraticável uma política consistente de mobilidade urbana. O urbanista e coordenador da pós-graduação de Mobilidade e Cidade Contemporânea da Escola da Cidade, Pablo Hereñu, avisa que essas novidades, principalmente as da micromobilidade (dos trajetos de curtas distâncias, como querem as empresas de aluguel de patinetes e bicicletas), conquistaram definitivamente seu espaço após os grandes investimentos públicos feitos em ciclovias ao longo desta década. “É difícil acabar com isso, porque já existe uma demanda firme por parte da população”, afirma. “Não se trata mais de projeto de um governante; é projeto da cidade.”
Mas, atenção, a revolução continua e os projetos das cidades a têm de levar em conta.


Ex-Blog do Cesar Maia



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Juiz suspende processo disciplinar no Conselho do MP contra Deltan Dallagnol

Procedimento refere-se a críticas que o procurador dirigiu a ministros do STF

Procedimento refere-se a críticas que o procurador dirigiu a ministros do STF

Procedimento refere-se a críticas que o procurador dirigiu a ministros do STF | Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil / CP

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O juiz federal do Paraná Nivaldo Brunoni determinou a suspensão de processo administrativo no Conselho Nacional do Ministério Público contra o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol. O procedimento se refere a críticas que o procurador fez a ministros do Supremo Tribunal Federal, em entrevista à rádio CBN. A decisão corre em segredo de Justiça. Na entrevista, Deltan afirmou: "Os três mesmos de sempre do Supremo Tribunal Federal que tiram tudo de Curitiba e mandam tudo para a Justiça Eleitoral e que dão sempre os habeas corpus, que estão sempre se tornando uma panelinha assim. que mandam uma mensagem muito forte de leniência a favor da corrupção". Deltan recorreu ao Judiciário pela reabertura do prazo de 10 dias para suas alegações finais no processo. O pedido foi acolhido pelo juiz.

De acordo com o magistrado, "o CNMP tomou conhecimento de que a defesa do requerente fora descontinuada ainda durante o curso do prazo para alegações finais e, ademais, havia prova no processo de que os novos advogados vinham tentando habilitar-se e ter acesso aos elementos de prova existentes no processo". "Logo, não parece razoável tolher da defesa técnica a oportunidade de defender o acusado naquele que é o último evento próprio para o exercício da ampla defesa no PAD (segundo o Regimento Interno do CNMP): as alegações finais", escreveu. "Há claro prejuízo à ampla defesa e ao contraditório do processado, que deixou de apresentar alegações finais porque o advogado originalmente constituído renunciou/substabeleceu, no interregno do prazo que escoava, os poderes que lhe foram atribuídos, dificultando a ação de seus sucessores - que, por sua vez, não tiveram tempo hábil para, nas horas que remanesciam, analisar os conteúdos do PAD nº 1.00898/2018- 99 e do RD n.º 1.00762/2018-98 e formular os argumentos defensivos", anotou.

O magistrado que acolheu pedido de Deltan atua na Operação Lava Jato. Brunoni trabalhou como juiz convocado do Tribunal Regional Federal da 4ª Região em casos envolvendo as investigações sobre o escândalo da Petrobras. Ele foi responsável, por exemplo, pelo ofício encaminhado ao então juiz federal Sergio Moro, em abril de 2018, para determinar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para cumprimento de pena no caso triplex.


Agência Estado e Correio do Povo


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Crise no arroz deverá reduzir área plantada entre 5% e 10%

Previsão foi apresenta pelo Irga e Federarroz nesta segunda-feira

Por Cintia Marchi

Alexandre Velho, presidente do Federarroz, apresentou números durante coletiva nesta segunda-feira na Expointer

Alexandre Velho, presidente do Federarroz, apresentou números durante coletiva nesta segunda-feira na Expointer | Foto: Mauro Schaefer

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A área plantada com arroz irá recuar de 5% a 10% na próxima safra de verão na comparação com o 1.000.605 de hectares cultivados no ciclo anterior. A previsão foi divulgada nesta segunda-feira pela Federação das Associações de Arrozeiros do Estado do Rio Grande do Sul (Federarroz) e Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), na Expointer, e está diretamente ligada à crise vivida pelo setor.

Os produtores têm dificuldade de acessar crédito rural e até o momento não houve anúncio, por parte do governo federal, sobre um possível plano para minimizar o endividamento. Estes temas serão tratados entre as entidades e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, na quinta-feira à tarde, na Expointer.

O presidente da Federarroz, Alexandre Velho, lembrou que já existiram 9 mil unidades produtoras de arroz no Estado e que agora são cerca de 6 mil, demonstrando a exclusão de muitos produtores da atividade nos últimos anos. “Em produtividade, ficamos atrás só dos Estados Unidos, mas não temos competitividade por conta dos altos custos de produção”, lamenta.

O presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, lembrou que o investimento em soja na metade Sul do Estado foi muito alto na última década, a ponto de hoje ser cultivado 1,5 milhão de hectares da oleaginosa nesta região, mas cobrou que também é preciso viabilizar a lavoura arrozeira por si só. “Acreditamos que na quinta-feira venha, sim, uma solução para o arroz”, sinalizou sobre a expectativa com a visita da mnistra a Esteio.

Pereira alertou, no entanto, que as medidas para o setor virão acompanhadas de cobranças como uma “reciclagem do produtor” e revisão dos altos custos de arrendamento.

Aproveitando a presença do governador Eduardo Leite, o presidente da Federarroz reforçou o pedido de redução de ICMS para a venda interestadual do arroz em casca por, pelo menos, 30 dias, podendo ser prorrogado por mais 30, o que teria que acontecer no máximo até outubro. Ele explica que a redução do imposto para o escoamento ajudaria a diminuir a oferta local do produto e, por consequência, contribuiria para valorização do grão.

Leite respondeu que o governo está avaliando os argumentos dos produtores, mas também as ponderações da indústria arrozeira para chegar a uma definição. O secretário da Agricultura, Covatti Filho, avisou que, na próxima semana haverá reunião entre as assessorias técnicas das secretárias da Agricultura e da Fazenda para tratar o assunto. Informou ainda que devem ser anunciados nos próximos dias os nomes dos diretores Técnico e Administrativo do Irga.

Colheita do arroz

A 30ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz ocorre de 12 a 14 de fevereiro de 2020, na Estação Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão, o mesmo lugar que sediou a última edição. Neste ano, o tema será “Colheita do arroz e grãos em terras baixas, intensificação para sustentabilidade”. O evento contará com mais de 70 empresas expositoras. O presidente do Irga, Guinter Frantz, diz que, diante da necessidade do orizicultor elevar sua renda, é fundamental se trabalhar sistemas de cultivo, seja com soja ou com pastagens para pecuária, visando a sustentabilidade da atividade.


Correio do Povo


EXPOINTER

Governador destaca esforço para recuperar finanças em visita à casa do Correio do Povo