Smart TV 4K LED 55” Samsung NU7100 Wi-Fi HDR - Conversor Digital 3 HDMI 2 USB

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A Smart TV Ultra HD 4K LED NU7100 de 55" da Samsung é certificada por importantes instituições internacionais e não tem pixel branco, que prejudica a qualidade da imagem.Possui sistema operacional Tizen, resolução de 3840x2160, Wi-Fi integrado, conversor digital, 3 entradas HDMI, 2 entradas USB e sintonizador analógico.Com design perfeito, acabamentos precisos, bordas super finas e soluções para minimizar a exposição de fios no ambiente fazem da NU7100 uma TV elegante e completa em design.Muito mais brilho e contraste para você aproveitar seu programa tanto nas cenas mais escuras quanto naquelas de alta luminosidade com HDR Premium.Com um simples clique em seu controle remoto, acesse a tela inicial com seus aplicativos, canais de TV, dispositivos conectados e configurações.



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Verbas de ONGs da Alemanha e da Noruega iam para o MST (veja o vídeo)

Amazônia foi vendida pelos governos anteriores e o dinheiro usado para aparelhar ONGs

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Sabe o dinheiro da Alemanha e da Noruega? O líder do MST, João Pedro Stedile, contou, com orgulho, onde e como estava sendo investido: no próprio MST, conforme entrevista ao programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, em junho de 2008.

A realidade é que os governos anteriores já venderam a Amazônia e usaram dinheiro para bancar militância política ou até mesmo colocar no próprio bolso. Agora, Bolsonaro quer fazer valer a soberania brasileira e está encontrando forte resistência, por vários motivos: a questão estratégica do agronegócio, o protecionismo de vários setores da Europa contra o Mercosul, até o controle sobre as riquezas da Amazônia.

Um marco importante dessa operação de venda da Amazônia foi a Eco 92, onde os pressupostos que vinham sendo criados pela ONU desde os anos 70 começaram a sustentar uma tese importante, mas que serviria a fins escusos: o desenvolvimento sustentável.

Cem chefes de estado vieram ao Brasil participar do evento, que aconteceu no Rio de Janeiro. Foi ali que começou aquela bobagem de “Amazônia pulmão do mundo”, entre outras. Desde então, começou a chover dinheiro para qualquer projeto que convencesse a população daqui e do mundo que a Amazônia estaria em melhores mãos se tivesse uma gestão internacional. O tema foi alvo de propagandas de TV, produções culturais e ações das mais diversas. A profissão de ambientalista foi fortalecida.

Na época não se falava em globalismo, só em globalização, porque o único ponto vista anti-esquerdista que havia era limitado a uma visão materialista que só se importava com os aspectos econômicos. O interessante é que a esquerda (pelo menos boa parte dela) via a narrativa ambientalista como uma forma dos países desenvolvidos regularem o desenvolvimento dos países subdesenvolvidos, que ganharam o título de “emergentes” ou “em desenvolvimento”. Mas como não existe esquerdista grátis, aos poucos quase todos foram abraçando as causas “progressistas” patrocinadas pelos mesmos que outrora eram chamados de imperialistas. Até o Stedile.

Ainda nos anos 90, no governo FHC, uma grande parte da Amazônia foi declarada patrimônio da humanidade e o país começou a receber dinheiro internacional para preservar a região. O crescimento no número de ONGs nos últimos anos do tucano foi o maior já registrado. No primeiro ano de Lula, 2003, a área declarada patrimônio da humanidade foi ampliada. Por isso não é coincidência que no período em que houve recorde de queimadas (2003 a 2007) não havia tanto alarde. Afinal, também não existe ambientalista grátis e o dinheiro estava entrando.

Na educação, a mudança de conteúdo fez com que os pressupostos ecológicos semeados desde a infância passassem a sustentar a idéia de controlar o mercado e a propriedade privada em nome do meio ambiente, quando na verdade isso serve a fins financeiros. É quando os interesses da esquerda e das elites globalistas se encontram. Pode ver que hoje a esquerda do mundo todo é bancada por bilionários.

O estrago na educação foi tão grande que o tema meio ambiente se tornou uma mero gatilho mental que faz muita gente comer fezes se for preciso para salvar ovo de tartaruga enquanto defendem aborto de vidas humanas. O senso de proporções foi destruído, e não será fácil restaurar.

Herbert Passos Neto

Jornalista. Analista e ativista político.


Jornal da Cidade Online

A verdade, a justiça e a bondade.

O ser humano não pode ser a medida de todas as virtudes, pois acima dele existem ideias ou princípios válidos, perenes, idênticos e válidos para todos, em qualquer momento, e independente de sua condição social. A verdade, a justiça e a bondade são valores transcendentais, acima de opiniões particulares.
Assim, nossa opinião ou visão sobre as coisas, fatos e pessoas pode enganar-nos, pode estar disforme sob determinados pontos de vista, mas na realidade ela se fundamentou entre nossas convicções mais profundas, nossos conhecimentos e experiências de vida desprovida de ideologias ou interesses particulares, sobre aquilo nós temos certeza e convencionamos chamar de certo e errado, verdadeiro ou falso.
Portanto não existe meia verdade, como temos observado nos recentes noticiários envolvendo a presidência da República, sobre o desmatamento e as queimadas na Amazônia. Na realidade há uma grande mentira forjada e orquestrada nos bastidores da oposição sem escrúpulos, que inclui grande parte da mídia, (até internacional) dos políticos, intelectuais, artistas e tantos outros idiotas e ignorantes.

Plínio P. Carvalho


Fonte: https://www.facebook.com/pliniopereiracarvalho/posts/10212925701492089

Pesquisa revela que 63% dos brasileiros sofrem com dores musculares

A mialgia pode ser provocada por diversas razões, mas nos consultórios a situação mais frequente é a dor consequente ao uso excessivo ou extenuante do músculo. (Foto: Istock)

26 de agosto de 2019 Capa – Você viu, Notícias, Saúde

Uma pesquisa realizada pelo Ibope, em parceria com a marca Advil, mostrou que 63% dos brasileiros sofrem com dores musculares – também conhecida por mialgia –pelo menos uma vez a cada três meses. E o mais preocupante: a maioria possui dor nos músculos semanalmente. Entre os participantes do trabalho, 58% afirmou como causa do problema a má postura, enquanto 56% indicam que um dos principais fatores é o excesso de atividade física.

A mialgia pode ser provocada por diversas razões, mas nos consultórios a situação mais frequente é a dor consequente ao uso excessivo ou extenuante do músculo, o que ocorre, por exemplo, quando há exagero na prática de exercícios. Além das atividades físicas, o problema pode ser desencadeado pelas seguintes razões:

Movimento repetitivo das estruturas musculares ou sedentarismo; depressão, estresse ou ansiedade, assim como problemas comportamentais na adolescência. Em alguns casos, a mialgia pode até ser o primeiro sinal da depressão; genética, especialmente nos casos de dor na região temporomandibular; síndrome dolorosa miofascial, caracterizada por uma série de pontos de dor persistentes (pontos gatilhos) e nó muscular.

Osteoartrite; doenças sistêmicas como a fibromialgia; alterações na circulação sanguínea; viroses como (gripe, dengue, febre amarela, zika, etc.); efeitos colaterais do uso de medicamentos (como estatinas, corticosteroides etc.); doenças inflamatórias do músculo (miopatias); problemas hormonais (hipotiroidismo); uso de álcool e câncer.

Quando procurar um especialista

A dor funciona como um alarme. Se ela insiste em se manifestar por mais de 6 semanas e já está atrapalhando as atividades do dia a dia e a vida social, é preciso procurar ajuda médica imediatamente. Em geral, nos casos de dor aguda, o clínico geral e o ortopedista serão os primeiros a avaliarem o paciente com dor muscular. A depender das peculiaridades da dor e da região afetada, reumatologistas e neurologistas também poderão analisar o caso e orientar o melhor tratamento.

Tem como prevenir?

Mantenha uma rotina de exercícios adequados para o seu nível de condicionamento, respeitando os dias de repouso; se passar a sentir dor constantemente, procure ajuda médica o mais rápido possível; respeite seus limites; atente-se à postura no trabalho e à ergonomia de mesas e cadeiras.


O Sul

Merkel elogia ações do Brasil em combate às queimadas

A líder também afirmou que quer ajudar o Brasil a reflorestar partes da floresta Amazônica

Angela Merkel Foto: Agência EFE/CLEMENS BILAN

Durante a reunião do G7, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, está empenhando “forças significativas” para combater os incêndios na Amazônia.

– É claro que é o território brasileiro, mas temos uma questão aqui das florestas tropicais que realmente são um tema global. O pulmão de toda a Terra está afetado e, portanto, precisamos encontrar soluções comuns – disse a líder alemã.

+ Grupo convocou pessoas para fazer queimadas no Pará
+ Jair Bolsonaro pretende visitar a Floresta Amazônica
+ G7 vai ajudar países atingidos pelas queimadas na Amazônia

Merkel afirmou que a Alemanha e outros países conversarão com o Brasil sobre formas de reflorestar parte da floresta Amazônica. Ela também disse que tanto o seu governo como o do presidente da França, Emmanuel Macron, oferecerão “toda a potencial ajuda logística” ao Brasil para combater as queimadas.


Pleno News

O milagre de Dunquerque em fotos raras, 1940–História virtual

Tropas aliadas caminham para os navios de evacuação na praia de Dunquerque.

Tropas aliadas caminham para os navios de evacuação na praia de Dunquerque.

Dunquerque foi a maior das múltiplas evacuações de tropas britânicas, francesas e belgas do norte da França, após a perda aliada da Batalha da França. Ao longo da evacuação, 330.000 homens foram transportados de Dunquerque e das praias vizinhas para o Reino Unido. A operação tornou-se uma espécie de lenda na Grã-Bretanha, graças à contribuição de um grande contingente de pequenos barcos (principalmente cruzeiros de recreio, barcos a motor e barcos de pesca) tripulados por civis. Estes ajudaram a transportar tropas das praias para os navios que aguardavam no mar, e foram ludibriados pela mídia, buscando aumentar a moral após a queda da França.

A Força Expedicionária Britânica (BEF) foi enviada para a França em setembro de 1939. Lá, eles se juntaram à maioria das forças móveis do exército francês ao longo da fronteira belga. Os Aliados supunham que qualquer ataque alemão à França seria forçado através da Bélgica pela Linha Maginot. As forças britânicas e francesas, nesse caso, avançariam para a Bélgica e enfrentariam o ataque alemão ali. No dia 10 de maio de 1940, os alemães atacaram a Bélgica e a Holanda, e os Aliados se mobilizaram para neutralizar isso. No entanto, este não foi o principal impulso alemão. Em vez disso, isso viria através das colinas e bosques das Ardenas. Acreditava-se que este fosse um terreno precário para um ataque blindado, e por isso fora mal defendido, de modo que a força francesa na Bélgica pudesse ser a mais forte possível.

A força aliada na Bélgica foi originalmente implantada para manter a linha do rio Dyle, mas foi ordenada a se retirar para a Escaut no dia 14. Ao fazê-lo, os alemães empurraram as fracas forças francesas do Meuse e frustraram vários contra-ataques franceses. No dia 20, as unidades alemãs chegaram ao mar perto de Abbeville, prendendo o Grupo dos Exércitos Aliados na Bélgica e o Pas de Calais. Os Aliados fizeram várias tentativas para sair do bolso, mais notavelmente a batalha de Arras, mas tudo deu em nada. No dia 23 de maio, Lord Gort, o comandante do BEF decidiu que o bolso não poderia ser segurado, e começou os preparativos para a retirada de sua força.

Enquanto isso, os alemães iniciaram o ataque à costa francesa, iniciando ataques contra Boulogne nos dias 22 e 23 e Calais no dia 23. Dunquerque era o único porto através do qual o bolso aliado podia ser fornecido ou evacuado. Enquanto os alemães fizeram planos para atacá-lo, no dia 24, uma ordem para parar foi dada. Isto foi dado por várias razões; em parte para permitir que os alemães consolidassem a logística de suas unidades de ataque, em parte porque o contra-ataque britânico em Arras havia demonstrado fraquezas na posição alemã que precisavam ser reforçadas, e em parte por causa da influência de Goering, o chefe da Luftwaffe. queria demonstrar o poder de sua força aérea. Isso deu tempo aos aliados de se retirarem, nos dois dias antes da ordem ser rescindida. Uma retirada de combate foi realizada e, no dia 26,

Às 18:57 do dia 26, o Almirantado ordenou ao Almirante Bertram Ramsay, oficial da Marinha Real que comandava o Comando de Dover, que realizasse a evacuação (embora os transportes estivessem atravessando o Canal desde as 15:00), sob o codinome de Operação Dynamo. Naquela época, dois navios cruzavam entre Dunkirk e Dover a cada quatro horas, levando cerca de 1.300 homens em cada viagem. Enquanto isso, o Exército estava estabelecendo um perímetro ao redor do porto. No dia 27, os alemães instalaram baterias costeiras que cobriam parte da rota principal entre Dunkirk e Dover, o que significa que os transportes precisavam de uma rota mais longa. Apesar disso, a taxa de viagens foi aumentada para 2 navios a cada 3,5 horas. O capitão WG Tennant foi transportado para Dunquerque para atuar como representante do RN em terra.

Finalmente, tentativas foram iniciadas para levantar tropas das praias a leste de Dunquerque. Cinco transportes começaram a percorrer essa rota e, durante a noite, 17 drifters foram mobilizados. Para ajudar, Ramsay começou a pressionar por tantas lanchas e lanchas a serem passadas para ele. À noite, no dia 27, começaram a surgir temores de que as forças britânicas no interior pudessem ser isoladas de Dunquerque. Isso causou um pequeno pânico, e o RN começou a enviar o maior número possível de embarcações para tirar as tropas das praias. Durante a noite, a rainha do transporte do canal foi bombardeada e afundada. No dia 28, a situação em desenvolvimento significou que o porto de Dunquerque poderia ser reaberto, mas apenas para navios de guerra e pequenos navios à luz do dia. As grandes balsas e transportes similares eram direcionados para as praias à luz do dia, mas podiam reentrar no porto à noite.

Tanques de óleo queimam na praia de Dunquerque.

Tanques de óleo queimam na praia de Dunquerque.

A evacuação tornou-se um esforço de 24 horas. Ramsay recebeu apoio significativo do resto do RN no dia 28, recebendo várias flotilhas de minesweepers, e todos os destruidores disponíveis das Abordagens Ocidentais e dos Comandos Portsmouth. No dia 29, uma nova rota para Dunkirk foi varrida de minas alemãs, permitindo que os transportes britânicos voltassem a entrar no porto sem medo das baterias costeiras. A situação no solo também se estabilizou um pouco, com o perímetro se tornando mais seguro à medida que mais tropas aliadas se juntavam a ele. A alemã Luftwaffe fez várias tentativas para bombardear a cidade e os navios, mas a cobertura aérea da RAF eliminou a maioria desses ataques.

No entanto, houve perdas; o destróier britânico Wakeful foi torpedeado pelo torpedeiro S-30, com a perda de 600 homens. Enquanto resgatava sobreviventes do Wakeful, o HMS Grafton foi atingido por um torpedo do submarino U-62, embora todos os 16 homens tenham escapado dela. Na confusão que se seguiu, o arrastão da mina, Comfort, foi acidentalmente atirado por Grafton e Lydd, antes de ser atingido pela última embarcação. Durante a tarde, o Porto de Dunquerque sofreu um pesado ataque de mergulhadores alemães, afundou o HMS Grenade e danificou vários outros navios. Isso efetivamente causou o fechamento do porto e a retirada da maioria dos destróieres modernos da operação.

No dia 30, foram feitas tentativas para acelerar a evacuação das praias. O exército construiu um píer de caminhões na praia de Bray. Isso era instável demais para ser usado por navios maiores, mas era inestimável para pequenas embarcações. Com grande parte das instalações portuárias de Dunkerque destruídas pelos bombardeios alemães no dia 29, Tennant ordenou que as tropas fossem carregadas nos navios das toupeiras protetoras do porto, acelerando muito a evacuação. Descobriu-se que a retirada dos destróieres modernos reduziu inaceitavelmente a capacidade de levantamento disponível, e por isso Ramsay protestou vigorosamente. Ele conseguiu, e recuperou seis deles. No dia 31, a evacuação foi ampliada para as tropas francesas - todos os homens anteriormente levantados das praias eram membros do BEF. O trabalho de evacuação continuou durante todo o dia, dificultado pelos bombardeios alemães e pelo vento terrestre. Contudo,

Minedeiras aliadas trabalham para limpar o Canal da Mancha enquanto um comboio de navios de evacuação parte para Dunquerque.

Minedeiras aliadas trabalham para limpar o Canal da Mancha enquanto um comboio de navios de evacuação parte para Dunquerque.

O Pool de Pequenos Vasos do Almirantado, que havia sido instalado no início da guerra como registro de pequenas embarcações para tais usos, estava ocupado inspecionando embarcações adequadas e enviando-as com ou sem seus donos. Estas embarcações provariam ser inestimáveis ​​na evacuação de tropas das praias. Eles eram usados ​​para transportar tropas para os grandes transportes e contratorpedeiros, que tinham um projeto muito profundo para entrar nas praias. Esses barcos civis foram acompanhados por uma coleção heterogênea de pequenas embarcações navais, embarcações de desembarque, lançamentos de recuperação da RAF e um barco de bombeiros de Londres. À tarde, o Exército informou a Ramsay que seu plano havia mudado um pouco e que os contingentes finais deveriam sair em uma posição completamente diferente da planejada originalmente.

As primeiras horas de 1 de Junho registaram novos ataques aéreos alemães, que continuaram ao longo do dia. Estes afundariam três destróieres britânicos, Basilisk, Havant e Keith, embora felizmente com poucas baixas. Além disso, as baterias alemãs foram colocadas em posição de descascar a rota principal que permaneceu fora do porto de Dunkerque. Isso levou ao abandono da evacuação do dia. Mesmo assim, 60.000 soldados foram evacuados no 1º. O segundo prosseguiu muito como o primeiro.

O navio-hospital Paris foi afundado enquanto tentava recuperar feridos do porto de Dunkerque. Ela seria o último navio a fazer a viagem, com as tropas restantes chegando às praias. Às 23:30 do dia 2, Tennant conseguiu enviar a mensagem de que o BEF havia sido evacuado. Durante a noite do dia 3, e as primeiras horas do dia 4, 27.000 tropas francesas foram levantadas da praia em Dunquerque. Depois disso, os alemães conseguiram romper o perímetro fraco. Eles não conseguiram capturar muitas tropas britânicas ou francesas, mas capturaram grandes quantidades de equipamento e material, que os Aliados foram forçados a abandonar.

No geral, Dunquerque foi um triunfo da organização naval. Ramsay dirigiu com sucesso uma operação extremamente complexa e superou as expectativas por completo. Ele se tornaria um dos especialistas do RN em operações anfíbias e (apropriadamente) comandou a frota aliada que desembarcou na Normandia em 1944. A Operação Dynamo viu o resgate de uma parte significativa do exército britânico anterior à guerra, que continuaria lutando em várias outras grandes campanhas. Sem eles, o esforço de guerra britânico teria sido significativamente prejudicado.

Forças Expedicionárias Britânicas percorrem um dos

As Forças Expedicionárias Britânicas avançam para um dos “pequenos navios” que ajudam na evacuação.

As Forças Expedicionárias Britânicas fazem fila na praia de Dunquerque para aguardar a evacuação.

As Forças Expedicionárias Britânicas fazem fila na praia de Dunquerque para aguardar a evacuação.

Tropas britânicas e francesas aguardam evacuação na praia de Dunquerque.

Tropas britânicas e francesas aguardam evacuação na praia de Dunquerque.

As Forças Expedicionárias Britânicas veem o bombardeio alemão de Dunquerque de um transporte de evacuação.

As Forças Expedicionárias Britânicas veem o bombardeio alemão de Dunquerque de um transporte de evacuação.

A cidade de Dunquerque, enquanto sob bombardeio.

A cidade de Dunquerque, enquanto sob bombardeio.

Um navio britânico resgata soldados de uma nave de desembarque afundada durante a evacuação.

Um navio britânico resgata soldados de uma nave de desembarque afundada durante a evacuação.

Soldados britânicos e franceses chegam em segurança a um porto britânico.

Soldados britânicos e franceses chegam em segurança a um porto britânico.

As forças expedicionárias britânicas enfileiraram-se na praia em Dunquerque enquanto esperam a evacuação.

As forças expedicionárias britânicas enfileiraram-se na praia em Dunquerque enquanto esperam a evacuação.

Tropas britânicas e francesas avançam para os navios de evacuação da praia de Dunquerque.

Tropas britânicas e francesas avançam para os navios de evacuação da praia de Dunquerque.

Soldados aliados sobem a bordo de um navio durante a evacuação de Dunquerque.

Soldados aliados sobem a bordo de um navio durante a evacuação de Dunquerque.

Casacos e equipamentos descartados estão espalhados pela praia de Dunquerque.

Casacos e equipamentos descartados estão espalhados pela praia de Dunquerque.

Membros da tripulação do destróier francês Bourrasque, afundado por uma mina em Dunquerque, são transportados a bordo de um navio britânico de seu bote salva-vidas.

Membros da tripulação do destróier francês Bourrasque, afundado por uma mina em Dunquerque, são transportados a bordo de um navio britânico de seu bote salva-vidas.

Algumas das últimas tropas a evacuar a multidão a bordo de dois barcos civis.

Algumas das últimas tropas a evacuar a multidão a bordo de dois barcos civis.

Um destróier britânico leva os evacuados para casa enquanto Dunkirk queima e a retaguarda continua a lutar.

Um destróier britânico leva os evacuados para casa enquanto Dunkirk queima e a retaguarda continua a lutar.

As tropas aliadas se aglomeram em navios durante a evacuação de Dunquerque.

As tropas aliadas se aglomeram em navios durante a evacuação de Dunquerque.

Um francês ferido chega a Dover após ser evacuado de Dunquerque.

Um francês ferido chega a Dover após ser evacuado de Dunquerque.

Um torpedo encalhado está entre outros equipamentos abandonados após a evacuação dos Aliados.

Um torpedo encalhado está entre outros equipamentos abandonados após a evacuação dos Aliados.

Caminhões e equipamentos abandonados alinham a praia após a evacuação dos Aliados.

Caminhões e equipamentos abandonados alinham a praia após a evacuação dos Aliados.

Um cinegrafista alemão registra a partida das últimas tropas aliadas de Dunquerque.

Um cinegrafista alemão registra a partida das últimas tropas aliadas de Dunquerque.

As tropas francesas são feitas prisioneiras pelos alemães em Dunquerque.

As tropas francesas são feitas prisioneiras pelos alemães em Dunquerque.

Soldados britânicos dormem a bordo de um trem depois de escapar de Dunquerque.

Soldados britânicos dormem a bordo de um trem depois de escapar de Dunquerque.

As Forças Expedicionárias Britânicas chegam com segurança de volta à Inglaterra.

As Forças Expedicionárias Britânicas chegam com segurança de volta à Inglaterra.

Soldados aliados apreciam comida e bebida ao retornar à Grã-Bretanha.

Soldados aliados apreciam comida e bebida ao retornar à Grã-Bretanha.

Tropas britânicas chegam seguramente de volta a Londres.

Tropas britânicas chegam seguramente de volta a Londres.

Crianças cumprimentam os soldados britânicos que retornam.

Crianças cumprimentam os soldados britânicos que retornam.

Um trem de soldados da Força Expedicionária Britânica chega de volta a Londres.

Um trem de soldados da Força Expedicionária Britânica chega de volta a Londres.

Um soldado da Força Expedicionária Britânica é recebido por sua namorada ao chegar em casa.

Um soldado da Força Expedicionária Britânica é recebido por sua namorada ao chegar em casa.

(Crédito da foto: Hulton Archive / Davis / Agência de Imprensa Topical / Getty Images).

Fonte: https://rarehistoricalphotos.com/miracle-dunkirk-pictures-1940/


História Licenciatura

Smart TV LED 43” Samsung Series 5 J5290 Full HD - Wi-Fi Conversor Digital 2 HDMI 1 USB

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Trabalho Escolar

GUIA PARA ELABORAÇÃO DE TRABALHOS ESCOLARES
O trabalho escolar é um documento que representa o resultado de um estudo/pesquisa sobre um assunto. Sua produção pode envolver um ou mais alunos e, necessariamente deverá ter a coordenação de um orientador.
O processo de elaboração de um trabalho escolar é uma vivência que precisa ser criativa possibilitando uma interação rica com pessoas, fontes e recursos diversos, a fim de atingir maior autonomia com relação à forma de aprender e construir conhecimentos, desenvolvendo uma visão mais crítica e ampliada.
1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
A apresentação escrita de um trabalho (trabalho escolar, resumo e relatório) deve ser realizada conforme indicações abaixo:
a) tipo de papel – deve ser utilizado o papel branco, preferencialmente nas dimensões 297×210 mm (A4);
b) escrita – digitado com tinta preta e somente um lado da folha;
c) paginação – as folhas do trabalho devem ser contadas seqüencialmente desde o sumário, mas não numeradas. A numeração é colocada a partir da introdução. O número localiza-se a 2 cm da borda superior do papel, margeado à direita;
d) margem – superior e esquerda = 3 cm inferior e direita = 2 cm;
e) espaçamento – todo texto deve ser digitado com espaçamento 1,5 de entrelinhas;
f) letra – tipo de letra Times New Roman ou Arial tamanho 12 e para citação direta usar fonte tamanho 10;
g) parágrafo – 2cm da margem esquerda;
h) numeração Progressiva – para melhor organização e apresentação do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva das seções do texto. Os títulos das seções primárias (capítulos), por serem as principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta, com indicativo numérico alinhado à esquerda e separado por um espaço.
Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de caixa alta ou versal, negrito ou, itálico.
Exemplo de numeração progressiva de um trabalho escolar:
1 SEÇÃO PRIMÁRIA
1.1 Seção secundária
1.1.1 Seção terciária
1.1.1.1 Seção quaternária
1.1.1.1.1 Seção quinária
1 INTRODUÇÃO
(título considerado como seção primária ou capítulo – deve localizar-se no início de página, margeado à esquerda, digitado em negrito, , – fonte tamanho 12, caixa alta)
(texto)
2 CULTURA DA MAÇÃ
(título considerado como seção primária ou capítulo – deve localizar-se no início de página, margeado à esquerda, digitado em negrito,- fonte tamanho 12, caixa alta)
(texto)
2.1 Produção de mudas
(subtítulo considerado como seção secundária – deve estar margeado à esquerda, fonte tamanho 12; negrito; versal)
(texto)
2.1.1 Enxertia
(subtítulo considerado como seção terciária – deve estar margeado à esquerda, fonte tamanho 12; itálico; versal)
(texto)
3 CONCLUSÃO
[título considerado como seção primária (capítulo) – início de página – fonte tamanho 12, caixa alta; negrito]
(texto)
Os títulos – Sumário; Referências; Anexos – não são numerados e devem aparecer na página de forma centralizada.
2 ESTRUTURA BÁSICA DE UM TRABALHO ESCOLAR
A estrutura básica de um trabalho escolar deverá compreender: elementos pré-textuais (capa; sumário), textuais (introdução; desenvolvimento; conclusão) e pós-textuais (referência; anexo).
2.1 Capa
Deve ser de papel consistente ou simples, sem ilustração ou ” embelezamento”, composta de:
a) Cabeçalho: nome da Instituição responsável, com subordinação até o nível do professor. Deve ser centralizado à margem superior, com letras maiúsculas, tamanho 12, espaçamento entre linhas simples;
b) Título do trabalho: no centro da folha, centralizado, tamanho 16;
c) Nome do aluno/série: abaixo do título 5 cm, centralizado, letras maiúsculas, tamanho12;
d) Local, mês e ano: centralizado, a 3cm da borda inferior e as primeiras letras maiúsculas, tamanho 12.

2.2 CONTRACAPA OU FOLHA DE ROSTO
A folha de rosto deve conter informações complementares e necessárias à perfeita identificação do trabalho. É a segunda parte do trabalho. Sua função é a de caracterizar o trabalho com informações mais formais, e não apenas esteticamente como a capa principal.
Para isso ela deve conter:
a) Cabeçalho: nome da Instituição responsável, localizado na margem superior, negrito, centralizado, letras iniciais maiúsculas, fonte Arial tamanho 16, espaçamento entre linhas simples
b) Nome do aluno completo: abaixo do título 5 cm, centralizado, letras iniciais maiúsculas, tamanho12
c) Título do trabalho: no centro da folha, negrito, centralizado, tamanho 14
d) Descrição: Trabalho de iniciação científica apresentado ao componente curricular de XXX. Professor XXX. Turma XX – X série.
e) Local (cidade) centralizado, negrito e as primeiras letras maiúsculas, tamanho 12.
f) Mês e ano: centralizado, a 3 cm da borda inferior, negrito e as primeiras letras maiúsculas, tamanho 12.

2.3 Sumário
Iniciar em folha distinta, título sem indicativo numérico, centralizado a 3 cm da borda superior com o texto iniciando 2 cm abaixo.
Indica as partes do trabalho, capítulos, itens e subitens, e as páginas em que se encontram. (ABNT. NBR 6027, 2003)

2.4 Introdução
Iniciar em folha distinta apresentando o indicativo numérico (1), alinhado à margem esquerda, a 3cm de borda superior e o texto deve iniciar 2cm abaixo.
A parte introdutória abre o trabalho propriamente dito, anunciando o assunto a ser abordado.
Na seqüência é necessário delimitá-lo, isto é, indicar o ponto de vista sob o qual será tratado; situá-lo no tempo e espaço; mostrar a sua importância e apontar a metodologia empregada (pesquisa bibliográfica, pesquisa de laboratório, etc).
2.5 Desenvolvimento
Também chamado corpo do trabalho, deve apresentar o detalhamento da pesquisa realizada e comunicar seus resultados. O conteúdo pode ser subdividido em capítulos, dentro de uma estrutura lógica com que o tema foi desenvolvido.
Deve-se iniciar pelos títulos mais importantes do plano e subdividir cada um segundo o material disponível, em itens e subitens, adotando uma numeração progressiva até o final do trabalho. Esta divisão servirá de base para a realização do sumário.
OBSERVAÇÃO:
A citação é usada para dar credibilidade ao trabalho científico, fornecer informações a respeito dos trabalhos desenvolvidos na área da pesquisa e apresentar pontos de vista semelhantes ou divergentes sobre o assunto de sua pesquisa.
As citações podem ser: diretas, indiretas.
a) Citações Diretas – é a transcrição fiel de trechos da obra do autor consultado. Quando o autor citado é parte do texto, seu sobrenome é digitado com a primeira letra em caixa alta (letra maiúscula) e as demais em letras minúsculas. A data de publicação e a página da qual o texto foi extraído são apresentadas dentro de parênteses, exemplo: Nome do Autor (ano, p.XXX). Quando o autor não faz parte do texto, seu sobrenome é apresentado dentro de parênteses, em letras maiúsculas, seguido do ano da publicação e da página da qual o texto foi extraído (NOME DO AUTOR, ANO, p. XXX). Citações diretas com até três linhas: devem ser inseridas entre “aspas duplas”, no texto. As aspas simples são utilizadas para indicar citação dentro de citação.
b) Citação livre, indireta ou paráfrase é quando autor do trabalho, através de síntese pessoal, reproduz fielmente as ideias de outro autor, sempre indicando a fonte da qual foram extraídas. Atenção: O autor deve deixar clara a fonte de onde retirou a ideia; o assunto abordado deve ser reescrito e reorganizado, tomando-se cuidado para não ser confundido com plágio.
2.6 Conclusão
Iniciar em folha distinta apresentando um indicativo numérico, alinhado à esquerda.
Constitui o ponto de chegada, isto é, deve apresentar a resposta ao tema anunciado na introdução. Não é apropriado iniciar afirmando que vai concluir. A conclusão não é uma idéia nova ou um resumo marcante dos argumentos principais, é síntese interpretativa dos elementos dispersos pelo trabalho, ponto de chegada das deduções lógicas, baseadas no desenvolvimento.
2.7 Referências
Apresenta-se em folha distinta, título centralizado, sem indicação numérica, elemento obrigatório. ( ABNT. NBR 14724, 2002)
Todas as fontes de informação (livro, revista, fita de vídeo, home-page, CD-ROM, etc) utilizadas na elaboração do trabalho devem ser arroladas alfabeticamente em uma lista, digitadas em espaço simples, margeadas à esquerda e separadas entre si por espaço duplo.
FORMATO DE APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS
ABNT. NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro, 1990. 3 p
DINA, Antonio. A fábrica automática e a organização do trabalho. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 1987. 132 p.
INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA – IBICT. Bases de dados em Ciência e Tecnologia. Brasília, n. 1, 1996. CD-ROM.
KRAEMER, Ligia Leindorf Bartz. Apostila.doc. Curitiba, 13 maio 1995. 1 arquivo (605 bytes). Disquete 3 1/2. Word for windows 6.0.
SANTOS, Rogério Leite dos; LOPES, José Dermeval Saraiva; Centro de Produções Técnicas (MG). Construções com bambu: opção de baixo custo. Viçosa: CPT, [1998]. 1 videocassete (65min): VHS/NTSC, son., color.
TAVES, Rodrigo França. Ministério corta pagamento de 46,5 mil professores. O Globo, Rio de Janeiro, 19 maio 1998. Disponível em:<http://www.oglobo.com.br/>. Acesso em: 19 maio 1998.
Fazer a referência de uma obra significa reunir um conjunto de dados (tais como autoria, título, editora, local e ano de publicação) sobre o documento, que permita identifica-lo de forma única. Essa descrição deve ser elaborada seguindo a normalização nacional descrita na NBR 6023:2002, produzida pela ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas.
2.8 Anexo(s)
Sugere-se apresentação em folha distinta, título centralizado, elemento opcional.
Poderão fazer parte do item “Anexos”, textos ou documentos não elaborados pelo autor, que venham contribuir para ilustrar, esclarecer ou fundamentar melhor o trabalho.
São exemplos de anexos: leis, mapas, fotografias, plantas etc.
Ressalta-se que no corpo do trabalho deve-se fazer citação referente ao material colocado anexo.
“Os anexos são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.” (ABNT. NBR 14724, 2002, p. 5)
Exemplo:
ANEXO A – Tabela de classificação de sementes.
Como Elaborar Trabalhos Escolares
MANUAL PARA ESTUDANTES DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
O QUE É TRABALHO ESCOLAR?
O Trabalho Escolar compreende o conteúdo ou desenvolvimento de um determinado tema, e se constitui uma forma de avaliação à qual se confere nota. Pode ser feito individualmente ou em equipe, e de modo geral, trata de assunto que pode ser encontrado em livros didáticos, revistas, enciclopédias ou outras publicações científicas ou culturais.
Ele é às vezes solicitado para resolver problema de falta de nota de alunos que deixaram de fazer alguma prova. Também serve para melhorar a média de alunos tidos como fracos em determinada matéria, costume já amplamente disseminado entre os professores, principalmente com aqueles que não querem deixar ninguém para fazer recuperação.
Como substituto de prova os alunos geralmente adoram fazê-lo, pois ao contrário da prova, que é feita na sala de aula e individualmente, o trabalho escolar pode ser feito em casa com toda comodidade, ou então, numa biblioteca, e com prazo de entrega acessível. Infelizmente, porém, há alunos que pagam para alguém fazer isso por eles.
Levado a sério o Trabalho Escolar é da maior importância para ampliação de conhecimentos, desenvolvimento do gosto pela leitura, extensão do raciocínio e organização de método de trabalho. Pena que muitos alunos não entendem isso…
DE QUE CONSTA O TRABALHO ESCOLAR?
Um Trabalho Escolar consta, geralmente, do seguinte:
1. Capa
2. Folha de Guarda
3. Folha de Rosto
4. Sumário
5. Introdução
6. Texto ou Desenvolvimento do Conteúdo
7. Conclusão
8. Bibliografia
1. A CAPA
A Capa é a proteção externa do Trabalho Escolar. Há professores que dão nota em função do visual da Capa e, por isso, muitos alunos capricham na sua confecção. Mas é bom não generalizar. O melhor mesmo é considerar a Capa apenas como um dos componentes do Trabalho Escolar, e não o mais importante.
Para que a Capa do seu Trabalho Escolar fique com boa aparência tome os cuidados a seguir discriminados:
prenda-a às outras folhas com grampos, sempre pelo lado esquerdo e nunca na parte superior;
não use grampos em demasia: 3 ou 4 no máximo;
use sempre papel limpo, nos tamanhos ofício, A-4 ou tipo formulário contínuo de computador no tamanho de 80 colunas;
de forma alguma use clipe: fica feio e às vezes se desprende;
use folha de cartolina se o trabalho for volumoso, mais de 30 páginas, por exemplo;
escreva os dizeres sem rasuras;
evite o exagero nos enfeites. A Capa deve ser bonita, porém discreta. Faça cercadura com linhas grossas ou então algum enfeite criativo;
se for possível, ilustre a Capa com desenho que tenha alguma ligação direta com o conteúdo do Trabalho, e somente em último caso use figura recortada de revista, pois isto não fica bem.
se puder, mande encadernar o trabalho em alguma gráfica, com espiral de plástico, como é muito usual hoje. Ou então compre capas de plástico (com canaleta). Este tipo de encadernação protege a capa com uma folha de plástico transparente (ou de cor). A folha transparente é a ideal.
1.1. ELEMENTOS DA CAPA
A Capa contém geralmente os seguintes elementos:
Nome da Escola – o qual deve ser escrito com uma distância (margem) de 3,5cm a partir da borda superior do papel;
Título do trabalho – o qual deve ficar situado no centro ou um pouco acima do centro da folha e escrito em letras com destaque (todas maiúsculas), mas nada de exagero;
Nome de Aluno (ou dos alunos, se for Trabalho de Equipe) – o qual deve ser escrito abaixo do título (cerca de 3cm) e à direita;
Nome da cidade e o Ano – o nome do lugar deve ser escrito com uma distância (margem) de 2,5cm a partir da borda inferior, e logo abaixo, centralizado, o ano.
2. FOLHA DE GUARDA
É uma folha em branco que se coloca no começo do trabalho, logo depois da Capa. É usada como proteção. Se quiser, seu professor pode até dispensá-la.
3. FOLHA DE ROSTO
É a folha que vem logo depois da Folha de Guarda, ou da Capa, quando não se não se usa a Folha de Guarda. Ela contém os elementos essenciais para identificação do Trabalho, que são praticamente os mesmos escritos na Capa, acrescidos da identificação estudantil do autor ou autores (curso, turma, turno e número) e da Nota de Apresentação, a qual pode ser redigida mais ou menos assim:
Trabalho individual (ou em equipe, quando for o caso) apresentado à disciplina tal, do Professor Fulano de Tal, para obtenção de nota relativa ao bimestre tal.
Eis outro exemplo:
Trabalho de matéria tal apresentado para obtenção de nota relativa ao 1º bimestre/99.
Eis um exemplo concreto:
Trabalho de Biologia apresentado para obtenção de nota relativa ao 1º bimestre/99.
Eis outro exemplo concreto:
Trabalho apresentado à cadeira de Biologia, do Prof. Daniel Walker, para obtenção de nota relativa ao 1º bimestre/99.
A nota de apresentação deve ser escrita abaixo do nome do aluno ou da equipe, sendo que o tamanho das linhas deve ser menor, começando a partir da metade da folha. (veja modelo).
Mas atenção: não precisa escrever o nome Nota de Apresentação.
Abaixo da nota de apresentação e no lado direito com ma margem de 3,5cm escreve-se o seguinte:

4. SUMÁRIO
Sumário é a relação dos itens ou divisões que compõem o Trabalho, com os respectivos números das folhas em que se encontram distribuídos no texto. Basta citar o número da folha a partir da qual o item ou divisão se inicia. Use Sumário em vez de Índice, pois este é uma lista detalhada dos assuntos em ordem alfabética com indicação de sua localização no texto. O Sumário é o esquema do trabalho. É bom ter cuidado para não errar na numeração. Um professor exigente pode baixar ponto se constatar que você indicou que tal item do Trabalho começa na folha número tal e isto de fato não acontecer. O nome Sumário deve ser escrito com uma margem de 5cm a partir da borda superior da folha e centralizado.
Apesar de os Manuais Técnicos fazerem diferença entre Sumário e Índice, na maioria dos livros o que se constata mesmo é que os termos são usados indistintamente. De nossa parte, recomendamos o uso do Sumário em Trabalhos Escolares, que é mais adequado para coisa dessa natureza. Mas não podemos ser intransigente neste assunto. Se o aluno optar por Índice e o professor não fizer nenhuma restrição, que se faça assim e pronto, não há o que se discutir. O importante é que os itens ou divisões do trabalho sejam reunidos numa parte ou seção do trabalho com o nome de Sumário (preferencialmente) ou Índice.
5. INTRODUÇÃO
Na Introdução – que é a primeira parte do desenvolvimento do tema -, explique sobre a importância e objetivos do Trabalho, forneça detalhes sobre sua elaboração, a maneira como os dados foram obtidos, etc. Nesta parte o assunto ou tema do Trabalho Escolar fica claramente identificado, dando uma panorâmica ou visão geral do que está sendo abordado. Não precisa ser longa e em hipótese alguma deve conter conclusões. O termo Introdução pode ser substituído por Apresentação, sem que isto afete o roteiro do trabalho. Deve ser escrito também obedecendo a margem de 5cm e centralizado.
1,2,3,4,5,6… Vamos numerar as folhas?
Um detalhe importante: é a partir da Introdução que as folhas são numeradas. O número da folha pode ser escrito na parte superior, à direita, na mesma margem utilizada pelo texto, ou então na parte de baixo, à direita ou no centro.
Mas atenção: apesar de se começar a numeração a partir daqui, a Introdução já leva o número seqüencial a partir da Folha de Rosto, que é a folha número 1, embora não se escreva este número nela. Numa seqüência que tem Folha de Rosto – Sumário – Introdução, a Introdução é portanto a folha de número 3. Estamos falando em folha e não em página, porque uma folha tem duas páginas (frente e verso) e como nos Trabalhos Escolares se escreve apenas em um lado (o da frente) cada folha tem na realidade somente uma página. Logo, aqui, página e folha são a mesma coisa. Se o aluno, porém, escrever na frente e no verso da folha, então, ele conta seu trabalho por páginas e não por folhas. O mais comum é não se escrever no verso.
6. TEXTO
O Texto é o Trabalho propriamente dito. É o conteúdo do tema abordado e, portanto, a parte mais substancial do trabalho. Há várias maneiras de se começar a desenvolver o tema. Tudo vai depender do assunto. Há casos em que se pode iniciar com um Histórico, no qual se detalha a evolução do assunto. Em outra situação pode-se começar com o Conceito ou Definição do assunto. Isto, na verdade, funciona como uma espécie de Introdução ao assunto.
Os alunos geralmente se limitam a transcrever o que está nos livros consultados. Mas o melhor mesmo é que você faça algumas modificações, coloque alguma coisa sua, substituindo palavras, invertendo frases, etc.
Para um bom desenvolvimento do tema recomendamos o seguinte:
Não inicie de imediato o trabalho. Faça antes um planejamento; se o trabalho for de equipe é bom que haja uma divisão de tarefas para se evitar aquele tipo de aluno parasita que só aparece para assinar o Trabalho;
selecione as publicações que possam fornecer algum subsídio, isto é, publicações das quais se possa tirar alguma coisa que possivelmente será aproveitada no desenvolvimento do conteúdo;
leia as publicações selecionadas, transcrevendo em papel rascunho os trechos que provavelmente serão aproveitados;
subdivida o assunto e escreva os nomes das divisões principais em letras maiúsculas (ou qualquer outro tipo de destaque) com uma margem de 5cm a partir da borda superior, tal como ocorre com o Sumário e a Introdução;
faça uma redação provisória ou minuta do texto antes de escrevê-lo em definitivo;
e por fim, datilografe o texto, usando fita nova ou seminova para que as letras fiquem bem legíveis. Ou então mande digitar em computador, como é mais comum hoje., pois o computador oferece a vantagem de uma maior variedade de tipos de letras e a possibilidade de inserção de tabelas e gráficos, dando um visual bem mais bonito.
7. CONCLUSÃO
É sem dúvida a parte mais importante do Trabalho Escolar, pois retrata deduções lógicas do autor fundamentadas no conteúdo do texto. Também é a parte que os alunos acham mais difícil. Uma maneira prática é apresentar a conclusão ou conclusões sob a forma de tópicos, empregando-se frases curtas, objetivas.
Há alunos que costumam escrever coisas assim na Conclusão: Agradeço a oportunidade que o professor fulano de tal me deu no sentido de melhorar os meus conhecimentos nesta matéria, ou coisa semelhante. Isto não tem nada a ver com conclusão. Se você quiser agradecer ao seu professor (mas isto não é necessário), faça-o no início do Trabalho, antes do Sumário. A Conclusão deve revelar o que você concluiu da leitura e elaboração do texto.
É praticamente impossível ensinar como se redige Conclusão, pois a variedade dos temas é enorme. Mas vamos supor que você fez um trabalho sobre Vitaminas, que é um assunto de Biologia.
Então, você poderá redigir sua conclusão mais ou menos assim:
CONCLUSÃO
Ao final deste Trabalho conclui-se que:
a) as vitaminas não são propriamente alimentos e sim reguladores indispensáveis ao bom funcionamento do organismo humano;
b) apesar de bastante importantes não devem ser ingeridas diariamente em quantidades exageradas, pois delas o organismo necessita em doses mínimas, algumas até em microgramas;
c) a melhor fonte de vitaminas são os alimentos, especialmente frutas e verduras;
d) remédios à base de vitaminas só devem ser tomados em último caso, e sempre com prescrição do médico, pois o melhor mesmo é a vitamina natural encontrada nos alimentos;
e) a falta, o excesso ou a diminuição das vitaminas podem acarretar doenças ao organismo.
8. BIBLIOGRAFIA
Também se diz Fontes de Consulta. Nesta parte devem ser relacionadas todas as publicações (livros, revistas, jornais, etc.), que foram consultadas e das quais se retirou alguma coisa para elaboração do Trabalho Escolar. Existem normas oficiais sobre este assunto. Aqui vamos apresentar um resumo do que consideramos de maior importância para trabalho de nível secundário.
Livro Quando a obra consultada for livro ele deve constar na Bibliografia da seguinte forma, segundo as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas): FONSECA, Oswaldo Teles. Biologia. 5a. ed. São Paulo: Editora Ativa, 1994. 320p.
Ou seja, pela ordem:
sobrenome do autor escrito em letras maiúsculas (mas também pode ser em minúsculas)
vírgula
primeiro nome do autor (e os demais nomes) escrito com inicial maiúscula
dois espaços em branco
nome da obra com inicial maiúscula e em itálico (um tipo de letra inclinada) ou sublinhado
ponto
número da edição (se for a primeira edição, não precisa citar)
local da editora
dois pontos
nome da editora
vírgula
ano de publicação
ponto
número de páginas da obra
ponto.
Note bem que a segunda linha começa embaixo da terceira letra do sobrenome do autor. Há autores que indicam a quarta letra. Nós sugerimos embaixo da terceira letra.
Outro exemplo:
LESOTO, Francisco Pereira. Mecânica. São Paulo: Editora Paissandu, 1997. 236p.
Outro exemplo:
NOGUEIRA, Eliane Pinto. Biologia dos vertebrados. Rio de Janeiro: Editora Científica, 1995. 256p.
Observe que no nome do livro “Biologia dos vertebrados” a palavra vertebrados ficou com inicial minúscula. É assim mesmo. Só fica com inicial maiúscula o primeiro nome. Os outros nomes só têm inicial maiúscula quando se tratar de nomes específicos, como nome de pessoas por exemplo.
Quando o livro foi escrito por dois autores é referenciado assim:
MARQUES, José & LUSTOSA, João. (E o resto continua conforme foi mostrado nos exemplos acima). Sendo mais de dois autores, geralmente é citado o nome de apenas um autor acrescido de et al ou et alii (expressão latina que significa “e outros”).
Exemplo:
FONSECA, José Pereira et al ou então: FONSECA, José Pereira et alii. (E o resto continua conforme foi explicado acima).
Felizmente a maioria dos livros já contém, numa parte chamada Ficha Catalográfica, em geral impressa no verso da Folha de Rosto da publicação, os dados que você vai precisar para constar na Bibliografia.
Se for uma enciclopédia fica assim:
Enciclopédia Delta. Vol. 13. São Paulo, Editora Delta, 1995. 565p.
Revista ou jornal Quando a publicação consultada for revista ou jornal é assim que você deve escrever na Bibliografia:
VEJA. Nº 52, 23 de maio de 1996. Editora Abril, São Paulo. p.23-25.
DIÁRIO DO NORDESTE. Nº 115. 12 de agosto de 1993. Editora Verdes Mares, Fortaleza. p. 3.
Este modelo não corresponde evidentemente às normas da ABNT, entretanto, é admissível em trabalhos de nível secundário.
O importante é conter os dados essenciais da obra: nome, número, data, nome da editora, lugar e números das páginas consultadas, que no exemplo acima foram as páginas 23, 24 e 25 da revista VEJA e página 3 do jornal DIÁRIO DO NORDESTE. Os nomes são dispostos em ordem alfabética.
Você também pode usar esta forma, que é mais técnica. Vamos supor que foi usado como fonte de referência para o seu trabalho um artigo publicado num determinado jornal ou revista, então você procede como foi feito com relação aos livros.
Assim:
SOUSA, José Bonifácio de. Os primeiros habitantes do Cariri. Diário do Nordeste, Fortaleza, 22.12.96.
Isto indica que uma pessoa chamada José Bonifácio de Sousa escreveu no jornal Diário do Nordeste, de Fortaleza, edição de 22.12.96 um artigo intitulado “Os primeiros habitantes do Cariri”. Note que neste caso a seqüência é mais ou menos idêntica ao que ocorre quando a publicação é um livro. O título do artigo é como se fosse o título de um livro.
São elementos essenciais: nome do autor, nome do artigo, nome do jornal ou revista, local e data. Daniel Walker
Fonte: www.bu.ufsc.br/www.ebooksbrasil.org


História Licenciatura

Trabalho de Conclusão de Curso – TCC

O que é o TCC?
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é o resultado do esforço de síntese, realizado pelo aluno, para articular os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso com o processo de investigação e reflexão acerca de um tema de seu interesse. O TCC pode ser feito individualmente ou em grupo, sob orientação de um professor responsável.
O Trabalho de Conclusão de Curso exige que se atendam às normas de formatação técnica da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e outros cuidados necessários à construção lógica do trabalho.
Quando o aluno começa a realizar o TCC?
O TCC é realizado no último ano do curso, em duas etapas:
No 5° semestre: elaboração do projeto de pesquisa (como exigência da disciplina “Seminários de Pesquisa I)
No 6° semestre: desenvolvimento da pesquisa – bibliográfica ou de campo – e redação final do trabalho (como exigência da disciplina “Seminários de Pesquisa II).
Obs: O TCC é um dos resultados acadêmicos desenvolvidos no eixo curricular de “prática e pesquisa em educação”, cujos fundamentos iniciais são trabalhados na disciplina de Metodologia Científica.
Por que a apresentação do TCC é uma atividade acadêmica pública ?
De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso, a apresentação do TCC ocorre em sessão pública, isto é, aberta a alunos, professores e demais interessados, por diferentes razões. A primeira, porque deve obedecer ao princípio de transparência, ou seja, seus critérios de avaliação de qualidade devem ser conhecidos e apreciados pelo corpo discente e docente. A segunda razão é que o TCC não é apenas uma atividade acadêmica dos seus autores, mas de todos os demais alunos da Pedagogia, cuja participação é computada como A.A.C.C. Finalmente, porque o momento de apresentação dos TCC significa a culminância do trabalho desenvolvido por todo o corpo docente – e não de uma única disciplina.
Informações úteis para a realização do TCC
Passos para o Desenvolvimento do Projeto de Pesquisa
1) Escolha do tema: o tema escolhido deverá ser pertinente a uma das três linhas de pesquisa abaixo relacionadas, relativas aos eixos curriculares do curso de Pedagogia, a saber:
Aspectos teóricos do trabalho pedagógico: relativa à área de Fundamentos da Educação
Prática docente e processo ensino-aprendizagem: relativa à área de Formação para – Docência
Gestão educacional e do trabalho pedagógico: ligada à área de gestão do trabalho pedagógico.
2) Justificativa: tendo em vista sua relevância científica, educacional e social. O trabalho deverá apresentar alguma contribuição para o esclarecimento ou enriquecimento de informações sobre o assunto tratado.
3) Delimitação do problema: definição clara do problema a ser pesquisado, seu objeto, abrangência e profundidade.
4) Objetivos da pesquisa: explicitação dos aspectos a serem investigados/analisados na pesquisa, bem como sua finalidade em termos de contribuição técnica, científica e social.
5) Metodologia: descrição e fundamentação dos métodos e técnicas que serão utilizados a fim de atingir os objetivos propostos; também deverá ser descrito o plano para o desenvolvimento da pesquisa, bem como os recursos – materiais e humanos – indispensáveis à execução do trabalho.
6) Bibliografia Básica: elaboração de uma lista bibliográfica que contenha obras referentes aos pressupostos teóricos do tema (livros, revistas científicas, periódicos, etc…). As fontes bibliográficas devem permitir o posicionamento claro do objeto de pesquisa a partir do ponto de vista dos autores consultados, mostrando as últimas informações disponíveis a seu respeito. Esta bibliografia deve ser apresentada de acordo com as normas técnicas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.
7) Documentação Bibliográfica: identificação das obras de referência e as de caráter específico. O aluno deverá fazer o fichamento bibliográfico sob a forma de resumo, extraindo do texto apenas as idéias principais e relacionadas ao tema, de todas as obras apresentadas como referências bibliográficas.
Estrutura de Apresentação do TCC
Introdução: a introdução não deve parafrasear ou repetir o resumo. Caracteriza-se, o problema de pesquisa e o seu objeto; detalham-se os objetivos do trabalho e as hipóteses iniciais. Em seguida, devem ser expostas as justificativas e razões para elaboração do trabalho, dando ênfase à relevância do tema proposto.
Referencial teórico e metodológico: neste item são mostradas e comentadas as referências bibliográficas que oferecem a sustentação conceitual/operacional do tema. Não se trata de um rol de citações. O autor (aluno) deve construir uma moldura conceitual do tema, fazendo a ligação entre a bibliografia pesquisada e o problema que está sendo estudado. Após caracterizar o objeto e sujeitos de pesquisa, deve-se descrever e justificar a abordagem metodológica da pesquisa, assim como as técnicas e instrumentos a serem utilizados. É importante também descrever a abordagem de análise dos dados . No caso de pesquisa quantitativa, as técnicas estatísticas; no caso de pesquisa qualitativa, as técnicas qualitativas.
Desenvolvimento: apresentação e apreciação dos dados da pesquisa propriamente dita, estabelecendo relações nítidas entre o objeto do trabalho e o referencial teórico utilizado para análise dos dados.
Análise dos resultados: Ressaltar as evidências que esclareçam cada questão levantada através de análise quantitativa e/ou qualitativa das informações e dados obtidos. Em face dos dados levantados, testar as hipóteses formuladas. Evidenciar os resultados em atenção aos objetivos propostos. Com apoio do referencial teórico consultado, dar significado aos resultados obtidos.
Considerações Finais: após retomar, sinteticamente, o problema e os aspectos analisados no desenvolvimento do trabalho, ressaltar as possíveis conclusões/considerações possibilitadas pelo processo de investigação. Recomendar, sempre que possível, práticas para implementação (intervenção) a partir dos resultados conseguidos. Caso conveniente, sugerir pesquisas adicionais.
Bibliografia: trata-se de parte essencial do trabalho. Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no texto. Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico sem alusão no texto, isto deve ser feito em sequência à bibliografia, sob o título “Bibliografia Recomendada”. As referências bibliográficas devem seguir as normas da ABNT .
Critérios de Avaliação do TCC
O TCC deverá ser entregue na 15ª semana do 6º semestre letivo, em três vias encadernadas em espiral e uma cópia em disquete. O aluno que não entregar o TCC em tempo hábil, terá nota final zero, sendo reprovado. Isto o impedirá de colar grau no curso; A banca examinadora, composta por dois professores, fará a avaliação do trabalho, juntamente com o professor orientador, nas exposições previamente marcadas para as 17ª e 18ª semanas do 6º semestre letivo. Serão eliminados os alunos que faltarem à apresentação sem justificativa legal por escrito. As notas atribuídas são individuais e terão valor de zero a dez , somadas e divididas pelo número de julgadores. A nota final do TCC resultará na média composta pelas notas de apresentação oral e escrita. Será considerado aprovado o aluno que obtiver a média final 7 (sete).
Na avaliação do TCC serão levados em consideração os seguintes aspectos:
O caráter científico do trabalho
A apresentação sistematizada do trabalho final de acordo com as normas indicadas
A clareza da exposição e coerência argumentativa do aluno
A consistência dos dados e da fundamentação teórica e do trabalho
Respeito ao tempo de apresentação.
Obs.: Os trabalhos honrados com mérito poderão ser publicados pela Instituição, se autorizados pelo autor (aluno) e pelo professor orientador.
DICAS PARA ESCREVER SEU TCC
Capriche no resumo
Um resumo bem preparado permite aos leitores identificarem de forma rápida e exata o conteúdo do trabalho, e determinar sua pertinência para seus interesses e assim decidir se precisam ler o texto todo.
Torne a leitura do seu texto fácil e agradável
Os parágrafos e sentenças curtas são mais fáceis de ler do que os longos. Para enfatizar, sublinhe sentenças e enumere os pontos principais. Use uma média de 10 a 15 palavras por parágrafo.
Comece parágrafos importantes com sentenças-chave, que indiquem o que virá em seguida.
Conclua com um parágrafo resumido.
Apenas comece
Apenas faça. Muitas vezes é útil você ignorar os seus pensamentos e simplesmente fazer. Este mesmo princípio serve para seu trabalho científico.
Não se intimide. Colocar suas idéias por escrito pode ser uma tarefa desafiadora, ainda mais quando se quer fazê-lo de forma sintética.
Peça uma opinião
Peça a um colega para revisar seus trabalhos mais importantes. E dê total liberdade para comentários e sugestões.
Leia e escreva muito
Para escrever bem, é preciso ler bem. Aumentar sua bagagem, aprender fatos e estilos novos, saber melhor o que fazer (e o que não fazer). Não é difícil, e vale a pena.
Leia cuidadosamente o que escreveu como se você fosse o seu leitor. Será que ele estará recebendo a mensagem que quer transmitir?
Escreva muito – o aperfeiçoamento vem com a prática, assim como nos esportes. Escreva, e depois escreva mais, e assim você vai melhorar cada vez mais.
Corte seu texto
O escritor Stephen King fala em cortar 10% do total – foi um conselho que ele recebeu em uma carta de rejeição de um texto seu, no início da carreira, e que seguiu desde então.
Remova palavras, frases e capítulos supérfluos.
Escreva somente o necessário, procurando condensar a informação. Seja sucinto sem excluir nenhum ponto-chave.
Cuidado com exageros, não remova muito ou você pode conseguir o efeito contrário.
Escreva um rascunho
Escreva um rascunho e deixe em espera – depois de escrever o rascunho, guarde por algum tempo, aguarde maturar, e só então revise e prossiga. Isto lhe permitirá ver o texto sob outra perspectiva, diferente daquela sob a qual você o escreveu, e assim facilita aplicar os cortes e edições que você talvez nem perceberia que precisava fazer.
Reescreva. Revise. Acima de tudo, corte. Quando se tratar de um trabalho importante, faça uma pausa, entre o primeiro e o segundo rascunho, de pelo menos uma noite.
Vá direto ao ponto
Seja direto ou pelo menos chegue logo ao ponto. Não desperdice o tempo do leitor com longas introduções e prolegômenos. Não enrole.
Ataque o problema. Diga o que você pensa sem rodeios. Escreva com simplicidade, naturalidade e confiança.
Estrutura do trabalho – Bibliografia
Trata-se de parte essencial do trabalho. Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no texto. Caso haja conveniência de referenciar material bibliográfico sem alusão no texto, isto deve ser feito em sequência à bibliografia, sob o título “Bibliografia Recomendada”. As referências bibliográficas devem seguir as normas da ABNT.
Estrutura do trabalho – Considerações Finais
Após retomar, sinteticamente, o problema e os aspectos analisados no desenvolvimento do trabalho, ressaltar as possíveis conclusões/considerações possibilitadas pelo processo de investigação. Recomendar, sempre que possível, práticas para implementação (intervenção) a partir dos resultados conseguidos.
Caso conveniente, sugerir pesquisas adicionais.
O que é Trabalho de Conclusão de Curso – TCC
O TCC, que significa trabalho de conclusão de curso, pode ser exigido em formato de monografia ou artigo e pode ser eventualmente chamado trabalho de graduação interdisciplinar ou trabalho final de graduação. Este é um tipo de trabalho acadêmico amplamente utilizado no ensino superior como forma efetuar uma avaliação final dos graduandos que contemple a diversidade dos aspectos de sua formação universitária, no Brasil.
Em muitas instituições, o TCC é encarado como critério final de avaliação do aluno: em caso de reprovação, o aluno estará impedido de obter o diploma e conseqüentemente exercer a respectiva profissão até que seja aprovado. Embora a expressão “trabalho de conclusão de curso” possa ser utilizada em meios que não os da graduação universitária, no Brasil ela está invariavelmente ligada ao ensino superior.
O escopo e o formato do TCC (assim como sua própria nomenclatura) variam entre os diversos cursos e entre diferentes instituições, mas na estrutura curricular brasileira ele possui papel de destaque: em cursos ligados às ciências, normalmente é um trabalho que envolve pesquisa experimental, em cursos de caráter profissional, normalmente envolve: pesquisa bibliográfica e/ou empírica, a execução em si e uma apresentação de um projeto perante uma banca examinadora entre 3 e 5 professores (não necessariamente com MS e/ou PhD).
A Banca Examinadora formada para tal propósito não cria nenhuma expectativa de originalidade. Portanto, pode ser uma compilação (e não cópia) de outros ensaios com uma finalidade, um fio condutor, algo que forneça um roteiro, uma continuidade.
O que é uma monografia
Monografia, no sentido etimológico, significa dissertação a respeito de um assunto único, pois monos (mono) significa um só e graphein (grafia) significa escrever. A monografia é um trabalho científico que se caracteriza pela especificação, ou seja, a redução da abordagem a um só assunto, a um só problema. Desta maneira, monografia é um trabalho com tratamento escrito de um tema específico que resulte de interpretação científica com o escopo de apresentar uma contribuição relevante ou original e pessoal à ciência.
Uma monografia possui sentido lato e sentido estrito. Em sentido estrito identifica-se com a tese e em sentido lato é todo trabalho científico de primeira mão, que resulte de pesquisa. E nisso, é muito importante que haja reflexão, pois sem ela a monografia torna-se simplesmente um relatório do procedimento da pesquisa, uma divulgação, uma compilação de obras alheias.
Uma monografia deve ser um trabalho escrito, para que possua um registro do que foi pesquisado. Deve ser um trabalho sistemático, que seja organizado em etapas, começando com o projeto, e que siga determinadas regras de execução. E deve ser completo, com qualidade, para que, apesar de apresentar um único problema, se possa compreender o todo do tema, integralmente.
Uma monografia deve apresentar um tema específico ou particular de uma ciência ou parte dela e em cima deste tema deve ser realizado um estudo pormenorizado e exaustivo, abordando vários ângulos e aspectos, esgotando tudo o que haja e se possa concluir a respeito do tema em questão. Deve possuir um tratamento extenso em profundidade, mas não em alcance.
Trabalho de Conclusão de Curso – Curso Superior
De acordo com as regras gerais da Associação Brasileira Normas Técnicas – ABNT, o trabalho de conclusão de curso deve seguir algumas regras normativas.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é o marco referencial de culminância do processo de ensino do Curso Superior.
Para muita gente, o grande vilão do ensino superior é o Trabalho de Conclusão de Curso.
No entanto, com método e dedicação, você vai perceber que esse caminho não é tão difícil de se percorrer.
Primeiros passos
Se o trabalho começa bem, é provável que também termine bem.
Por isso, antes de começar a produzir o TCC, duas tarefas são fundamentais:definir um tema e preparar um bom projeto, que sirva – de fato – como um guia. Nele deverão estar especificadas questões importantes, como o assunto, os objetivos e o cronograma de atividades.
Para preparar o projeto, no entanto, é preciso definir o tipo de trabalho que será realizado. Dependendo do curso e da instituição de ensino, o TCC pode ser uma produção científica, uma atividade prática ou um estudo de caso. O professor Gildásio Mendes Filho, co-autor do livro “Como fazer monografia na prática”, lembra que “há uma confusão muito grande nas instituições, porque cada curso tem a sua regra para a realização de TCC”. Por esse motivo, é importante que o aluno se certifique dos padrões exigidos por sua faculdade, sob o risco de ter, no futuro, que voltar ao estágio inicial por inadequação às regras.
Escolhido o tipo de trabalho, a próxima tarefa é definir o tema. Esse passo é simples, porém, delicado. Decidir o que abordar leva pouco tempo, mas uma má decisão pode atrapalhar bastante o andamento da produção. “Se a escolha do tema é bem-feita, o trabalho acontece de maneira suave, sem obstáculos, e o seu desenvolvimento passa a ser bem mais agradável”, afirma a professora Raquel Polito no livro “Superdicas para um Trabalho de Conclusão de Curso nota 10”.
A autora lembra ainda que ter interesse real no assunto a ser abordado facilita a realização da tarefa. “Muitas vezes, ficamos horas pensando em um tema genial e nos esquecemos de que não existe a menor relação entre ele e a área de estudo em que estamos inseridos”, afirma Raquel.
A formulação de um problema do qual se possa partir é outro pré-requisito muito importante. De acordo com o professor Antonio Carlos Gil, autor do livro “Como elaborar projetos de pesquisa”, fazer-se perguntas é fundamental. “De modo geral, inicia-se o processo da pesquisa pela escolha de um tema, o que, por si só, não constitui um problema. Ao formular perguntas sobre o tema, provoca-se sua problematização”, afirma.
O último passo dessa fase prévia é a escolha do orientador. Aqui, o conselho de Gildásio é optar pelo professor da disciplina em que o assunto definido se encaixa. “Se, por exemplo, um aluno vai fazer um trabalho em Microeconomia e escolhe um professor que é especialista em Macro, ele vai ter dificuldades porque o professor pode não ter segurança para orientar”, explica.
Afinidade pessoal também é um ponto a ser levado em conta na hora de escolher o orientador. Mas Gildásio lembra que isso não deve ser mais importante do que a competência. “Quando eu estava fazendo minha dissertação de mestrado, lembro que fui apresentar meu projeto ao professor e ele simplesmente o rasgou bem no meio e me disse: ‘leva a metade e faz o teu projeto’. Na hora, eu me senti agredido. Mas depois refleti e vi que, antes, eu havia mesmo sido muito prolixo”, conta o professor.
Mão na massa
Com tema, projeto e orientador definidos, a hora é de arregaçar as mangas e começar a trabalhar. Nessa fase, organizar o tempo é fundamental, principalmente nos casos em que é necessário dividir o dia entre os estudos e uma atividade profissional.
“Um bom início para o desenvolvimento do seu trabalho é imaginar como ele será realizado até o final. Antes de começar a escrever os textos, vislumbre como será o sumário. Considere todos os pontos que você deseja abordar. Por mais que esse sumário seja alterado, ele será o seu fio-condutor e você terá um raciocínio lógico a seguir”, explica Raquel Polito.
Durante a produção do texto, também é importante prestar atenção em quesitos técnicos como ortografia, coesão entre as distintas partes e adequação às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Essas regras determinam como o trabalho deve ser organizado por meio de indicações para o uso de citações e a apresentação das referências bibliográficas, por exemplo.
Trabalhar com uma metodologia bem definida é outro facilitador na produção do TCC, principalmente quando é necessário fazer um estudo mais aprofundado.
Como explica o professor Antonio Gil, “a pesquisa é desenvolvida mediante o concurso dos conhecimentos disponíveis e a utilização cuidadosa de métodos, técnicas e outros procedimentos científicos”.
Apresentação
Texto pronto. Acabou? Ainda não. Vem aí o grand finale, que é a apresentação. Não vamos dizer aqui para não ficar nervoso ou nervosa. Afinal de contas, esse é um momento importantíssimo na vida de qualquer pessoa. A banca entenderá a ansiedade e qualquer professor com o mínimo de bom senso sabe da tensão que envolve uma defesa. O nervosismo exacerbado, entretanto, pode dificultar sua exposição e passar aos avaliadores uma impressão errada sobre o seu trabalho.
Montar um roteiro em uma apresentação de Power Point ou mesmo em um papel já ajuda. É importante, porém, estar ciente de que aquilo é apenas um guia.
Simplesmente ler o que está escrito vai aparentar falta de domínio sobre o trabalho e insegurança. Outra dica é treinar. “Até hoje, eu planejo minhas palestras, calculo o tempo e falo para mim mesmo. E aí eu vejo como posso ampliar ou reduzir”, conta o professor Gildásio.
Depois da apresentação, é comum que a banca faça perguntas. Respondê-las de forma satisfatória vai influenciar bastante na sua nota. Diante de críticas, escute e saiba reconhecer suas falhas.
Caso discorde, posicione-se com argumentos sólidos e não recorra a subterfúgios emocionais, pois, não tenha dúvida: naquele momento, o que interessa é apenas o que você fez.
E, se você fez tudo direitinho, é só comemorar!
COMO DEFINIR UM TEMA
Passo 1 – Definir a grande área com a qual você tem afinidade: por exemplo, Marketing.
Passo 2 – Escolher uma vertente da grande área com a qual você mais se identifica, levando em conta a relevância e a viabilidade de realização do trabalho: Marketing de Guerrilha.
Passo 3 – Delimitar um contexto específico para trabalhar o tema: mercado digital.
Passo 4 – Definir uma abordagem: O uso do Marketing de Guerrilha na construção de novas marcas no mercado digital.
Fonte: www.smarcos.br/contec.cv/www.igpromo.com.br/www.administradores.com.br


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