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Programa IL Flash Episódio 32

Publicado em 23 de ago de 2019

Toda semana, o diretor do Instituto Liberal comentará os sete artigos mais populares publicados ao longo da semana anterior no site do IL.
Confira os artigos comentados neste episódio:
7 - Com o silêncio dos moderados, nossa pretensa primavera liberal pode acabar ainda em seu alvorecer - Gabriel Wilhelms
6 - Quem são os verdadeiros fascistas? - Sérgio Alves de Oliveira
5 - Será que as pessoas realmente entenderam o que é o bolivarianismo? - Lucas Berlanza
4 - Aquecimento global: quando o jornal Washington Post tentou fazer ciência - João Luiz Mauad
3 - Se Bolsonaro quer um Estado fascista, está fazendo tudo errado - Pedro Henrique Alves
2 - O discurso de ódio até contra os arrependidos - João César de Melo
1 - Marcelo Freixo, PSOL e o luxo - Leonardo Correa

Para preservar a Amazônia, é preciso privatizá-la

JOÃO CESAR DE MELO

O faniquito da semana é sobre a Amazônia. A esquerda diz que Jair Bolsonaro a está destruindo. O PT chegou ao ponto de dizer que o céu escureceu mais cedo em São Paulo, dois dias atrás, por causa da devastação da Amazônia promovida por ele.

A esquerda também reclama da perda de financiamento estrangeiro de ONGs que atuam na região.

Antes de tratarmos do tema do original do texto, consideremos algumas coisas:

1 – O desmatamento explodiu  durante o governo de Dilma, mas não houve nenhum faniquito da esquerda.

2 – O que o atual governo quer é saber ao certo o que acontece na região, já que as fontes de dados divergem entre si e ainda há grande viés ideológico na interpretação e divulgação dos números.

Minha mãe escutava na década de 1960 que não restaria uma única árvore na Amazônia no ano 2000. Eu escuto desde sempre que a Amazônia estará destruída na década seguinte. Dez anos atrás, diziam que não haveria mais gelo no Ártico.

A realidade é que não dá para se confiar em nada do que os principais organismos ambientais dizem. Ao que parece, há muito mais histeria do que fatos. As imagens dos buracos de mineração na Amazônia contrastam com o que se vê pela janela dos aviões, quando sobrevoamos a região – vemos, apenas, florestas e mais florestas.

3 – Devemos enxergar as reais intenções das ONGs e governos estrangeiros com a Amazônia. Eles não estão preocupados nem com a floresta, nem com os índios. Preocupam-se apenas com os recursos minerais existentes no subsolo. Quanto mais “preservada” for a Amazônia, mais as mineradoras estrangeiras lucrarão com o que extraem na África, no Canadá, na Escandinávia, na Austrália, no Chile, nos Estados Unidos e noutros países. Sob o pretexto de “preservação”, grandes empresas estrangeiras podem influenciar a aprovação de leis que destinam aquela região aos “interesses da humanidade”, não aos dos brasileiros. Feito isso, quando acabarem os recursos minerais no resto do mundo, não será o governo brasileiro que decidirá o que fazer com a Amazônia, mas alguma organização internacional.

Leia também: A parábola do Surfista Prateado: como uma sociedade pode tornar-se autocrática

Devemos ainda nos lembrar de que a grande maioria das ONGs são aparelhadas pela esquerda, o que explica porque se omitem sobre os crimes ambientais de governos amigos e criam verdadeiros espetáculos midiáticos contra governos de direita – também disseram que Trump iria destruir a natureza. A notícia de que governos deixam de financiar ONGs, significa que células da esquerda deixam de receber dinheiro.

4 – A falácia de que os militares querem entregar a Amazônia para os Estados Unidos. Uma falácia que desconsidera que a essência do militarismo é o nacionalismo. A base da doutrina militar é a soberania nacional. Contrariando as ideias liberais de não intervenção estatal na economia, Jair Bolsonaro defende proteção do patrimônio mineral brasileiro – “o nióbio é nosso!”.

5 – Quem mais dá atenção aos povos indígenas são os militares, que empenham grandes esforços para levar assistência médica a povoados isolados. Transportam gratuitamente pessoas e até cargas em seus aviões e embarcações. Ninguém ajuda mais os índios brasileiros do que as Forças Armadas. O vice-presidente da república, General Mourão, é descendente de índio. Jair Bolsonaro foi o primeiro presidente da república a nomear uma indígena para um cargo importante − Sandra Terena foi empossada como Secretária Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR), órgão do ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.

6 – Se a grande maioria dos índios veste roupas e utiliza diversos confortos dos “homens brancos”, eles estão mais próximos a nós do que da condição de seus antepassados distantes. Portanto, o que eles precisam é de mais liberdade e oportunidades para trabalharem, para se tornarem independentes economicamente, livrando-se da chantagem da esquerda, que os trata como animais de zoológico.

7 – O fetiche dos militantes de esquerda pelo “primitivo”. Um exemplo perfeito é o discurso contra o asfaltamento das estradas que levam até certas praias do Nordeste, sob a alegação de que isso destrói as culturas locais etc. Isso demonstra claramente a indiferença deles com a vida dos moradores dessas vilas. Quanto menos acesso à civilização e às suas modernidades uma pequena vila de pescadores tiver, mais condições o comunistinha do bairro bacana de São Paulo terá, de vez em quando, para fumar maconha, vendo o mar, filosofando sobre o universo e idealizando a vida dos outros. Fazem a mesma coisa com a Amazônia.

Leia também: A maior barbaridade dita por Bolsonaro: "as leis existem para proteger as maiorias"

Tendo esses fatos na cabeça, vamos ao tema original: Sim! É preciso privatizar a Amazônia para preservá-la!

Onde se concentram os desmatamentos ilegais? Nas áreas da “União”. Alguém já ouviu falar de desmatamento nas reservas florestais que a Vale mantém ao redor de suas minas? Não.

Os liberais falam sobre isso há duzentos anos: toda restrição de mercado legal gera mercados ilegais e muitas vezes violentos, com danos muitos maiores do que aqueles que a restrição pretende combater – vide a proibição da produção e do comércio de drogas.

Isso nos leva a um fato: o principal vetor de desmatamento ilegal na Amazônia é o governo, que limita ou proíbe que a região seja explorada comercialmente.

A única forma de realmente preservar a floresta é abrindo a Amazônia para a mineração privada. Ao contrário do que a esquerda tenta nos fazer crer, a mineração não é uma arma de devastação em massa. Ela é focada em determinadas áreas. Um ótimo exemplo disso é a região de Carajás, no Pará, onde a área de extração ocupa uma mínima fração da floresta preservada ao redor. O desenvolvimento da mineração na Amazônia melhoraria a vida de milhares de pequenos povoados. Geraria empregos. Escolas melhores teriam de ser construídas para formar novos profissionais.

Para possibilitar o transporte de equipamentos, estradas e aeroportos teriam de ser construídos. E como se fosse pouco desenvolvimento, a legalidade desse negócio inviabilizaria os garimpos clandestinos, que são a grande causa da violência naquela região.

Os povos amazônicos não podem ser mantidos para sempre isolados do mundo. Eles têm o direito à prosperidade, à modernidade. É uma visão extremamente burguesa e egoísta idealizar a vida deles como paradisíaca e autossustentável. O fato é que a quase totalidade dos moradores daquela região é privada de muitos confortos que são comuns para nós, sob as “chaminés do desenvolvimento”. Por que só nós merecemos isso?

Leia também: De novo o messianismo antiliberal da família Bolsonaro

Os desastres de Mariana e Brumadinho foram causados por um conjunto de erros e displicências tanto das empresas quanto do governo de Minas Gerais − do PT, é sempre bom lembrar. Dizer que essas tragédias justificam a proibição da mineração na Amazônia é a mesma coisa que dizer que os acidentes de trânsito provocados por alguns motoristas justificam a proibição da fabricação de automóveis.

Fui criado em Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo. Passei a vida toda vendo a varanda do apartamento de minha mãe suja com o minério da Companhia Siderúrgica Tubarão. Realmente, é um grande transtorno para muita gente, mas foi a construção da CST, durante a década de 1970, que impulsionou o desenvolvimento de todo o estado. Com toda certeza, os benefícios para a região foram muito maiores do que os prejuízos. Num primeiro momento, quase tudo girava em torno da siderúrgica. Duas décadas depois, a economia capixaba já estava bastante diversificada.

Insisto: apenas a privatização da Amazônia pode preservar suas florestas. Desejo que o governo abra a região para as maiores mineradoras do mundo, para que elas possam transformar o que sequer podemos ver em capital financeiro, criando uma cascata de benefícios e distribuição de renda. Contratos podem garantir que tais empresas promovam contrapartidas ambientais, sociais e de infraestrutura, como já acontece em alguns casos.

Enquanto a Amazônia for tratada como um imenso zoológico, os seres humanos que lá vivem continuarão subjugados a todo tipo de violência e a floresta continuará a ser derrubada indiscriminadamente.


João Cesar de Melo

É arquiteto e artista plástico.


Instituto Liberal

A hipocrisia da falsa imparcialidade jornalística: o caso do sequestro na Ponte

BERNARDO SANTORO

A extrema-imprensa continua com sua marcha patética rumo à total falta de credibilidade.

Tive o desprazer de ler hoje, 21/08/19, um artigo do deprimente Bernardo Mello Franco, articulista do Globo.

Segundo o jornalista, o Governador teria feito uma “exploração política” do episódio da Ponte e que ele, Wilson, nada teria a ver com a solução exitosa da crise. A responsabilidade pelo sucesso do resgate teria sido inteira da Polícia Militar.

Ironicamente, em artigo intitulado “O faroeste do doutor Witzel” e publicado em 02/04/19, o mesmo Bernardo Mello Franco argumenta que Witzel passou a ser o protagonista da política de segurança do Rio de Janeiro e que, de acordo com especialista jurídico, não existiria permissão na lei para o uso de snipers pela PM, estando as ordens do Governador eivadas de ilegalidade.

Leia também: Não há Estado de Direito em Terra Brasilis

Da leitura dos dois artigos, fica clara a completa HIPOCRISIA do autor do Globo.

Ou, (i) como consequência lógica das afirmações do artigo de abril, Wilson tem influência na gestão da segurança pública e sua política de abate por snipers foi diretamente responsável pelo fim do sequestro do ônibus; ou (ii) como consequência lógica das afirmações do artigo de ontem, a PM tem total responsabilidade sobre a atual política de segurança pública e Wilson não tem nenhuma responsabilidade sobre qualquer “faroeste” que hoje supostamente ocorra no Rio de Janeiro.

Leia também: O que você prefere: o mercado ou a política?

As duas proposições são absolutamente antagônicas. Ou a primeira afirmação está correta, ou está a segunda. Uma delas está necessariamente errada. Talvez as duas estejam erradas, mas as duas certas é logicamente impossível.

A única coisa inequivocamente certa nessa história é a péssima conduta moral e intelectual desse articulista.

Eu não escondo de ninguém que sou parcial, de direita, amigo e assessor do Governador. Isso é ser homem, íntegro, honesto e com lado claro.

O que me enoja num sujeito como Mello Franco é ele pagar de “isentão” enquanto promove uma agenda política própria e interesses pessoais obscuros escondidos pelo manto da frágil imparcialidade jornalística que uma mídia poderosa com o Globo lhe confere, mas que nunca resiste a um punhado de parágrafos de análise.

Leia também: Série Heróis da Liberdade: Claude Frédéric Bastiat

Seus artigos incongruentes apenas atestam o que já é óbvio para quem perde tempo lendo seus devaneios e que faremos questão de continuar a explicitar sempre que possível.

Bernardo Santoro

Mestre em Teoria e Filosofia do Direito (UERJ), Mestrando em Economia (Universidad Francisco Marroquín) e Pós-Graduado em Economia (UERJ). Professor de Economia Política das Faculdades de Direito da UERJ e da UFRJ. Advogado e Diretor-Executivo do Instituto Liberal.


Instituto Liberal

Troca da placa para padrão Mercosul deixa de ser exigida em transferência dentro de um mesmo município

A mudança, que passa a valer a partir desta terça-feira (27), foi estabelecida pela Resolução 780/2019, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). (Foto: Divulgação/DetranRS)

26 de agosto de 2019 Brasil, Capa – Caderno 1, Geral, Geral, RS

A troca da placa de veículo para padrão Mercosul não será mais exigida em transferências de propriedade que ocorrem dentro de um mesmo município. A mudança, que passa a valer a partir desta terça-feira (27), foi estabelecida pela Resolução 780/2019, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

A troca segue obrigatória em substituições em decorrência de mudança de categoria do veículo (troca de cor da placa), furto, extravio, roubo ou dano, nas mudanças de município ou Estado, ou quando houver a necessidade de instalaçõ da segunda placa traseira. Nessas condições, apenas é exigida a placa padrão Mercosul em casos em que é necessária a fabricação de uma nova placa ou troca da tarjeta.

Os estados que ainda não adotaram a nova placa tem até o dia 31 de janeiro de 2020 para se adaptarem. O prazo inicial era 30 de junho, mas a resolução estendeu o limite para a nova data. O RS implantou a placa em 17 de dezembro de 2018 e já tem quase 500 mil veículos circulando com a nova sinalização.

Segundo o Ministério da Infraestrutura, o diferencial em relação ao modelo atual (cinza) são os itens de segurança, como o QR code, que possibilita rastrear a placa, dificultando a sua clonagem e falsificação.

Acesse a íntegra da Resolução 780/2019 do Contran.


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Teia de Aranha
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A loja funciona de quarta a  domingo a partir das 10 horas.

Como tirar a família da inadimplência

por Larissa Esposito

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Confira métodos para sair do vermelho, que variam desde economia nos gastos, estratégias de reserva, planejamento até educação financeira para as crianças 

Rio - É muito estressante estar inadimplente, mas mantenha a calma, porque esse problema tem solução. Mais pessoas estão empregadas, buscando por linhas de créditos com opções de taxas de juros menores e, o mais importante, saldando as dívidas. O percentual de famílias inadimplentes no estado diminuiu de 28,3% para 27,7% em junho, de acordo com o levantamento feito pela Fecomércio e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (CNC).

Além disso, 55% dos consumidores que ainda estão endividados acreditam que terão condições de regularizar as dívidas, segundo uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Com essas boas notícias, O DIA consultou especialistas para ajudar quem deseja sair do vermelho.

A dica fundamental é: ganhou ou sobrou dinheiro, liquide os débitos. Se não, o consumidor pode entrar em uma bola de neve. "Postergue o consumo superficial, enxuge o orçamento e pague as coisas indispensáveis, como compras de supermercado e a escola dos filhos", recomendou Rafael Zanderer, economista do Instituo Fecomércio de Pesquisas e Análises.

Outra alternativa é renegociar as dívidas com os bancos, para ter juros menores e pagar parcelas que caibam no bolso. Conforme mostra a CNDL e o SPC Brasil, 35% dos inadimplentes querem tentar um acordo com o credor para parcelar o valor do débito. Tudo para evitar o rotativo, como alertou Júlia Monteiro, economista-chefe da UM Investimentos. Nessa modalidade, a cobrança é de juros sobre juros. Ou seja, os juros somam com o valor que a família deixou de pagar, além do valor inicial. Então se quiser comprar algo, entenda primeiro como o valor pode ficar dentro do orçamento familiar.

Mas para reduzir as contas, a especialista em finanças e educadora financeira Raffaela Fahel sugere: "pegue as últimas três faturas do cartão, olhe o que tem de gasto e se pergunte se compensa aquele parcelamento de um bem que não é usado. Analise as compras, veja se valeu a pena e se os gastos do cartão estão compatíveis com o orçamento. A partir disso, é hora de traçar um plano de ação para diminuir esses gastos."

A especialista também ressalta que o que muitas famílias consideram um imprevisto, na verdade pode ser previsto. Por exemplo, sabendo que todo mês de janeiro tem a cobrança do IPTU ou que os custos em dezembro são maiores, o ideal é ter uma estratégia de reserva para que o orçamento doméstico não seja muito comprometido, além de ter controle dos gastos.

Foi o caso da universitária Isabella Ferreira, de 21 anos, e a mãe Ana Ferreira, 59. Com dívidas nos cartões de crédito, a família usou a poupança que tinha nos bancos para quitar boa parte das dívidas. "Assim que comecei a trabalhar há dois anos, ajudei a minha mãe a guardar dinheiro até a gente conseguir uma quantia razoável. Usamos para acabar com a maioria dos débitos, principalmente nos cartões. Agora só faltam poucas parcelas da minha faculdade", conta a estudante.

Outro método para evitar o sufoco financeiro é o investimento nas crianças. Creches e escolas públicas e privadas estão oferecendo o ensino da educação financeira, que nada mais é do que a inteligência para tomar boas decisões econômicas. Com apenas dois anos, os pequenos começam a aprender o básico da economia, como o que é produção e consumo e a ter organização, cuidados e planejamentos. "A educação financeira é um tema interessante porque, além de ser relevante, está dentro da base curricular. Mas o importante é formar o cidadão. A população não está sabendo lidar com a questão financeira, por isso vemos as famílias com problemas", explica Mariza Baumbach, pedagoga e analista comportamental.

Um exemplo do projeto em ação é a turma das pequenas (e lindas!) Beatriz Vitória Moreno e Alice Araujo Nascimento, ambas de 4 anos, que estudam na Creche Escola Casinha da Alegria, em Duque de Caxias. No começo do ano, Beatriz e os colegas fizeram cofrinhos personalizados e levaram para casa. A diretora geral e coordenadora pedagógica da creche, Érica Verdan, explica: "Os pais têm que incentivar os filhos a colocar as moedinhas naquele cofrinho. Em outubro, vamos realizar uma feira de troca de brinquedos, onde as crianças poderão 'comprar' o que quiserem, de acordo com o valor que cada um tem. Assim, vão aprendendo a economizar e a contar, além de aprendem sobre o valor ético e o valor de trabalhar para receber dinheiro".

De acordo com Mariza Baumbach, "se trabalharmos com as crianças, elas vão estimular as próprias famílias e terão relacionamentos mais saudáveis". A mãe de Beatriz Vitória, Tatiana Moreno, reforça esse reflexo da educação financeira nas famílias. "Hoje em dia, no Brasil, a maior dificuldade é o brasileiro ter controle sobre a sua vida financeira. Só tenho a agradecer por esse projeto, porque me ajudou a economizar", conta.

Fonte: O Dia Online - 25/08/2019 e SOS Consumidor


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