Sol aparece e temperaturas ficam amenas nesta terça-feira

Apesar de máximas acima dos 20°C, há chance de chuvas em pontos isolados do Estado

Dia será de temperaturas amenas em Porto Alegre e em todo o Estado

Dia será de temperaturas amenas em Porto Alegre e em todo o Estado | Foto: Mauro Schaefer / CP Memória

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O sol aparece entre nuvens ao longo desta terça-feira. A presença da nebulosidade acontece especialmente na madrugada e na manhã, abrindo ao longo do dia. A temperatura também deve ficar amena no Rio Grande do Sul, com máximas passando dos 20°C.

De acordo com a MetSul Meteorologia, há chance de neblina e até de chuva em alguns pontos isolados do Estado. Nos próximos dias, os termômetros devem marcar máximas acima dos 30°C em diversas regiões.

Em Porto Alegre, sol aparece entre nuvens. Na Capital, a mínima deve ser de 14°C, enquanto a máxima fica na casa dos 25°C.

Mínimas e máximas no RS

Erechim 13°C / 25°C
Santa Maria 13°C / 25°C
Uruguaiana 12°C / 26°C
Bagé 10°C / 24°C
Santa Rosa 12°C / 28°C
Chuí 12°C / 23°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo

Barroso arquiva processo do presidente da OAB contra Bolsonaro

Presidente apresentou versão sem respaldo em informações oficiais sobre morte de Felipe Santa Cruz

Presidente relatou que não teve intenção de ofender

Presidente relatou que não teve intenção de ofender | Foto: OAB / Divulgação CP

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O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu arquivar nesta segunda-feira um processo movido pelo presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, contra o presidente Jair Bolsonaro. O presidente apresentou no mês passado uma versão sobre a morte do pai do presidente da OAB que não tem respaldo em informações oficiais.

Bolsonaro afirmou que Fernando Santa Cruz foi morto por correligionários na década de 1970. A declaração contraria uma lei vigente e uma decisão judicial que reconhecem a responsabilidade do Estado brasileiro no sequestro e desaparecimento do então estudante de direito, em 1974. Ao Supremo, Bolsonaro negou que tenha tido a intenção de ofender quem quer que seja, muito menos a dignidade do presidente da OAB e de seu pai, Fernando Augusto de Santa Cruz Oliveira.

"Quanto à forma em que teria se dado a morte do pai do interpelante (presidente da OAB), o interpelado (Jair Bolsonaro) apenas afirmou que, segundo suas próprias convicções, formuladas a partir de conversas que circulavam à época, esta teria decorrido de ação de pessoas (ou grupo) político a que pertencia", escreveu a Advocacia-Geral da União (AGU), ao entregar a manifestação de Bolsonaro sobre o caso. "Do mesmo modo, não se pode extrair das declarações do interpelado o animus de ofender quem quer que seja, muito menos a dignidade do interpelante ou do seu pai", informou o órgão.

Segundo o Estadão/Broadcast Político apurou, Bolsonaro foi aconselhado por auxiliares a "virar a página" e a não apresentar esclarecimentos ao STF sobre as declarações envolvendo o pai do presidente da OAB. Um dos temores era o de que, ao responder ao STF, o presidente alimentasse a polêmica e desse ainda mais visibilidade ao caso.
"O requerente (presidente da OAB) tem acesso direto às explicações prestadas no processo eletrônico, de modo que tenho por cumprida a finalidade cautelar (art. 729 do CPC, c/c art. 3o do CPP) e julgo extinto o feito", determinou Barroso.


Estadão Conteúdo e Correio do Povo

Eduardo Leite visita casa do Correio do Povo na Expointer

Publicado em 26 de ago de 2019

Governador foi recebido pelo presidente do Grupo Record RS, Reinaldo Gilli
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Dodge vê suspeita de ação orquestrada e pede investigação sobre queimadas

Pedido de apuração foi endereçado ao ministro Sergio Moro

Pedido de apuração foi endereçado ao ministro Sergio Moro

Pedido de apuração foi endereçado ao ministro Sergio Moro | Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil / CP

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A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse nesta segunda-feira, que há suspeita de ação orquestrada nos focos de incêndio que se espalham pela região amazônica e informou que o Ministério Público decidiu pedir a abertura de inquéritos para identificar e punir os responsáveis. O ofício com o pedido de apuração sobre o episódio foi endereçado ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. A expectativa é a de que as apurações tramitem na primeira instância de cada Estado atingido pelos incêndios. Mais cedo, a Polícia Federal já havia iniciado a Operação Verde Brasil, que mira eventuais delitos ambientais na região da Floresta Amazônica. Em campanha para ser reconduzida ao cargo para mais dois anos, a procuradora anunciou a criação de uma "coalizão de atuação prioritária dos MPs brasileiros em defesa da floresta".

A conversa com a imprensa ocorreu depois de Raquel se reunir na sede da Procuradoria-Geral da República (PGR) com procuradores-gerais de Justiça do Pará, Amazonas, Rondônia e membros da força-tarefa Amazônia (grupo criado em agosto do ano passado para atuar no combate à mineração ilegal e grilagem de terras). "O que nós queremos é sincronizar a atuação do Ministério Público brasileiro para que as queimadas e os incêndios cessem e para que os infratores, aqueles que estão cometendo esses gravíssimos crimes de pôr fogo na floresta sejam identificados e punidos", afirmou Raquel Dodge. "Há suspeita de ação orquestrada, há suspeita de uma atuação que foi longamente cultivada para chegar a esse resultado. E o que nós percebemos da conversa de hoje é que há sinais disso, há elementos que justificam a abertura de inquéritos para investigar e punir os infratores", acrescentou. A procuradora, no entanto, disse que não poderia adiantar detalhes sobre eventuais suspeitos nos incêndios.

Fundo

Mais cedo, em manifestação encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), Raquel defendeu o uso de parte dos recursos do Fundo da Lava Jato (R$ 1,2 bilhão) para o combate às queimadas na região amazônica. O destino dos R$ 2,5 bilhões do Fundo da Lava Jato parou na Suprema Corte em março, depois de a PGR questionar o acordo fechado entre a Petrobras e a força-tarefa da Lava Jato no Paraná que estabeleceu, entre outros pontos, a criação de uma fundação para gerir parte da multa. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, decidiu marcar para esta quarta-feira, às 10h, uma reunião sobre o tema na sede do próprio STF. Foram convocados a Câmara dos Deputados, a Secretaria de Governo da Presidência da República, a PGR, a Advocacia-Geral da União (AGU), o Ministério da Economia e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. A proposta de destinação de recursos do Fundo da Lava Jato para combater os incêndios na Amazônia foi apresentada pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. A AGU pediu mais cinco dias para se manifestar sobre a medida. A Câmara pede ainda que R$ 200 milhões sejam usados para descontingenciar o bloqueio orçamentário que existe em desfavor de programas relacionados à proteção do meio ambiente, seja relacionado diretamente ao Ministério do Meio Ambiente ou demais órgãos e entidades a ele vinculados.


Agência Estado e Correio do Povo

Governo libera R$ 38 milhões para ações na Amazônia

Ações de GLO tinham orçamento aprovado de R$ R$ 47,5 milhões

Mais de 43 mil integrantes das Forças Armadas estão na Amazônia Legal

Mais de 43 mil integrantes das Forças Armadas estão na Amazônia Legal | Foto: Victor Moriyama / GREENPEACE / AFP / CP

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O Ministério da Economia liberou R$ 38,5 milhões ao Ministério da Defesa para combate a incêndios na Amazônia Legal. O valor havia sido contingenciado do montante voltado para Operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). As ações de GLO tinham orçamento aprovado de R$ R$ 47,5 milhões. Desse total, cerca de R$ 7,1 milhões estava sendo utilizado.

Na sexta-feira, foi instalado o Centro de Operações Conjuntas no Ministério da Defesa para execução de ações nas regiões de fronteira, terras indígenas, áreas da União, além de outras áreas da Amazônia Legal. Mais de 43 mil integrantes das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) estão na região. Eles devem atuar coordenados com órgãos de controle ambiental e de segurança pública.

Dos nove estados que compõem a Amazônia Legal, sete (Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins ) formalizaram e tiveram autorizada a solicitação para emprego da Garantia da Lei e da Ordem Ambiental (GLOA) para combate aos focos de incêndio na região.


Agência Brasil e Correio do Povo

Implantação de central de monitoramento de prédios públicos entra em fase final em São Leopoldo (RS)

Publicado em 26 de ago de 2019

O sistema será interligado ao de 50 câmeras de monitoramento que já atuam na cidade e cujas imagens são fiscalizadas na Central de Operações 24 horas da Guarda Civil Municipal, o que garantirá mais rapidez no tempo de atendimento.
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Planalto diz que recusará ajuda de US$ 20 milhões oferecida pelo G-7

Governo Federal não informou o motivo para declinar o valor

Bolsonaro se reuniu com ministros para tratar sobre os incêndios na Amazônia

Bolsonaro se reuniu com ministros para tratar sobre os incêndios na Amazônia | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil / Divulgação / CP

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O Palácio do Planalto informou na noite desta segunda-feira que rejeitará ajuda de US$ 20 milhões, equivalente a R$ 83 milhões, prometidos pelo G-7, o grupo de países mais ricos do mundo, para auxiliar no combate a incêndios na Amazônia. O Planalto não informou o motivo para recusar os valores.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) e ministros têm dito que não há anormalidade nas queimadas e que países europeus tentam fragilizar a soberania do Brasil sobre a floresta. A informação do Planalto, no entanto, contradiz o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que mais cedo disse que a ajuda do G7 era "bem-vinda".

Bolsonaro voltou a se reunir nesta segunda com ministros para tratar dos incêndios na floresta. Após a conversa com o presidente, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo disse que a situação na Amazônia está controlada e que cerca de 2.700 militares das Forças Armadas estão prontos para atuar na região.

Ainda nesta segunda, o governo teve novo embate com o presidente da França, Emmanuel Macron, que falou sobre conferir status internacional à floresta. "Sobre a Amazônia falam brasileiros e as Forças Armadas", rebateu o porta-voz da Presidência, general Rêgo Barros.


Agência Estado e Correio do Povo



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Macron diz que não assina acordo Mercosul-UE na "situação atual"

Presidente francês acusa Bolsonaro de não manter compromissos climáticos

Presidente francês acusa Bolsonaro de não manter compromissos climáticos

Presidente francês acusa Bolsonaro de não manter compromissos climáticos | Foto: Bertrand Guay / AFP / CP

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O presidente da França, Emmanuel Macron, disse em uma entrevista a uma emissora francesa nesta segunda-feira, após a reunião do G7 em Biarritz, que na situação atual, com intenso desmatamento e queimadas na Amazônia, não assinará o acordo de cooperação econômica entre a União Europeia e o Mercosul. "Desde julho, Bolsonaro não manteve sua palavra sobre nossos compromissos climáticos", disse Macron. "No estado atual, não vou assinar (o acordo) com o Mercosul." Ele lembrou que nas duas décadas em que o acordo entre os dois blocos ficou em negociação, "o processo foi muito duro para a Europa, com cláusulas para proteger nossa agricultura e o clima."

Alianças não podem ser esquecidas

No entanto, Macron evitou acusar diretamente Bolsonaro pelas queimadas na Amazônia. "Seria errado dizer que ele é responsável", ressaltou. As alianças do presidente brasileiro com o agronegócio e as mineradoras, no entanto, não podem ser esquecidas, segundo ele. "Mas ele tem apoiado projetos econômicos que são prejudiciais à floresta amazônica. O reflorestamento também é nossa responsabilidade, respeitamos sua soberania, mas o tema da Amazônia é o assunto de todo o planeta, não podemos deixar que você destrua tudo ".

Ele também afirmou que parte da responsabilidade pela expansão do agronegócio brasileiro é da Europa e da França, que estão entre os maiores importadores da soja nacional. "Temos um pouco de cumplicidade nisso. A soja é necessária na Europa, usada para alimentar animais, é o resultado de um antigo equilíbrio na década de 1960 entre Europa e América, eu considero uma escolha muito ruim", ressaltou o presidente francês, que defende possível alimentar o gado europeu com soja local.

Internacionalização não está em pauta

Por fim, Macron falou também sobre a ideia de uma "internacionalização" da Amazônia, principal crítica do governo brasileiro a uma eventual interferência de governos estrangeiros no gerenciamento da área florestal. Ele disse que a proposta, às vezes levantada por entidades que defendem a floresta, não está em discussão no momento. "Esta não é a estrutura da iniciativa que estamos tomando, mas é uma questão real que surge quando um Estado soberano adota medidas concretas que obviamente se opõem ao interesse de todo o planeta."


R7 e Correio do Povo


Narrativa do presidente estimulou aumento do desmatamento, diz Maia

Bolsonaro X Macron: troca de farpas intensifica crise diplomática

Publicado em 26 de ago de 2019

Após as polêmicas das queimadas da Amazônia, Bolsonaro rebate as críticas do presidente francês.
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Criminosos incendeiam ônibus e 14 pessoas ficam feridas em Canoas

Passageiros deixaram às presas coletivo em chamas e se machucaram ao passar pelas janelas

Ônibus ficou totalmente destruído e a parada que fica no bairro Mathias Velho foi danificada

Ônibus ficou totalmente destruído e a parada que fica no bairro Mathias Velho foi danificada | Foto: Samuel Vettori / Record TV RS / Especial / CP

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Criminosos incendiaram um ônibus no bairro Mathias Velho, em Canoas, durante o final da noite dessa segunda-feira e ao menos 14 pessoas ficaram feridas, entre elas uma mulher grávida. Segundo informações preliminares, os passageiros deixaram o coletivo, da linha Integração Mathias Velho, às pressas e mesmo assim inalaram fumaça e se machucaram nos vidros estilhaçados das janelas. Os feridos foram encaminhados ao Hospital de Pronto Socorro de Canoas

O terminal onde o ônibus ficou parado ficou carbonizado. A Brigada Militar (BM) desconfia de que o crime tenha ligação com recentes prisões na região. A hipótese, no entanto, ainda precisará ser confirmada pela Polícia Civil.

Terminal ficou carbonizado por conta das chamas / Foto: Samuel Vettori / Record TV RS / Especial / CP

O caso deverá ser investigado pela Delegacia de Homicídios de Canoas. Relatos iniciais de testemunhas indicam que o responsável por iniciar o incêndio teve auxílio de comparsas. Os suspeitos fugiram em um carro branco, de modelo ainda não identificado.

*Com informações do repórter Samuel Vettori


Correio do Povo