Vacinas poderiam prevenir 92% dos casos de câncer provocados pelo HPV

| Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Vírus provoca câncer em no colo do útero, vulva, vagina e no homem

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Estima-se que 92% dos cânceres causados pelo HPV poderiam ser prevenidos por meio de vacinas, disseram nesta quinta-feira (22) autoridades do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, acrescentando que impulsar a cobertura de imunização era uma prioridade-chave.

O vírus do papiloma humano (HPV) foi responsável por em média 34.800 casos de câncer por ano entre 2012 e 2016, segundo um novo estudo publicado pelo CDC, o que significa que mais de 32.100 casos poderiam ter sido evitados por ano.

O vírus pode provocar câncer tanto em homens como em mulheres, incluindo os de colo do útero, vulva, vagina, pênis, ânus e orofaringe (a parte posterior da garganta, incluindo a base da língua e as amídalas).

"Um futuro sem cânceres de HPV está ao alcance, mas são necessárias medidas urgentes para melhorar as taxas de cobertura da vacina", disse Brett Giroir, secretário assistente para a saúde do Departamento de Saúde dos Estados Unidos (HHS).

"O aumento da cobertura de vacinação contra o HPV para 80% foi e continuará sendo uma iniciativa prioritária para o HHS, e continuaremos trabalhando com nossos sócios do governo e do setor privado para que isto seja uma realidade".

O CDC recomenda que todos os pré-adolescentes recebam a vacina contra o HPV aos 11 ou 12 anos para protegê-los antes de que estejam expostos. Mas os novos dados mostraram pouco progresso no aumento das taxas de vacinação entre os jovens de 13 a 17 anos.


Correio do Povo


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Publicado em 22 de ago de 2019

Incêndios vem ocorrendo deste o final de julho e chamou a atenção de autoridades por todo o mundo.
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Facção criminosa enterrava desafetos num cemitério clandestino

Polícia Civil e MP-RS descobriram local através de delação premiada de um dos chefes do grupo

Por Eduardo Amaral

Uma delação premiada permitiu a Polícia Civil (PC) e Ministério Público do estado (MP/RS) descobrir um cemitério clandestino na zona Norte de Porto Alegre. O espaço era, e ao que apontam as investigações, ainda é utilizado por uma facção criminosa para enterrar desafetos do grupo.

De acordo com a delegada licenciada da 5ª Delegacia de Homicídios, Luciana Smith, o espaço é coberto por uma mata densa e rodeado por morros, tornando difícil o acesso. As vítimas eram enterradas em covas de aproximadamente um metro de profundidade, e os corpos encontrados até o momento foram esquartejados. As investigações em busca do cemitério começaram em 2016, desde então a PC abriu mais de 100 inquéritos para investigar assassinatos ligados ao grupo criminoso.

Testemunhas relataram que algumas das vítimas eram esquartejadas ainda vivas. “As mortes foram as mais cruéis possíveis”, diz o promotor do MP-RS, Marcelo Tubino. De acordo com ele, aproximadamente 10 corpos já foram encontrados no local, e a descoberta do cemitério permitiu a abertura de cerca de 50 inquéritos.

Conforme Tubino, as vítimas eram pessoas endividadas com a facção e desafetos de grupos rivais. “As dívidas não ocorriam apenas por drogas, mas também de compromissos que eles assumiam com o grupo e não cumpriam.” O cemitério clandestino também funcionava como um tribunal do crime, já que muitas das pessoas eram condenadas e executadas no local.

Em 2017, as mortes patrocinadas pelo grupo cresceram devido a uma “guerra” por pontos de vendas de drogas. Naquele ano, a Polícia encontrou alguns corpos no cemitério ilegal, mas ainda não havia confirmação de que o local era utilizado com frequência pelos criminosos. A violência da facção ganhou ares mórbidos com diversas vítimas sendo esquartejadas e tendo partes do corpo espalhadas pela cidade. Tubino acredita que a descoberta do cemitério ajudou a reduzir as mortes violentas em Porto Alegre.

O delator que apontou a localização do cemitério clandestino é um dos líderes de uma das principais facções que atua no Rio Grande do Sul. O grupo ligado ao tráfico de drogas é classificado pela delegada Luciana como “extremamente violento”. Ele foi um dos presidiários transferidos para o penitenciárias federais no Norte do país. Segundo Luciana, foi após essa transferência que ele decidiu apontar o local onde os corpos eram enterrados. A delegada conta que o homem identificou o ponto exato onde uma mulher desaparecida neste ano foi enterrada, o que comprovaria que ele segue sendo utilizado. “Prendemos todos os líderes da facção, mas os substitutos conhecem o modus operandi deles e seguem agindo. Sem a delação não teria como descobrir onde ela foi enterrada.”


Correio do Povo

Frio diminui e sexta-feira terá temperaturas amenas no RS

Máxima em Porto Alegre deve ser de 18°C

Máxima deve chegar aos 18°C na Capital

Máxima deve chegar aos 18°C na Capital | Foto: Stephany Sander / CP Memória

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O Rio Grande do Sul terá uma diminuição do frio em comparação aos últimos dias. Assim, a sexta-feira será de temperaturas amenas em quase todo o Estado. O sol aparece, mas períodos de nebulosidade não estão descartados. Há chance de chuva fraca no Norte e Nordeste, especialmente na primeira parte do dia.

De acordo com a MetSul Meteorologia, o frio será menos intenso e, com isso, a chance de geada diminui. A sequência de dias com mínimas negativas na fronteira deve ser quebrada. Assim, a tarde deve ser agradável em quase todos os municípios.

Em Porto Alegre, sol aparece entre nuvens. A mínima será de 9°C, enquanto a máxima deve chegar aos 18°C.

Mínimas e máximas no RS

Erechim 8°C / 17°C
Santa Rosa 7°C / 22°C
Cruz Alta 8°C / 19°C
Bagé 4°C / 18°C
Santa Maria 7°C / 19°C
Alegrete 5°C / 20°C


MetSul Meteorologia e Correio do Povo


CIDADES

Nova maternidade é inaugurada em Novo Hamburgo

Mauricio de Sousa recebe Troféu Cidade de Gramado

Publicado em 22 de ago de 2019

Desenhista foi homenageado pelo conjunto de sua obra no 47º Festival de Cinema de Gramado.
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PGE começa a distribuir honorários de sucumbência a procuradores

Valores estão discriminados no detalhamento da folha de pagamento de julho do Executivo

Por Flavia Bemfica

Ao todo, 565 procuradores são listados

Ao todo, 565 procuradores são listados | Foto: PGE-RS / Divulgação / CP

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A Procuradoria Geral do Estado (PGE) já está distribuindo os chamados honorários de sucumbência a procuradores ativos e inativos. Com algumas exceções, o valor de R$ 1.599,61 por procurador está registrado com a rubrica Produtividade/Honorários (retroativo). Ela passou a constar no detalhamento da folha de pagamento do Executivo do mês de julho, disponibilizada há alguns dias no Portal da Transparência. A página lista 565 procuradores.

Os honorários de sucumbência são os valores pagos em um processo pela parte perdedora aos advogados da vencedora. A discussão sobre seu pagamento ou não aos procuradores estaduais do RS, que são advogados públicos e, em termos de remuneração, já integram as carreiras que estão no topo, é antiga. Mas, até este ano, os valores não eram distribuídos. Em abril, contudo, a PGE, utilizando como argumento uma combinação de dispositivos do Código de Processo Civil, de leis datadas de 1994 e 2004, e de um decreto do governador de 2018, publicou uma resolução, a 151/19, regrando o rateio dos honorários pagos pela parte perdedora nas ações em que o Estado sair vitorioso.

A medida gerou resistências na Assembleia Legislativa, onde deputados seguem questionando o fato de ela não ter o aval da Casa. No início de junho, o procurador-geral, Eduardo Cunha da Costa, compareceu à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para dar explicações aos parlamentares. Mas, na prática, uma reação mais incisiva do Legislativo, até agora, ficou nos discursos.

Uma ofensiva de maior peso vem de fora do Estado. No final de junho a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em final de mandato, propôs ao Supremo Tribunal Federal (STF) novas ações contra as normas estaduais que permitem o pagamento de honorários de sucumbência aos procuradores dos estados. O Rio Grande do Sul está nessa leva de ações da PGR, que também incluiu o pedido para suspensão imediata de leis de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Paraná, Alagoas, Rondônia e Espírito Santo.

Desde o fim do ano passado, quando foi proposta uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a permissão de recebimento de honorários por integrantes da Advocacia-Geral da União (AGU), a PGR já enviou mais de 20 ações, com pedidos de suspensão dos pagamentos em praticamente todos os estados e no Distrito Federal. A argumentação de Dodge é de que os honorários de sucumbência têm “nítido caráter remuneratório e de contraprestação de serviços prestados no curso do processo” e, “uma vez executados e recolhidos pelo ente público, integram a receita pública.”

Os principais pontos da resolução 151/19

Os pagamentos são destinados ao Fundo de Reaparelhamento da PGE e dele direcionados de forma que os procuradores podem ficar com até 80% dos valores a título de honorários (sendo garantidos 70% como quotas-partes e os 10% restantes quando atingida a supermeta institucional apurada trimestralmente). O pagamento do prêmio de produtividade aos servidores da procuradoria fica com quase toda a fatia dos 20% restantes e um pequeno percentual é destinado a ações de reaparelhamento. No caso dos servidores, os recursos estão identificados a partir de julho com a rubrica Prêmio Produtividade (retroativo).

A uniformidade do valor pago em julho a quase todos os procuradores, de R$ 1.599,61, deve-se a que, na resolução, está estabelecido que as quotas-partes serão idênticas, independentemente de classe, tempo de exercício ou de inatividade, “ressalvados” casos de afastamento não-remunerado e  opções por remunerações de outro cargo.

O texto determina que os procuradores não poderão receber individualmente de honorários de sucumbência mais do que o valor da gratificação de direção do procurador-geral, atualmente de R$ 6.979,79. E que o pagamento será efetuado até o limite do teto constitucional, ou seja, submetido ao abate teto.

Na prática, há margem para diferentes interpretações nesta última limitação. Porque os procuradores do Estado que ingressaram judicialmente estão recebendo o chamado Teto 100, de R$ 39.293,32, equivalente ao valor que, desde janeiro, após reajuste de 16,38%, é o do subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto que o teto estadual corresponde a 90,25% do valor do federal e o Executivo, atualmente, aplica para a parte do funcionalismo que não moveu ações o teto anterior ao aumento: R$ 30.471,11. Além disso, a resolução também prevê que os valores não pagos aos titulares em razão da aplicação dos limitadores previstos permanecerão na conta e serão utilizados como base de cálculo e para o pagamento das quotas-partes dos meses subsequentes.

O texto prevê, por fim, a produção e divulgação no portal da transparência de relatórios detalhados com os valores arrecadados, os cálculos das quotas-partes e a aplicação do limitador correspondente ao teto constitucional.


Correio do Povo

Estado e Prefeitura assinam acordo que busca integrar transporte coletivo

Protocolo de intenção foi assinado no Palácio Piratini na tarde desta quinta-feira

Por Felipe Samuel

Pacto foi assinado no Piratini na tarde desta quinta-feira

Pacto foi assinado no Piratini na tarde desta quinta-feira | Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini

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Representantes do governo do estado e da prefeitura assinaram no Palácio Piratini o protocolo de intenção para integração do sistema de transporte coletivo de Porto Alegre e da Região Metropolitana. O acordo prevê a criação de um grupo de trabalho que vai avaliar os principais problemas de mobilidade urbana que afetam os serviços de transporte. Para isso, será realizado um estudo que vai apontar, entre outras coisas, os problemas de infraestrutura e logística.

O superintendente da Metroplan, Rodrigo Schnitzer, explica que em 45 dias deve haver avanço no acordo de cooperação técnica e a formalização de um plano de trabalho para discutir prazos e outras questões que envolvem desenvolvimento. "Esse documento formaliza o início desse trabalho conjunto com estado e município. A interação é um elemento fundamental para avançar na qualificação do transporte em Porto Alegre e na Região Metropolitana e representa um avanço importantíssimo para licitar o transporte da RM", observa.

Além de avaliar elementos técnicos que identifiquem as possibilidades viáveis no que diz respeito à integração, frisa que o prazo para apresentar o estudo se encerra em dezembro. Uma série de levantamentos devem ser efetuados nos próximos dias nos locais com maior movimento de usuários do transporte público. Apesar de evitar colocar prazo para a integração do sistema de transporte público, Schnitzer reforça que a ideia é promover testes antes da implementação do sistema integrado. "Se houver condições técnicas de implementar projeto-piloto, conforme a conveniência, vamos testar", observa.

O secretário extraordinário de Mobilidade Urbana de Porto Alegre, Rodrigo Tortoriello afirma que o objetivo é a 'racionalização do transporte público'. "Existem superposições de linha e ineficiência do sistema quando se trata de várias linhas chegando ao mesmo local e passando pelo mesmo eixo", alerta. Ele reconhece que o transporte passa por uma crise no país. "Precisamos de um sistema competitivo e eficiente para que o cidadão volta a ser cliente. Não podemos chamá-lo de passageiro ou usuário, ele tem que ser chamado de cliente", completa.


Correio do Povo

Augusto Nunes responde a Guilherme Boulos: “Gigolô de sem-teto!”

Publicado em 16 de ago de 2019

Augusto Nunes responde a Guilherme Boulos: “Gigolô de sem-teto!”
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Após revitalização, Largo dos Açorianos é devolvido à população

Prefeitura busca parceria para iniciativa privada conservar local

Por Eduardo Amaral

Obras no local iniciaram em 2016

Obras no local iniciaram em 2016 | Foto: Mauro Schaefer

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Depois de sucessivos atrasos na obra, a prefeitura de Porto Alegre entregou nesta quinta-feira a revitalização do Largo dos Açorianos, no Centro de Porto Alegre. O projeto, orçado inicialmente em R$ 4,6 milhões, terminou custando R$ 5,4 milhões aos cofres públicos, além da demora para ser concluído.

A reforma no local iniciou em 2016, mas a falta de recursos, em conjunto com problemas no decorrer da obra, acabaram atrasando a entrega. O secretário do Meio Ambiente e da Sustentabilidade (Smams), Germano Bremm, comemorou a inauguração do espaço. “É um projeto complexo, identificamos diversas situações no transcurso da execução que não estavam previstos. Mas que bom que conseguimos entregar este espaço, o qual a população se apropria, utiliza, usufrui, converge.” Agora, o governo espera entregar à iniciativa privada a manutenção do local. Para isso, um edital de adoção deve ser lançado nesta sexta-feira na Smams. “Quem tiver interesse pode nos procurar. A nossa ideia é de fato que a iniciativa privada adote e faça a conservação desse espaço", destacou Bremm.

O prefeito Nelson Marchezan Jr. (PSDB) reafirma a proposta de privatização da manutenção por considerar a melhor alternativa para preservação do Largo. “Temos em torno de 70 praças que são adotadas em Porto Alegre, e três parques na mesma situação. Então uma das alternativas que buscamos é essa, mas nada vai superar o cuidado da comunidade. Isso é importante não só porque alivia os cofres públicos, mas também porque incentiva a sociedade a entender que o espaço é nosso, e se for preservado de forma coletiva estimula o sentimento de pertencimento da cidade”. Marchezan garantiu que, enquanto o Largo não for adotado, a prefeitura fará a manutenção. Durante o discurso de inauguração, o prefeito afirmou que os recursos para isso estão garantidos. “Temos segurança financeira graças às mudanças feitas na administração. Em um mês teremos uma reforma na urbanização da cidade”, disse o mandatário dizendo que busca uma cidade “mais humana.”

Tanto o secretário quanto o prefeito garantem que o local poderá ser ocupado pela população mesmo que ele fique nas mãos da inciativa privada, mas Marchezan deixa claro que as regras de horário precisarão ser respeitadas. “A gente estimula até a utilização e ocupação de espaços públicos pelas pessoas até que ela comece a interferir no direito de outros. Se não interferir no direito de outros de repousar e dormir, iremos incentivar essa ocupação", relatou.


Correio do Povo

Ibama lança edital para contratar empresa que monitore desmatamento

Órgão quer combater o desmatamento ilegal na Amazônia Legal de forma preventiva ou, no mínimo, contemporânea

Imagem de satélite mostra fumaça de queimadas no Brasil

Imagem de satélite mostra fumaça de queimadas no Brasil | Foto: HO / NOAA / AFP / CP

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) publicou edital no Diário Oficial da União dessa quarta-feira (21) chamamento público de empresas especializadas no fornecimento diário por imagens de satélites de alta resolução espacial para geração de alertas diários de indícios de desmatamento.

O documento, assinado pelo diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Olivaldi Alves Borges de Azevedo, diz que a medida justifica-se pela "busca de uma solução viável e operacional para atuação mais eficiente, eficaz, efetiva e com maior celeridade na gestão das ações de fiscalização ambiental no combate ao desmatamento ilegal e exploração florestal seletiva ilegal na região Amazônica".
O texto do edital diz ainda que o Ibama, por mor meio de sua Diretoria de Proteção (Dipro), objetiva combater o desmatamento ilegal na Amazônia Legal de forma preventiva ou, no mínimo, contemporânea, para que seja possível interromper a ação criminosa, viabilizando uma atuação mais expedita e não permitindo a evolução e consolidação da ocorrência do ilícito.

Nesse sentido, segundo o instituto, faz-se necessário obter alertas de desmatamento diários das áreas mais críticas na Amazônia, em uma área pré-determinada de aproximadamente de 1 milhão de quilômetros quadrados, distribuídos a leste dos estados do Acre e Rondônia, norte de Rondônia e Mato Grosso, sul do estado do Amazonas e meio norte do estado do Pará.


Agência Brasil e Correio do Povo


POLÍTICA

Rede protocola pedido de impeachment contra Salles

MUNDO

Chefe da ONU profundamente preocupado com incêndios