A nova maternidade de Novo Hamburgo (RS)

Publicado em 22 de ago de 2019

Obras tiveram um investimento de R$ 500 mil e foram inauguradas nesta quinta-feira
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Em rede social, Mourão afirma que "Amazônia está segura"

Pelo Twitter, vice-presidente disse que transformar incêndios em crise é "má fé"

General Mourão disse que

General Mourão disse que "Amazônia está segura" | Foto: Twitter / Reprodução

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O vice-presidente da república, General Hamilton Mourão, afirmou em comunicado via rede social que a "Amazônia está segura". Pelo Twitter, o vice-presidente disse que os incêndios são "episódicos em períodos de seca".

Em sua manifestação, o vice-presidente disse, ainda, que transformar o episódio em crise "é má fé de quem não sabe que os pulmões do mundo são os oceanos, não a Amazônia". Em menos de meia hora, a postagem rendeu mais de 500 respostas à fala de Mourão.




Correio do Povo

Bolsonaro determina que ministros tomem medidas contra incêndios na Amazônia

Presidente se reúne nesta sexta-feira em busca de soluções para crise ambiental

| Foto: Marcos Corrêa / PR / Divulgação CP

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O presidente da República Jair Bolsonaro assinou na noite desta quinta-feira um despacho que determinou que os ministros de estado tomem as medidas necessárias para combate de incêndios na Amazônia: "Determino a todos os Ministros de Estado que adotem, no âmbito de suas competências, medidas necessárias para o levantamento e o combate a focos de incêndio na região da Amazônia Legal para a preservação e a defesa da Floresta Amazônica, patrimônio nacional".

A decisão foi publicada após uma reunião do Presidente com um grupo de ministros, em que também determinou a instalação de um gabinete de crise para acompanhar e tomar medidas para combater os incêndios. Estavam nesta assembléia os chefes do Ministério da agricultura, da Secretaria Geral da Presidência, da Secretaria de governo, do Gabinete de Segurança Institucional, do Ministério da Defesa, do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério do Meio Ambiente e da Casa Civil.

Nesta sexta-feira, haverá uma nova reunião mais ampla para acompanhar a situação. Enquanto isto, o Ministério do Meio Ambiente está consolidando dados sobre os focos de incêndio para que sejam divulgados.

A floresta Amazônica está com diversos focos de incêndio há pelo menos 18 dias. Na última segunda-feira (19) a fumaça expelida pelas queimadas chegou até capitais do sudeste, transformando o dia em noite às 15h na cidade de São Paulo. Nesta quinta-feira, o presidente da França, Emmanuel Macron, sugeriu em seu Twitter que os membros do G7 tivessem uma reunião de emergência nos próximos dias para discutir o assunto.


R7 e Correio do Povo



Em rede social, Mourão afirma que "Amazônia está segura"

Ministério já foi alvo de ações judiciais

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Rede protocola pedido de impeachment contra Salles

MUNDO

Chefe da ONU profundamente preocupado com incêndios

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Após revitalização, Largo dos Açorianos é devolvido à população

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TRANSPORTE

Estado e Prefeitura assinam acordo que busca integrar transporte coletivo

CIDADES

Nova maternidade é inaugurada em Novo Hamburgo

Máxima deve chegar aos 18°C na Capital

PREVISÃO DO TEMPO

Frio diminui e sexta-feira terá temperaturas amenas no RS

PORTO ALEGRE

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SAÚDE

Vacinas poderiam prevenir 92% dos casos de câncer provocados pelo HPV

JAQUELIN GELSI

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INTER

Inter projeta público de 48 mil contra o Flamengo

Paolo Guerrero evitou falar sobre a convocação para a seleção do Peru e garantiu foco no jogo da próxima quarta-feira

Paolo Guerrero evita falar sobre convocação por foco no Flamengo

River venceu por 2 a 0 e ficou perto de vaga na semifinal da Libertadores

ESPORTES

River vence e fica perto da semifinal da Libertadores

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Novas regras incluem uso do efeito-solo e rodas de 18 polegadas

PITLANE

Fórmula 1 divulga protótipo de carro a ser usado a partir de 2021

Deputado federal e ex-senador teve pedido de expulsão do PSDB rejeitado

POLÍTICA

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Medida está suspensa há 16 anos por uma decisão liminar da Corte

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Com cinco mil metros quadrados de área coberta, local vai estimular brincadeiras interativas

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Fernández, que lidera a chapa composta com a ex-presidente Cristina Kirchner (2007-2015), é o franco favorito para as presidenciais de 27 de outubro

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Alberto Fernández descarta moratória na Argentina

Morgan Ortagus classificou ação como

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EUA criticam China por "escalada" no mar da China meridional

Andréa Beltrão protagoniza o longa

FESTIVAL DE CINEMA DE GRAMADO

Andréa Beltrão protagoniza longa "Hebe - A Estrela do Brasil"

Zeca Pagodinho fez um vídeo para negar boatos de que teria morrido

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"Estou bem vivo!", diz Zeca Pagodinho após boatos de morte

Harvey Weinstein, de 67 anos, é acusado desde outubro de 2017 de abusos sexuais

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Justiça de Nova Iorque vai apresentar nova denúncia de abuso contra Weinstein

Subordinado ao ministro da Cidadania, Osmar Terra (foto), Henrique Pires deixou a pasta por discordar do cancelamento do edital de séries sobre diversidade de gênero e sexualidade para serem exibidas nas TVs públicas

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Inquérito instaurado pelo MPF vai apurar suspensão de edital com séries LGBT

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Taylor Swift pretende regravar suas canções para recuperar controle do catálogo

Jota Quest apresenta

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Jota Quest realiza show da "Saideira Tour" em Porto Alegre e NH

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DiCaprio e Kim Kardashian mostram indignação com queimadas na Amazônia

Autor de ataque em Charqueadas diz ter se inspirado no massacre de Suzano


A ação com machadinha e coquetel molotov deixou quatro estudantes feridos, mas sem risco de vida

Por Eduardo Gonçalves

Sala de aula onde aconteceram os ataques na escola em Charqueadas-RS (Reprodução/Twitter)

O adolescente de 17 anos, que atacou a escola estadual Assis Chateaubriand, em Charqueadas (RS), declarou à Polícia Civil que agiu sozinho e que se inspirou no massacre da escola Raul Brasil, em Suzano (SP), no qual oito pessoas foram mortas por dois jovens assassinos que depois se mataram. Na ação de hoje, seis pessoas ficaram feridas, mas sem risco de vida.

As informações são do subchefe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Fabio Motta Lopes, que ouviu o garoto antes de ele prestar o depoimento formal aos investigadores. “O nosso foco agora é tentar descobrir a motivação, que ainda não está clara. Mas ele disse de forma preliminar ter se inspirado no episódio de São Paulo e que tinha desavença com um menino da escola”, disse o delegado a VEJA.

O jovem era estudante da escola Assis Chateaubriand até 2015. Nesta quarta-feira, ele entrou na escola com três coquetéis molotov e uma machadinha – assim como os atiradores de Suzano, que também portavam uma balestra e um revólver calibre 38.

Segundo a polícia, ele tentou atear fogo na sala do sétimo ano do ensino fundamental. Com o barulho, os alunos fugiram e ele tentou golpeá-los com a machadinha. Foi aí que um professor de educação física interveio, jogou-o no chão e desarmou-o. Ele conseguiu se desvencilhar e fugiu da escola. Quatro alunos atingidos pela machadinha tiveram ferimentos leves e passam bem. Outros desmaiaram, foram atendidos e também estão bem.

No fim da tarde desta quarta-feira, 21, o adolescente se entregou à polícia acompanhado do pai, que é policial militar aposentado. Policiais que presenciaram a cena disseram que ele transparecia estar arrependido.

Segundo o governo, a escola Assis Chateaubriand atende cerca de 700 alunos nos períodos da manhã, tarde e noite e era referência na cidade de cerca de 35.000 habitantes, que fica a 60 quilômetros de Porto Alegre. Em 14 de março, a instituição postou uma imagem no Facebook prestando solidariedade às vítimas da escola de Suzano.

(reprodução/Facebook)


Veja

Crianças na mira

Jovens de comunidades pobres do Rio de Janeiro relatam uma rotina que parece de um país em guerra

Por Maria Laura Canineu

Homens da Polícia Federal, Militar, Civil e da Marinha participam da ocupação do Complexo da Maré na Zona Norte do Rio de Janeiro, RJ, neste domingo (30)

Crianças moradoras do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro (Edson Taciano/Futura Press/VEJA)

“[…] eu tava na escola no pátio fazendo educação física, aí de repente o helicóptero passou dando tiro pra baixo, aí todo mundo correu para o canto das arquibancadas […].”

“Quando nós chegamos na escola, ela está cheia de furo de tiro e tudo revirado […], eu não gosto de operação porque eu não tenho aula”.

“Em dia de confronto eles invadem as casas […] perdi uma prima de bala perdida pois ela estava brincando de boneca e morreu sem ter seu direito de ser criança […]”

Esses são trechos de cartas escritas não por crianças em um país em guerra, mas do complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Retratam a realidade de milhares de crianças em diversas favelas do estado. Operações policiais nessas comunidades frequentemente terminam em mortes de suspeitos e civis inocentes, incluindo crianças.

A pesquisadora Maria Laura Canineu, diretora do escritório da Human Rights Watch no Brasil. Colunista da revista Veja.

A pesquisadora Maria Laura Canineu, diretora do escritório da Human Rights Watch no Brasil. Colunista da revista Veja. (VEJA/VEJA)

Durante a última década, a Human Rights Watch conduziu pesquisas aprofundadas sobre como a violência nas favelas atinge famílias, comunidades e a própria polícia. Concluímos que as facções criminosas geram muita violência, mas o problema é agravado por uma política de segurança baseada em incursões militares nas favelas que não resultam no desmantelamento do crime. Embora muitos homicídios cometidos por policiais neste contexto constituam legítima defesa, muitos outros são execuções extrajudiciais.

Dyogo Costa, 16 anos, foi assassinado no dia 12 de agosto, em uma comunidade em Niterói. “Você matou meu neto”, disse seu avô a um policial que estava junto ao corpo. “Seu neto é traficante”, respondeu o policial sem fornecer qualquer prova. O avô negou veementemente a acusação e disse que Dyogo estava a caminho do treino de futebol e só tinha chinelos e uma chuteira em sua mochila.`

Na semana passada, líderes comunitários do Morro dos Prazeres me disseram que muitas crianças provavelmente perderão o ano letivo em razão da quantidade de aulas canceladas devido a operações policiais.

A ideia de pedir que crianças escrevessem cartas partiu da organização Redes da Maré em cooperação com a Defensoria Pública do Rio. Em 12 de agosto, enviaram mais de 1.500 cartas ao Tribunal de Justiça como parte de uma ação civil pública iniciada em 2016 para exigir que a polícia tome medidas básicas para proteger os moradores da Maré.

Em 2017, um juiz determinou liminarmente que a polícia deixasse de conduzir operações nos horários que as crianças vão e voltam da escola, além de exigir ambulâncias durante incursões e a instalação de GPS e câmeras em viaturas. Essa decisão resultou na redução de aulas canceladas e de mortes por ação policial, segundo a Redes de Maré. Mas, este ano, outro juiz suspendeu a decisão, alegando que o poder executivo, não o judiciário, deveria estabelecer regras para a polícia. Após as cartas, o Tribunal de Justiça do Rio restabeleceu a liminar.

Tanto o presidente do Tribunal quanto o governador do estado questionaram a autenticidade das cartas, sem apontar qualquer indício para sua suspeita. Em resposta às cartas e a recentes relatos sobre mortes ocorridas durante operações policiais, o governador acusou defensores dos direitos humanos de dificultarem a ação da polícia.

Abusos cometidos pela polícia acabam com a confiança das comunidades nos policiais que deveriam protegê-las. Como resultado, moradores estão menos propensos a colaborar com investigações. Os abusos também colocam outros policiais em risco de retaliação, inclusive quando fora de serviço. Suspeitos acreditando que serão executados optam por atirar ao invés de se entregar. Uma política de segurança pública que respeita os direitos humanos protege a polícia e a população.

“Queremos paz na Maré”, pede uma criança em uma das cartas. Isso não ocorrerá enquanto abusos policiais continuarem alimentando o ciclo da violência que atinge tão gravemente os próprios policiais, as comunidades e, especialmente, as crianças.


Veja

FRASE DO DIA–22.08.2019

A análise de longo prazo, necessariamente, inclui o exame das consequências de curto prazo.
Ludwig Von Mises

ESPAÇO PENSAR+

Eis o texto do pensador Percival Puggina - SEQUESTRO DA INTELIGÊNCIA NA REDAÇÃO -:

          O desfecho ainda não se dera, o dedo permanecia imóvel no gatilho, mas qualquer brasileiro medianamente informado podia antever as manipulações do noticiário quando certos jornalistas de incerta percepção fossem comentar o ocorrido. Jamais as responsabilidades seriam do sequestrador.

          O tiro serviu apenas para encerrar uma história já contada no lusco-fusco da inteligência sequestrada pela ideologia. Vinte de agosto foi a Black Tuesday da razão e a venda de sofismas e desatinos se prolongou pela quarta-feira. Imediatamente apareceram as mais disparatadas avaliações dos fatos. Os fascistas do governador haviam executado um sujeito que tinha em mãos uma arma de brinquedo (que felizmente não era um guarda-chuva). Tudo dito e posto como se ele houvesse decidido brincar na ponte. Nessa perspectiva houve, até mesmo, uma mocinha do PSOL que tweetou sobre a inaceitável execução de um “popular”. Naquela cabeça oca, sequestrador morto vira popular.

          Hoje pela manhã, numa emissora de rádio aqui de Porto Alegre, falava-se sobre a permanente ideologização de todas as pautas. E isso era fortemente recriminado como degradação do nível de percepção das realidades sociais. Tudo andaria muito bem, se o autor da crítica, não passasse, imediatamente, a fazer aquilo de que acusava os demais, dizendo que a ação havia sido bem executada, mas a atitude do governador, ao “comemorar a morte do bandido”, fora incorreta. Lembrei-me das singelas palavras de Jesus em Mt 7:3:

“Por que reparas no cisco que está no olho do teu irmão e não vês a trave que há no teu próprio olho”, meu rapaz?

          O referido comentarista está tão dominado pela própria carga ideológica e precisa tanto criticar o governador odiado pela esquerda, que esconde de si mesmo a diferença entre festejar efusivamente a salvação de 37 sequestrados e “comemorar a morte do criminoso”.

          Em resumo, a violência campeia no Rio de Janeiro. O número de PMs ali mortos caiu à metade no primeiro semestre de 2019. E ainda assim foram 13 policiais militares. No entanto, as críticas dos críticos, na persistente vaquejada de suas rezes para o brejo do descrédito, reservam linhas, frases e discursos contra o governador Wilson Witzel e sua comemoração, execrada em uníssono pela esquerda. Fora da nau dos insensatos, porém, a alegria do governador foi compartilhada por todos que têm juízo e, muito especialmente pelos sequestrados e suas famílias. Entre esses, os festejos vão se prolongar por muitos dias.

          Essa maldita ideologia queima neurônios. Constrói frases sobre a arma de brinquedo, sobre a doença mental do sequestrador e sobre suas intenções no momento do tiro. São ponderações tão sem pé nem cabeça que parecem galinha de supermercado. Nessa hora escura, a sensatez vem de quem tem para dar, vem dos jornalistas não cozidos no caldo ideológico do atual ensino superior do país. O amigo Alexandre Garcia comentava hoje na Rádio Guaíba, lembrando a esquecida professora Heley de Abreu Silva Batista, heroína da creche de Janaúba, que salvou 25 crianças imolando-se junto com o incendiário. “A arma do sequestrador do ônibus era o isqueiro”, concluiu Alexandre.


Pontocritico.com

Ainda no PSL, Frota ataca Bolsonaro e acaba aplaudido por petistas


Agora tucano, o deputado se tornou uma liderança de oposição a Bolsonaro no Congresso

Por Evandro Éboli

O deputado federal Alexandre Frota

Agora na oposição, Frota conquistou o apoio do PT no plenário (Michel Jesus/Câmara dos Deputados)

Oficialmente ainda filiado ao PSL, o neotucano Alexandre Frota virou um líder informal de oposição ao governo Bolsonaro. E caiu nas graças do PT.

Em discurso nessa manhã, o parlamentar criticou o presidente por divulgar lista de empresários que comprar jatos com financiamento do BNDES. Nessa relação, está seu padrinho político, o governador João Doria. Frota diz não ter ilegalidade nessas operações e que Bolsonaro, quando deputado, ajudou a aprovar a lei que permite esse tipo de negócios.

No final, pediu mais um minuto para encerrar. Petistas presentes apoiaram.

“Pode falar a tarde inteira” – disse um petista.

No final de sua fala, Frota foi aplaudido pelos poucos integrantes no plenário no momento, como Rogério Correia (MG), Marcon (RS), Valmir Assunção (BA), Célio Moura (TO) e Natália Bonavides (RN).

Veja o vídeo abaixo de deputados do PT aplaudindo Frota.



Veja

Governo anuncia estudo para privatizar Correios e mais oito estatais


Porto de Santos e DataPrev, que cuida de dados da Previdência, estão na lista; parcerias privadas para presídios e creches também foram anunciadas

Por Larissa Quintino

O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni

O ministro Onyx Lorenzoni divulgou a lista das estatais abertas para estudos, entre elas os Correios (Marcos Corrêa/PR)

O governo federal anunciou que abriu estudos para privatizar nove empresas estatais, entre elas Correios e Telebras. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Uma lista que circulava por empresários na manhã desta quarta-feira, adiantada por VEJA, tinha a EBC entre elas, que não entrou no anúncio do governo.

De acordo com o ministro, foram incluídas nos estudos do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) as seguintes empresas: Telebras, Correios, Porto de Santos, DataPrev e Cesagesp. Também estão na lista de estudos Emgea (Empresa Gestora de Ativos), ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias), Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados) e Ceitec (Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada). Uma parte de ações do Banco do Brasil também foi autorizada à venda.

Segundo a secretária especial do PPI, Martha Seillier, o governo fará estudos para entender quais formas de parcerias serão realizadas. Nessa análise, será definido como é que essas empresas serão desestatizadas, se com venda de ações, concessões ou outro modelo. Logo, não há prazo para a conclusão das privatizações.

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No caso dos Correios, por exemplo, é preciso que o processo passe pelo Congresso Nacional para autorização. Além disso, o governo já identificou a necessidade de aportes privados para melhorar a saúde financeira da empresa.

A Eletrobras, que estava na lista preliminar que circulou pelo mercado financeiro, segundo a secretaria de desestatizações, já estava na carteira para estudos do PPI, assim como Lotex e Casa da Moeda. Além dessas estatais, também já estavam no PPI o Porto de São Sebastião, Ceasaminas (Centrais de Abastecimento de Minas Gerais), CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre) e Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo). Com todas as empresas, a carteira é de 17 estatais.

Nesta tarde, o mercado financeiro se animou com uma notícia de que o governo poderia colocar a Petrobras na lista. Segundo Lorenzoni, a desestatização da petroleira já começou, com a privatização da TAG e da BR Distribuidora. Porém, ainda não há sinalização sobre a desestatização do refino de petróleo.

Além da privatização das estatais, o governo ampliou o escopo de projetos que podem ser concedidos para a iniciativa privada, incluindo presídios, creches e parques nacionais, como Jericoacoara, Iguaçu e Lençóis Maranhenses. No caso da venda de ações do Banco do Brasil, a intenção é vender até 20,8 milhões de papéis do banco sem prejuízo à posição de controlador, segundo o governo.

Correios

No início de agosto, o presidente Jair Bolsonaro declarou que a privatização dos Correios estava no radar do governo. “Vocês sabem o que foi feito com os Correios. O mensalão começou com eles. Sempre foi um local de aparelhamento político e que foi saqueado, como no fundo de pensão. Os funcionários perderam muito, tiveram que aumentar a contribuição para honrar”, disse o presidente, na ocasião.

Em maio, Bolsonaro já havia afirmado a VEJA que deu sinal verde para a privatização dos Correios. “Vamos partir para a reforma tributária e para as privatizações. Já dei sinal verde para privatizar os Correios. A orientação é que a gente explique por que é necessário privatizar”, disse ele.

O governo enxerga a privatização da estatal com urgência. Em julho, VEJA teve acesso a cálculos preliminares feitos pela equipe do governo. As primeiras conclusões mostram que o tempo de vida útil para concretizar a venda dos Correios está em torno de cinco anos. Desde o início de 2018, a principal fonte de receita da estatal deixou de ser o monopólio postal — a entrega de cartas, largamente substituídas por várias formas de mensagem eletrônica — e passou a ser a entrega de encomendas, mudança impulsionada, sobretudo, pelo crescimento do e-commerce. No prazo previsto pela equipe econômica, as transportadoras privadas ultrapassarão a estatal na prestação do serviço. O ponto de virada inviabilizaria por completo a sua venda.


Veja

PRESIDENTE DA CÂMARA DE DEPUTADOS RECEBE O PRÊMIO WOODROW WILSON!

Caro Presidente Maia,
Em nome do Wilson Center, temos o prazer de convidá-lo a receber o Prêmio Woodrow Wilson de Serviço Público em um jantar de gala em 15 de novembro de 2019, em Nova York. Significaria muito para mim, pessoalmente, se o senhor aceitasse este prêmio e se juntasse à estimada liga de beneficiários anteriores, que incluem os presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva; o biólogo Dr. Thomas Lovejoy; e os ex-secretários de Estado dos EUA Henry Kissinger e Hillary Clinton.
Como chefe de um dos Poderes da República Federativa do Brasil, o senhor incorpora as qualidades dos líderes eleitos que compreendem e aceitam que sua principal responsabilidade é servir suas comunidades e sociedade como um todo. O senhor dedicou sua carreira ao serviço público, desde trabalhar para melhores serviços de educação e saúde em seu estado natal do Rio de Janeiro, até lutar agora pelo futuro econômico do Brasil. Ao aprovar a reforma previdenciária na Câmara dos Deputados, e pelo seu compromisso contínuo com a reforma fiscal e estrutural e uma governança democrática estável, o senhor emergiu como uma voz de razão e confiança para seus concidadãos em seu país e para a comunidade internacional em geral. O senhor mostrou a uma nação cética em relação a seus políticos que Brasília, sob a liderança certa, continua sendo capaz de governar pelo bem do país.
Como o senhor deve saber, o Congresso dos EUA estabeleceu o Wilson Center como um memorial vivo ao nosso 28º Presidente. Hoje, o Centro fornece uma plataforma confiável em que diversos pontos de vista podem ser expressos civilmente e produz ideias acionáveis que preenchem a lacuna entre conhecimento e política. Este ano, fomos nomeados como o melhor think tank do mundo para estudos regionais pelo segundo ano consecutivo, bem como o think tank número 1 para colaboração institucional. Estamos incrivelmente orgulhosos dessas realizações.
É minha sincera esperança que o senhor aceite este prêmio. Durante esses tempos em constante mudança, é vital que um programa como o Instituto Brasil do Wilson Center continue sua missão de fornecer um fórum para refletir e discutir os laços de respeito mútuo e cooperação entre as duas nações.
Atenciosamente,
A honorável Jane Harman
Diretora, Presidente e CEO
The Wilson Center


Ex-Blog do Cesar Maia


DOIS MOTIVOS PARA COMEMORAR
XVIII- 217/18 - 22.08.2019

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PAÍS VIÁVEL

Se depender da vontade e o excelente trabalho que vem sendo realizado pelos ótimos técnicos que integram a equipe econômica do governo Bolsonaro, assim como da boa compreensão da maioria dos deputados e senadores, não há dúvida de que o Brasil será, em breve, um país bastante viável econômico e socialmente.

DOIS MOTIVOS PARA COMEMORAR

Ontem, por exemplo, o Brasil ganhou mais DOIS GRANDES MOTIVOS PARA COMEMORAR: enquanto os senadores tratavam de aprovar, de forma -definitiva- a MP (881) DA LIBERDADE ECONÔMICA, o ministro Paulo Guedes divulgava a lista de estatais que o governo pretende PRIVATIZAR  até 2022.

LEI DA LIBERDADE ECONÔMICA

No que diz respeito à LEI DA LIBERDADE ECONÔMICA, ainda que tenha ficado de fora o -trabalho aos domingos- a conquista obtida foi importante, pois a aprovação, como bem afirma o relator da MP 881, deputado Jerônimo Goergen, representa um passo adiante no sentido de gerar emprego, renda e desenvolvimento.


PRIVATIZAÇÕES

Quanto às PRIVATIZAÇÕES, o ministro Paulo Guedes adiantou que trata-se, por ora, de uma primeira lista. Algumas delas ainda estão em fase de estudo; outras já têm o formato de venda definido, embora sem data para tanto. Eis a relação:

LISTA

Emgea (Empresa Gestora de Ativos);

ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias);

Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo);

Ceitec (Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada);

Telebrás (em estudo);

Correios (em estudo);

Companhia Docas do Estado de São Paulo (Porto de Santos) (em estudo);

Serpro (em estudo);

Dataprev (em estudo);

Eletrobrás;

Casa da Moeda;

CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos);

Trensurb;

Ceasaminas;

Codesa (Porto do Espírito Santo);

Porto de São Sebastião.

ZERO ESTATAIS

Dependendo da minha vontade, o melhor para o nosso empobrecido Brasil é que o número de ESTATAIS seja igual a ZERO. Em momento algum, e em qualquer circunstância, a existência de estatais não se justifica.  A não ser para as corporações, que defendem privilégios para os funcionários.

ESPAÇO PENSAR+

Eis o texto do pensador Percival Puggina - SEQUESTRO DA INTELIGÊNCIA NA REDAÇÃO -:

          O desfecho ainda não se dera, o dedo permanecia imóvel no gatilho, mas qualquer brasileiro medianamente informado podia antever as manipulações do noticiário quando certos jornalistas de incerta percepção fossem comentar o ocorrido. Jamais as responsabilidades seriam do sequestrador.

          O tiro serviu apenas para encerrar uma história já contada no lusco-fusco da inteligência sequestrada pela ideologia. Vinte de agosto foi a Black Tuesday da razão e a venda de sofismas e desatinos se prolongou pela quarta-feira. Imediatamente apareceram as mais disparatadas avaliações dos fatos. Os fascistas do governador haviam executado um sujeito que tinha em mãos uma arma de brinquedo (que felizmente não era um guarda-chuva). Tudo dito e posto como se ele houvesse decidido brincar na ponte. Nessa perspectiva houve, até mesmo, uma mocinha do PSOL que tweetou sobre a inaceitável execução de um “popular”. Naquela cabeça oca, sequestrador morto vira popular.

          Hoje pela manhã, numa emissora de rádio aqui de Porto Alegre, falava-se sobre a permanente ideologização de todas as pautas. E isso era fortemente recriminado como degradação do nível de percepção das realidades sociais. Tudo andaria muito bem, se o autor da crítica, não passasse, imediatamente, a fazer aquilo de que acusava os demais, dizendo que a ação havia sido bem executada, mas a atitude do governador, ao “comemorar a morte do bandido”, fora incorreta. Lembrei-me das singelas palavras de Jesus em Mt 7:3:

“Por que reparas no cisco que está no olho do teu irmão e não vês a trave que há no teu próprio olho”, meu rapaz?

          O referido comentarista está tão dominado pela própria carga ideológica e precisa tanto criticar o governador odiado pela esquerda, que esconde de si mesmo a diferença entre festejar efusivamente a salvação de 37 sequestrados e “comemorar a morte do criminoso”.

          Em resumo, a violência campeia no Rio de Janeiro. O número de PMs ali mortos caiu à metade no primeiro semestre de 2019. E ainda assim foram 13 policiais militares. No entanto, as críticas dos críticos, na persistente vaquejada de suas rezes para o brejo do descrédito, reservam linhas, frases e discursos contra o governador Wilson Witzel e sua comemoração, execrada em uníssono pela esquerda. Fora da nau dos insensatos, porém, a alegria do governador foi compartilhada por todos que têm juízo e, muito especialmente pelos sequestrados e suas famílias. Entre esses, os festejos vão se prolongar por muitos dias.

          Essa maldita ideologia queima neurônios. Constrói frases sobre a arma de brinquedo, sobre a doença mental do sequestrador e sobre suas intenções no momento do tiro. São ponderações tão sem pé nem cabeça que parecem galinha de supermercado. Nessa hora escura, a sensatez vem de quem tem para dar, vem dos jornalistas não cozidos no caldo ideológico do atual ensino superior do país. O amigo Alexandre Garcia comentava hoje na Rádio Guaíba, lembrando a esquecida professora Heley de Abreu Silva Batista, heroína da creche de Janaúba, que salvou 25 crianças imolando-se junto com o incendiário. “A arma do sequestrador do ônibus era o isqueiro”, concluiu Alexandre.

FRASE DO DIA

A análise de longo prazo, necessariamente, inclui o exame das consequências de curto prazo.
Ludwig Von Mises