Princípio de Peter

O Princípio de Peter, ou princípio da incompetência de Peter, ou simplesmente princípio da incompetência[1], aplicado na administração, foi enunciado por Laurence J. Peter , dentro da Teoria Estruturalista, da seguinte forma:


Num sistema hierárquico, todo funcionário tende a ser promovido até ao seu nível de incompetência.[nota 1]

A ideia foi colocada na obra "The Peter Principle"[nota 2], publicada originalmente no ano de 1969 nos Estados Unidos, tendo por autores, além de Peter, Raymond Hull.[2]

Dentre os exemplos práticos indicados por Peter ele relaciona figuras reais e fictícias: Macbeth foi um eficaz chefe militar, mas um rei incompetente; Adolf Hitler por sua vez foi um competente político, mas encontrou seu nível de incompetência como general; Sócrates foi excepcional filósofo, mas péssimo advogado de defesa.[3]

Embora analisem a incompetência, Peter e Hull não explicam suas causas e só numa obra posterior é que Peter relaciona sessenta e seis maneiras de combater a promoção de alguém incompetente.[1] Este deve ser o objetivo, afinal, como lembra Peter F. Drucker, considerado o "pai da administração moderna", desde os tempos de Júlio César que vige a máxima "o soldado tem direito a um comando competente"[4].

Índice

Histórico

Formulado originalmente pelo professor canadense Laurence Johnston Peter (19191990), antigo professor da University of Southern California, foi publicado com auxílio de Raymond Hull, num livro satírico dentro de uma nova proposta de estudo que ele denominou de "hierarquiologia"[nota 3][2]

Segundo ele narra no prefácio da obra, havia já formulado a ideia ainda no ano de 1960 durante uma palestra na qual explicava, de forma bem humorada, como as pessoas são promovidas até o ponto no qual se tornam realmente incompetentes para a função, percebendo que as pessoas reagiam parte com hostilidade e parte com graça e, então, um jovem da plateia riu-se tanto que caiu da cadeira, enquanto olhava para um dirigente ali presente; continuou a apresentar tal noção nas palestras, sempre em tom humorístico até que, em dezembro de 1963 combinou que ambos trabalhariam num livro que explanasse a ideia.[3]

Os dois realizaram juntos a obra que ficou pronta na primavera de 1965. Em seguida procuraram várias editoras por vários anos, sem obter sucesso na proposta de publicação. Em 1966 Hull escreveu um artigo a respeito na Esquire, ao passo em que Peter publicou um outro, em 1967, no Los Angeles Times - após os quais receberam mais de quatrocentas propostas para palestras e artigos.[3]

Em 1968 o editor William Morrow procurou-os e, no ano seguinte, o livro foi finalmente publicado.[3]

Nos anos seguintes Laurence Peter publicou, sem a participação de Hull, outras quatro obras a respeito, como "A Pirâmide de Peter", "O Plano de Peter" ou "Os Personagens de Peter".[5]

Todo mundo é incompetente (inclusive você)

A obra The Peter Principle possui uma Introdução por Raymond Hull, e quinze capítulos onde Laurence Peter enuncia suas ideias sobre a manifestação da incompetência nahierarquiologia.[6]

Na tradução brasileira contém, ainda, um glossário, onde é apresentada a versão para o português do país as expressões originalmente cunhadas por Peter para sua nova "ciência", a hierarquiologia; ali tem-se, por exemplo, que competência é a "capacidade do empregado, julgada pelos superiores, para preencher seu lugar na hierarquia" ou da própria hierarquiologia: uma ciência social, o estudo das hierarquias, sua estrutura e funcionamento, alicerce de toda a ciência social.[6] Cada um dos capítulos é antecedido por citações de autores famosos ou anônimos. Num exemplo do primeiro caso tem-se esta, de Beccaria, no Capítulo VII: "A história da humanidade é um mar imenso de erros, em que umas poucas verdades mal conhecidas podem ver-se, aqui e ali.".[6]

Excertos
  • "Um fenômeno comum - A hierarquiologia ensina que toda organização em expansão caracterizar-se-á pelo acúmulo de peso morto no nível executivo, composto de sublimados por percussão e de candidatos à sublimação percuciente. Certa firma, produtora de utilidades domésticas, muito conhecida, tem vinte e três vice-presidentes!"[6]
  • "Na Síndrome da Gangorra, a vítima exibe completa incapacidade de tomar as decisões correspondentes a seu posto. Um empregado desse tipo é capaz de tocar infindavelmente cada detalhe pró e contra de uma questão, mas não consegue aterrissar definitivamente num dos lados."[6]
  • Escrevi este livro para que o leitor pudesse entender e usar o Princípio de Peter. Acolhida e aplicação dependem de você. Sem dúvida, outros livros virão. Entrementes, aguardemos que algum filantropo, onde quer que seja, decida patrocinar uma cadeira de Hierarquiologia numa grande universidade. Quando isso acontecer, sou candidato à vaga, e tenho as qualificações, já que demonstrei capacidade em minhas atuais atividades."[6]

Estudos posteriores

Diversos trabalhos vieram a corroborar ou propor adaptações ao enunciado de Peter.

R. L. Minter[7], num artigo de 1972, analisa o princípio sob a ótica do treinamento profissional; para ele, historicamente, os encarregados pelo planejamento tiveram pouco ou nenhum treinamento formal para a posição que ocupam. Isto resulta que aprendem pela tentativa e erro ao invés da informação teórica.[8]

Um artigo da Management Review[9], da American Management Association, em 1988, constata que as previsões do princípio estavam se tornando cada vez mais frequentes.[8]

G. S. Odiorne[10], em 1991, embora não trate do princípio, considera que as pessoas têm mais talento e inteligência do que se supõe. Defende que os funcionários sejam ensinados a realizar suas tarefas de forma competente: o treinamento contínuo impede a degradação de sua capacidade bem como de tornar-se obsoleto.[8]

R. F. Gately[11], em 1996, constatou que os funcionários podem evitar o princípio, se forem julgados por critérios técnicos e por suas realizações, pois serão promovidos aqueles com eficiência e que tenham maior expressão verbal, ao passo em que os menos competentes tecnicamente e que menos se expressam ficam para trás.[8]

O professor de Desenvolvimento Organizacional Burkard Sievers, em 1997, analisando a tendência das corporações em nomear jovens em cargos diretivos, ou em promovê-los cedo demais, declara que isto gera imaturidade de dependência administrativas e, segundo ele, contrastando com o princípio de Peter onde o incompetente se promove até perpetuar-se num cargo, a imaturidade e a dependência são as regras do sistema, e forçam os novos dirigentes a se adequarem a elas, perpetuando o próprio sistema.[12]

R. E. Anderson e outros[13], em 1999 concluem que o princípio de Peter também se aplica aos gerentes de vendas.[8]

J. R. Faria[14], em 2000, acentuou que o sistema de promoção podem gerar impactos negativos nas empresas, e o princípio de Peter pode ser um dos resultados deste processo.[8]

Fairburn e Malcolmson,[15] em 2000, postularam que se uma empresa oferece incentivos, promovendo aqueles que tiveram um bom desempenho em um determinado trabalho, pode simplesmente transferi-los para um outro trabalho para o qual eles não estão bem adaptados, que é uma versão leve do Princípio de Peter.[8]

E. P. Lazear[16], em 2004, realiza uma revisão do trabalho de Peter, através da pesquisa direta, concluindo que os trabalhadores são promovidos porque se observou que excederam algum padrão. Isto pode resultar de uma capacidade duradoura, mas também pode decorrer de fatores transitórios tais como a dificuldade na medição dos resultados, habilidades específicas para aquele trabalho, e outras. A promoção, assim, pode incidir na incompetência, e os trabalhadores promovidos não demonstram a mesma capacidade de antes da promoção, resultando numa média em que a mediocridade ocorre.[8]

A. King[17], também em 2004, constatou que nas instituições burocráticas as pessoas são promovidas até seu nível de incompetência e ali permanecem, raramente ascendendo de função; indicou ainda que o fenômeno não é exclusivo de órgãos governamentais, atingindo também as grandes empresas dos EUA e, em menor grau, as pequenas empresas.[8]

G. North[18] indicou uma falha conceitual no princípio; segundo ele há na cultura estadunidense um certo "carinho pelo perdedor", daí o princípio de Peter amenizar a percepção do inferior em relação ao superior, uma vez que ele está ali não por sua competência - se esquecendo contudo da possibilidade de regressão para a posição anterior, ou de que o administrador sempre tem a possibilidade de reposicionar o incompetente na hierarquia. E isto se dá também porque o administrador incompetente tende a promover outros incompetentes, mantendo assim os competentes dentro de seu "staff". Segundo ele, na hipótese de Peter, os piores chegam mais rápido ao topo.[8]

J. Fetzer[19], em 2006, referendou o princípio, afirmando que à medida que uma pessoa ascende na escada organizacional elas chegam finalmente ao estágio de não poderem agir com competência, fazendo com que o supervisor/gerente/executivo se torne uma peça morta, alguém cuja posição e deveres estão além de sua capacidade.[8]

S. Chapman[20], em 2007, anunciou a seguinte proposição: "Para cada trabalho em todo o mundo, há alguém que não pode fazê-lo", e que naquele momento nos Estados Unidos este trabalho era o de Procurador-Geral para Alberto Gonzales (da administração George W. Bush) - caso concreto de um princípio que "anda meio esquecido", o princípio de Peter.[8]

Parkinson analisa Peter

Cyril Northcote Parkinson, que havia anteriormente elaborado sua lei[nota 4] em sua obra The fur-lined mousetrap de 1972 (editada no Brasil em 1985 sob o título de "Uma Ratoeira Confortável"), dedica um capítulo ao princípio de Peter, intitulado "Compromisso de Peter".[21]

Parkinson conclui que pelo princípio de Peter todos os níveis burocráticos e todas as empresas do mundo se encontram num "estado de incompetência", o que não é verificado, indicando que no caso das empresas familiares apenas quem é da família é promovido e, se esta pessoa for competente, a gestão levará ao sucesso da empresa.[21]

Ele também indica outra exceção ao princípio: dado que a organização da empresa seja piramidal, o número de promovidos tende a ser mais reduzido - de forma que em cada nível permanecem os competentes.[21]

O Princípio

Sócrates, outro exemplo, ótimo filósofo, mas incompetente advogado.

Segundo o autor, nas organizações burocráticas, hierarquicamente estruturadas, os funcionários tendem a ser promovidos até ao seu "nível de incompetência".

No seu trabalho, Peter enunciou de forma humorada os seguintes corolários de sua lei[5]:

  1. A nata sobe até azedar.
  2. Para qualquer trabalho no mundo existe alguém, em algum lugar, que não o pode fazer. Pela força da promoção, esta pessoa conseguirá esse posto.
  3. Uma viagem de mil quilômetros termina com um único passo.
  4. Todo trabalho útil será feito por aqueles que ainda não alcançaram seu nível de incompetência.

Seu enunciado possui, assim, dois corolários principais[22]:

  1. Com o tempo, cada posto tende a ser ocupado por um funcionário que é incompetente para realizar suas funções.
  2. O trabalho é realizado pelos funcionários que ainda não atingiram o seu nível de incompetência.

Peter procurou adaptar seu enunciado a diversas situações. Assim, o princípio de Peter para os negócios pode ser dito assim: "Se você faz algo mal, receberá uma multa; se você faz algo bem, lhe aplicam um imposto". Estabelece ainda o que chamou de "princípio de Nixon": "Se dois erros não fazem um acerto, experimente com três."[5]

Também observou que nem todos os indivíduos se elevam, e alguns não são promovidos porque se acreditam indispensáveis no lugar em que estão, ou seja, se elevaram até o nível da "indispensabilidade". Concluiu então que "quando coincidem os níveis de incompetência com o de indispensabilidade de um indivíduo, nos deparamos com uma anomalia: o incompetente indispensável".[5]

Na sua obra inicial, Laurence Peter considerou que o fenômeno não era limitado, em dado momento ele virá a ocorrer com cada empregado numa hierarquia, quer seja numa empresa comercial, numa indústria, sindicato, na política e governo, nas forças armadas, na religião e educação; na sua obra posterior (The Peter prescription – How to make things go right, de 1972) ele contudo reconhece que: "quando escrevi pela primeira vez sobre o Princípio de Peter assumi que ele se aplicava a todas, ou pelo menos a maioria das profissões. Embora me fosse impossível estudar todas as organizações que existiram no mundo, as que estudei confirmavam o Princípio".[8]

Considera, finalmente, que a competência é determinada não por estranhos, mas pelos superiores. Considera que, se este ainda está em seu nível de competência, poderá avaliar os subordinados no sentido de lhes obter um desempenho útil de trabalho; mas, se este superior estiver no seu nível de incompetência, procurará manter os subordinados dentro de valores institucionalizados, ou seja, será mais formalista e exigidor do cumprimento de regras, rituais e formas estabelecidas.[8]

Pelo princípio de Peter se compreende que alguém possa ingressar numa empresa como estagiário; deste início pode vir a passar, por merecimento, a técnico efetivado; dali galgaria novos postos até, por exemplo, uma gerência, onde revelaria ser incompetente. Com isto, sua ascensão findaria e esta pessoa ficaria estagnada numa função para a qual não tem qualquer competência para exercer.[23]

Formas de promoção

Segundo Peter, dois fatores levam à promoção de alguém: a "puxada" e o "empurrão"; no primeiro, o funcionário procura alguém de escalão superior, que possa vir a promovê-lo; no segundo, ele procura demonstrar sua capacidade, através da antiguidade e do interesse no aprendizado, treinamento e autodesenvolvimento - um risco, se considerar que a competência é malquista.[1]

Exceções

Peter relaciona os seguintes casos que não se adequam ao princípio[1]:

  1. sublimação percussiva - onde o incompetente atrapalha o desenvolvido do trabalho e é promovido para um posto onde não poderá prejudicar o andamento do serviço.
  2. arabesco lateral - quando o incompetente, embora promovido, fica numa situação distante do desenvolvimento do trabalho.
  3. inversão de Peter - ocorre quando o próprio regulamento que determina a forma de funcionar a instituição determina o modus operandi; o exemplo clássico é a recepção de um hospital, onde o atendente é obrigado a preencher um longo formulário antes de atender ao paciente, pois o regulamento diz que quem avalia seu desempenho não é o cliente, mas o superior.
  4. esfoliação hierárquica - trata do combate, como anomalia, da super-competência. (vide seção abaixo)
  5. pista paterna - quando a promoção na hierarquia se dá não pela escala de competência até a incompetência, mas pelo grau de parentesco.

Análises

Macbeth, de Shakespeare: ótimo guerreiro, péssimo rei

Muitos são os que fazem referências simplistas ao princípio de Peter, sobretudo na imprensa, quando algum administrador conhecido realiza algum erro e buscam justificar tal fato aplicando o princípio da incompetência funcional.[23]

O livro se baseia numa piada, tem sua base numa falsa "ciência" - a hierarquiologia - mas, por seu cunho atemporal, traz uma verdade em seu interior, e merece séria atenção por parte de profissionais que exerçam cargos administrativos.[23] Neste entendimento opina o professor de Stanford Bob Sutton, para quem até mesmo as pequenas ideias contidas no livro de Peter trazem verdades válidas, tanto há quarenta anos (quando de seu lançamento) como no presente, apesar de todos os estudos e avanços nas teorias da administração.[24] O mesmo é avaliado por outros estudiosos, que acentuam o fato de Laurence Peter haver chegado às suas conclusões através da análise de centenas de casos concretos.[8]

Para Sutton, em seu livro A New Look at The Peter Principle (Um Novo Olhar sobre o Princípio de Peter, em livre tradução; 2009), o livro mostra-se arcaico em alguns aspectos (como uso de termos sexistas), mas revela pequenas verdades bem-humoradas como "a incompetência não conhece nenhuma barreira de tempo e lugar". Um de seus casos revela que as formas para se obter um cargo não são aquelas que são necessárias para o exercício do cargo em si; num exemplo disto ele cita que um político competente para realizar campanhas políticas não significa que será apto a governar, nem que um excepcional médico cirurgião esteja habilitado a dirigir um hospital.[24]

Para Peter F. Drucker o gestor deve assumir que errou ao nomear alguém para uma função e seu desempenho for ruim, e não colocar a culpa no "princípio de Peter".[4]

A competência é castigada

Peter vai mais além: a super-competência é mais combatida ainda do que a incompetência: nas organizações hierárquicas, o competente é alvo de críticas e pode vir a ser demitido, se não mostrar o seu pior. Ele afirma que "na maioria das hierarquias, super-competência é mais censurável do que incompetência." Sutton corrobora este caso, com exemplos pessoais: "Vários professores fantásticos que eu conheço em universidades de prestígio têm sido pressionados por seus pares e líderes para fazer um trabalho pior de ensino porque "você está fazendo todo mundo ficar mal."[24]

Um exemplo real foi o caso do garoto Jericho Scott, jogador de beisebol na liga juvenil de Connecticut que, por possuir um arremesso limpo e potente, foi proibido pela diretoria da liga efetuar seus lançamentos; como o treinador se recusou a aceitar esta ordem, ele foi proibido de jogar, prejudicando sua equipe invicta[24].

O sucesso torna-se "prejudicial" porque ameaça a hierarquia; a conclusão disto é que "nada tem tanto sucesso quanto o insucesso"[1]

A incompetência prejudica

Apesar de ser um objetivo das corporações a obtenção da máxima eficiência de seus membros, as promoções não têm como evitar a aplicação do princípio. Pessoas incompetentes promovidas acabam por estagnarem-se nos seus postos, frustrando seus colegas de trabalho e minando a eficácia da própria organização.[8]

Outro obstáculo secundário é que nas burocracias as regras para destituição de alguém que foi promovido são mais difíceis de lidar do que aquelas que levam à promoção.[8]

Na administração pública

Para Rodney Crawford, em artigo na conservadora revista online American Thinker (Pensador Americano), o princípio de Peter analisado face ao governo federal estadunidense sofre de uma "metástase", e ele o enuncia da seguinte forma: "O Princípio de Peter diz que todo mundo é promovido para o nível de sua incompetência, onde permanece, cometendo erros (no caso de serviço público), até que ele se aposenta. Demissão não é basicamente uma opção com funcionários federais."[25]

Exemplificando, ele cita erros crassos da administração, como o fato de a Receita Federal dos EUA haver enviado milhares de devoluções de impostos para os mesmos endereços e, no episódio do vazamento do programa secreto de espionagem eletrônica pelo ex-agente Edward Snowden, o Departamento de Justiça enviara a Hong Kong um pedido de extradição com seu nome preenchido errado, sem o número de seu passaporte que, ainda por cima, levou três dias para ser cancelado.[25]

Uma das soluções apontadas para se evitar o princípio de Peter na administração é a adoção das "promoções horizontais" (ao invés da "promoção vertical", que se dá com a ascensão do funcionário na hierarquia). Estas ocorrem tanto no setor privado quanto no público, desde a década de 1930, como no caso da administração pública estadunidense, e consiste na adoção de "faixas salariais" dentro de um mesmo nível hierárquico; estas promoções poderiam abranger faixas salariais que no seu final poderiam estar acima da faixa inicial do nível superior. Um dos fatores, então, a ser observado, é o da antiguidade no posto.[26]

Notas

  1. Ir para cima↑ no original, em língua inglesa, "In a hierarchy, every employee tends to rise to his level of incompetence"
  2. Ir para cima↑ No Brasil, a tradução recebeu o título de "Todo Mundo é Incompetente, Inclusive Você - As Leis da Incompetência", com ilustrações de Ziraldo.
  3. Ir para cima↑ Uma livre tradução e adaptação para o termo proposto "hierarchiology".
  4. Ir para cima↑ Parkinson, em 1957, resumiu que "O trabalho se expande de modo a preencher o tempo disponível para a sua realização."

Referências

  1. Ir para:a b c d e Idalberto Chiavenato (2001). Teoria Geral Da Administração, Volume 2 Elsevier Brasil [S.l.] p. 87.
  2. Ir para:a b «Organizations: A Glossary of Incompetence». Revista Time. 28 de março, 1969. Consultado em 12/7/2013.
  3. Ir para:a b c d PETER, Laurence J., Morrow, 1969.
  4. Ir para:a b Peter Ferdinand Drucker (2006). Drucker, "o homem que inventou a administração" Elsevier Brasil [S.l.] p. 67-68. ISBN 8535221972.
  5. Ir para:a b c d Rolando Bocanera (dezembro 2005). «Las otras leyes de la administración» (PDF). Petrotecnia. Consultado em 14 julho 2013.
  6. Ir para:a b c d e f Laurence J. Peter e Raymond Hull (1969).Todo mundo é incompetente (inclusive você) 3ª ed. Livraria José Olympio Editora S.A. (tradução: Heitor Ferreira) [S.l.] p. 195.
  7. Ir para cima↑ Minter, RL (1972, Julho). Mismanagement of training programs. Training and Development Journal, 26 (7), 2-5.
  8. Ir para:a b c d e f g h i j k l m n o p q James Ike Schaap (s/d). «The Peter Principle: Is This Forty-Year-Old Universal Phenomenon in Decline or Growing?» (PDF). The Journal of Global Business Management. Consultado em 17/7/2013.
  9. Ir para cima↑ (1988, Julho). CPAs meet the Peter Principle. Management Review, 77 (7), 9-10 American Management Association
  10. Ir para cima↑ Odiorne, GS (1991, Maio). Competence versus passion. Training & Development Journal, 45 (5), 61-64
  11. Ir para cima↑ Gately, RF (1996, Maio/Junho). Selecting managers—How to avoid the Peter Principle. Journal of Management in Engineering, 12 (3), 3-5
  12. Ir para cima↑ Burkard Sievers (abril-junho 1997). «Liderança como perpetuação da imaturidade». Revista de Negócios, Vol. 2, nº 3 (pág. 15 e seg.). Consultado em 18 de julho de 2013.
  13. Ir para cima↑ Anderson, RE, Dubinsky, AJ, & Mehta, R. (1999, Janeiro-Fevereiro). Sales managers: Marketing's best example of the Peter Principle. Business Horizons, 42 (1), 19-26
  14. Ir para cima↑ Faria, JR (2000, Janeiro). An economic analysis of the Peter and Dilbert Principles. Working Paper No. 101, School of Finance and Economics, University of Technology, Sydney, Australia. [On-line.] Available: ISSN: 1036-7373, 1–18
  15. Ir para cima↑ Fairburn, JA, & Malcolmson, JM (2000). Performance, promotion, and the Peter Principle. The Review of Economic Studies, 68 (1), 45-66.
  16. Ir para cima↑ Lazear, EP (2004, Fevereiro). The Peter Principle: A theory of decline . Journal of Political Economy, 112 (1), 141-163
  17. Ir para cima↑ King, A. (2004, Junho 14-20). Ask yourself: Incompetent or in the wrong job? Mississippi Business Journal, 26 (24), 5-6
  18. Ir para cima↑ North, G. (2004, Julho 17). Computers vs. the Peter Principle. [On-line]. Available: LewRockwell.com, 1-7
  19. Ir para cima↑ Fetzer, J. (2006, Outubro 3). The curse of having a bad supervisor. Analytical & Bioanalytical Chemistry, 386, 1577-1578
  20. Ir para cima↑ Chapman, S. (2007, Abril 26). Why nothing fails like success: The Peter Principle in the executive branch. Reasononline. link
  21. Ir para:a b c Kurt Ernst Weit (julho/setembro 1985).«RESENHA BIBLIOGRÁFICA». Revista de Administração de Empresas vol.25 no.3 São Paulo (versão digital pela Scielo). Consultado em 22/7/2013.
  22. Ir para cima↑ Paulo Emílio Matos Martins (outubro de 1999). «A Significação do Espaço Organizacional» (PDF). FGV. Consultado em 14 de julho de 2013.
  23. Ir para:a b c Bill Mordan (julho / agosto 2008). «The Peter Principle» (PDF). ACC Súmula. Consultado em 16/7/2013.
  24. Ir para:a b c d Bob Sutton (Março 31, 2009). «A New Look at The Peter Principle (book excerpt)». Bloomberg Businessweek. Consultado em 16/7/2013.
  25. Ir para:a b Rodney Crawford (10 de julho de 2013).«Washington's Special Brand of Incompetence Laid Bare». American Thinker. Consultado em 18 de julho de 2013.
  26. Ir para cima↑ Manoel Pio Corrêa (1975). «Promoção vertical e promoção horizontal». Revista de Administração Pública, FGV, Vol. 9, No 3. Consultado em 22/7/2013.

Ligações externas

Ver também

      Ana Paula, jogadora de vôlei

       

      ana2Ana Paula16459anapaula_JOLIVIAna Paula Henkel, ex jogadora de vôlei da Seleção Brasileira. foto de Daniela Dacorsoanapaula1

       

      Ana PaulaVolleyball (indoor) pictogram.svg

      Ana Paula (à esquerda) e uma fã

      Voleibol / Voleibol de praia

      Nome completo
      Ana Paula Rodrigues Henkel[1]

      Nascimento
      13 de fevereiro de1972 (44 anos)
      Lavras, Minas Gerais

      Nacionalidade
      Brasil brasileira

      Compleição
      Peso: 68 kg Altura: 1,84 m

      Medalhas

      Jogos Olímpicos

      Bronze
      Atlanta 1996
      voleibol feminino

      Copa do Mundo

      Prata
      Japão 1995
      voleibol feminino

      Campeonato Mundial

      Prata
      São Paulo 1994
      voleibol feminino

      Grand Prix de Voleibol

      Ouro
      Xangai 1994
      voleibol feminino

      Ouro
      Xangai 1996
      voleibol feminino

      Ouro
      Hong Kong 1998
      voleibol feminino

      Prata
      Xangai 1995
      voleibol feminino

      Ana Paula Rodrigues Henkel, antes Connelly,[2] (Lavras, 13 de fevereiro de 1972), mais conhecida como Ana Paula, é uma ex-jogadora de voleibol brasileira que atuou como atacante. Atualmente dedica-se ao voleibol de praia. Foi casada com o ex-jogador de basquete Jeffty Connelly (1994), depois casou-se com Marcus Miranda, treinador de voleibol, pai do seu filho Gabriel e em 2010 casou-se com o advogado e ex-jogador de voleibol de praia Carl Henkel.[3][4]

      Carreira

      Na infância, Ana Paula praticava balé e atletismo. Iniciou no voleibol de quadra jogando no time do colégio, e dali foi levada para o Lavras Tênis Clube. Devido ao bom desempenho no clube, foi para Belo Horizonte, onde defendeu o Mackenzie e o Minas Tênis Clube.

      Em 1989 foi chamada para a seleção juvenil que venceu o Sul-Americano e, mais tarde, foi bicampeã mundial. Conquistou rapidamente um lugar na seleção brasileira adulta, sendo convocada pela primeira vez em 1991.

      Disputou sua primeira Olimpíada da carreira em 1992, a Olimpíada de Barcelona, entrando em quadra e ajudando a Seleção Brasileira de Voleibol Feminino obter 4º lugar, consignado um excelente feito na época. Ainda pela seleção nacional se tornou tricampeã do Grand Prix, em 1994, 1996 e 1998, e da BCV Cup, em 1994 e 1996. Na Olimpíada de Atlanta, marcada por uma campanha brilhante na fase de classsificação, protagonizou na semifinal contra as cubanas, uma eliminação frustrante e mesmo apáticas diante a Rússia,conqistaram a inédita medalha de bronze, equipe comandada por Bernardinho. Durante esse período foi eleita pela mídia como a "Musa do Vôlei"

      Em 1999 optou por dedicar-se ao vôlei de praia, sendo escolhida a melhor jogadora do Circuito Banco do Brasil dois anos depois. Em 2003, tendo a jogadora Sandra como parceira, foi campeã do Circuito Mundial daquele ano.

      Na Olimpíada de Atenas, o objetivo de Ana Paula era conquistar sua segunda medalha olímpica, mas a derrota nas quartas-de-final para as compatriotas Adriana Behar e Shelda pôs fim às possibilidades de pódium para a dupla formada por Ana Paula e Sandra, alcançando a 5º posição.

      Na Olimpíada de Pequim, ao lado de Larissa, substituindo Juliana que sofreu uma lesão muscular às vésperas da competição, terminam na 5º colocação geral.

      No ano de 2010, decide se afastar do Circuito Mundial e competir a liga norte-americana de praia (AVP) ao lado de Tatiana Minello.

      Referências

      1. Ir para cima↑ «Ana Paula Rodrigues Henkel». Beach Volleyball Database. Consultado em 4 de julho de 2012.
      2. Ir para cima↑ «Ana Paula Biography and Olympic Results». Sports-Reference.com. Consultado em 4 de julho de 2012.
      3. Ir para cima↑ «Ana Paula, a musa do vôlei casou-se no fiim (sic) de semana com advogado dos EUA». Lavras 24 horas. 8 de fevereiro de 2010. Consultado em 4 de julho de 2012.
      4. Ir para cima↑ «Troca de alianças ao pôr do sol de Ana Paula e Carl». Caras. 11 de fevereiro de 2010. Consultado em 4 de julho de 2012.

      Ligações externas

      [Esconder]

      ve

      Brasil Seleção Brasileira de Voleibol Feminino - Olimpíadas de 1996 (Bronze) Brasil

      2 Ana Moser | 4 Ida | 5 Ana Paula | 8 Leila | 9 Hilma | 10 Virna | 11 Márcia Fu | 12 Filó | 13 Ana Flávia Captain sports.svg | 14 Fernanda Venturini | 15 Fofão | 17 Sandra | Técnico: Bernardinho

      Wikipédia

       

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      Ana Paula Arósio, ex-modelo e atriz

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      Ana Paula Arósio

      Ana Paula Arósio em um evento da Avon Products.

      Nome completo
      Ana Paula Arósio

      Nascimento
      16 de julho de 1975 (41 anos)
      São Paulo, SP
      Brasil

      Ocupação
      atriz, ex-modelo

      Atividade
      1993–2010; 2015

      Cônjuge
      Henrique Pinheiro (2010–presente)

      Outros prêmios

      Hilda Furacão
      • Troféu Imprensa - Melhor Atriz (1999)
      Terra Nostra
      • Troféu Imprensa - Melhor Atriz (2002)
      Esperança

      IMDb: (inglês)

      Ana Paula Arósio (São Paulo, 16 de julho de 1975) é uma atriz e ex-modelo brasileira.[1] Atualmente vive como criadora de cavalos na fazenda onde mora.[2]

      Índice

       

      Biografia

      Iniciou a carreira de modelo aos 12 anos, descoberta por uma publicitária em um supermercado. Depois de estampar várias capas de revistas e diversos comerciais de televisão, começou a carreira de atriz aos 18 anos, no filme ítalo-brasileiro Forever, do diretor Walter Hugo Khouri, com participação de Ben Gazzara. Aos 19 anos fez uma participação na novela Éramos Seis, em 1994, no SBT, onde trabalhou também em Razão de Viver, de 1996, e Os Ossos do Barão, de 1997.

      Nesse período, atuou na peça Batom, de 1995, e em uma montagem de Fedra, de 1997. Seu desempenho nesse trabalho chamou a atenção do diretor Wolf Maya, que a convidou para a minissérie Hilda Furacão, de 1998. Para o papel da prostituta que se apaixona por um jovem frade, o diretor queria uma atriz desconhecida do grande público. Ana ainda fazia parte do elenco de contratados pelo SBT, mas um acordo entre as duas emissoras permitiu que a atriz vivesse a personagem, cujas cenas foram gravadas em apenas três meses. Com a estréia bem sucedida na TV Globo, obteve um maior reconhecimento pelo seu trabalho, foi bastante elogiada e recebeu alguns prêmios, como o Melhores do Ano - Domingão do Faustão, na categoria Revelação do Ano.

      Ana Paula também ficou conhecida como a garota-propaganda da empresa de telecomunicações Embratel, servindo como o "rosto" da empresa em diversos comerciais de televisão, nos quais dizia a frase "Faz um 21!".

      Seu primeiro trabalho como atriz exclusiva da TV Globo aconteceu no ano seguinte, em Terra Nostra, de 1999.[3][4] A novela retratava a chegada dos imigrantes italianos no Brasil e a sua influência na sociedade brasileira na virada do século XIX. Na trama, viveu a "Giuliana", par romântico de "Matteo", personagem de Thiago Lacerda.

      Em 2001, protagonizou a minissérie Os Maias, na pele de "Maria Eduarda Maia", que na trama acaba por envolver-se amorosamente com o próprio irmão, vivido pelo ator Fábio Assunção. Em 2002, trabalhou na novela Esperança, quando viveu a jovem - e sua primeira vilã - judia "Camilli", cujo comportamento fugia aos padrões de sua religião e da sociedade paulista de 1930. Foi nesse ano que atuou na peça mais importante de sua carreira, Casa de Bonecas,[5] em que além de atuar também foi a produtora.[6]

      Em 2004, encarnou "Yolanda Penteado" na minissérie Um Só Coração, produzida em comemoração aos 450 anos de fundação da cidade de São Paulo. Também nesse ano, ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante/secundária pelo filme Celeste & Estrela, no 3º Festival de Cinema de Varginha.[7] Em 2005, voltou a fazer par romântico com Fábio Assunção, em uma produção da Globo, ao protagonizar a minissérie Mad Maria. Suas cenas foram gravadas no norte do Brasil e em Passa-Quatro, Minas Gerais, e mostravam a construção da estrada de ferro Madeira-Mamoré, em 1912. Nesse mesmo ano, atuou no filme O Coronel e o Lobisomem.[8]

      Sua primeira telenovela contemporânea veio em 2006, com Páginas da Vida.[9] Até então, só havia trabalhado em produções de época. Em 2007, foi escolhida a nova garota-propaganda da marca Avon.[10] Em 2008 viveu a sua primeira "mãe de mocinha"[11] na novela Ciranda de Pedra, que é uma releitura da versão exibida em 1981. Na trama, interpretou "Laura", mulher que sofre de distúrbios emocionais, mãe de três meninas: a ardilosa "Otávia", a religiosa "Bruna" e a romântica "Virgínia"; era casada com o empresário "Natércio" e apaixonada pelo médico "Daniel".

      Em 2010, filmou o longa-metragem Como Esquecer[12] e participa da minissérie Na Forma da Lei, que conta com outros fortes nomes, entre eles Luana Piovani e Márcio Garcia.

      Ganhou três vezes o Troféu Imprensa: na categoria Revelação do Ano, como "Hilda" de Hilda Furacão, em 1998;[13] na categoria Melhor Atriz, como a italiana "Giuliana" de Terra Nostra, em 1999;[14] e também como Melhor Atriz pela judia "Camille" de Esperança, em 2002.[15]

      Em outubro de 2010, cotada para protagonizar a telenovela Insensato Coração, Arósio, segundo a Rede Globo, faltou às gravações da trama e foi desligada da produção.[16] Em 20 de dezembro do mesmo ano, a atriz pediu demissão da Rede Globo e rescindiu o contrato, o que veio a público em 12 de janeiro de 2011.[17] Em 2014, foi convidada para protagonizar a telenovela Vitória da Rede Record, mas recusou o convite.[18]

      Vida pessoal

      Começou a namorar aos 16 anos, um rapaz 11 anos mais velho, que tinha 27 anos. Nessa idade, Ana ainda era muito imatura, o que dificultou o relacionamento. Perdeu a virgindade somente aos 20 anos, pois antes não se sentia preparada; após sua primeira vez, o namorado a abandonou e ela entrou em depressão.[19]

      Em 1996, um fato que abalou a vida da atriz foi o suicídio na sua frente do seu então noivo,[20] o empresário Luiz Carlos Leonardo Tjurs, em um violento ataque de ciúmes, com um tiro na boca, poucos dias antes do casamento.[21]

      Após esse período, Ana Paula envolveu-se com vários homens famosos. Namorou os atores Marcos Palmeira e Tarcísio Filho; relacionou-se com o diretor Ricardo Waddington e com o cavaleiro Remo Tellini. Manteve um romance com o jogador de polo João Paulo Ganon, com o fotógrafo Pablo de Souza e também namorou o médico Fábio Henrique Rossi. Em 2009 começou a namorar o arquiteto Henrique Pinheiro.[22] Casou-se com ele, em uma cerimônia discreta, em seu sítio, no município de Santa Rita do Passa Quatro, a 253 quilômetros de São Paulo, no dia 16 de julho de 2010, quando fez 35 anos.[23]

      Desde então, a atriz abandonou sua carreira e optou em viver reclusa no sítio.


      Pode até ser que um dia eu decida voltar. Não sei... mas, por enquanto, não penso em retomar o trabalho, não.

      Frequenta sessões com psicólogos, toma remédios para não menstruar e evitar problemas de cólicas e dores.[25]

      Carreira

      Televisão

      Ano
      Título
      Personagem
      Notas
      Ref.

      1994
      Éramos Seis
      Amanda Santos

      1996
      Razão de Viver
      Bruna Loureiro

      1997
      Os Ossos do Barão
      Isabel Taques Redon

      1998
      Hilda Furacão
      Hilda Gualtieri Müller

      Teleteatro
      Vários
      Episódios: "A Estrangeira",

      "Tudo por Um Colar", "O Perdão" e "O Pecado de Amar"

      [26][27]

      Você Decide
      Madalena
      Episódio: "Amor ou Justiça?"

      Mulher
      Maria
      Episódio: "Menino ou Menina"

      1999
      Terra Nostra
      Giuliana Spoladore

      2001
      Brava Gente
      Madalena
      Episódio: "A Quenga e o Delegado"

      Os Normais
      Carmem
      Episódio: "De Volta ao Normal"

      Os Maias
      Maria Eduarda

      2002
      Esperança
      Camille Salvatorre

      2003
      Celebridade
      Alice

      2004
      Um Só Coração
      Yolanda Penteado

      2005
      Mad Maria
      Consuelo

      2006
      Páginas da Vida
      Olívia Martins de Andrade

      2007
      Casseta & Planeta, Urgente!
      Vários personagens

      2008
      Ciranda de Pedra
      Laura Toledo Silva Prado

      2010
      Na Forma da Lei
      Ana Beatriz

      Cinema

      Ano
      Filme
      Personagem

      1993
      Forever
      Berenice

      1999
      Os Cristais Debaixo do Trono
      Gilda[28][29][30]

      2005
      O Coronel e o Lobisomem
      Esmeraldina

      2005
      Celeste & Estrela
      Recepcionista

      2010
      Como Esquecer
      Júlia

      2013
      Anita & Garibaldi
      Anita Garibaldi[31]

      2015
      A Floresta Que Se Move
      Clara [32]

      Teatro

      Ano
      Peça
      Personagem

      1995
      Batom

      1997
      Fedra

      1998
      Harmonia em Negro

      2000
      Diário Secreto de Adão e Eva

      2002
      Casa de Bonecas

      Prêmios e indicações

      Ano
      Prêmio
      Categoria
      Obra
      Resultado

      1998
      Troféu Imprensa
      Revelação do Ano
      Hilda Furacão
      Venceu

      1998
      Melhores do Ano
      Melhor atriz revelação
      Hilda Furacão
      Venceu[33]

      1999
      Troféu Imprensa
      Melhor Atriz
      Terra Nostra
      Venceu

      2002
      Troféu Imprensa
      Melhor Atriz
      Esperança
      Venceu

      2003
      Prêmio Contigo! de TV
      Melhor Atriz
      Esperança
      Indicado

      2004
      Festival de Cinema de Varginha
      Melhor Atriz Coadjuvante
      Celeste & Estrela
      Venceu

      Referências

      1. Ir para cima↑ Ana Paula Arósio pode voltar para Globo, Yahoo!
      2. Ir para cima↑ "A Ana Paula Arósio não é mais atriz, é criadora de cavalos", diz Wolf Maya, uol
      3. Ir para cima↑ «Terra Nostra». Globo.com. Consultado em 29 de dezembro de 2011.
      4. Ir para cima↑ Comuna Italiana
      5. Ir para cima↑ SILVA, Jane Pessoa da. Ibsen no Brasil. Historiografia, seleção de textos críticos e Catálogo Bibliográfico. São Paulo: USP, 2007. p. 615
      6. Ir para cima↑ Terra
      7. Ir para cima↑ Adoro Cinema Brasileiro
      8. Ir para cima↑ O Fuxico
      9. Ir para cima↑ UOL
      10. Ir para cima↑ Ego
      11. Ir para cima↑ UOL
      12. Ir para cima↑ Ronaldo Pelli (2 de outubro de 2010). «'Filme tenta quebrar preconceito', diz Arósio sobre 'Como esquecer'». G1. Globo.com. Consultado em 4 de dezembro de 2011.
      13. Ir para cima↑ Troféu Imprensa - 1998
      14. Ir para cima↑ Troféu Imprensa - 1999
      15. Ir para cima↑ Troféu Imprensa - 2002
      16. Ir para cima↑ Ana Paula Arósio tem contrato encerrado com a Globo
      17. Ir para cima↑ «Ana Paula Arósio deixa a TV Globo». G1 Pop e Arte. 12 de janeiro de 2011. Consultado em 02 de junho de 2014.
      18. Ir para cima↑ Ricardo Feltrin (02 de junho de 2014). «Record ofereceu salário de R$1 milhão para Ana Paula Arósio estrelar novela». F5 - Colunistas - Ricardo Feltrin. Consultado em 02 de junho de 2014.
      19. Ir para cima↑ O anjo endiabrado, por Gisele Vitória e Rodrigo Cardoso. ISTOÉ Gente
      20. Ir para cima↑ As duas faces de Ana. Marie Claire, n° 107, fevereiro de 2000.
      21. Ir para cima↑ O monstro interior. Veja, 13 de novembro de 1996.
      22. Ir para cima↑ O novo namorado de Ana Paula Arósio. Caras, 10 de Julho de 2009.
      23. Ir para cima↑ Veja fotos do casamento de Ana Paula Arósio e Henrique Pinheiro. Globo.com, 13 de dezembro de 2010
      24. Ir para cima↑ Ana Paula Arósio: "Não penso mais em voltar a atuar". Por Marcelo Montenegro Lapola. Terra, 27 de julho 2012.
      25. Ir para cima↑ [1]
      26. Ir para cima↑ Hilda transforma Ana Paula em estrela (20/06/98). Folha da Região On-line. Página visitada em 23 de Dezembro de 2014.
      27. Ir para cima↑ Talento ascendente (30/01/05). Gazeta Digital. Página visitada em 23 de Dezembro de 2014.
      28. Ir para cima↑ http://www.diariodecuiaba.com.br/arquivo/070798/dc2.htm
      29. Ir para cima↑ http://www.terra.com.br/cinema/noticias/2001/04/28/000.htm
      30. Ir para cima↑ http://cinemateca.gov.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?IsisScript=iah/iah.xis&base=FILMOGRAFIA&lang=P&nextAction=search&exprSearch=ID=021668&format=detailed.pft
      31. Ir para cima↑ http://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2013/12/05/dinheiro-foi-o-problema-para-concluir-anita-e-garibaldi-diz-produtor.htm
      32. Ir para cima↑ «‘Quase irrecusável’, diz Ana Paula Arósio ao voltar às telas em novo filme». G1 + Fantástico. 12/10/2014. Arquivado desde o original em 13/10/2014. Consultado em 12 de junho de 2016.
      33. Ir para cima↑ Melhores do Ano: Confira todos os vencedores das 14 edições do prêmio

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