Dicas para evitar ter o nome negativado por ajudar terceiros

Inadimplência
Pesquisa do SerasaConsumidor, braço da Serasa Experian voltado ao cidadão, mostra que 33,5% dos cidadãos do Estado de São Paulo já ficaram inadimplentes por emprestarem o nome para terceiros. Este cenário se reflete no Rio de Janeiro, e se espalha país afora, diz o advogado Pedro Lopes Leite, da Abradecont. Crédito comprometido
Investidor tem que pesar o prazo em que deixará o dinheiro aplicado em fundos com taxa de administração acima de 2% Foto: Bloomberg News
O advogado da Abradecont diz que a pesquisa mostra o retrato do atual momento econômico do país. São consumidores que acabam comprometendo seu crédito para ajudar amigos e familiares, que depois não têm como honrar o compromisso financeiro assumido. Assim, quem ′emprestou o nome′ é que fica negativado junto aos órgãos de proteção de crédito.
Regra número 1
Se nada for dito no contrato, vale o percentual fixado pela ANS. Os planos coletivos não têm percentual de aumento regulamentado. Foto: Dado Galdieri / Bloomberg News
A Abradecont e o SerasaConsumidor listaram algumas dicas para evitar prejuízos financeiros ao emprestar o nome para outras pessoas. A principal regra é não emprestar o nome para terceiros. Evite assumir compromissos cujo pagamento futuro seja de responsabilidade de outros.
Pense e procure ajuda
Se você for uma pessoa com dificuldades para falar “não”, peça pelo menos um tempo para pensar e converse com alguém próximo, como marido e/ou esposa. Talvez essa mesma pessoa aponte os prós e contra e, assim, lhe ajude a negar o pedido.
Ostentação
Evite comentar com outras pessoas se você tem dinheiro guardado em poupança, investimentos. Assim como quantos cartões de crédito e talões de cheque possui. Isso pode impressionar e fazer com que você seja sempre acionado quando alguém precisar de dinheiro.
Garantia
Se você estiver consciente e resolver emprestar o nome, tente evitar um possível prejuízo deixando previamente combinado uma garantia, como algum bem, por exemplo. Outra boa alternativa de garantia é por meio de nota promissória, tipo de título de crédito que assegura que a pessoa tenha um crédito que poderá ser executado judicialmente se necessário.
Aposentados
Os aposentados estão contribuindo para este endividamento causado por outros. As condições vantajosas dos empréstimos consignados fazem com que, muitas vezes, os problemas enfrentados por esta classe sejam diretamente relacionados aos familiares, uma vez que esses empréstimos podem ser adquiridos para que o dinheiro seja repassado a terceiros em condições menos onerosas. Porém, se esta outra pessoa acaba não honrando a dívida e deixando-a por conta do aposentado, este poderá se complicar por ser o real devedor frente às instituições de crédito.
Inadimplência - idosos
Outro estudo do Serasa Experian sobre inadimplência por idade mostra que um em cada três brasileiros com mais de 60 anos estão inadimplentes.O maior crescimento foi em abril de 2016 em relação a março de 2015, passando de 7,3 milhões para 8,2 milhões de pessoas.
Fonte: G1 - 22/09/2016 e Endividado

 

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Banco do Brasil é condenado a pagar R$ 34,4 mil por descontar tarifas de conta

O Banco do Brasil deverá pagar R$ 34.400 de indenização moral e material por descontar ilegalmente tarifa de uma conta corrente inativa de um empresário, em Cascavel, no estado do Ceará. A decisão é da 1ª Vara da Comarca do município, que fica na Região Metropolitana de Fortaleza.
Segundo o processo, em 2012, o cliente contratou um seguro para o carro dele e, para efetuar o pagamento das seis parcelas do seguro, ativou uma conta corrente do Banco do Brasil, que estava desativada há dois anos. No momento da ativação, o consumidor foi informado de que não existia débito vinculado à conta.
As parcelas seriam debitadas sempre no dia 12. Antes do vencimento da primeira parcela, o cliente depositou o valor. Após alguns dias, o empresário se envolveu em um acidente no qual teve perda total do automóvel. Para sua surpresa, a seguradora negou a cobertura, devido à falta de pagamento da primeira prestação do seguro.
Por causa desta situação, o consumidor percebeu que o valor depositado na conta foi debitado pelo banco para pagar tarifas bancárias referentes ao período de inatividade da conta. Ele entrou na Justiça para solicitar uma indenização moral e material, destacando que, ao ficar sem automóvel, precisava alugar um carro para levar a esposa grávida ao médico frequentemente.
Na Justiça, o Banco do Brasil sustentou ser legal a cobrança de tarifas acumuladas no período que a conta ficou inativa.
Ao julgar o caso, o magistrado determinou o pagamento de indenização material de R$ 22.150, referentes ao valor do veículo, além de R$ 2.250 relativos a aluguéis de carro. A instituição também terá de pagar R$ 10 mil pelos danos morais.
Segundo a sentença, “a não utilização da conta corrente não pode ensejar a cobrança de tarifa de manutenção, até em razão da não prestação efetiva de nenhum serviço pela instituição financeira que lastreasse a taxação, independentemente de pedido formal de cancelamento”.
O juiz ainda ressaltou que “há dano moral indenizável, na medida em que é inegável o abalo daquele que, confiante de estar segurado, busca socorro perante transtorno na vida cotidiana, e, em acréscimo, vê seu pleito justificadamente recusado pela seguradora, apurando-se culpa exclusiva da instituição financeira”.
Procurado, o Banco do Brasil disse que "aguarda a notificação judicial para se manifestar sobre o assunto".
Fonte: Extra - 22/09/2016 e Endividado

 

Ação para ressarcimento de reajuste abusivo em plano de saúde prescreve em três anos

A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que, sob o regime do Código Civil de 2002, prescreve em três anos o direito de reclamar ressarcimento de valores pagos a plano de saúde quando a cláusula de reajuste for declarada nula. Sob o código de 1916, o prazo é de 20 anos.
Os ministros julgaram sob o rito dos repetitivos dois recursos especiais que questionaram os prazos prescricionais aplicáveis em duas situações: na proposição de ação para declarar nula cláusula de reajuste por mudança de faixa de idade; e, tendo sido declarada nula a cláusula, no ajuizamento de ação para pleitear o ressarcimento do valor pago de forma indevida.
O assunto foi cadastrado no sistema dos recursos repetitivos como tema 610.
Por cinco votos a quatro, os ministros decidiram que não há prescrição para ingressar com ação que conteste a cláusula de reajuste de mensalidade do plano de saúde, enquanto estiver vigente o contrato. Quanto ao ressarcimento dos valores pagos, a tese consolidada foi proposta pelo ministro Marco Aurélio Bellizze:
“Na vigência dos contratos de plano ou de seguro de assistência à saúde, a pretensão condenatória decorrente da declaração de nulidade de cláusula de reajuste nele prevista prescreve em 20 anos (artigo 177 do CC/1916) ou em 3 anos (artigo 206, parágrafo 3º, IV, do CC/2002), observada a regra de transição do artigo 2.028 do CC/2002.”
Os ministros entenderam que o pedido de ressarcimento se baseia no enriquecimento sem causa da operadora do plano de saúde, uma vez que a cláusula de reajuste foi considerada nula.
“Havendo pretensão de reconhecimento do caráter abusivo de cláusula contratual, sua invalidação tem como consequência o desaparecimento da causa lícita do pagamento que foi efetuado a tal título, caracterizando, assim, o enriquecimento indevido daquele que o recebeu”, declarou o ministro Bellizze.
A decisão serve como orientação para o julgamento de demandas idênticas em todo o país. A tese firmada permite a solução imediata de 4.745 processos que estavam suspensos aguardando o julgamento do repetitivo.
Leia o acórdão.
Fonte: STJ - Superior Tribunal de Justiça - 22/09/2016 e Endividado

 

 

Investigadores japoneses estudam microorganismos espaciais

 

 

 

Oficina condenada por demora em reparar veículo

por Thiago Lopes

Uma oficina mecânica foi condenada a indenizar, por danos morais, um cliente em R$ 2 mil, por não cumprir o prazo de dois meses acordado para realizar os reparos no veículo. Ainda durante as audiências, o 1º Juizado Especial Cível, Criminal e da Fazenda Pública de São Mateus determinou que o requerido entregasse o automóvel em perfeito estado de funcionamento no prazo de quinze dias, o que não foi cumprido.
Dessa forma, a empresa foi multada em R$ 3 mil pelo descumprimento, levando o magistrado da vara a autorizar, com auxílio de Oficial de justiça e força policial, se necessário, a retirada imediata do veículo, no estado em que se encontra na oficina.
Segundo os autos, além de não realizar o serviço, a oficina teria solicitado a compra de peças para manutenção do veículo, sendo prontamente atendido pelo requerente.
Segundo o juiz, a análise das provas anexas aos autos, comprovam que o requerente suportou incontestáveis transtornos na tentativa de receber, sem sucesso, o seu veículo devidamente consertado, levando o magistrado a condenar a oficina nos termos do Código de Defesa do Consumidor.
Processo : 0010656-51.2015.8.08.0047
Fonte: TJES - Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo - 21/09/2016 e Endividado

 

Consumidores apoiam mudanças nos rótulos, aponta pesquisa do Idec

Entre junho e julho de 2016, o Idec fez uma pesquisa pela internet sobre rotulagem nutricional dos alimentos. O levantamento contou com a participação de 2.651 consumidores e identificou suas dificuldades para entender as informações contidas nos rótulos, assim como sua opinião sobre as possibilidades de melhorá-las.
A pesquisa mostra que, para 93,3% dos entrevistados, ter uma informação resumida na parte da frente da embalagem ajudaria a compreensão. A adoção de um rótulo frontal suplementar é uma das mudanças defendidas pelo Idec a fim de que o consumidor identifique a composição de produtos não saudáveis de forma mais fácil e rápida.
No levantamento, foram apresentados dois modelos de rótulos frontais utilizados em outros países: o do Equador, que utiliza as cores do semáforo  (verde, amarelo e vermelho) associados aos termos “baixo”, “médio” ou “alto” para indicar o teor de nutrientes críticos, como sódio, açúcar e gorduras; e o do Chile, que apresenta selos pretos que alertam se o produto tem quantidades excessivas desses nutrientes (indica “alto em açúcares”, por exemplo”. O modelo adotado no Equador foi o preferido de 71,2% dos consumidores que participaram da pesquisa.
Outros países, como Reino Unido e Austrália, também já seguem as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e apresentam algum tipo de informação nutricional na frente da embalagem.
“Vários países estão avançando nesse sentido e defendemos que o Brasil também deve adotar um rótulo frontal que destaque os riscos à saúde. Agora, precisamos discutir um modelo adequado para a realidade brasileira. Vamos pressionar esse debate na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária, responsável pelas regras de rotulagem]”, ressalta Ana Paula Bortoletto, nutricionista e pesquisadora do Idec.
Dificuldades de compreensão
As características nutricionais como quantidade de calorias, teor de sódio, gorduras e carboidratos são informações obrigatórias desde 2003 no Brasil, mas a regra atualmente em vigor obriga sua indicação apenas na parte de trás das embalagens, em uma tabela.
Embora tenha o objetivo de  informar o consumidor, 39,6% dos consumidores que responderam a pesquisa dizem compreender parcialmente ou muito pouco a tabela nutricional. Entre os fatores apontados que dificultam o entendimento estão o tamanho da letra (61%), o uso de termos técnicos (51%) e a poluição visual do rótulo (41,6%).
De acordo com a pesquisadora do Idec, tais falhas dificultam o direito à informação clara e correta. Por isso, o Idec defende que as regras de rotulagem sejam aperfeiçoadas no Brasil.
“Algumas mudanças que apresentamos aos consumidores na pesquisa são cobranças antigas do Idec, como a inclusão do açúcar na tabela nutricional e a padronização da informação por 100g ou por embalagem e não por porção”, explica. Essas propostas foram aprovadas por 98,3% e por 80% dos internautas, respectivamente, como meio de facilitar a compreensão do rótulo.
Veja o resultado completo
Fonte: Idec - 22/09/2016 e Endividado

 

 

Mulher é indenizada por extravio de mala que lhe subtraiu memórias de San Francisco

Uma mulher que viveu no exterior por 10 anos e, ao retornar para o Brasil, teve uma de suas malas extraviadas, será indenizada pela companhia aérea em R$ 25 mil. A decisão foi da 5ª Câmara Civil do TJ. Moradora de Itajaí, a consumidora residiu uma década em San Francisco, na costa oeste dos Estados Unidos. Ao final de 2015, resolveu voltar para perto de sua família e adquiriu passagem aérea de San Francisco a Florianópolis.
Pelo longo período em que esteve naquele país, trouxe três bagagens grandes e dois animais de estimação. Ao chegar ao destino, entretanto, foi informada que uma das malas havia sumido - ela nunca mais foi encontrada pelos responsáveis. Condenada em primeiro grau, a empresa aérea apelou sob a alegação de que a passageira não fez declaração do conteúdo da bagagem, nem do valor dos objetos que estavam na mala extraviada. Defendeu ainda não existir abalo anímico, mas simples dissabor.
Entendimento esse distinto do manifestado pelo desembargador Jairo Fernandes Gonçalves, relator da matéria, ao definir que a relação de consumo e a obrigação de entrega da bagagem no destino ajustado surge no momento em que a passageira adquire os bilhetes aéreos. Sobre a declaração de conteúdo, lembrou que o transportador tem a obrigação de fornecê-la, sem que o cliente tenha de exigi-la.
Ao majorar o valor originalmente imposto para indenização na comarca, o relator ressaltou: "[...] a perda se deu em viagem de retorno definitivo ao Brasil após 10 anos de residência em outro país, de forma que a bagagem extraviada continha diversos itens de alto valor emocional, não sendo exagero da autora afirmar que na mala estava boa parte de 10 anos de sua vida". A decisão foi unânime (Apelação n. 0301103-65.2016.8.24.0033).
Fonte: TJSC - Tribunal de Justiça de Santa Catarina - 22/09/2016 e Endividado

Mantega pediu R$ 5 milhões a Eike para pagar dívidas de campanha do PT, diz MPF

O procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima disse que o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega é acusado de ter solicitado ao empresário Eike Batista um montante de R$ 5 milhões para quitação de dívidas de campanha do PT. Mantega foi preso na manhã de hoje (22), na 34ª fase da Operação Lava Jato, chamada de Arquivo X. A Polícia Federal, com apoio da Receita Federal, investiga fatos relacionados à contratação pela Petrobras de empresas ligadas a Eike Batista para a construção de duas plataformas (P-67 e P-70) para a exploração de petróleo na camada pré-sal.

Guido Mantega é preso na Lava Jato e levado para sede da PF em São Paulo

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Guido Mantega é preso na Lava Jato e levado para sede da PF em São PauloFernando Bizerra/Agência Lusa

Segundo o procurador, das três vertentes identificadas, uma está relacionada ao ex-ministro Guido Mantega, preso temporariamente. “Se refere a um pedido feito por ele para o empresário Eike Batista de pagamento de R$ 5 milhões para a quitação de dívidas de campanha”. A reunião para fazer o pedido ocorreu em novembro de 2012 quando Mantega era também presidente do Conselho de Administração da Petrobras, segundo depoimento de Eike Batista.
De acordo com o procurador, o empresário prestou depoimento em junho de 2016 como testemunha e não colaborador do esquema. Ele afirmou que houve o pedido por parte de Mantega, mas nega o pagamento de propina e que isso tenha beneficiado a contratação do Consórcio Integra Offshore, formado pelas empresas Mendes Júnior e OSX (pertencente a Eike), para as obras das plataformas da Petrobras.
Lima explicou que, pelas circunstâncias, o Ministério Público acredita que houve o pagamento já que foi assinado um contrato entre a empresa de Mônica Santana, esposa do publicitário João Santana (responsável por campanhas eleitorais do PT), e de Eike. Conforme o MPF, os serviços do contrato foram prestados de forma limitada.
“Efetivamente não estávamos em período de doações eleitorais e a combinação passou pela operacionalização desses valores no exterior mediante contrato com objeto falso entre empresa de Eike Batista e empresas do casal Santana. Essa operação foi especialmente operacionalizada por Mônica Santana. Foi repassado o valor de US$ 2,350 milhões”, disse o procurador.
A coincidência de datas também chamou a atenção do Ministério Público, já que, segundo Eike, o pedido de Mantega foi feito em 1º de novembro de 2012 e em 29 de novembro o Consórcio Integra Offshore recebeu o primeiro pagamento de valores relativos às obras das plataformas.
Em relação às outras duas vertentes identificadas, o procurador disse que há o envolvimento de pessoas que já foram citadas anteriormente na Lava Jato. “A primeira delas refere-se a pagamento à pessoa ou a empresa pertencente a João Augusto Rezende Henriques, já é conhecido como operador de propinas, ex-funcionário da Petrobras. Isso corresponde ao valor de aproximadamente R$ 7,400 milhões. Estes valores estão sendo investigados porque há indicativos de que este operador trabalhava para interesses do PMDB na Petrobras,” disse.
Em outra vertente identificada, o procurador disse que foi feito o pagamento de aproximadamente R$ 6 milhões destinados às empresas ligadas ao ex-ministro José Dirceu. Na entrevista à imprensa, o procurador citou também o ex-deputado André Vargas, que em menor medida, também teria recebido propinas.
“Também há indicativos de participação nesse episódio de empresas já investigadas e que têm relação com o ex-deputado André Vargas. Esses valores, então, também há indicativos de que se trata de uma movimentação de origem partidária em relação ao PT”.
Lima disse ainda que, desde o ano passado, o Consócio Integra está sendo investigado. “Esse consórcio ganhou concorrência na Petrobras sem nenhuma capacitação para estas construções em obras relativas a plataformas”, disse. Para o procurador, há clara ocorrência de corrupção para que as obras de construção de duas plataformas da Petrobras fossem para o Consórcio Integra, formado pela Mendes Júnior e a OSX.
O procurador disse ainda que a Lava Jato é muito maior que a Petrobras e investiga o financiamento da campanha eleitoral de vários partidos. Segundo ele, os indícios são de que os recursos investigados nessa operação foram para pagamento de dívidas da campanha presidencial de 2010.

Prisão em hospital
O delegado da Polícia Federal Igor Romário de Paula, que também estava na entrevista, disse que os agentes desconheciam o fato que de a esposa do ex-ministro estava internada no Hospital Albert Einstein. Segundo ele, ao chegar na casa do ex-ministro, os policiais tomaram conhecimento da situação da esposa de Mantega e se dirigiram ao local antes de iniciar as buscas no apartamento.
Os presos temporários nessa operação foram: Luis Eduardo Neto, Rubem Maciel da Costa Val, Danilo Sousa Baptista, Luis Eduardo Guimarães Carneiro, Luis Claudio Machado Ribeiro, Francisco Corrales Kindelan e Guido Mantega. Já Julio Cesar Oliveira Silva, que também tinha mandado de prisão decretado, está na Espanha e não há indicativo de que retorne ao Brasil.
A Agência Brasil não conseguiu contato com as empresas Mendes Júnior e OSX. O advogado do ex-ministro José Dirceu disse que vai tomar conhecimento da operação antes de se manifestar. A reportagem aguarda o retorno da defesa do ex-ministro Guido Mantega e o posicionamento do PMDB e do PT sobre a operação policial.

Agência Brasil

 

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Bittencourt Tem Medo – e Eike Batista também, Aparentemente

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A sensação de impunidade que paira no Brasil desde sempre parece ter começado a arrefecer, especialmente em relação àqueles que perpetram os famigerados crimes de colarinho branco. Testemunhar Eike Batista apresentando-se VOLUNTARIAMENTE à Polícia Federal, buscando prestar informações que revelam-se comprometedoras para várias autoridades públicas, é uma evidência disso. Mérito da operação Lava-jato e sua duras condenações penais a altos figurões da República.

Eike Batista, em entrevista concedida ao Fantástico em 2012, declarou que pretendia figurar no topo do ranking dos homens mais ricos do mundo até o final de 2015 – para a surpresa da jornalista, que, a exemplo de todos os demais expectadores, ficou impressionada com o otimismo do empresário. Após as revelações da operação “Arquivo-X”, ficou evidente porque ele sonhava tão alto: com um “sócio” como o governo federal (convenhamos, não é qualquer um que divide o comando societário de uma empresa com uma máquina de imprimir dinheiro), seria difícil fracassar.

Mas ele fracassou. E além de ver seu império desmoronar, passou a temer a prisão, na medida em que avançavam as investigações sobre a Petrobrás e o BNDES. Em outros tempos, a reação esperada seria bem outra: refugiar-se atrás de advogados muito bem pagos e intermináveis recursos judiciais protelatórios, até ser esquecido pela mídia e seguir em liberdade. Só que as circunstâncias mudaram. Eike espontaneamente resolveu aliviar sua situação, colaborando com o Ministério Público, e entregando de bandeja Guido Mantega.

Sinal de ventos de mudança. Ainda uma pequena brisa, mas que tem tudo pra virar um furacão para corruptos e corruptores. Se a moda pega, vai ter fila de dedo-duro na porta da Polícia Federal muito em breve.

Na entrevista acima referida, Eike dá algumas dicas para empreendedores iniciantes; entre elas, “ter um plano de negócios detalhado” e “ser muito transparente”. Só não adianta detalhar esses negócios de forma transparente apenas quando o camburão se avizinha…

 

Por um Brasil sem Populismo!

 

Não Procede a Choradeira, Meritíssimo

choradeira

Eis a sequência dos ocorridos nesta dia 22/09/2016: o Brasil acorda sabendo que a 34º fase da operação Lava-jato, um desdobramento da operação Arquivo-X, tinha como um de seus alvos de mandado de prisão provisória e busca e apreensão o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega; entrementes, ao chegar à residência do alvo, a Polícia Federal depara-se com o fato de que ele está em um hospital, acompanhando a esposa prestes a ser submetida a uma cirurgia; os agentes federais dirigem-se ao estabelecimento de saúde com uma viatura descaracterizada, telefonam para o ex-ministro, e o encontram do lado de fora do hospital; dirigem-se ao apartamento deste novamente, efetuam a busca por provas e passam a conduzi-lo a Curitiba.

A partir daí, tem início o esperneio de esquerdistas nas redes sociais, com direito a vídeo da Senadora Vanessa Grazziotin rogando por clemência com o envolvido em crimes contra o patrimônio público; algumas horas depois, o Juiz Sérgio Moro revoga a prisão provisória de Guido Mantega, para o furor daqueles que protagonizaram a choradeira, ao melhor estilo “viram só? Até o Moro, agente do FBI que quer entregar o pré-sal para os porcos imperialistas, nos deu razão!”.Alívio geral na Petralhada, que já estava temerosa por uma delação arrasa-quarteirão do Red-nosed Reindeer (apelido dado a Guido Mantega pelo Financial Times).

Nada mais incorreto. Em seu despacho, o Juiz Federal deixa claro que NÃO considerou que o cumprimento do mandado de prisão estivesse eivado de vícios insanáveis no caso em tela, e que devesse, portanto, ser anulado. Ele ponderou, sim, que levando-se em conta que a busca no apartamento de Mantega já havia sido iniciada pela polícia federal, e que o estado delicado de saúde de sua esposa geraria uma razoável certeza de que ele não irá evadir-se da Justiça (ao menos no curto prazo), tornariam desnecessária a prisão do ex-ministro.

Simples assim. E nem teria como ser diferente, pois a PF age de forma vinculada ao regramento jurídico. A prisão pode ser efetuada a qualquer hora, desde que observadas as restrições concernentes à inviolabilidade do domicílio (§ 2º, do art. 283, CPP, c/c O art. 5º, XI, da Magna Carta). Ou seja, não há previsão legal para que um agente policial deixe de efetuar a prisão diante de um caso como esse, com Guido Mantega e sua esposa no hospital. Cabia, sim, à autoridade judicial, diante dos novos fatos advindos, reconsiderar sua ordem. E assim o fez. Sim, ele, o “justiceiro” do Paraná (segundo alguns indignados com seu rigor técnico), teve o bom senso de liberar o ex-ministro. E somente ele poderia fazê-lo.

Ou seja, não procede a choradeira, meritíssimo. Sem mais.

 

Por um Brasil sem Populismo!

Governo aumenta para R$ 2,8 bilhões reserva para cobrir riscos fiscais

A regularização de recursos legalmente mantidos no exterior rendeu ao governo R$ 6,2 bilhões até agora, conforme divulgou hoje (22) o Ministério do Planejamento. As receitas extras permitiram à equipe econômica reforçar de R$ 1,6 bilhão para R$ 2,8 bilhões a reserva criada em junho para cobrir riscos fiscais no Orçamento deste ano.

O dinheiro entrará como reforço para garantir o cumprimento da meta de déficit primário de R$ 170,5 bilhões para o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – neste ano. Os números constam do Relatório de Avaliação Receitas e Despesas do quarto bimestre, elaborado pelo Ministério do Planejamento. Divulgado a cada dois meses, o documento contém estimativas de receitas e despesas que orientam a execução do Orçamento.

Compensação

Os recursos extras elevarão as reservas fiscais em R$ 1,2 bilhão. Em junho, o governo tinha anunciado a criação de uma reserva técnica de R$ 18,1 bilhões no Orçamento para compensar eventuais quedas na arrecadação e garantir o cumprimento da meta fiscal de déficit primário (resultado negativo das contas públicas sem o gasto com juros) R$ 170,5 bilhões.

Em julho, no entanto, o Planejamento anunciou que usaria R$ 16,5 bilhões da reserva para evitar novos cortes no Orçamento. Esse espaço fiscal havia sido criado após a aprovação da meta de déficit primário – resultado negativo excluindo o pagamento dos juros da dívida pública – de R$ 170,5 bilhões pelo Congresso.

Na época em que a reserva foi criada, o ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciou que o espaço fiscal permitiria ao governo absorver riscos de frustração de receitas (quando as receitas caem mais que o esperado), o impacto da renegociação da dívida dos estados e a possibilidade de que a repatriação de recursos no exterior renda ao governo menos que o esperado.

 

Agência Brasil

 

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Após classificação do Inter na Copa do Brasil, Seijas projeta reação: "Ninguém acredita na gente, mas nós acreditamos". Foto: Ricardo Duarte/Inter/Divulgação

Mudanças no Ensino Médio preveem currículo mais flexível e carga horária maior
À tarde, antes do anúncio, texto incorreto divulgado pelo MEC apontava que artes, educação física, filosofia e sociologia seriam eletivas. Ministério fez esclarecimento à noite.
Conselho Universitário vota hoje mudança em ingresso por cotas na UFRGS
Ponto polêmico é o que impossibilita disputa de vagas destinadas à ampla concorrência e reservadas a egressos de escola pública simultaneamente.
Renato vira professor para resolver problemas de finalização do Grêmio
Técnico disse que vai ajudar jogadores de ataque para que time volte a marcar gols no Brasileirão e na Copa do Brasil.
Em um mês, tarifa da CEEE deve ser reduzida em 12,18%
Empresa ainda está sob ameça de perda de concessão, mas melhorou resultados no semestre.
Polícia identifica mais envolvidos em morte de jovem no aeroporto
Ao todo, cinco pessoas estariam envolvidas no crime. Vídeo mostra mulher que teria indicado a vítima no terminal do Salgado Filho.
Do empreendedorismo ao legado do pai
Conheça Nelson Marchezan Júnior, candidato do PSDB à prefeitura, o terceiro perfil da série com todos os concorrentes em Porto Alegre.
Oscar 2017
Candidato brasileiro a vaga de filme estrangeiro, "Pequeno segredo" estreia em sessão com apenas sete pessoas em Novo Hamburgo.

Aprovação da PEC dos gastos pode ajudar na redução do juro, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nessa quarta-feira (21), durante entrevista em Nova York, que a aprovação da proposta de emenda Constitucional (PEC) 241, que limita o crescimento das despesas públicas à inflação do ano anterior, terá como consequência a redução da taxa de juros estrutural da economia brasileira. 

Brasília - Os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, falam sobre projeto do Orçamento Geral da União de 2017, enviado hoje (31) ao Congresso Nacional (Valter Campanato/Agência B

Para Henrique Meirelles, o patamar elevado de juros ocorre em função da trajetória fiscal e da incerteza fiscalArquivo/Valter Campanato/Agência Brasil

Meirelles participou ontem de reunião com empresários e investidores promovida pelo Conselho das Américas. Trechos da entrevista foram divulgados hoje (22) pelo Ministério da Fazenda.

Segundo ele, no momento em que a PEC for aprovada e que as despesas públicas sejam limitadas ao crescimento real zero, baseado na inflação do ano anterior, isso deve diminuir o juro estrutural da economia. Meirelles voltou a enfatizar que o Banco Central tem de agir de forma autônoma na condução da política monetária.

O ministro disse ainda que o patamar elevado dos juros é um movimento de longo prazo, que ocorre em função da trajetória fiscal e da incerteza fiscal.

Segundo ele, isso data da Constituição de 1988, que fixou uma evolução estrutural das despesas públicas no Brasil na medida em que mais de 75% dessas despesas são definidas pela Carta Magna. “Isso já traça um cenário fiscal que influencia o custo do dinheiro no país e é o custo de financiamento do Tesouro”, destacou.

Para o ministro, na medida em que o Brasil tenha uma trajetória da despesa pública fixada constitucionalmente com crescimento real zero é possível melhorar o cenário da taxa de juros, pois “garante uma previsibilidade enorme, corta uma incerteza, que corta prêmio de riscos fiscais e que é um componente da taxa de juros. Acredito que isso certamente terá uma influência”.

Veja a entrevista divulgada pelo Ministério da Fazenda:

Repórter: O senhor acha que há uma possibilidade de queda da taxa de juros?

Meirelles: Vou ligar e perguntar pro Ilan Goldfjan.

Repórter: Mas o senhor acha que tem probabilidade de cair o juro?

Meirelles: Não, eu não falo sobre juros. Eu estava brincando, mas, de fato, quando estava no Banco Central, disse durante muito tempo que, em primeiro lugar,  sempre defendi autonomia do Banco Central. Em segundo lugar, sempre disse que o ministro da Fazenda opinando sobre o que o Banco Central deveria ou poderia fazer é algo negativo, atrapalha o Banco Central, porque a figura do ministro da Fazenda é muito forte. Então, não vou mudar de posição porque sou eu agora o ministro. Eu continuo coerente com a ideia de que o Banco Central tem de agir de forma autônoma.

Repórter: Mas o senhor entende que, em aprovando algumas medidas de ajuste fiscal, abriria um espaço para o Banco Central para...

Meirelles: O que disse claramente lá, e tenho dito insistentemente, é que, no momento em que a PEC seja aprovada e que as despesas públicas sejam limitadas ao crescimento real zero, baseado na inflação do ano anterior, isso deve diminuir o juro estrutural da economia. O que certamente ajuda o trabalho do Banco Central, como consequência. Agora, o que o Banco Central vai fazer com a Selic é outra história. Isso é questão de sintonia fina de política monetária. Estou falando em juros estruturais da economia, que é um movimento de longo prazo.
Quer dizer, o Brasil tem juro estrutural muito alto, a razão mais importante para isso é exatamente a trajetória fiscal e a incerteza fiscal que tem caracterizado o Brasil durante um longo tempo. Na minha opinião, isso data da Constituição de 88 que fixou uma evolução estrutural das despesas públicas no Brasil na medida em que mais de 75% das despesas são definidas pela Constituição, as despesas federais. Isso aí já traça um cenário fiscal que influencia certamente o custo do dinheiro no país e é o custo de financiamento do Tesouro.
Então, na medida em que o Brasil possa de fato ter um trajetória da despesa pública que é fixado constitucionalmente, com crescimento real zero, isto é, baseado só na inflação do ano anterior, que é o teto dos gastos, na medida em que isso seja aprovado, teremos isso fixado por dez anos. E, depois, uma nova metodologia para os dez anos seguintes. Isso garante uma previsibilidade enorme, corta uma incerteza, o que corta prêmio de riscos fiscais, que é um componente da taxa de juros. Acredito que isso certamente terá uma influência.

Repórter: Ministro, hoje o Fed manteve a taxa. O que o senhor achou da decisão?

Meirelles: A decisão de política monetária do Fed, eles estão obviamente muito cuidadosos, muito preocupados de fazer um movimento na hora certa.

Repórter: Ministro, só uma curiosidade. O senhor, que conhece bem os Estados Unidos, o que acha da possibilidade de o Donald Trump se tornar presidente. O senhor acha que teria um impacto como as pessoas dizem na economia?

Meirelles:  Como ministro da Fazenda de um país estrangeiro, não me compete opinar sobre uma eleição que está se aproximando.

Repórter: Economistas dizem que teria impacto bem negativo se ele fosse eleito...

Meirelles: Vamos aguardar.

 

Agência Brasil

 

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Operação investiga um esquema de lavagem de dinheiro em campanhas eleitorais e o recebimento de vantagens indevidas por parte de agentes públicos. #GloboNews

PF deflagra nova fase da Operação Acrônimo

G1.GLOBO.COM

 

O recorde eterno de Mantega

Por Rodolfo Amstalden

"Bom dia: Mantega preso".

Quando abri meu email, hoje cedo, fui diretamente atraído pelo assunto na newsletter matinal de O Antagonista.

Mantega preso, até que enfim! - foi minha primeira reação.

Eu estava louco para clicar na notícia e entender os motivos.

Por memória, desconfiava já dos 10 mlhões de reais recebidos por Dona Xepa de empresários indicados por Mantega.

E lembrava também do codinome “Italiano” nos códigos da máfia propinocrata.

Antes de clicar, porém, quase por esporte, fiquei imaginando um universo alternativo...

Universo no qual Mantega seria um sujeito de caráter, a despeito das atrocidades que cometeu na Fazenda (atrocidades que bastariam para prendê-lo, sem dúvida).

O famoso universo gauche de tolerância-perdão ao “incompetente, porém honestíssimo”.

Um universo alternativo e imbecil.

O ministro Mantega precisava ser incompetente para ser desonesto, e precisava ser desonesto para ser incompetente.

Não podia ser coisa ou outra; dependia das duas.

E assim logrou a marca de ministro da Fazenda mais longevo da história da República.

Março de 2006 a novembro de 2014.

Torço para que ninguém supere seu recorde.

Reunião de Pauta - 22.09.2016 - A propina de Dilma

[Acesse o vídeo aqui

 

O MELHOR DO DIA


Moro solta Mantega

Sérgio Moro expediu o alvará de soltura do ex-ministro Guido Mantega. Em seu despacho, o juiz alegou que a Lava Jato não sabia que Mantega acompanhava a esposa em cirurgia. "Sem embargo da gravidade dos fatos...” [leia mais

- Moro revogou "o momento" da prisão
- A delação de Mantega
- Questão de tempo
- Ministro do STF critica prisão de Mantega


Arquivo-X bloqueia 10 milhões de reais de Mantega

Sérgio Moro determinou o bloqueio de até 10 milhões de reais das contas de cada um dos detidos na Operação Arquivo-X, num total de 80 milhões de reais. Resta saber se Guido Mantega ainda tem dinheiro em suas contas. 


Mantega, o elo

Guido Mantega é o elo entre o assalto à Petrobras e as pedaladas fiscais. Assalto e pedaladas constituíram o logro que alçou Dilma Rousseff ao poder e a fez ser reeleita.

- Que se chegue ao BNDES
- Eike, sobre o BNDES: "Você bota uma fazenda que não vale nada e aí é fácil, né?"


Eike se sentiu “compelido a doar”

Eike Batista contou ao MPF que se sentiu "compelido" a doar os 5 milhões de reais ao PT a pedido de Guido Mantega e que Mônica Moura procurou a Diretoria Jurídica de sua empresa para "instrumentalizar a doação". "O ministro não ofertou...” [veja mais

- Agenda confirma encontro entre Eike e Mantega
- Eike na Lava Jato


Propina de Eike na Offshore de Feira

Guido Mantega pediu 5 milhões de dólares em propina a Eike Batista, diz Diego Escosteguy. 2 milhões de dólares foram depositados na conta offshore de João Santana. Foi assim que Dilma Rousseff se elegeu. 

- Eles todos nos acham 100% idiotas
- Eike imita Lula
- Sob coordenação de João Santana


"Dinheiro para o Lula"

Malu Gaspar, da Piauí, contou a história da propina de Eike Batista para o PT. Vale a pena destacar uma linha: era "dinheiro para o Lula". Leia aqui: "A mulher do publicitário João Santana, Monica Moura, prometeu contar...” [leia mais

- "Moro não é mais honesto do que eu"
- Luleco fez escola
- Lula quer um pedido de desculpas


Dilma recebeu propina de Eike

Eike Batista pagou propina para a campanha de Dilma Rousseff. Foi o que ele disse em seu depoimento à Lava Jato, reproduzido pela Veja: (EIKE) Muito obrigado, obrigado pela atenção de vocês, o que eu vim esclarecer aqui e na verdade, não quero... [leia mais

- Dilma se elegeu em 2010 com propina de Eike
- Dívida de campanha?


Dirceu na Arquivo-X

José Dirceu também aparece na na 34ª fase da Lava Jato, Operação-X, informa a Coluna do Estadão. Segundo o MPF, Dirceu e sua tropa receberam 6 milhões de reais do consórcio Integra Offshore, que usava... [veja mais

- Dirceu é onipresente


Mais de 30 milhões em propinas para a ORCRIM petista

O MPF em Curitiba explica que os repasses de propina somaram 34 milhões de reais e tiveram origem em diferentes contratos para construção de plataformas de exploração do pré-sal... [leia mais


Arquivo-X no coração da Sete Brasil

Mencionamos que um dos presos da Operação Arquivo-X é o executivo Luiz Eduardo Carneiro, ex-diretor-presidente da OSX. Ele é mais do que isso... [veja mais

- O parceiro de Erenice



Jogral

Pelo menos da boca para fora, Rodrigo Maia, na Câmara, Renan Calheiros, no Senado, e Rose de Freitas, líder do governo no Congresso, estão afinadinhos: querem aprovar a PEC do teto de gastos até... [veja mais

- Guerra dos sexos

- Sonegação na Lava Jato já chega a 8 bilhões de reais

Doações de beneficiários do Bolsa Família para eleições superam R$ 15 milhões


Brasília - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Gilmar Mendes, entregou dados sobre doadores de campanha que aparecem como beneficiários do Bolsa Família ao ministro Osmar Terra, do Desenvolvimento S
Ministro Gilmar Mendes (D) entrega ao ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, dados sobre doadores de campanha que aparecem como beneficiários do Bolsa FamíliaElza Fiúza/Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou hoje (22) que o valor de doações para as eleições deste ano realizadas por beneficiários do programa Bolsa Família superou R$ 15.970 milhões até a última segunda-feira (19). Os dados foram coletados a partir de um cruzamento entre o cadastro de beneficiários de programas sociais do governo federal e o sistema de prestação de contas do tribunal.
Cerca de 16 mil pessoas que fazem parte do programa fizeram doações a partidos políticos ou candidatos. De acordo com o TSE, para o cargo de vereador foram doados R$ 12.254.281,02 por beneficiários do Bolsa Família em todo o país. 
Para o cargo de prefeito, as doações alcançaram R$ 3.511.722,48 e para os partidos R$ 204.433,00. Com a apuração, foi possível identificar que a maior doação realizada por um beneficiário do programa foi de R$ 67 mil.
Para o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, com os dados analisados, alguns valores podem indicar a ocorrência de fraude.
Cruzamento de dados
“Vamos ter de investigar, mas indica que está havendo fraude. Ou esta pessoa de fato não deveria estar recebendo o Bolsa Família. Essa é uma das hipóteses ou está ocorrendo aquele fenômeno que nós chamamos do 'caça CPF', a ideia de se manipular o CPF de alguém que está inocente nessa relação. Tudo isso terá de ser devidamente investigado”, adiantou o ministro.
De acordo com Gilmar Mendes, com o cruzamento de dados as irregularidades poderão ser identificadas antecipadamente. “No sistema anterior, só sabíamos depois, se é que sabíamos. Ficávamos sabendo quando fazíamos alguma análise das prestações de conta. Agora, estamos fazendo esse exame prévio. Estamos dialogando com o Tribunal de Contas da União, Ministério do Desenvolvimento Social, Polícia Federal, Ministério Público e Coaf. Portanto, estamos em condições muito mais confortáveis de fazer esse exame, cumprindo bem nosso papel.”
O ministro do Desenvolvimento  Social e Agrário, Osmar Terra também participou da coletiva. Segundo o ministro, os dados serão investigados. “Vai ser investigado. Às vezes está sendo usado o CPF da pessoa e ela nem sabe. Vamos fazer uma investigação. Cada caso desse vai ser investigado agora.”

Doações
Conforme as informações do TSE, do total doado pelos beneficiários do Bolsa Família mais de R$ 10.813 milhões correspondem a doações estimadas, ou seja, quando é feita em forma de prestação de serviço e não em dinheiro.
Segundo o TSE, os R$  5.157.328,45 restantes correspondem a doações em dinheiro. Os cinco partidos que mais receberam doações de beneficiários do programa foram o PTB (R$ 1.767.262,33), PMDB (R$ 1.517.122,36), PSD (R$ 1.109.949,30), PSDB (R$ 1.008.855,00) e PT (R$ 914.233,14).
No caso das doações estimadas, o PTB foi o que mais recebeu e o PSB o que teve menor caso de prestações de serviços prestados. Sobre doações financeiras, o PMDB foi o que mais recebeu doações em valores, enquanto o PP aparece com menor registro.



Muita gente não respeitou. #GloboNews


Uma invenção curiosa pode ser o futuro das entregas em domicílio, não só pela maior praticidade, mas também pelo preço do serviço:http://glo.bo/2cxxzqV


Cidade de Charlotte, nos Estados Unidos, está em estado de emergência depois de segunda noite de protestos violentos contra morte de homem negro por policiais. http://glo.bo/2cL4Azz


A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos: http://glo.bo/2cs04ry

O ministro Celso de Mello, do STF disse que o Código Penal é muito claro ao permitir que qualquer prisão seja feita em qualquer lugar:http://glo.bo/2d88QM0

Operação foi deflagrada em SP, RJ, RS, MG, BA e no Distrito Federal e teve como o principal alvo o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega:http://glo.bo/2dntkQ9


Ex-ministro da Fazenda prestou depoimento na sede da Polícia Federal:http://glo.bo/2d3IF80