Pérolas do Facebook–22.9.2016

10365780_731636006874945_5505080962803422985_n

14390819_500037050200177_5368551144435479123_n

13938534_1249558501742840_2724501861955562195_n

A imagem pode conter: texto

 

A imagem pode conter: texto

Tudo Posso Naquele Que Me FortaleceCurtir Página

20 de setembro às 23:28 ·

Cantinho da Daniela

 

 

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Cansado da conversa, o policial ameaçou. “Se em 10 minutos isso aqui não transformar em R$ 100, eu levo a senhora presa”. O frentista teve que retirar o combustível colocado no carro por causa da falta de pagamento

Casal tenta pagar gasolina com papel em branco ungido pela igreja

METROPOLES.COM

 

Mulher sai pra caçar Pokémon no meio do mato e volta grávida

Acontece: Esse negócio de Pokémon está indo longe demais… Enquanto estavam encontrando corpos ou gerando debate sobre veganismo, estava tudo…

NAOSALVO.COM.BR

Nenhum texto alternativo automático disponível.

 

Ello

 

Ello

Curated by Andreea Robescu

andreearobescu avatar

@andreearobescu: I am a multidisciplinary Barcelona-based artist with a playful and energetic style. I create striking, colourful illustrations on fashion photography and ad campaigns found in publications such as i-D, Vogue, Love, and WAD Magazine. The main idea of my project is to break the boundaries of how the body and facial features are illustrated through photography in the fashion industry. These illustrations have attracted the eye of numerous blogs and publications around the world and future plans including collaborations with several global fashion brands.
These are the kind of images that inspire my work. I have an obsession with lips and in most of my illustrations, they are the main focus. I like to explore the sensual shapes of the body and to embrace the human sexuality in an empowering and fun way.

collage of snakes and faces

artmour avatar

@artmour

Explore

woman's rear end in swimsuit

thinkoutsidethebox avatar

@thinkoutsidethebox

Explore

woman with septum piercing

wannerstedt avatar

@wannerstedt

Explore

photo of naked woman's back

thisispaper avatar

@thisispaper

Explore

lips spelling "love"

andreirobu avatar

@andreirobu

Explore

illustration of woman in yellow outfit

franzlang avatar

@franzlang

Explore

portrait of woman with painted face

ahmadbarber avatar

@ahmadbarber

Explore

illustration of lips

byisabel avatar

@byisabel

Explore

woman sticking tongue out

cocaineporetti avatar

@cocainepretti

Explore

portrait of woman's back

ahmadbarber avatar

@ahmadbarber

Explore

lips holding a cherry

thinkoutsidethebox avatar

@thinkoutsidethebox

Explore

More from Andreea Robescu

Ello
The Creators Network.

 

Pinterest

 

We found some fresh Pins for you

From the board

Politica

From the board

Politica

From the board

Politica

From the board

Brasil

From the board

Brasil

From the board

Brasil

See more Pins



Fascinating. Portugal.

527 Pins



canada city

31 Pins



Easy Art From Photos

78 Pins



Real Trains

1,167 Pins



facades & entries

75 Pins



Portugal

121 Pins

See more boards

Pinterest

Pinterest
The world's catalog of ideas

Look who's loving your Pins and boards

Gilka Pereira

Gilka Pereira saved your Pin onto Fotos Famosas.

See all the latest news

Pinterest

Pinterest
The world's catalog of ideas

 

Look who's loving your Pins and boards

See all the latest news

Marie-Ann Saldanha

Marie-Ann Saldanha saved your Pin onto THINGS OF INTEREST FOR I.S ....

Licínia Lee

Licínia Lee liked your Pin.

Dave Snake

Dave Snake liked your Pin.

Billy Tait

Billy Tait followed your board.



My favorite trips

6,144 Pins

See all the latest news

Pinterest

Pinterest
The world's catalog of ideas

 

YouTube

 

GUERRA NA SÍRIA - ARMAS IMPROVISADAS MORTEIRO

 

 

MISSEIS DE LONGO ALCANCE CAINDO SOBRE A CIDADE DE ALEPPO

 

 

COMBATES ONBOARD EM UM BLINDADO – SÍRIA

 

 

Mohammad Amin al-Husayni, em árabe أمين الحسيني, foi um líder religioso muçulmano e líder nacionalista árabe-palestino

 

 

Amin al-Husayni

Mohammad Amin al-Husayni, em árabe أمين الحسيني, (Jerusalém, 1895Beirute, 4 de julho de 1974) foi um líder religioso muçulmano e líder nacionalista árabe-palestino. Membro de uma das famílias muçulmanas mais proeminentes de Jerusalém, as suas posições mais importantes foram as de mufti e presidente do Conselho Supremo Muçulmano. Também era conhecido como Hadj Amin al-Husseini. Apesar de ser conhecido normalmente como o "grande mufti", ou "grão-mufti", ele não deteve o título oficialmente.

Foi um violento oponente do domínio britânico na sua luta pela autonomia da Palestina. Também opôs-se abertamente ao estabelecimento do "Lar Nacional Judeu" no território do Mandato Britânico da Palestina. Seu papel de opositor atingiu o ápice durante aRevolta árabe de 1936-1939, na Palestina. Em 1937, perseguido pelos britânicos, fugiu da Palestina, refugiando-se successivamente noLíbano (então mandato francês, no Reino do Iraque, na Itália (então Reino de Itália) e, finalmente, na Alemanha Nazista. Na Alemanha, encontrou-se com Adolf Hitler em 1941. e tentou obter, sem sucesso, o apoio da Alemanha à independência árabe e ao pan-arabismo, e contra o estabelecimento de um estado nacional judeu na Palestina (o futuro estado de Israel).[1]

Em 1947, obteve apoio financeiro do Marrocos, através de Ahmed Belbachir Haskouri, braço direito do califa. Durante a Guerra da Palestina de 1948 representou a Alta Comissão Árabe e se opôs tanto ao Plano de Partição da Palestina da ONU quanto às ambições do rei Abdullah I de expandir o território da Jordânia, capturando partes da Palestina.

Amin al-Husayni militou intensamente nos primeiros movimentos antissionistas, à época do Mandato Britânico. Em sua estratégia de combate à dominação colonial e de conquista da autonomia palestina, estabeleceu alianças com vários países árabes mas também com aAlemanha nazista, adversária da Grã-Bretanha na Segunda Guerra Mundial. Em troca do apoio de Hitler à causa palestina e contra o estabelecimento do estado judeu no território do Mandato, Amin al-Husayni promoveu o recrutamento de voluntários muçulmanos para a SS.

Índice

 

Início da militância

Em 1913, com 18 anos de idade, Al-Husayni, fez a peregrinação a Meca. Antes da Primeira Guerra Mundial, Al-Husayni estudou a lei islâmica por cerca de um ano naUniversidade de al-Azhar, no Cairo. Com o eclodir da Primeira Guerra Mundial, em 1914, Al-Husayni ingressou no exército turco, recebendo uma comissão como oficial da artilharia e sendo destacado para a Brigada 47, estacionada na zona da cidade de etnia predominantemente grega de Esmirna. Em novembro de 1916, Al-Husayni deixou o exército turco com uma dispensa de três meses e regressou a Jerusalém onde permaneceu até ao fim da guerra.

Em 1919, Al-Husayni fez parte do congresso Pan-Sírio que aconteceu em Damasco, no qual ele apoiou o emir Faiçal I do Iraque para Rei da Síria. Nesse ano, Al-Husayni aderiu (possivelmente teria fundado) o clube nacionalista árabe Al-Nadi Al-Arabi (em português: O Clube Árabe) em Jerusalém e escreveu artigos para o primeiro jornal a ser estabelecido na Palestina, o Suriyya al-Janubiyya (em português: Síria do Sul). O Suriyya al-Janubiyya foi publicado em Jerusalém a partir de setembro de 1919 pelo advogado Muhammad Hasan al-Budayri e editado por 'Arif al-'Arif, ambos membros proeminentes do Al-Nadi Al-Arabi.

Até finais de 1921, Al-Husayni pregava, sobretudo o Pan-Arabismo e a "Grande Síria", que definia a Palestina como uma província do Sul de um estado árabe cuja capital seria Damasco. A "Grande Síria" incluiria segundo esta perspetiva, os territórios do que hoje são a Síria, o Líbano, a Jordânia e Israel. A luta pela "Grande Síria" sofreu um colapso após o Reino Unido ter cedido o controle do que hoje são a Síria e o Líbano à França, em Julho de 1920, de acordo com o Acordo Sykes-Picot. O exército francês entrou em Damasco nessa altura, depondo o Rei Faiçal e dissolvendo a "Grande Síria".

Após esta evolução, Al-Husayni deixou de se orientar por um pan-arabismo centrado em Damasco, adotando uma ideologia nacionalista palestina centrada em Jerusalém.

Nacionalismo palestino

Após o Pogrom de abril de 1920 em Jerusalém, no qual cinco judeus do Velho Yishuv (Bairro Judaico) foram massacrados e 211 feridos, o tribunal militar britânico condenou um número considerável de árabes e judeus a penas de prisão por longos anos. Al-Husayni foi condenado à revelia (uma vez que ele já tinha fugido para a Síria) a dez anos de prisão por acusações de fomento dos tumultos do início de 1920.

Em 1921, a administração militar britânica da Palestina foi substituída por uma administração civil. O primeiro alto comissário, Herbert Samuel, decidiu abandonar as acusações contra Al-Husayni e nomeou-o "Mufti de Jerusalém", uma posição que tinha sido detida anteriormente pelo clã de Al-Husayni desde mais de um século. No ano seguinte, Samuel nomeou-o presidente do recém-formado Conselho Supremo Muçulmano, que controlava os tribunais e escolas muçulmanas e uma grande parte dos fundos angariados por doações de caráter humanitário e religioso.

Amin al-Husayni e representantes da oposição à política britânica noMandato, em reunião após os protestos de 1929.

Este método de nomeação estava em consonância com a tradição de então. Durante os anos do domínio pelo Império Turco-Otomano, os clérigos muçulmanos nomeavam três clérigos e o líder temporal secular, o califa, escolhia entre esses três, aquele que se tornaria o mufti.

Com a tomada britânica do poder na Palestina, o líder temporal secular passou a ser o "Alto Comissariado". Isto levou à situação extraordinária de um judeu, Herbert Samuel, ter sido escolhido para ser o Mufti. A única diferença foi que nesta situação foram nomeados cinco candidatos em vez de três. Certas pessoas acham que ao continuar a disputa entre os clãs Nashashibi e Husseini, os britânicos pretendiam "dividir para conquistar".

Hajj Amin al-Husayni em visita àArabia Saudita, no início dos anos 1930.

Al-Husayni chegou ao domínio do movimento árabe palestino após um confronto violento com os Nashashibis, o outro clã poderoso de Jerusalém, que tencionava a ser mais moderado e acomodado do que os Husaynis, que eram abertamente antibritânicos. Durante a maioria do período do Mandato Britânico da Palestina, a luta entre estas duas famílias enfraqueceu seriamente a eficácia dos esforços árabes. Em 1936 eles tomaram uma medida a favor da unidade, ao conseguir que todos os grupos palestinos se juntassem para criar um órgão executivo permanente conhecido como o Alto Comitê Árabe sob o comando de Al-Husayni.

O comitê convocou uma greve geral contra pagamento de impostos e pelo fechamento de governos municipais e pelo fim à imigração judaica, pela proibição da venda de terras a judeus e pela independência nacional. A greve geral resultou numa rebelião contra a autoridade britânica, durando entre 1936 e 1939. Al-Husayni foi o principal organizador da rebelião.[2] Como resultado, os britânicos removeram al-Husayni do cargo da presidência do Conselho Supremo Muçulmano e declararam o Alto Comitê Árabe ilegal. Em outubro de1937 al-Husayni fugiu para o Líbano, onde reconstituiu o comitê sob o seu domínio. Al-Husayni reteve o apoio da maioria dos palestinos árabes e usou o seu poder para punir os Nashashabis.

Em 21 de julho de 1937, ainda antes de Al-Husseini ter fugido para o Líbano, o Mufti contatou representantes do regime nacional-socialista, procurando cooperação, no consulado geral alemão em Jerusalém. Ele enviou, mais tarde, um agente e representante pessoal à Berlim para discussões com líderes nazistas, nomeadamente o SS Obergruppenfuehrer Reinhard Heydrich, o número dois da SS; seguido de Heinrich Himmler, chefe do Reichssicherheitshauptamt, RSHA (Segurança de Estado) e dos serviços secretosSicherheitsdienst (SD). [carece de fontes]

Depois, em setembro de 1937, Heydrich enviou dois oficiais da SS, SS Hauptscharfuehrer Adolf Eichmann e SS Oberscharfuehrer Herbert Hagen numa missão à Palestina, sendo um dos objetivos principais, estabelecer contacto com o Grande Mufti. [carece de fontes]

Durante este período, Husseini recebeu apoio financeiro e assistência militar da Alemanha Nazista e da Itália Fascista.

Al Husseini fomentou uma campanha internacional árabe para restaurar e melhorar a mesquita conhecida como a Cúpula da Rocha (em árabe: Kubat al-Sakhra), no Monte do Templo. O aspecto presente da paisagem no Monte do Templo foi afetado diretamente pelas atividades de angariação de fundos de Husseini. Ele angariou a vasta quantia necessária para cobrir a Cúpula da Rocha de ouro.

A rebelião forçou os britânicos a fazer concessões substanciais aos árabes em 1939. Os britânicos abandonaram a idéia de estabelecer na Palestina um estado árabe e a imigração judaica continuaria por mais cinco anos (permitindo a imigração de um total de 75.000 Judeus), a imigração posterior dependeria do consentimento árabe. Al-Husayni, no entanto, achou que as concessões não iam longe o suficientemente e repudiou esta nova política.

Atividades na Segunda Guerra Mundial

Em 1933, poucas semanas depois da chegada ao poder de Adolf Hitler na Alemanha, Al-Husayni contatou o cônsul-geral alemão do Mandato Britânico da Palestina, oferecendo-lhe os seus serviços. A oferta de Al-Husayni foi rejeitada no início, dado o receio de interferência nas relações anglo-germânicas, ao aliar-se a Alemanha com um líder manifestamente antibritânico.

Em 1938, as relações anglo-germânicas já não eram uma preocupação. A oferta de Al-Husayni foi aceita. Em Berlim, Al-Husayni desempenhou um papel significante da política inter-árabe.

Em 1939, Al-Husayni fugiu do Líbano para o Iraque.

Em Maio de 1940, o Ministério dos Negócios Estrangeiros inglês (British Foreign Office) declinou a proposta do presidente do Vaad Leumi (Conselho Nacional Judaico na Palestina) que propunha o assassinato de Al-Husayni. Mas em novembro desse ano, Winston Churchill, aprovou o plano. Em maio de 1941, vários membros do Irgun, incluindo o seu líder David Raziel, foram libertados da prisão e fugiram para o Iraque com esse objetivo. A missão foi abandonada quando Raziel foi morto por um avião alemão em Mattar.[carece de fontes]

Mohammad Amin al-Husayni, durante encontro com Adolf Hitler, em dezembro de 1941.[1]

Novembro de 1943: al-Husayni passa em revista tropas de voluntáriosmuçulmanos bósnios da SS .

Em 1941, após ter organizado um golpe de estado pró-nazista no Iraque, sem sucesso, Al-Husseini fugiu para a Europa. Encontrou-se com Joachim von Ribbentropp e foi oficialmente recebido por Adolf Hitler, em 28 de Novembro de 1941, em Berlim. O Reichsfuehrer-SSHeinrich Himmler fez de Al-Husseini um SS Gruppenfuehrer. O regime nazista estabeleceu para "der Grossmufti Von Jerusalem" um escritório pessoal a partir do qual ele organizava o seguinte:[carece de fontes]

  • Propaganda na rádio a favor da ideologia nazista;
  • Espionagem e atividades de subversão em regiões muçulmanas da Europa e do Oriente Médio;
  • Constituição das unidades muçulmanas da Waffen SS e Wehrmacht na Bósnia, Bálcãs, Norte da África e zonas ocupadas na União Soviética;[carece de fontes]
  • Formação de escolas e centros de treino militar para imanes muçulmanos e mulás, que deveriam acompanhar as unidades muçulmanas da SS e Wehrmacht.[carece de fontes]

Logo após a chegada à Europa, o mufti estabeleceu contatos com os líderes muçulmanos da Bósnia e da Albânia. Ele iria passar o resto da guerra organizando e motivando os muçulmanos em apoio à Alemanha.

No início de 1943, Al-Husayni teve um importante papel na organização, formação e integração de muçulmanos da Bósnia em várias unidades da Waffen SS e outras unidades. [carece de fontes]

A maior foi a 13a Divisão "Handschar" (21.065 homens), que conduziu operações contra os comunistas nos Bálcãs, a partir de fevereiro de 1944. Foi responsável por atrocidades praticadas contra civis, em especial prisioneiros judeus.

A Divisão 21 "Kama" (3.793 homens) não chegou a ter força operacional e foi desmontada após cinco meses, sendo o seu pessoal transferido para outras unidades.

Unidades adicionais incluem um regimento muçulmano SS de autodefesa na região de Rashka (Sandzak) da Sérvia, a Legião Árabe (Arabisches Freiheitskorps), a Brigada Árabe e o Ostmusselmanische SS-Regiment.[carece de fontes]

Atividades no Pós-Guerra

Após a guerra, Al-Husayni foi preso por pouco tempo na França, mas escapou e recebeu exílio no Egito. Grupos sionistas fizeram uma petição aos britânicos para que ele fosse processado e julgado como criminoso de guerra. Os britânicos declinaram, em parte porque consideravam as provas insuficientes, mas também porque tal decisão iria gerar problemas adicionais na Palestina e no Egito, onde Al-Husayni ainda era popular. A República Socialista da Iugoslávia também pediu a sua extradição, sem sucesso.

Em 1948, Al-Husayni foi declarado presidente do governo palestino da Faixa de Gaza. Em 1º de outubro, foi declarado um estado independente da Palestina, abrangendo toda a Palestina e tendo Jerusalém como capital. Este governo foi reconhecido pelo Egito, Síria, Líbano, Iraque, Arábia Saudita e Iêmen, mas não pela Jordânia, nem pelos estados não árabes. O seu governo estava totalmente dependente do Egito. O Egito anulou o governo palestino por decreto em 1959. O fracasso desta iniciativa e o fato de Al-Husayni ter sido aliado das forças do Eixo, derrotadas na Segunda Guerra Mundial, foram fatores que enfraqueceram o Nacionalismo Árabe Palestino nos anos 1950.

Al-Husayni morreu em Beirute, Líbano em 1974. Ele desejava ser enterrado em Jerusalém, mas nessa época Israel já havia capturado Jerusalém Oriental à Jordânia, desde aGuerra dos Seis Dias (1967), e o governo israelense não permitiu o sepultamento no território ocupado. A neta de Al-Husayni casou-se com Ali Hassan Salameh, fundador daOrganização Setembro Negro.

Referências

  1. Ir para:a b Israel to use Hitler shot for PR - BBC News, 22 de julho de 2009. Segundo a BBC, as embaixadas israelenses foram instruídas a usar, como peça de "relações públicas", a foto do encontro de Hitler com al-Husayni. A divulgação da foto estaria relacionada à implantação de um polêmico projeto habitacional para judeus no território ocupado de Jerusalém Oriental, no terreno onde está um antigo hotel que pertenceu a al-Husayni.
  2. Ir para cima↑ Biografia de Mohammed Amin AL-HUSSEINI (HAJ) (1895-1974) (em inglês)
Em inglês
  • P. Mattar, Al-Husayni and Iraq's quest for independence, 1939-1941, Arab Studies Quarterly 6,4 (1984), 267-281.
  • R. Khalidi, The Formation of Palestinian Identity: The Critical Years, 1917-1923, Rethinking Nationalism in the Arab Middle East, Israel Gershoni and James Jankowski, editors

Ver também

Ligações externas

Wikipédia

 

Saiba mais:

Amin al-Husseini - Wikipedia, the free encyclopedia
Amigo de Israel: Hitler e o Grande Mufti de Jerusalém (COM VÍDEOS)
Foi o mufti de Jerusalém que sugeriu a "solução final" a Hitler? – Público
Quem foi o terrível Amin al Husayni, a quem Netanyahu atribui o ...
The Mufti and the Führer | Jewish Virtual Library

Imagens de Amin al-Husseini, o Grande Mufti de Jerusalém

Mais imagens para Amin al-Husseini, o Grande Mufti de Jerusalém

Haj Amin al-Husseini | Jewish Virtual Library
Who Was Haj Amin al-Husseini, the Grand Mufti of Jerusalem? - Israel ...
What Hitler and the Grand Mufti Really Said | TIME

Adriana Varejão, artista plástica

download (27)10341_10146555214-628x471adriana-varejao-artes-plasticasdownload (28)

Adriana Varejão (Rio de Janeiro, 1964) é uma artista plástica brasileira contemporânea.

Adriana Varejão, Panacea Phantastica, 2003 – 2008, Inhotim, MG.

Participou de diversas exposições nacionais e internacionais, entre elas, na Bienal de São Paulo, Tate Modern em Londres e MoMa emNova Iorque. Trabalha bastante com azulejos e está entre as mais bem-sucedidas do circuito mundial.[1]

Sua obra tem como base o período colonial brasileiro e se inspira nos botequins cariocas e nos banheiros públicos europeus.

Índice

 

1Biografia

Biografia

Adriana Varejão nasceu no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha atualmente. Realizou sua primeira exposição individual em 1988 e na mesma época participou de uma coletiva noStedelijk Museum, Amsterdã. Participou de importantes Bienais como Veneza e São Paulo e sua obra já foi mostrada em grandes instituições internacionais como MOMA (NY),Fundação Cartier em Paris, Centro Cultural de Belém em Lisboa e Hara Museum em Tóquio. Em 2008, foi inaugurado um pavilhão com obras suas no Centro de Arte Contemporânea Inhotim em Minas Gerais. Adriana está presente em acervos de importantes instituições, entre elas Tate Modern em Londres, Fundação Cartier (Paris), Stedelijk Museum (Amsterdã), Guggenheim (Nova Iorque) e Hara Museum (Tóquio).

Através da releitura de elementos visuais incorporados à cultura brasileira pela colonização, como a pintura de azulejos portugueses, ou a referência à crueza e agressividade da matéria nos trabalhos com “carne”, a artista discute relações paradoxais entre sensualidade e dor(fetiches), violência e exuberância. Seus trabalhos mais recentes trazem referências voltadas para a arquitetura, inspirada em espaços como açougues, botequins, saunas, piscinas etc, e abordam questões tradicionais da pintura, como cor, textura e perspectiva.

Exposições Individuais

  • 2012 – Adriana Varejão, Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil
  • 2011 – Victoria Miro Gallery, London, UK
  • 2009 – Galeria Fortes Vilaça, São Paulo, Brasil

Lehmann Maupin Gallery, New York, USA

  • 2008 – Centro de Arte Contemporânea Inhotim, Minas Gerais, Brasil

Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, Brasil

  • 2007 – Hara Museum, Tokyo, Japan
  • 2006 – Fotografia como Pintura, Sesc Petrópolis, Rio de Janeiro, Brasil
  • 2005 – Chambre d"échos/Câmara de Ecos, Fondation Cartier Pour L´Art Contemporain, Paris, France

Centro Cultural de Belém, Lisboa, Portugal DA2 – Domus Artium 2002 Salamanca, Spain Galeria Fortes Vilaça, São Paulo, Brasil

  • 2004 – Saunas, Victoria Miro Gallery, London, UK
  • 2003 – Lehmann Maupin Gallery, New York, USA
  • 2002 – Galeria Fortes Vilaça, São Paulo, Brasil

Galeria Soledad Lorenzo, Madrid, Spain Victoria Miro Gallery, London, UK

  • 2001 – Azulejões, Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, Brasil

Azulejões, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, Brasil Galeria Pedro Oliveira, Porto, Portugal

  • 2000 – Azulejões e Charques, Galeria Camargo Vilaça, São Paulo, Brasil

Bildmuseet, Umea, Sweden Borås Konstmuseum, Borås, Sweden Lehmann Maupin Gallery, New York, USA

  • 1999 – Alegria, Galeria Camargo Vilaça, São Paulo, Brasil
  • 1998 – Trading Images, Pavilhão Branco, Instituto de Arte Contemporânea, Lisboa, Portugal

Galeria Soledad Lorenzo, Madrid, Spain

  • 1997 – Galeria Ghislaine Hussenot, Paris, France
  • 1996 – Galeria Barbara Farber, Amsterdam, Netherlands

Galeria Camargo Vilaça, São Paulo, Brasil

  • 1995 – Annina Nosei Gallery, New York, USA
  • 1993 – Thomas Cohn Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil
  • 1992 – Galeria Barbara Farber, Amsterdam, Netherlands

Galeria Luisa Strina, São Paulo, Brasil

  • 1991 – Thomas Cohn Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil
  • 1988 – Thomas Cohn Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, Brasil

Referências

  1. Ir para cima↑ Zylberkan, Mariana. Livro mapeia a nova geração de pintores brasileiros e sua busca pela reinvenção do uso da imagem, Veja onine, 15/04/2012.

Ligações externas

 

Wikipédia

Saiba mais:

Adriana Varejão - Obras, biografia e vida - Escritório de Arte

Imagens de Adriana Varejão, artista plástica

Mais imagens para Adriana Varejão, artista plástica

Adriana Varejão - Vida e obra – Obvious
A trajetória artística de Adriana Varejão – Obvious
Adriana Varejão - Enciclopédia Itaú Cultural
Adriana Varejão [Artista Plástica Brasileira] | Revista Biografia
Galeria Adriana Varejão : Inhotim
Adriana Varejão
Adriana Varejão - Tpm

Adriana Cutino, jornalista da TV Tribuna

 

adriana-cutino-xdsc0765212112327_501389550039027_3507127028084715320_nadriana-cutino-magra-tvtribunahqdefault (1)95d31zmhga51ndi53pm05jal016613_612657168828383_1450448283_nviver-bem-at-materiaadrianacutino20160118134442_70403173933986_527345767359524_340285670_n

Saiba mais:

 

Imagens de adriana cutino

Mais imagens para adriana cutino

Rede Globo > tv tribuna - Adriana Cutino ensina receita de creme de ...
Rede Globo > tv tribuna - Adriana Cutino exibe novo visual e aposta ...
Adriana Cutino | Facebook
Adriana Cutino | Facebook
Adriana Cutino Perfis | Facebook
Adriana Cutino Profiles | Facebook
Adriana Cutino | O Sul

Jornalista da Globo sofre assalto durante reportagem para o ...
adriana cutino repórter globo afiliada – Registro POP

MARTA SUPLICY FOGE DA ESQUERDA: SINAL DE QUE O MONOPÓLIO DAS VIRTUDES DO ESQUERDISMO SAIU DE MODA

blog

Ainda prevalece no imaginário popular a ideia absurda de que se preocupar com os pobres significa ser de esquerda. Mas isso é baboseira pura, e cada vez mais gente percebe isso. Ser de esquerda, na prática, significa defender meios estatizantes e coletivistas que costumam sempre fracassar. Ninguém tem o monopólio das virtudes, das boas intenções. Mas é justamente nisso que ainda se pendura o esquerdismo, atraindo até o que é novo ao discurso velho.

Enquanto isso, Marta Suplicy, petista até “ontem”, vai à contramão e tenta se afastar da esquerda, cada vez mais manchada pelo fracasso petista e a defesa canalha de suas linhas auxiliares à “tese” do golpe. Sim, ser de esquerda no Brasil, hoje, quer dizer estar ao lado de gente patética como a turma do PT, do PSOL, do PCdoB e da Rede. Ou seja, atestado de estupidez ou de malandragem indecente.

A Folha perguntou a Marta Suplicy se ela ainda se considerava de esquerda. Ela respondeu: “Olha, eu nunca nem me coloquei assim, né? Eu acho que neste mundo hoje depende do que você chama de esquerda. Tem valores tão, tão retrógrados que são chamados de esquerda que eu não me identifico em absoluto. Eu tenho valores que eu diria que são cada vez mais de inclusão das pessoas, de respeito à cidadania”.

Pensar na inclusão das pessoas e no respeito à cidadania não tem nada a ver com ser de esquerda. Defender os mais pobres não é bandeira de esquerda. O que deve ser discutido é o método para se atingir determinado fim. Todos, à exceção dos sociopatas, desejam melhores condições de vida aos mais pobres. A questão é: como? E aqui é que começa a ser definido se a pessoa é de esquerda ou de direita.

Alexandre Borges (não o ator “moderninho”, mas meu amigo que entende muito de filosofia política) escreveu para o Senso Incomum um excelente artigo sobre o assunto, matador mesmo. Ele bate nesses “isentões” que tentam pairar sempre acima das “ideologias”, que se dizem “pragmáticos”, mas no fundo defendem claramente uma visão de mundo (e normalmente ela é de… esquerda). Seguem alguns trechos, mas recomendo o texto na íntegra:

Pode parecer moderninho ser “isentão”, mas a estratégia de dizer “eu sou racional, só me preocupo com o que dá certo, meus adversários estão presos em ideologias e abstrações” é, segundo Jonah Goldberg, de Napoleão Bonaparte (1769–1821), ou seja, tem pelo menos 200 anos.

[…]

A esquerda até hoje sofre deste ranço marxista de colar na testa dos adversários todo tipo de rótulo para fugir da discussão. A tática serve para reforçar, de forma intelectualmente desonesta, que seu lado estaria apenas defendendo o bom senso, a razão, a ciência, a marcha de história e o que dá certo. De Woodrow Wilson a Barack Obama, os presidentes americanos mais à esquerda também embarcaram na narrativa. Obama chegou a dizer que os EUA precisavam de uma nova declaração de independência, mas nesse caso uma libertação da “ideologia”, “preconceito” e “pensamento pequeno”. E como não cometer esses erros tão feios? Concordar com Obama, claro.

[…]

Todo pensamento traz o eco de uma cosmovisão (a “Weltanschauung” da qual tratou Freud e tantos outros), de uma maneira de ver o mundo. Você pode pegar uma informação concreta, como o número de pobres que ainda existem, e dizer “o livre mercado deu certo porque tirou bilhões da pobreza” ou “o livre mercado deu errado porque ainda há pobres”. Quais dos dois está certo? Quem deveria estar formulando a política econômica do país, o que acredita que o livre mercado deu certo, e portanto é preciso investir ainda mais na redução do estado, ou o segundo que quer regular e controlar os mercados? Cada um terá uma posição que nasce de uma escala de valores e prioridades. Você considera um embrião uma vida ou um bando de células? É uma escolha subjetiva e você não deveria se envergonhar disso, ela será apenas um reflexo de quem você é, de como você pensa, sente e reage ao mundo.

[…]

Quanto maior o estado, menos solidariedade privada ou, para usar o termo sociológico, menos “capital social”. Se o estado toma o dinheiro da sociedade, o cidadão muda o foco de doador para potencial receptor, ele passa naturalmente a lutar pelo dinheiro dos outros que foi apropriado pelo governo. Como o socialismo destrói a capacidade de produção de riquezas de qualquer país, o número de doadores privados tende a zero enquanto a quantidade de necessitados não para de aumentar até a economia entrar em colapso, como estamos vemos agora na Venezuela.

Um dos países menos filantropos do mundo é a França, berço de quase todas as idéias de esquerda e, de longe, a maior influenciadora da intelectualidade e das universidades brasileiras. No Brasil, uma ex-colônia lusitana mas uma colônia mental francesa há mais de um século, ajudar é “função do estado” e das leis que devem “garantir direitos”. O resultado está aí.

[…]

Regimes fortemente estatistas e intervencionistas como o fascismo italiano, o nazismo, o “desenvolvimentismo” brasileiro, o bolivariano, entre outros, são tudo menos regimes liberais, mesmo que convivam com a iniciativa privada, empresas e empresários. Não é a existência de “corporações” e de “federações de indústrias”, versões modernas das guildas medievais, que caracterizam regimes liberais ou “de direita”. São os regimes livres, que não apenas facilitam a criação de novas empresas como desregulamentam radicalmente a economia para que qualquer inovador possa competir com as corporações, que podem ser chamados de liberais clássicos (e não liberais no sentido americano, que desde FDR passou a significar “progressista” ou “esquerdista” em português). São economias antiliberais e “de esquerda” as que, mesmo formalmente convivendo com empresas, criam tantos constrangimentos para o surgimento e crescimento de novas empresas. Estatização é coisa do tempo da sua avó.

[…]

Esquerdistas que se opõem visceralmente à iniciativa privada, que querem sua eliminação imediata, são exceções atualmente. A esquerda já entendeu que a eliminação rápida da iniciativa privada quebra os países rapidamente, por isso se diz que “o socialista é um comunista sem pressa”. A meta é a mesma, o que muda é o método.

[…]

Neste sentido, o esquerdista não é, nunca foi e nunca será mais “solidário” ou “preocupado com os pobres”, e não apenas no sentido econômico, mas também por entregar ao estado a função da solidariedade privada, sufocando o incentivo social para a caridade individual. O intervencionismo estatal na sociedade asfixia a cidadania e, com ela, a solidariedade individual.

[…]

O poeta francês Charles Baudelaire dizia que o grande truque do diabo é fingir que não existe. É um aviso que você nunca deveria esquecer.

Pois é: vamos parar com essa coisa de “sou de esquerda porque me preocupo com os mais pobres”, e também com essa tentativa de se colocar acima de ideologias, como se fosse o único ser pensante em meio a vários alienados. O que deve ser debatido são os meios pregados para determinados fins, e aí sim, podemos confrontar as propostas com as boas teorias e, principalmente, com a história, com aquilo que, de fato, funcionou ou não.

É por fazer isso que tanta gente inteligente acaba na direita, não na esquerda. Não podemos aceitar a pecha de “insensíveis” por conta de uma estratégia desonesta da esquerda. Se até a petista Marta Suplicy (sim, você sai do PT, mas o PT sai de você?) já percebeu que nada ganha hoje ao se dizer de esquerda, uma vez que o esquerdismo está mais manchado do que uma vaca, então é sinal de que o esquerdismo saiu da moda, e essa tática de monopolizar as boas intenções não cola mais.

Sou de direita porque me preocupo com os pobres, e sei que o livre mercado é o melhor caminho para gerar riqueza. Sou de direita porque ligo para as minorias, e sei que a menor de todas é o indivíduo, e só o liberalismo valoriza o indivíduo contra os diferentes tipos de coletivismo. Sou de direita porque valorizo a vida, a propriedade privada e a liberdade, bens que são caros a todos, inclusive aos mais pobres. Sou de direita porque sei que as receitas esquerdistas não funcionam, e prejudicam aqueles que supostamente deveriam ajudar.

Cogito, ergo sum (de direita).

Rodrigo Constantino

Pagando juros altos, consumidor tem acesso a empréstimo até sete vezes maior que o salário

Levantamento da Proteste Associação de Consumidores alerta que instituições financeiras têm oferecido crédito de forma desenfreada, o que pode levar a dívidas impagáveis
As linhas de crédito mais caras do mercado, o cartão de crédito e cheque especial são as de mais fácil acesso ao consumidor, apesar dos juros, ultrapassarem 400% ao ano, no caso do cartão. Pesquisa da Proteste Associação de Consumidores, alerta que o crédito caro e emergencial está sendo concedido de forma desenfreada. Segundo a Proteste conseguir no mercado empréstimos em várias instituições bancárias é fácil e pode tornar uma dívida impagável. O valor do empréstimo pode ser até oito vezes maior que o a renda mensal do consumidor.
Levantamento da instituição avaliou três perfis reais de consumidores com renda entre R$ 3 mil e R$ 10 mil. No caso do consumidor com renda de aproximadamente R$ 10 mil foi constado conta corrente em sete bancos, o que lhe garantiu crédito total aprovado de mais de R$ 213 mil. Desse valor, R$ 76 mil podem ser usados em um único mês. "Basta gastar o limite de todos os cartões de crédito e usar o cheque especial de todos os bancos", explica a Proteste.
No modelo de empréstimo avaliado, o valor do empréstimo precisa ser pago integralmente no mês seguinte para evitar juros de atraso e rotativo, por exemplo. "Sendo a dívida quase oito vezes maior do que o salário, é praticamente impossível pagá-la. É aí que a dívida vai se tornar impagável, principalmente diante do aumento do desemprego, queda da renda e persistência da inflação", reforça a instituição.
Em outro caso avaliado pela Proteste, o consumidor possui uma renda entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, levamos em consideração que a renda é desse consumidor é de R$ 4 mil e só o banco Itaú disponibiliza para ele R$ 32 mil, entre cartão de crédito, cheque especial e crédito pré-aprovado. O crédito é oito vezes superior à renda.
“O crédito pré-aprovado já está na conta, não precisa de autorização, e o consumidor acaba sendo fisgado pela facilidade e se enrola facilmente”, afirma Renata Pedro, técnica da Proteste . Mas não é só dos bancos a responsabilidade de se evitar os altos níveis de endividamento. “Os bancos precisam oferecer crédito consciente, mas também é dever do consumidor ter um orçamento equilibrado e não gastar mais do que deve”, destaca Renata.
Para evitar a bola de neve a Proteste orienta a nunca ultrapassar 30% da renda mensal com parcelas; pagar o total da fatura do cartão de crédito até a data do vencimento;
Rever os gastos e fazer cortes quando necessário; evitar fazer compras que não são urgentes; e nunca gastar mais do que se tem. Para isto é importante fazer planejamento mensal se possível com auxílio de uma planilha.
Fonte: Estado de Minas - em.com.br - 20/09/2016 e Endividado

SEU FILHO PODERÁ IR PARA A ESCOLA DE SAIA AGORA: NÃO É FOFO?

Fonte: GLOBO

Fonte: GLOBO

O Colégio Pedro II extinguiu a distinção do uniforme escolar por gênero, conforme antecipou a coluna de Ancelmo Gois na edição desta segunda-feira do GLOBO. Antes, a escola estabelecia as peças do vestuário destinadas aos meninos (uniforme masculino) e aquelas para uso das meninas (uniforme feminino). Agora, a escola traz apenas a nomenclatura “uniforme”, ficando a cargo dos alunos a opção por qualquer um deles. A resolução que altera a norma passou a valer no dia 14 de setembro.

– A novidade é que não se determina o que é uniforme masculino e o que é uniforme feminino, apenas são descritas as opções de uniforme do Colégio Pedro II. Propositalmente, deixa-se à critério da identidade de gênero de cada um a escolha do uniforme que lhe couber- afirmou o reitor da instituição, Oscar Halac.

De acordo com o reitor, medida é importante para resguardar os alunos sofrem com a imposição de gênero colocada pela sociedade.

– Procuramos de alguma maneira contribuir para que não haja sofrimento desnecessário entre aqueles que se colocam com uma identidade de gênero diferente daquela que a sociedade determina. Creio que a escola não deve estar desvinculada de seu tempo e momento histórico. A tradição não importa em anacronia, mas pode e deve significar nossa capacidade de evoluir e de inovar- defendeu Halac.

O que dizer? Pare o mundo que eu quero descer! Talvez seja só isso que nos reste: bradar contra a insanidade, a loucura do politicamente correto, que vem afeminando os rapazes há décadas com os aplausos do feminismo, um movimento de barangas recalcadas e ressentidas.

Ninguém mais precisa escolher nada. O jovem pode tudo! Pode ser homem, mulher, gay, cisgênero (?), adepto do “poliamor”, e vamos que vamos, em frente rumo ao precipício. Havia mais dignidade no passado, quando um homem tinha que ser “macho” para optar por sua homossexualidade. Até nisso regredimos: na era do “vale tudo”, do “é proibido proibir”, o lindo é cada um dar vazão aos seus apetites e instintos, sem qualquer tipo de freio, desde que limitados ao politicamente correto, claro.

É patético! Já vejo esses “corajosos” garotos enfrentando os malucos islâmicos, como fizeram os alemães em protesto contra suas mulheres estupradas: vão vestir saias e sair às ruas contra a “intolerância”. Macho homem é espécie em extinção, pelo visto. Como foi que as mulheres deixaram a coisa chegar a esse ponto, influenciadas pelas feministas obtusas e invejosas? Que mulher de verdade suporta um “homem” tão “sensível” e “delicado”? Vejam o resultado prático dessa postura:

Cristiano Carvalho, um advogado, escreveu:

“Imposição de gênero”, “identidade de gênero “… Deve ter papais que acham lindo isso.

Realmente, tento ser otimista, mas às vezes penso que a espécie humana é um projeto fracassado e tende a se extinguir… A seleção das espécies não tolera a imbecilidade.

Lembrem que os dinossauros duraram cerca de 175 vezes o que a raça humana viveu (estou considerando, com muita generosidade, que a raça humana teria 1 milhão de anos, levando em conta todos os hominídeos anteriores até desembocar no homo sapiens sapiens. Ainda assim, nossa cultura não tem mais de 10 mil parcos anos). Não se tem registro de dinossauros discutindo questões de gênero.

PS. Na minha época de colégio, se esses moleques chegassem vestidos assim, querendo dar uma de politicamente corretos, tomariam merecidamente uma sova, daquelas bem dadas. O único perdão seria, claro, se fosse uma pragmática estratégia qualquer pra se dar bem e pegar as meninas. Não parece ser o caso aqui…

Não parece mesmo. Como eu disse: que mulher de verdade vai gostar de um rapaz tão “sensível” a esse ponto patético? Mulheres gostam de homens. E homens não vestem saias para “protestar em nome da tolerância”, tampouco repetem essa baboseira de “identidade de gênero”. Isso é coisa de gente ridícula, sem noção, confusa, covarde.

E depois ainda temos que escutar os esquerdistas negando que há doutrinação ideológica nas escolas e chamando os defensores do Escola Sem Partido de “radicais”. Sim, radical é mesmo defender que meninos usem um uniforme e meninas, outro. Ser moderninho, moderado e tolerante é pregar que essa coisa de “meninos” e “meninas” está ultrapassada, que cada um é o que bem quiser, quando quiser, e ninguém tem nada com isso. Chega de escolhas, de restrições, de destino biológico.

Hoje quero ser um golfinho. Por que não? O South Park fez troça com essa babaquice, levando ao extremo de uma transformação de espécie. Eis o resultado:

 

O mundo está cada vez mais ridículo mesmo. Virem homens, rapazes! Tirem essas saias femininas e aprendam a defender suas mulheres, e protegê-las como machos. Não acreditem no discurso politicamente correto das feminazis, pois isso é uma tática de torná-los seres patéticos e dispensáveis como uma fralda suja. Mulher de verdade gosta de homem de verdade. Se seus papais são covardes a ponto de não lhes tocar a real, eu digo aqui, papo reto: esse caminho é uma furada!

PS: O texto está com alta repercussão, e alguns leitores me acusam de não ser um liberal. Ou seja, agora, para ser liberal, tem que aplaudir a campanha de identidade de gênero, o movimento feminista e o movimento LGBT (que são socialistas), e achar lindo os jovens rapazes cada vez mais afeminados e sendo incentivados a usar saia, e meninas cabeludas e masculinizadas. Esses “liberais” não entenderam absolutamente nada do liberalismo, tampouco da guerra cultural que vem desde Gramsci e a Escola de Frankfurt. São idiotas úteis dos socialistas. A eles ofereço meu curso Declínio da Civilização: salvando o liberalismo dos “liberais”.

Rodrigo Constantino

Afinal, um ponto-extra de TV a cabo pode ou não ser cobrado?

Segundo a Anatel, vale cobrar por instalação, aluguel do decodificador e reparos
Se você possui TV a cabo, já deve ter recebido a proposta de inserir um ponto-extra ao seu pacote contratado. Essa opção se trata de um ponto adicional que é ativado no mesmo endereço do ponto principal do consumidor.
A prestadora pode oferecer ponto-extra aos clientes caso tenha disponibilidade em sua rede.  Neste caso, se você aceitar as condições para a aquisição, a operadora deve realizar a instalação do serviço na sua casa.
Cobrança
De acordo com o artigo 29 da resolução 488 da Anatel, a empresa pode cobrar pela instalação do ponto-extra. Mas a cobrança só pode acontecer uma vez. Além disso, a operadora pode cobrar aluguel pela disponibilidade do decodificador, e também por solicitações de reparos na rede interna e no decodificador. Se essas cobranças forem feitas, a operadora deve discriminar o valor de cada uma separadamente no documento de cobrança.
Valor do contrato não aumenta
A Anatel diz ainda que o consumidor pagará apenas pela programação do ponto-principal. A prestadora não pode cobrar valor adicional pela programação exibida nos pontos-extras instaladas no mesmo endereço residencial, mesmo em caso de contratação de pay-per-view.
Ou seja, o pacote de canais contratados por você deve estar disponível de forma integral em todos os pontos-extras de sua casa.
Fonte: Anatel - 20/09/2016 e Endividado