A POLITIZAÇÃO DE “AQUARIUS” É ESTRATÉGIA DE MARKETING COM CORES FASCISTAS

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A esquerda politiza tudo. Eis sua marca registrada: até o sexo passa a ser política. Tudo é política! Quem dizia mesmo “tudo no estado, pelo estado, nada fora do estado”? Pois é. A esquerda quer asfixiar até o último respiro de independência individual, da esfera do privado. Qualquer opinião, qualquer preferência, qualquer coisa deve passar pelo filtro da política, da ideologia. E um ótimo exemplo recente disso está no filme “Aquarius”.

Esse foi o tema da coluna de Carlos Andreazza hoje no GLOBO. O editor da Record mostrou como partiu do próprio diretor Kleber Mendonça Filho a ideia de politizar seu filme, de transformá-lo em bandeira política e partidária, quando sua equipe, com cartazes em punho em Cannes, associou a obra diretamente ao “Fora, Temer”. Andreazza resume:

Ali, o cineasta fez uma opção. Não para si, mas para seu filme. Ali, para além do que vai na tela, ele apresentou também o roteiro de como “Aquarius” deveria ser projetado por seus divulgadores e percebido pelo público. Ali, definiu o tom, a realidade — a narrativa, esta maldita — à qual submeteria sua arte e com a qual operaria a mais oportunista campanha de marketing da história do cinema nacional.

Desde então, não havia mais espaço para a simples preferência subjetiva, para o julgamento independente. Se você não gostou do filme, você é um “golpista”. Aquilo que pertencia à esfera privada virou uma espécie de atestado de “correção” política: só quem apreciou e aplaudiu o filme é um legítimo “democrata”, daqueles que defendem o PT, o regime venezuelano e a fantástica “democracia” cubana. Andreazza conclui:

Já não é aceitável considerar “Aquarius” uma obra comum, mediana ou mesmo correta, boa, legalzinha, sem que sobre essa modesta impressão individual recaia o juízo de que fruto de um olhar ideológico. (Só Kleber Mendonça Filho e o pessoal do Edifício Solaris — ops!, perdão, Aquarius — podem manipular a política e a ideologia.) Assim, o filme já não tem críticos, mas inimigos. Já não tem admiradores, mas militantes. Diga, com base nos números, que não é um sucesso de público — e leve um “Fora, Temer!” na cara. Não amar “Aquarius” é de repente se ver posicionado na luta de classes — contra o povo oprimido. Não amar “Aquarius” é discurso de ódio. Bolsonaro!

Onde estamos?

Próximos ao momento em que não será mais possível contrariar um petista (os interesses de um petista) sem ser chamado de canalha, de golpista. E isso tem nome: fascismo.

Exato. Aliás, lembrei quem dizia aquela frase do começo, de que tudo deve passar pelo estado, pela esfera política: era Mussolini. O mesmo que foi socialista na juventude. Sim, o líder dos fascistas. Quem quer politizar tudo hoje em dia é a esquerda radical, o PT, o PSOL, o PCdoB e a Rede. São os mesmos que adoram rotular todo aquele que diverge de sua receita socialista de “fascista”. Não é irônico que a postura fascista venha justamente dessa turma?

Rodrigo Constantino

Governo troca comando da Funai

O Ministério da Justiça trocou o comando da Fundação Nacional do Índio (Funai). A exoneração de Artur Nobre Mendes foi publicada hoje (20) no Diário Oficial da União, junto com a nomeação de Agostinho do Nascimento Netto.

Netto era assessor especial do Ministério da Justiça desde junho. A Funai é o órgão indigenista oficial, criada em 1967 pela Lei nº 5.371 e vinculada ao Ministério da Justiça.

Na última sexta-feira (16), a fundação criticou a organização dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 por uma menção a costumes indígenas feita durante o revezamento da tocha paralímpica.

Uma das condutoras foi a menina Iganani Suruwaha, que nasceu com paralisia cerebral. Na apresentação da indígena, a Rio 2016 disse que a menina e a mãe tiveram que deixar a comunidade onde viviam para “evitar o infanticídio indígena”.

Em carta de repúdio, a Funai disse que a informação do Comitê Organizados dos Jogos promove “ofensa e desrespeito aos povos indígenas do Brasil, referindo-se ao 'infanticídio ou homicídio, abuso sexual, estupro individual ou coletivo, escravidão, tortura, abandono de vulneráveis e violência doméstica' como 'práticas tradicionais' indígenas”.

Segundo a entidade indigenista, o posicionamento da Rio 2016 se baseia no Projeto de Lei 1057/2007, conhecido como Lei Muwaji, aprovado pelo plenário da Câmara em agosto de 2015, que, segundo a Funai, desconsidera a falta de dados concretos sobre a suposta prática de infanticídio.

“Não existem dados coletados com rigor e em número suficiente para afirmar que essa seja uma ação frequente e costumeira por parte de povos indígenas, como se tem alardeado. A alegação dessa suposta prática serve, muitas vezes, como tentativa de criminalização e demonstração de preconceito contra os povos indígenas, e também como justificativa para penalizar servidores públicos que atuam em áreas indígenas”, criticou a Funai no texto.

Em nota enviada à Agência Brasil, o Ministério da Justiça e Cidadania informa que a nomeação de Agostinho do Nascimento Netto “se trata de uma ação administrativa já prevista e representa mais uma das etapas no processo de dinamização das ações administrativas da Funai”.

 

Agência Brasil

 

Em defesa do “exibicionismo” da Lava Jato. Ou: Lula é réu novamente e Moro vem aí: o bicho vai pegar!

 

Por Rodrigo Constantino

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Fonte: GLOBO

 

 

Angelina Jolie e Brad Pitt anunciam divórcio: seria a atriz um bom exemplo a ser seguido?

 

Por Rodrigo Constantino

Fonte: GLOBO

Fonte: GLOBO

Juntos...

 

 

Apresentando candidatos: bate-papo com Leandro Lyra, candidato a vereador pelo Novo-RJ

 

Por Rodrigo Constantino

Segue o breve bate-papo que tive com Leandro Lyra, candidato a vereador pelo Partido Novo no Rio:

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O militante imaginário segundo Arnaldo Jabor

 

Por Rodrigo Constantino

Fonte: GLOBO

 

 

O que há de errado com os imigrantes?

 

Por Rodrigo Constantino

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Por Mario Guerreiro, publicado pelo

 

 

A Convenção 158 da OIT na contramão da reforma trabalhista. Ou: Os sindicatos ajudam mesmo os trabalhadores?

 

Por Rodrigo Constantino

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Por Ricardo Bordin, publicado pelo

SEGMENTANDO O IBOPE – PREFEITO DO RIO! ACIMA DE 5%!

1. Entre as mulheres: Crivella 34%, Freixo 9%, Jandira 9%, Pedro Paulo 7%, Indio 7%, Bolsonaro 6%.
2. Entre os jovens: Crivella 32%, Freixo 12%, Indio 11%, Bolsonaro 9%, Pedro Paulo 7%, Jandira 7%.
3. Entre os mais velhos: Crivella 30%, Pedro Paulo 10%, Jandira 10%, Bolsonaro 7%, Indio 7%.
4. Escolaridade: até 4 série do ens. fundamental: Crivella 43%, Jandira 13%, Pedro Paulo 11%, Indio 6%.
5. Escolaridade: Nível Superior: Crivella 20%, Freixo 19%, Bolsonaro 12%, Indio 9%, Pedro Paulo 7%, Osorio 6%.
6. Renda Familiar: até 1 SM: Crivella 44%, Jandira 12%, Pedro Paulo 6%, Indio 6%.
7. Renda Familiar: + de 5 SM:  Freixo 18%, Crivella 17%, Bolsonaro 14%, Pedro Paulo 10%, Indio 9%, Jandira 7%, Osorio 7%.
8. Independente de sua intenção de voto quem você acha que vai ganhar a eleição para Prefeito? Entre os Homens: Crivella 47%, Pedro Paulo 17%, Freixo 7% / Entre as Mulheres: Crivella 46%, Pedro Paulo 10%.
9. Avaliação do Prefeito Eduardo Paes. Ótimo+Bom x Ruim+Péssimo. 27% x 34% / Aprova 40%, Desaprova 56%.
10. O problema mais grave do Rio: Saúde 53%, Segurança Pública 17%, Transporte Coletivo 6%, Educação 6%...

Ex-Blog do Cesar Maia

Atenção, consumidor! Passagens aéreas podem ficar mais caras a partir de outubro

Com a entrada da Irlanda na lista de paraísos fiscais, tributos de 25% nos aluguéis de aviões podem gerar custos para o bolso do consumidor. Entenda
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) afirmou nesta terça-feira (20) que o preço das passagens aéreas pode subir, caso haja aumento nos tributos sobre o leasing, que é o aluguel de aviões, feitos na Irlanda. O presidente da associação, Eduardo Sanovicz, se reuniu com os presidentes das principais companhias aéreas do País e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, para pedir a manutenção da alíquota zero nas transações.
Segundo anunciado na semana, passada, o Fisco passou a incluir a Irlanda na lista de paraísos fiscais. Com isso, os contratos de leasing de aviões irlandeses, que atualmente não são taxados, podem passar a pagar 25% de tributos a partir do próximo mês. Desse modo, as passagens aéreas no Brasil teriam o aumento.
A Receita afirmou ter levado em consideração alguns critérios técnicos e objetivos para a inclusão da Irlanda na lista na semana passada. Segundo a legislação brasileira, paraíso fiscal é um país ou território que não tribute a renda ou cobre alíquota máxima inferior a 20%, ou um país que não permita o acesso a informações sobre a propriedade de empresas ou sobre beneficiários de rendimentos no exterior.
Impactos para empresas e consumidores
De acordo com Sanovicz, a tributação pode ter impacto de cerca de R$ 1 bilhão por ano para as companhias nacionais. Para se ter ideia, das quase 500 aeronaves que estão operando no Brasil, pelo menos metade delas é alugada na Irlanda, com custo mensal de US$ 150 mil (R$ 400 mil) por avião. O executivo, então, advertiu que parte desse impacto deverá ser repassado ao consumidor, no preço das passagens, mas não detalhou o tamanho do aumento.
“Nós propomos que esses contratos de leasing sigam com alíquota zero”, afirmou o executivo a jornalistas nesta terça. “Você paga R$ 1 bilhão em tributos. Sem dúvida, isso acaba no preço da passagem. Isso é danoso para o consumidor brasileiro. Afirmo isso com todas as letras”, enfatizou.
Segundo o presidente da Abear, a manutenção da alíquota zero nos contratos de aluguel com a Irlanda pode ser determinada por meio da instrução normativa da Receita Federal, que abriria exceção a esse tipo de operação realizada com o país europeu. De acordo com ele, depois da reunião realizada hoje, Rachid prometeu responder à reivindicação das empresas aéreas ainda em setembro, antes de a nova alíquota de 25% passe a valer - chegando ao bolso do consumidor em forma de passagens mais caras.
Fonte: Brasil Econômico - 20/09/2016 e Endividado

 

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Cárcere privado

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A recepcionista Patrícia Correia, de 29 anos, foi libertada pela polícia depois de ser mantida em cárcere privado por mais de 10 horas pelo ex-namorado Fabiano Crisóstomo em Itaim Paulista, zona leste de São Paulo.
Depois de horas de negociação, Fabiano foi morto pela polícia ao começar a colocar fogo na casa, no cabelo da jovem e ameaçá-la de morte. Ele invadiu a casa de Patrícia pouco depois do 12h ontem por não aceitar o fim do namoro. Leia mais

 

 

"Me dá um dinheiro aí..."

Thinkstock

Em carta divulgada ontem, 20 governadores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste voltaram a pedir ao governo federal uma ajuda emergencial de R$ 7 bilhões ainda neste ano. No texto, eles ameaçam não aprovar as medidas do ajuste fiscal.
O documento cita o socorro financeiro de R$ 2,9 bilhões do governo federal ao Estado do Rio de Janeiro dias antes do início da Olimpíada. Os governadores sustentam que a seca piora a grave situação fiscal das três regiões. Leia mais

 

 

Tristeza no cinema

Reuters

O diretor Curtis Hanson, que dirigiu A Mão Que Balança o Berço, 8 Mile - Rua das Ilusões e Los Angeles - Cidade Proibida, morreu ontem aos 71 anos em Los Angeles, nos EUA.
Policiais informaram que paramédicos foram chamados até a casa do diretor, mas ele já estava morto quando chegaram. A causa da morte teria sido um ataque do coração.Leia mais

 

Arquibancada vazia

Eduardo 
Anizelli/Folhapress

O presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Ronaldo Botelho Piacente, aceitou o pedido da Procuradoria para interditar o setor norte da Arena Corinthians, destinado às torcidas organizadas.
A interdição se refere à confusão que aconteceu no jogo entre Corinthians e Palmeiras no final de semana, pelo Campeonato Brasileiro. Torcedores de organizadas do Corinthians que estavam no setor norte entraram em confronto com a Polícia Militar no dia do jogo. Leia mais

Jornada de trabalho não será alterada com reforma, reafirma ministro

por FERNANDA PERRIN

A jornada de trabalho não será alterada em uma eventual reforma trabalhista, disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, diante de uma plateia de sindicalistas nesta segunda (19).
A afirmação, que vem sendo reiterada pelo ministro nos últimos dias, é uma tentativa de conter a repercussão negativa após uma fala de Nogueira ter sido interpretada como uma defesa da ampliação da jornada diária para 12 horas.
Foi pelo menos a segunda vez no mesmo dia em que o ministro disse que a jornada não será ampliada, que os direitos trabalhistas não serão retirados, mas "consolidados", e que os trabalhadores não serão "surpreendidos" por uma reforma, mas participarão o tempo todo da discussão. No início da tarde, Nogueira já havia feito o mesmo discurso na sede do sindicato dos trabalhadores da indústria química e farmacêutica de São Paulo (Fequimfar).
O discurso foi repetido durante lançamento de edição comemorativa do livro "1 de Maio", de autoria do ex-senador italiano José Luiz Del Roio, publicado originalmente há 30 anos.
"Além de ser da minha natureza conviver entre trabalhadores, eu sigo orientação do presidente Michel Temer para que o ministério exerça um amplo diálogo com todos aqueles que fazem parte do mundo do trabalho", disse o ministro no evento de lançamento do livro.
Nogueira também afirmou que nenhum direito assegurado pela CLT será retirado, como o 13º salário e as férias. Segundo ele, há três eixos que norteiam a reforma trabalhista: segurança jurídica para acordos entre sindicato e empregadores, fomento da ocupação com renda e consolidação de direitos.
O lançamento do livro ocorreu na sede do sindicato dos comerciários de São Paulo e teve a participação de lideranças da Força Sindical, UGT, CTB, CSB, Nova Central, entre outras.
A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) e candidata à Prefeitura de São Paulo também participou do evento. Em seu discurso, ela disse querer "reafirmar" seu compromisso com os trabalhadores e fez críticas à "qualidade da disputa eleitoral" em São Paulo.
Fonte: Folha Online - 20/09/2016 e Endividado

 

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A culpa é da vítima?

Reprodução

Uma pesquisa encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública ao Datafolha revela que 1 em cada 3 brasileiros concorda que a mulher vítima de estupro é responsável pela violência sexual sofrida.
Dos entrevistados, 30% concordaram com a afirmação "A mulher que usa roupas provocativas não pode reclamar se for estuprada". O percentual foi o mesmo entre homens e mulheres. Leia mais

 

Depois da manobra...

A comissão especial que analisa o projeto com as dez medidas anticorrupção sugeridas pelos procuradores da Lava Jato marcou para o dia 10 de outubro uma audiência pública para debater o caixa dois eleitoral.
A decisão foi tomada depois da tentativa frustrada na Câmara de aprovar uma lei que daria anistia aos deputados que tivessem praticado este crime. Leia mais

 

 

Lula réu

Jean Nunes/Estadão Conteúdo

O ex-presidente Lula disse que a denúncia contra ele por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, feita pelo Ministério Público Federal, é "uma grande mentira".
Depois da denúncia ser aceita ontem pelo juiz Sérgio Moro, Lula virou réu na operação Lava Jato. Ele já é réu em uma ação na Justiça do Distrito Federal. Leia mais

 

Mercado de trabalho

Rodrigo Capote/Folhapress

Mais da metade dos acordos salariais coletivos em agosto tiveram reajuste abaixo da inflação, aponta um levantamento da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) com base em dados do Ministério do Trabalho.
Das 162 negociações analisadas, 17 não só não conseguiram repor a inflação como levaram à redução de salário e jornada. Leia mais

Governo aumenta salário do Mais Médicos e quer mais brasileiros no programa

Rogério Zeraik Abdalla, anunciam a renovação do Programa Mais Médicos, e apresentam os resultados do acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Elza Fiuza/Agência Brasil)

O ministro Ricardo Barros anuncia a renovação do programa Mais Médicos e apresenta os resultados do acordo com a Organização Pan-Americana da SaúdeElza Fiúza/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, informou hoje (20) que a bolsa dos profissionais que atuam no Programa Mais Médicos será reajustada em 9% a partir do ano que vem e que o convênio de cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), que garante a atuação de médicos cubanos no país, foi renovado por mais três anos.

A meta do governo é fortalecer a participação de médicos brasileiros e gradualmente substituir os profissionais cubanos que completam três anos de trabalho no país. A previsão é que, entre dezembro de 2016 e abril de 2017, cerca de duas mil vagas de cooperados sejam oferecidas em editais a brasileiros. A meta é, em três anos, substituir quatro mil cubanos à medida que os profissionais brasileiros se interessem pelas vagas.

“Há, de fato, uma grande aprovação das ações do Mais Médicos, sempre reconhecendo a qualidade do trabalho dos profissionaisos cubanos. A implantação de novos cursos de medicina produzirá profissionais a mais para que a oferta de brasileiros no mercado possa suprir a demanda que colocamos nos editais. Precisamos que haja uma disponibilização de profissionais brasileiros para realmente ocupar as vagas”, disse Barros, explicando que, enquanto isso não acontece, o convênio com a Opas e Cuba continuará suprindo a demanda.

Hoje, o Mais Médicos tem 18.240 vagas na Atenção Básica de saúde em 4.058 municípios e 34 distritos indígenas. Os profissionais que preenchem essas vagas são 11.429 cooperados cubanos (62,6%), 5.274 brasileiros formados no Brasil (29%) e 1.537 estrangeiros e brasileiros formados no exterior (8,4%). O programa chega a 72,8% dos municípios brasileiros e beneficia 63 milhões de pessoas.

A lei que prorroga o programa por três anos foi sancionada pelo presidente Michel Temer no último dia 12. Com o texto, profissionais intercambistas estrangeiros e brasileiros formados no exterior que participam do Mais Médicos continuarão dispensados da validação dos diplomas de medicina para atuar no país.

Brasília - O ministro da Saúde, Ricardo Barros, recebe novos profissionais que vão trabalhar no Programa Mais Médicos (Elza Fiuza/Agência Brasil)

O programa chega a 72,8% dos municípios brasileiros e beneficia 63 milhões de pessoasElza Fiúza/Agência Brasil

Reajuste

Barros anunciou também o reajuste da bolsa para os profissionais participantes em 9%. O repasse, que era de R$ 10.570 por médico, passa para R$ 11.520 a partir de janeiro de 2017. A prorrogação do programa garante ainda um reajuste anual com base na inflação. Médicos que atuam em áreas indígenas também tiveram aumento nos auxílios-moradia e alimentação, que desde agosto é de R$ 2.750.

Tanto o valor da bolsa quanto o auxílio dos profissionais estão em áreas indígenas e são pagos pelo Ministério da Saúde. Segundo Barros, o impacto do programa no orçamento da pasta é de R$ 2,7 bilhões em 2016. Em 2017, serão investidos R$ 3 bilhões.

Reposição imediata

Os profissionais cooperados que completaram três anos de trabalho no Brasil entre julho e outubro deste ano e tiveram participação prorrogada em decorrência dos Jogos Rio 2016 e do período eleitoral serão substituídos por outros médicos cubanos, conforme as negociações da Opas com o governo de Cuba.

A reposição de cerca de quatro mil cooperados acontecerá até o fim deste ano. Essa é apenas uma medida de reposição e não vai alterar a proporção entre cubanos e brasileiros no programa. Entretanto, aqueles que tenham constituído família no Brasil poderão pedir ao governo de Cuba a permanência por mais três anos no programa.

O representante da Opas no Brasil, Joaquín Molina, explicou que o governo cubano tem seus critérios para destinar os médicos que trabalharão em missões internacionais e que a vaga de trabalho desse profissional em Cuba fica em aberto até que ele retorne ao país.

Caso aquele país não autorize a continuação no programa, o médico poderá participar como estrangeiro não cooperado ou fazer a prova de revalidação do diploma de medicina no Brasil e se submeter às leis de imigração do país.

Mais brasileiros

Uma nova regra também pretende ampliar a participação de médicos brasileiros formados no exterior. Conforme os editais em andamento, poderão ingressar no programa médicos graduados em qualquer país. Antes, só podiam participar profissionais formados em países que possuíam uma proporção maior de médicos do que o Brasil (1,8 médico para cada mil habitantes).

Segundo o ministro, isso abre a possibilidade para brasileiros formados no Paraguai e na Bolívia atuarem no Brasil.

Criado em 2013, o Mais Médicos ampliou a assistência na Atenção Básica levando médicos às regiões com carência de profissionais. Além do provimento emergencial de médicos, o programa visa à formação de médicos e especialistas. Até 2017, a previsão é que sejam criadas 11,5 mil novas vagas de graduação em medicina e 12,4 mil vagas de residência médica.

A iniciativa prevê ainda ações voltadas à infraestrutura, como construções, ampliações e reformas de Unidades Básicas de Saúde.

 

Agência Brasil

 

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Haddad não agradou

Nilton Fukuda - Estadão Conteúdo

Entre os 20 prefeitos que vão tentar a reeleição em capitais no Brasil, Fernando Haddad, de São Paulo, é o que tem a menor intenção de voto.
Só 9% dos eleitores paulistanos dizem que vão votar no candidato petista. Os dados são do Ibope. Leia mais

 

 

O fim de Brad Pitt e Jolie

Reprodução/en.espana-live

E chegou ao fim o relacionamento de 12 anos de Angelina Jolie e Brad Pitt. Um dos advogados da atriz informou que Angelina pediu a separação "pelo bem-estar da família".
Já uma fonte ouvida pelo site TMZ afirmou que Angelina sentia que Brad Pitt poderia representar risco aos filhos porque abusava do uso de maconha e álcool. Leia mais

 

 

O julgamento de Marin

REUTERS/Brendan 
McDermid

O ex-presidente da CBF José Maria Marin vai ser julgado em novembro de 2017. A informação foi confirmada pelo advogado do ex-dirigente, que é acusado de receber propina em contratos da confederação.
A expectativa é que o julgamento dure seis semanas. Marin está em prisão domiciliar em Nova York. Leia mais

Renda cai mais entre trabalhadores mais pobres

por Daniela Amorim

Queda na renda média mensal de quem recebe menos de um salário mínimo alcançou 9% no segundo trimestre, entre os mais ricos houve aumento de 2,38%
RIO - A deterioração no mercado de trabalho tem prejudicado mais os trabalhadores mais pobres, enquanto os mais ricos registram até ganho salarial acima da inflação, a despeito da crise. A queda na renda média mensal dos ocupados que recebem menos de um salário mínimo por mês alcançou 9% no trimestre encerrado em junho, em relação a um ano antes, mostra levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
"É um grupo que não tem proteção de sindicato, de lei, de nada. Ele não ganha nem o salário mínimo, está à margem da lei trabalhista. Como a crise se espalhou de forma muito forte, são os maiores prejudicados. Eles estão em posição de vulnerabilidade mesmo", explicou José Ronaldo de Souza Júnior, coordenador do Grupo de Estudos de Conjuntura na Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea.
Ao mesmo tempo, na faixa de renda mais alta, os 10% que recebem os maiores salários tiveram um aumento real de 2,38% no período, de acordo com o estudo, que tem como base os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a pesquisa, a renda média de todos os trabalhadores ocupados recuou 4,2% no segundo trimestre do ano, em relação ao mesmo período do ano anterior.
Como consequência, o coeficiente de Gini dos rendimentos do trabalho passou de 0,487 no segundo trimestre de 2015 para 0,490 no segundo trimestre de 2016. Quanto mais perto de 0, mais próximo da igualdade; quanto mais perto de 1, maior a desigualdade. Apesar do ligeiro aumento no último ano, o resultado representa uma estabilidade, avaliou Souza Júnior.
"Mas, como estamos falando do coeficiente de Gini apenas dos rendimentos do trabalho, esse resultado pode não estar mostrando uma piora na desigualdade, num momento em que muita gente perdeu o emprego. Esse número não mostra toda a desigualdade que existe no País", ressaltou o coordenador do Ipea.
A queda no rendimento da população impulsionou um aumento na taxa de desemprego como um todo no País. "A renda familiar cai, e mais pessoas da família procuram emprego para compor a renda domiciliar", disse Souza Júnior.
A maior variação na taxa de desemprego ocorreu entre a população idosa, pessoas com mais de 59 anos. Nessa faixa etária, o aumento foi de 132% entre o último trimestre de 2014 - último período antes da piora no mercado de trabalho - e o segundo trimestre deste ano.
O estudo mostra ainda que a alta na taxa de desemprego também foi maior em 2016 entre os idosos: a taxa de desocupação entre a população com mais de 59 anos passou de 3,29% no primeiro trimestre para 4,75% no segundo trimestre, um avanço de 44%.
"Esse foi o único grupo de idade em que não houve redução na ocupação. Pelo contrário, até aumentou a população ocupada. Mas aumentou o total de pessoas em busca de uma vaga. Eles estão procurando emprego para compor a renda da família, embora também haja influência de um fator demográfico", justificou o pesquisador do Ipea.
Fonte: Estadão - 20/09/2016 e Endividado

 

"Não precisa mudar"

Pedro Ladeira/Folhapress

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse que o Brasil não precisa mudar a meta de inflação. O BC avalia que o alcance da taxa de 4,5% em 2017 é ambiciosa, mas pode ser cumprida.
Para este ano, a previsão é que a inflação fique em 7,3%, 3,4 pontos percentuais a menos do que no ano passado. Leia mais

 

Condenados, mas vão ficar em casa

Rodolfo Buhrer/Reuters

O ex-presidente da Andrade Gutierrez Otávio Azevedo foi condenado pela Justiça Federal no Rio a 18 anos de prisão. Azevedo foi acusado por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa. Flávio Barra, outro executivo da empresa, foi condenado a 15 anos de prisão.
Apesar da sentença, os dois fizeram delação premiada e vão cumprir a pena em regime domiciliar fechado. Leia mais

 

Mercado em movimento

Danilo Verpa/Folhapress

A Bolsa de São Paulo teve alta de 0,67%, com 57.736,46 pontos. O desempenho positivo foi puxado pela valorização das ações da Petrobras, da Vale e dos Bancos
Já o dólar caiu 0,53%, cotado em R$ 3,261. A moeda americana acumula queda de 0,21% na semana e alta de 0,98% em setembro. Leia mais

 

 

Cortes na Petrobras

Antonio Lacerda/Efe

A Petrobras prevê uma queda de investimento de 25% entre 2017 e 2021 em relação ao Plano de Negócios de 2015 a 2019, que foi revisado em janeiro deste e projeta investimento de US$ 74,1 bilhões.
Os dados foram divulgados hoje pela petroleira, em um comunicado ao mercado.Leia mais

Idosos são mais afetados pela atual onda de desemprego, aponta Ipea

A Carta de Conjuntura 32, divulgada hoje (20) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela aceleração do desemprego no país. Comparando o segundo trimestre deste ano com o último trimestre de 2014, que foi o último período antes da piora registrada no mercado de trabalho, verifica-se que as perdas acumuladas na taxa de desemprego, em termos de pontos percentuais, são piores entre os jovens do que na faixa etária acima de 59 anos.

No entanto, segundo o coordenador da publicação do Ipea, José Ronaldo Souza Jr., a maior variação da taxa de desemprego foi entre os maiores de 59 anos, equivalente a 132% no período compreendido entre o último trimestre de 2014 e o segundo trimestre de 2016, enquanto entre os jovens, a perda alcançou 75,3%.

O mesmo ocorre na comparação entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano: “A maior piora é no grupo dos idosos, tanto em termos de taxa de variação, como em termos de pontos percentuais”. Entre os mais jovens, com destaque para a faixa entre 14 e 24 anos, a taxa de variação do primeiro para o segundo trimestre de 2016 foi 1,39%, enquanto a dos mais velhos atingiu 44,4%.

Em termos de pontos percentuais, a taxa de variação do desemprego mostrou alta de 0,37 ponto, no caso dos jovens, e 1,46 ponto para os mais velhos. José Ronaldo Souza Jr. lembrou que a variação incide sobre uma taxa muito mais alta dos jovens em relação aos maiores de 59 anos. Com isso, pode-se ver que a variação, em termos de pontos percentuais, foi de 11,49 pontos, no caso dos mais novos, passando de 15,25% para 26,73%, e foi de apenas 2,7 pontos, no caso dos mais velhos, evoluindo de 2,05% para 4,75% no acumulado do quarto trimestre de 2014 para o segundo trimestre de 2016.

A taxa de desemprego “mais do que dobrou, no caso dos mais velhos, e dos mais jovens não, mas a taxa dos mais jovens já era muito mais alta”, avaliou Souza Jr.

População ocupada

A Carta do Ipea informa que o aumento do desemprego foi provocado, principalmente, pela redução da população ocupada. “E, especialmente, porque reduziu o número de contratações. Não foi nem por um aumento no número de demissões. Caiu o número de pessoas contratadas com emprego formal e informal também”. A queda não foi ainda maior porque muitos dos demitidos decidiram abrir o próprio negócio, tornando-se autônomos e trabalhando por conta própria. Embora não sejam considerados informais, Souza Jr. admitiu que é uma forma mais precária de trabalho.

Na comparação entre o primeiro e o segundo trimestres deste ano, o rendimento real médio caiu 1,5%. A queda aumenta para mais de 4% quando se compara o segundo trimestre de 2016 com o mesmo período do ano anterior: “Já se esperava uma desaceleração nessa queda. A gente está com uma perda acumulada significativa, mas há uma mostra que está desacelerando essa perda, com o arrefecimento da crise”,

De acordo com a publicação do Ipea, os rendimentos reais para quem recebe menos que o salário-mínimo caíram em torno de 9% nos últimos 12 meses. Apesar disso, a distribuição de renda entre as pessoas ocupadas não piorou. Segundo o pesquisador, o índice de Gini (instrumento usado para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo) calculado entre as pessoas que estão trabalhando não piorou, porque esse movimento do pessoal que ganha menos foi compensado por outras faixas de rendimento. Citou, como exemplo, quem recebe um salário-mínimo, “porque teve aumento real”. Para as pessoas que estão na faixa superior de distribuição de renda, o rendimento real subiu 2,4% no último ano.

Saldo

Com base no saldo líquido do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged), o Ipea conseguiu apurar que ele começa a se desacelerar, mas o acumulado em termos de perda de emprego é bastante elevado. O saldo negativo de vagas registrou o 16º mês consecutivo de queda. Desde o início da crise, em 2014, já acumula perda de 2,85 milhões de vagas perdidas com carteira de trabalho.

Os segmentos que mais demitiram foram a indústria de transformação e a indústria da construção civil. Já nas atividades do comércio e serviços, as demissões são mais recentes. Olhando o acumulado dos últimos 12 meses, a perda para a indústria da transformação alcançou 526.517 empregos. Na construção civil, esse número é de 405.932 postos perdidos. Na área de serviços, os empregos perdidos somam 453.786. “Dá para ver que a piora é generalizada. Antes, era mais focada na indústria de transformação e se espalhou para outros segmentos”.

O economista Souza Jr. a valiaque o retorno de contratações deve demorar um pouco a acontecer no Brasil porque, em geral, isso ocorre depois da recuperação da produção, que costuma suceder mais  rapidamente que o emprego. “O emprego demorou mais para aparecer na crise e vai demorar mais para se recuperar também”. A perspectiva, sustentou o economista, é de arrefecimento da crise, por enquanto, porque, a princípio, as contratações tendem a esperar a recuperação da economia ficar mais clara. “Elas só acontecem quando a situação da economia ficar mais definitiva, quando se reduzem as incertezas”, explicou.

 

Agência Brasil

 

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Ataques Terroristas Suicidas Prescindem de Planejamento – Para o Desespero das Forças Policiais

by bordinburke

Os recentes ataques à bomba em Nova York e Nova Jersey reacenderam o debate sobre a ameaça terrorista no Ocidente. E, a reboque, reavivaram a polêmica sobre a entrada de imigrantes do Oriente Médio e demais nações de maioria muçulmana nos Estados Unidos e na Europa, alvos frequentes de atentados. Tudo isso porque as forças de segurança destes países têm falhado na missão de plotar elementos suspeitos e aprisioná-los antes que possam empreender suas funestas ações.

Mas será que não se trata de uma tarefa por demais ingrata a destes policiais e agentes, que precisam identificar pessoas cujas vidas costumam ser normais até o dia do crime, que são tachados de preconceituosos quando adotam determinado criminal profiling em suas perscrutações, e, o pior de tudo, que lidam com bandidos que não fazem questão de saírem vivos da cena do crime? Sim, pois o fato de que o terrorista não se importa (ou até prefere) em perder a vida faz toda a diferença no trabalho de prevenção destes ataques à civilização e ao modo de vida ocidental.

Se um indivíduo pretende entrar em uma boate em Orlando atirando, fazer o maior número possível de vítimas, e não apenas sobreviver, mas também evadir-se do local sem ser reconhecido ou capturado, tal processo deverá ser meticulosamente planejado e ensaiado. O assassino precisará fazer contato prévio com comparsas que o ajudarão a fugir e o acobertarão após o delito. Necessitará de rotas de fuga, de veículos com placa fria, de identidade falsa, de dinheiro para manter-se por considerável tempo, e até mesmo para subornar algumas pessoas pelo caminho. Durante toda essa preparação, as autoridades terão diversas oportunidades de interceptar a comunicação desses terroristas, e a probabilidade de que eles deixem algum rastro ou ponta solta, antes ou depois do ato, é muito grande. Sua captura, nestes casos, é quase certa.

Mas se este mesmo indivíduo tem em mente simplesmente entrar atirando, e, ao final, trocar tiros com a polícia até a morte, aí tudo fica muito mais complicado para oenforcement, pois tal ação não irá requerer planejamento quase nenhum. Ele só precisa das armas e escolher o dia e a hora. Pronto. Como as forças de segurança da Flórida poderiam prever que Omar Mateen sentia ódio mortal de homossexuais e pretendia realizar uma carnificina na danceteria, se ele não precisou do apoio de ninguém na empreitada? E o mesmo se aplica ao motorista do caminhão em Nice: como não havia intenção de sair ileso, ele simplesmente escolheu uma noite muito movimentada, posicionou o caminhão e acelerou – sabedor, claro, de que seria alvejado até a morte, mas sem importar-se com isso. Ao contrário: tendo a certeza de que atingiu seu objetivo. Neste sentido, os chamados “lobos solitários” tornam-se ainda mais perigosos do que os extremistas ligados diretamente a grupos como o ISIS.

E aí está o cerne da questão: a motivação mais forte para o terrorista suicida é dada por sua crença religiosa, ou no mínimo por sua interpretação da fé religiosa, segundo a qual ele será recompensado com a ascensão ao Paraíso, consagrando-se como um mártir ungido por Deus. Em todo o mundo islâmico é possível observar fotos desses fiéis sacrificados nas paredes e nos muros, glorificando e sancionando socialmente suas arrepiantes ações. A partir daí, assegurar a própria morte passa a ser, portanto, uma pré-condição para o cumprimento de sua missão – e um grande obstáculo para os investigadores.

Eis porque se faz necessário triar com muita atenção os imigrantes que serão aceitos nestas nações que constituem os alvos preferenciais do terror islâmico. Receber a todos de braços abertos, como fez Ângela Merkel e pretende fazer Barak Obama, abrindo mão de um cuidadoso exame da vida pregressa desses, é largar uma batata quente demais na mão das forças policiais do país – e dos demais cidadãos, por consequência.  E que não se compare esta conjuntura com a migração de europeus ocorrida logo após as grandes guerras, como a dos alemães e italianos que vieram para o Brasil. Transcrevo trecho de pertinente artigo de  Mario Guerreiro, publicado pelo Instituto Liberal:

“Tanto na Primeira como na Segunda Guerra, os Estados Unidos receberam grandes levas de imigrantes de países europeus, mas esse tipo de imigrante era muito diferente do tipo atual. Na sua maioria, eram profissionais liberais, muitos deles com curso superior e/ou um ofício técnico em seus países de origem, que fugiam da perseguição nazista e/ou das precárias condições econômicas da Europa devastada pela guerra. Sua vinda para the home of the brave and the land of the free foi uma grande contribuição cultural e econômica para os EEUU. Diferentemente dos imigrantes atuais, na sua maioria hispânicos, mas também asiáticos e muçulmanos. Para citar apenas alguns nomes altamente qualificados: Ernst Cassirer, filósofo neokantiano judeu alemão; Fritz Lang, cineasta judeu alemão; Milton Friedman, Prêmio Nobel de Economia, nascido no Brooklin, mas filho de imigrantes judeus russos; Ayn Rand, filósofa judia russa, que fugiu do Reino do Terror de Lenin, Benny Goodman, “o rei do swing”, filho de judeus russos, etc. E só para que não digam que cito apenas nomes de judeus: Charles Chaplin, inglês naturalizado americano; Nikola Tesla, grande inventor sérvio da época de Thomas Edison e seu concorrente; Robert Oppenheimer, grande físico americano filho de imigrantes alemães, etc.”

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Quem sabe tal precaução possa ser suspensa quando a religião Islâmica passar a receber o mesmo tratamento destinado às demais religiões. Explico: a Igreja Católica, por exemplo, costuma ser fortemente criticada por determinadas orientações (de lógica e validade duvidosas) a seus fiéis, tais como não usar preservativos; diversas igrejas protestantes são frequentemente repreendidas por cobrar dízimos de seus devotos sem a devida prestação de contas; enfim, as pessoas não sentem receio de apontar o dedo na cara do padre ou do pastor, discordando de seus preceitos.

E tal prática salutar costuma dar resultado positivo, na medida em que a Igreja Católica mudou sua postura de forma significativa nos últimos séculos, chegando ao ponto de o Papa João Paulo II ter protagonizado um pedido de desculpas formal por pecados que considerava terem sido cometidos por sua religião. Martinho Lutero não teria logrado empreender a Reforma Luterana se considerasse politicamente incorreto revelar suas insatisfações com as práticas até então vigentes. Na mesma direção, é essencial que os muçulmanos que se dizem moderados (bem como todas as demais pessoas) critiquem livremente o que está errado na religião islâmica – especialmente as prescrições da Shariah, totalmente incompatíveis com a moral e a cultura cívica ocidental. Só assim a religião de Maomé poderá passar por este processo de depuração de ideais e princípios, e liberar seus fiéis da obrigação de viverem como na idade média.

É claro que afrontar uma religião com um histórico tão violento é tarefa bem mais árdua do que mandar Silas Malafaia calar-se, mas não há alternativa: ou isso, ou encarar o destino da Espanha no ano 711 DC.  Quanto aos imigrantes que fogem às pencas de nações onde o Estado confunde-se com o Islã, sugiro ajuda-los fazendo o que já mostrou dar bons resultados: atacar aqueles que os estão obrigando a fugir. Diversas cidades tomadas pelo ISIS já foram recuperadas (e não foi distribuindo flores) por coalizões de curdos e americanos, e seus habitantes já estão podendo retomar suas vidas. Mas é claro que sugerir que as “forças imperialistas” interfiram no destino de outras nações é...fascista! Uma consulta rápida a cidadãos da Coréia do Sul e também do Vietnam, todavia, poderia mudar esta concepção facilmente.

Como afirma Roger Scruton, “O politicamente correto nos incita a ser tão “inclusivos” quanto pudermos, a não discriminar nem em pensamento ou em palavra, muito menos a agir deliberadamente contra as minorias étnicas, sexuais, religiosas ou comportamentais”. Mas este multiculturalismo que não exige nenhuma contrapartida do imigrante para com o povo que o acolhe, nem mesmo qualquer esforço de adaptação ao novo ambiente que os cerca, não pode servir de combustível para uma verdadeira jihadcontra o povo ocidental.

 

Por um Brasil sem Populismo!

 

 

Lula é réu na Lava Jato

Nelson Antoine/Estadão Conteúdo

Lula virou réu na Operação Lava Jato. O juiz Sergio Moro aceitou denúncia contra o ex-presidente por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Os procuradores alegam que Lula e a mulher, Marisa, receberam vantagens ilegais pagas pela empreiteira OAS.
Em troca, a empresa obteve dinheiro de forma irregular junto a empresas públicas, como a Petrobras. Além de Lula e Marisa, outros sete investigados pela Lava Jato também viraram réus. Leia mais

 

 

Estreia na ONU

Richard Drew/ AP

No primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente Michel Temer disse que o impeachment de Dilma Rousseff respeitou a Constituição e é um "exemplo para o mundo".
Temer também afirmou que o caminho do Brasil agora é retomar o crescimento e reduzir o número de pessoas desempregadas. Leia mais

 

Mais Médicos brasileiros

BBC

O Ministério da Saúde anunciou mudanças no programa Mais Médicos. Além do aumento da bolsa paga aos profissionais, de R$ 10.570 para R$ 11.520, o programa vai permitir médicos brasileiros formados na Bolívia e no Paraguai e vai diminuir o número de médicos cubanos.
A estimativa do governo é que até 4.000 cubanos sejam substituídos por brasileiros nos próximos três anos. Leia mais

 

 

Deputados criticam tentativa de votar projeto de lei que anistiaria caixa 2

 

Luciano Nascimento e Iolando Lourenço - Repórteres da Agência Brasil

Um dia após o mal-estar causado pela tentativa de aprovar um projeto de lei que poderia anistiar a prática de caixa 2, o mistério sobre o teor da matéria continuou hoje (20) na Câmara dos Deputados. A proposta foi incluída na pauta no decorrer da sessão, convocada para apreciar medidas provisórias e para auxiliar no quórum da sessão do Congresso Nacional que iria finalizar a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2017.

Brasília - Primeiro-secretário da Câmara, deputado Beto Mansur, fala sobre a polêmica tentativa de votar em plenário emenda que previa a anistia para o crime de caixa dois (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O primeiro-secretário da Câmara, deputado Beto Mansur, fala sobre a polêmica tentativa de votar em plenário emenda que previa a anistia para o crime de caixa 2Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A intenção era votar uma emenda aglutinativa ao Projeto de Lei 1210/2007, que originalmente trata sobre as pesquisas eleitorais, a propaganda eleitoral, o financiamento de campanha e criminaliza o uso de recursos de campanha eleitoral não contabilizados legalmente, o chamado caixa 2.

A inclusão da proposta na pauta causou revolta. Alguns deputados viram na medida uma manobra para aprovar a anistia ao caixa 2. O entendimento é que se houver a criminalização do caixa 2 a partir de agora, a lei não pode retroagir em desfavor dos já acusados pela prática. Desta forma, todas as ações de caixa 2 praticadas antes da lei entrar em vigor estariam automaticamente anistiadas.

“Não quero impedir outros assuntos de serem analisados na sessão, mas quero atrapalhar essa história de anistia de caixa 2, que é crime”, criticou o deputado Miro Teixeira (Rede-RJ) durante a sessão de ontem (19). “Não é tolerável propor uma medida como essa sem nenhuma discussão. Isso é desrespeitar os deputados.”

Na tarde desta terça-feira, questionado sobre o ocorrido, o primeiro-secretário da Casa, Beto Mansur (PRB-SP), que presidia os trabalhos, disse que não partiu dele a decisão de pautar a matéria. “Fui solicitado pelo presidente [Rodrigo Maia] para que estivesse aqui na segunda-feira para tocar os trabalhos”, disse. “Quem pauta projetos na Casa é o presidente da Casa com o colégio de líderes”, afirmou.

A proposta teria sido costurada por lideranças partidárias com a participação do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), desde a semana passada. Mas, até a noite dessa segunda-feira, sequer havia sido incluída na pauta, sem que os deputados soubessem o teor e quem relataria o texto, e fazendo com que a tentativa de votação fosse classificada como “golpe”.

Mansur disse que recebeu o texto do secretário da Mesa, Wagner Padilha, durante a sessão. “Esse projeto, especificamente, não estava na pauta que foi distribuída no final de semana”. Segundo Mansur, diante dos protestos, ele chegou a suspender a sessão e tentou costurar um acordo com a participação dos líderes partidários.

Saiba Mais

“Os líderes quase que todos, com exceção da Rede e do Psol, quase a totalidade dos líderes, estavam presentes na reunião na sala do deputado Waldir Maranhão [PP-MA, primeiro vice-presidente da Câmara, mas que está exercendo a presidência]. Eu cheguei lá e disse que eu precisava saber quem relataria o projeto e que precisava do substitutivo para colocar na pauta e reiniciar a sessão”, contou.

Mansur disse que desconhecia o conteúdo do substitutivo. Questionado sobre quem estaria à frente da iniciativa, o deputado respondeu que a pergunta deveria ser feita ao presidente da Câmara e aos líderes partidários. “Durante a reunião na sala da presidência, a quase totalidade dos líderes concordou com a matéria. Estava se discutindo o substitutivo, mas eu não entrei no mérito do substitutivo porque eu estava conduzindo os trabalhos”, afirmou.

Paternidade da proposta

O líder do PPS, Rubens Bueno (PR) disse que não participou da reunião de líderes. Bueno chamou o episódio de “lambança” e criticou o fato de até o momento ninguém ter assumido a “paternidade” da proposta. “Ninguém apareceu para dizer que participou de articulação, de reunião, que ajudou a fazer o texto que nem apareceu. Só apareceu o relator [Aelton Freitas (PR-MG)] que estaria aguardando o texto que não chegou ao plenário para ser votado”, ironizou.

O líder do PMDB, partido com a maior bancada da Câmara, Baleia Rossi (SP) disse que foi pego de surpresa com a iniciativa e que também desconhecia a proposta que seria votada. “Não tive nenhum conhecimento, não tive nenhum contato com esse possível texto.”

Rossi também disse ser contrário a aprovação de anistia ao caixa 2. “Não acredito que a anistia é algo possível e razoável”, afirmou. “Acho que o melhor resultado foi a retirada da pauta, já que não houve uma discussão anterior e nem o conhecimento do texto nós tivemos”, acrescentou.

Dez medidas

Brasília - Entrevista com o deputado Onyx Lorenzoni durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff (Valter Campanato/Agência Brasil)

O deputado Onyx Lorenzoni anunciou que vai  ouvir depoimentos de ex-ministros do Tribunal Superior Eleitoral e advogados sobre o tema caixa 2 Valter Campanato/Agência Brasil

A criminalização do caixa 2 está sendo debatida em uma comissão especial que analisa um projeto sobre dez medidas de combate à corrupção (PL 4850/16). Hoje de manhã, o relator da comissão, Onix Lorenzoni (DEM-RS), disse achar estranho a proposta não ter sido levada para debate na comissão.

Lorenzoni chamou de manobra a tentativa de votação em plenário. “Nessas condições não contem com meu voto, não contem com nenhuma manifestação favorável minha, porque este tema é extremamente sensível e deve estar no bojo das dez medidas contra a corrupção. Nós temos um compromisso que vamos honrar”, disse.

O deputado prometeu apresentar seu parecer na comissão especial na última semana de outubro, para que seja votado na primeira na semana de novembro pelo colegiado. A expectativa é que o plenário analise a proposta nas duas últimas semanas de novembro.

 

Agência Brasil

O Islamismo é uma Religião Pacífica?

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“Burkini” é uma nova palavra composta de burka e biquíni. Foi empregada para denominar o traje de banho de mar das muçulmanas. Na realidade, o nome burka aqui é inadequado, porque ela cobre todo o rosto, só deixando buraquinhos para os olhos. No burkini, as mulheres se cobrem da cabeça aos pés, deixando o rosto de fora.

Nas Olimpíadas de 2016, ocorreu um jogo de vôlei feminino entre as seleções da Alemanha e do Egito. Um fotógrafo captou um momento bastante insólito: uma disputa na rede entre uma alemã usando um biquíni – como sói ocorrer em todas as seleções ocidentais – e uma egípcia usando uma roupa semelhante ao burkini. Não sei dizer se todas as seleções muçulmanas adotam essa prática, mas a do Egito certamente adota.

Essa foto circulou pela Internet com um título adequado: CONFLITO DE CIVILIZAÇÕES (em alusão ao excelente livro de Samuel Huntington, do mesmo nome). Os muçulmanos nunca levaram em consideração o famoso dito da Antiguidade: “Entre os romanos, comporte-se como um romano, entre os gregos como um grego, e entre os persas como um persa”. Por isto mesmo, as muçulmanas iam à praia em Cannes (França) do mesmíssimo modo como iriam no Marrocos, na Líbia e demais países muçulmanos.

Mas, recentemente, o prefeito de Cannes baixou uma lei proibindo o uso do burkini nas praias. A comunidade muçulmana fez veementes protestos, como aqueles feitos no Brasil quando o Presidente Jânio Quadros proibiu a briga de galos e o biquíni. De determinado ponto de vista, os muçulmanos têm razão: cada um vai à praia como quiser, desde que usando roupa, para não praticar um atentado ao pudor público. Se você deseja ir à praia com a roupa que Deus lhe deu, vá então para uma praia “privada” de uma colônia de nudismo. Obviamente, não se pode acusar as banhistas muçulmanas de atentado ao pudor público: elas estavam vestidas, até demais!

No entanto, em suas alegações a favor da proibição, o Prefeito de Cannes considerou a coisa mais como um gesto simbólico: alegou que aquele traje era na realidade um ultraje, uma clara provocação dos costumes ocidentais, exatamente como seria uma provocação aos costumes muçulmanos uma mulher ocidental ir à praia de biquíni num país muçulmano.

Acho que se uma ocidental imprevidente resolvesse ir de biquíni à praia num país muçulmano, na melhor das hipóteses ela seria imediatamente presa e levaria umas dez chibatadas. E na pior, seria apedrejada pelos próprios banhistas muçulmanos.

O Prefeito de Cannes agiu de modo semelhante ao Primeiro-Ministro da Dinamarca. Quando a comunidade islâmica reivindicou a construção de uma mesquita na Dinamarca, respondeu: “Podem construir, contanto que vocês aceitem a construção de um templo cristão num país muçulmano”. O que está em jogo aqui em ambos os casos é a regra da reciprocidade: um grego na Pérsia deve se comportar como um persa, e um persa na Grécia deve se comportar como um grego.

No entanto, os muçulmanos desconhecem essa regra da boa convivência. Se um ocidental vai para um país muçulmano, geralmente ele se comporta, no espaço público, como um muçulmano. No espaço privado, ele pode beber uísque e/ou cerveja, mas no espaço público não. Como sabemos, no mundo islâmico sempre vigorou a Lei Seca, como a Dry Law nos Estados Unidos. E o efeito é o mesmo: contrabando e a venda de bebidas alcoólicas no câmbio negro campeiam fogosamente. Deve até existir por lá um Al-Kapone. Mas quando um muçulmano vai para um país ocidental, ele deseja se comportar no espaço público, exatamente como se comporta na sua terra.

Os muçulmanos não querem obedecer às leis nem os costumes dos países ocidentais, mas sim a lei da Shariah, baseada no Corão. Em Londres, por exemplo, os bairros de maioria muçulmana são regidos pelas leis da Shariah em aberto menosprezo pelas leis do Reino Unido. E o que é mais espantoso: os britânicos permitem tal aberração jurídica! É efeito do abominável multiculturalismo!

Os muçulmanos fazem marchas pregando a violência e a intolerância religiosa, com slogans do tipo: MORTE A TODOS OS INIMIGOS DO ISLAMISMO (entenda-se: todos os não-muçulmanos, especialmente judeus e cristãos). Mas os britânicos não os prendem por incitação ao crime! Novamente outro efeito do abominável multiculturalismo!

Há um clima de tensão constante em boa parte da Europa, mas os muçulmanos não são os únicos responsáveis. Os europeus também deram sua contribuição: eles foram demasiadamente tolerantes com os intolerantes e acabaram colhendo os frutos de sua fraqueza moral.

Mas apesar de todos os atentados sangrentos praticados em nome de Allah, apesar de todos os atritos entre muçulmanos e ocidentais, Obama e Hillary continuam repetindo seu surrado refrão: “O Islamismo é uma religião pacífica”. Imagine só se não fosse…

Tal afirmação coloca-nos diante de um dilema destrutivo: Ambos, Obama e Hilary, nunca leram O Corão ou são refinados hipócritas (Tertium non datur). Eis algumas evidências desta religião intolerante e beligerante:

“Tu podes escravizar com finalidades de trabalho ou sexo”. Corão, 4.3. 4.24,33.50, 70, 29-30.3. [Creio que isto é aplicável somente aos não-muçulmanos].

“Tu podes bater na sua mulher”. Corão, 4.34. [Lá não existe Lei Maria da Penha]

“Mates judeus e cristãos, se eles não se converterem, nem pagarem a jizya”. Corão,9.29. ( A jizya é uma taxa cobrada de não-muçulmanos) [ou seja: conversão, pagamento da jyzia ou morte dos infiéis].

“Crucifique e faça amputações nos não-muçulmanos”. Corão, 8.12, 47.4. [ Estão portanto justificadas pelo Corão, as práticas do Daesh e/ou Estado Islâmico].

“Matarás não-muçulmanos e receberás 72 virgens no Jardim de Allah”. 9.111. [Jardim de Allah é o nome do Jardim do Édem muçulmano].

“Tu deves matar qualquer um que renunciar ao islamismo. Corão. 2.217, 4. 89. [Lembremos que o Ayatolá Khomeini lançou uma Fatwa (condenação à morte) ao escritor Salmon Rushdie, um ex-muçulmano, autor de Versos Satânicos. O Ayatolah podia excomungá-lo, mas pediu aos fiéis sua morte!].

“Tu degolarás não-muçulmanos”. Corão, 8.12, 47.4. [Como vimos, O Daesh cumpre à risca O Corão].

“Tu matarás e morrerás por Allah”. Corão, 9.5 [Os unabombers são, portanto, mártires do Islã e têm direito a 72 virgens no Jardim de Allah].

“Tu praticarás atos de terrorismo contra não-muçulmanos”. Corão, 8.12. 8.60.

“Minta, se for para favorecer o Islã”. Corão,3.54, 9.3. [Com isto, O Corão antecipou a máxima sintetizadora do maquiavelismo: “Os fins justificam os meios”].

Lendo com atenção as passagens corânicas acima, podemos inferir que há ao menos dois tipos de muçulmano:

O Muçulmano de família que, a exemplo do “católico de família”, é muçulmano, porque seus pais e avós eram muçulmanos, mas não segue à risca os mandamentos do Corão.

O muçulmano fundamentalista, que segue à risca os mandamentos do Corão e que, por isto mesmo, mata, rouba e mente em nome de Allah. O primeiro tpo de muçulmano pode ser pacífico, mas o segundo não pode ser, para que ele não contradiga o Corão.

Estima-se que existem um bilhão e duzentos mil muçulmanos no mundo. Destes, apenas 20% são terroristas, ou seja: duzentos e quarenta milhões de terroristas dispostos a matar e morrer por Allah. Este é um número maior do que o da população do Brasil!

Comparando agora a moral implícita na religião cristã e na religião islâmica, podemos dizer, em termos kantianos, que esta última não é universalizável, ou seja: não se aplica a todo ser humano, sem exceções, mas sim unicamente aos seguidores de Maomé.

Desse modo, ela se assemelha ao código de honra da máfia: a Ommertà, em que um mafioso pode matar, roubar e enganar todos os não-mafiosos, mas não um membro da famiglia (leia-se: quadrilha) do Capo (leia-se: do Chefão).

No filme A Honra do Poderoso Prizzi, Jack Nicholson representa um gângster que abandonou sua legítima esposa – por caso, a filha do Capo – e fugiu com o dinheiro roubado que pertencia à famiglia.

Cometeu assim duas graves transgressões, da Ommertà, mas foi capturado pelos mafiosos e levado à presença do “padrinho”, i.e: do Capo della Famiglia. Apesar disto, o Capo mostrou-se razoável. Disse a ele: “Eu estou disposto a esquecer tudo que você fez, contanto que você devolva o dinheiro da famiglia e volte para sua esposa”.

O gângster representado por Jack Nicholson não seguiu a “sugestão” do Capo e passou o resto do filme fugindo por todo o país da implacável perseguição da máfia.

 

Sobre o autor

Mario Guerreiro

Mario Guerreiro

Doutor em Filosofia pela UFRJ. Professor do Depto. de Filosofia da UFRJ. Membro Fundador da Sociedade Brasileira de Análise Filosófica. Membro Fundador da Sociedade de Economia Personalista. Membro do Instituto Liberal do Rio de Janeiro e da Sociedade de Estudos Filosóficos e Interdisciplinares da UniverCidade.

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