A presidenta Dilma Rousseff embarcou hoje (26) às 8h20 para viagem de dois dias ao Chile. Ela deve desembarcar em Santiago por volta das 12h30 e segue direto para a Praça da Cidadania, onde deposita flores no Monumento a Bernardo O’Higgins (herói da independência e pai da pátria chilena).
Depois desse compromisso, Dilma será recebida em cerimônia oficial de chegada pela presidenta Michelle Bachelet, no Palácio de La Moneda. Na sequência, participa de almoço oferecido pelo governo chileno, de uma reunião privada com Michelle Bachelet e de declaração à imprensa. Às 18h, no último compromisso do dia, Dilma se encontra com representantes de empresas brasileiras no país.
A agenda da presidenta amanhã (27) no Chile ainda não foi divulgada.
Centro de Treinamento de Ginástica Artística que atenderá aos atletas da seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de 2016 Tânia Rêgo/Agência Brasil
O ministro do Esporte, George Hilton, demonstrou confiança em um legado consistente, tanto para a cidade quanto para o resto do país, das Olimpíadas do Rio de Janeiro, que serão realizadas de 5 a 21 de agosto deste ano. Segundo ele, “não há como ficarem ociosos” os espaços construídos para os jogos, após o evento. O ministro aposta no investimento feito pelo governo federal e no próprio interesse do cidadão para o sucesso do legado dos Jogos Rio 2016.
“Não há como esses espaços ficarem ociosos porque a gente costuma dizer que uma Olimpíada gera um legado intangível. Ela mexe com o imaginário dos jovens. À medida que a Olimpíada for ganhando força, você vai ter uma massa de gente querendo iniciar [no esporte]”, disse o ministro em entrevista à Agência Brasil.
Hilton explicou que há um plano de legados sendo trabalhado em conjunto com a prefeitura do Rio de Janeiro. Esse plano visa a aproveitar as instalações do Parque Olímpico da Barra, que compreende várias arenas, com disputa de dezenas de modalidades durante os jogos. A ideia é estimular o uso desses espaços por escolas, clubes amadores e a população em geral.
Já as instalações em Deodoro ficarão sob a responsabilidade das Forças Armadas, uma vez que o local é uma área militar. “E os militares vão utilizar muito aquela estrutura para os seus atletas, já que o desporto militar tem ganhado mais protagonismo a cada dia”.
Vilas do Esporte
Além disso, o governo vai financiar a construção das chamadas Vilas do Esporte. Serão áreas de 4 mil m², com academia ao ar livre, campo de futebol society, quadra coberta e pista de caminhada. O governo federal vai empregar R$ 300 milhões para erguer cerca de 200 vilas. E a ideia é que essas vilas sejam instaladas em pequenos municípios, de até 50 mil habitantes, e sem qualquer espaço para a prática esportiva.
“Temos mais de 5,5 mil municípios e a realidade é que 90% deles não passam de 50 mil habitantes. As Vilas do Esporte vão para municípios de até 50 mil habitantes, em que o prefeito vai se cadastrar. A ideia é iniciar em cidades onde não tem nada. Porque, às vezes, a cidade já tem a quadra, outras já têm o campo, mas existem cidades que não têm nada”, explicou Hilton.
O objetivo é fazer parcerias com prefeituras e associações de bairro para o uso maciço dessas vilas. O repasse da verba às prefeituras será intermediado pela Caixa Econômica Federal. O banco vai repassar a verba à medida que verificar o andamento das obras.
Hilton também destacou o investimento feito pelo governo – cerca de R$ 4 bilhões – na construção de centros de treinamento para atletas olímpicos, no apoio às seleções por meio de diversas ações, como a contratação de técnicos e equipes multidisciplinares, compra de equipamentos e viagens para treinamentos e competições. Isso, para que os atletas brasileiros possam desempenhar um bom papel no Rio de Janeiro, em agosto.
Ao final dos jogos, esses centros de treinamento – são 12 de várias modalidades espalhados pelo país – ficarão sob administração das confederações. Nesses locais, os atletas profissionais continuarão treinando, mas há previsão de que sejam reservados espaços para a realização de projetos sociais voltados para aproximar a população do esporte.
O governo espera que esse bom desempenho seja indutor de iniciação à prática esportiva. Hilton reforça o desejo de ver a bandeira brasileira sendo hasteada em várias cerimônias de premiação, mas destaca a importância de estimular a prática de esporte na sociedade.
“Eles [os atletas], independentemente de subir ao pódio, serão fundamentais para nos ajudar a propagar a ideia do esporte, como embaixadores que serão. Mas é claro que queremos vê-los no pódio. É importante ter esses ídolos nessa Olimpíada porque serão grandes inspiradores para nossas crianças e jovens”.
População sedentária
O Ministério do Esporte encomendou uma pesquisa que indicou alto número de brasileiros sedentários. São 45,9%, de acordo com Hilton. “São brasileiros vivendo de uma maneira totalmente sedentária, sem nenhum tipo de atividade física. Esses números preocupam. Queremos aproveitar a Olimpíada para mudar essa cultura”.
O governo já definiu sua meta nesse sentido. A ideia é que cerca de 3 mil pessoas possam utilizar as Vilas do Esporte por semana. Além disso, o ministério conta com a expansão de programas como o Segundo Tempo, que promove ações de esporte educacional para jovens, eLutas pela Cidadania, voltado principalmente para crianças e que vai apresentar a elas o mundo das artes marciais, com material para treino e equipe profissional providenciada pelo ministério.
“O programa Segundo Tempo tem 4 milhões de crianças. Precisamos dobrar isso. A meta do Lutas pela Cidadania é chegar a 100 mil crianças já em 2016, sendo atendidas em vários núcleos. E em 2018 ter pelo menos 100 milhões em todo o país”, afirma o ministro.
de Confiança do Comércio (Icom) subiu 0,7 ponto em fevereiro deste ano, atingindo 69,1 pontos, o maior nível desde os 69,3 pontos de agosto último. O indicador foi divulgado hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) que, no entanto, vê “acomodação da confiança do comércio em um patamar historicamente baixo”.
Segundo a FGV, a alta da confiança do comércio em fevereiro atingiu apenas 4 dos 13 principais segmentos pesquisados. Ainda na avaliação da entidade, em termos de horizonte de tempo dos quesitos da pesquisa, a melhora de fevereiro também foi concentrada, com o Índice de Expectativas subindo 2,1 pontos e indo a 75,3 pontos.
O Índice de Situação Atual, que retrata a percepção dos empresários em relação ao momento atual, caiu 0,7 ponto em relação ao mês anterior, após subir 3,6 pontos em janeiro.
Acomodação
Na avaliação do superintendente adjunto para Ciclos Econômicos da FGV, Aloisio Campelo Junior, a alta acontece após o índice ter atingido o menor valor da série em dezembro (65,4). Explica que a confiança do comércio parece que está se “acomodando em um patamar historicamente baixo” neste início de ano, mas continua “com tendência incerta” para os próximos meses.
“O setor vem enfrentando uma demanda enfraquecida pela piora do mercado de trabalho e da situação financeira das famílias, pelos baixos níveis de confiança do consumidor e pela instabilidade no ambiente político”. Para Campelo Junior, “como reflexo do cenário negativo, as perspectivas para o emprego no setor continuaram piorando na sondagem de fevereiro”.
Os dados divulgados pela FGV indicam, ainda, que o quesito que mais contribuiu para o avanço do Índice de Expectativa do Comércio foi o que capta o grau de otimismo com as vendas previstas para os próximos três meses, que chegou a crescer 4 pontos, atingindo 76,5 pontos em fevereiro.
Já a maior contribuição para a queda do Índice de Situação Atual do Comércio veio do quesito que mede o grau de satisfação com o volume atual da demanda, que caiu 0,9 ponto em relação ao mês anterior, alcançando 65 pontos. Para a edição de fevereiro do Índice de Confiança do Comércio, a FGV coletou informações junto a 1.219 empresas nos primeiros 23 dias deste mês.
Polícia Federal DESMENTE o Ministro José Eduardo Cardozo.As contas NÃO ESTAVAM SENDO PAGAS EM DIA.Foi necessário uma intervenção de Sérgio Moro para suprir as necessidades mínimas da PF do Paraná.Dossiê PT
Publicado por Dossiê PT em Sábado, 9 de janeiro de 2016
Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) variou 1,29% em fevereiro, um avanço de 0,15% sobre janeiro Tânia Rêgo/Agência Brasil
O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) variou 1,29% em fevereiro, um avanço de 0,15% sobre janeiro. O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 21 de janeiro e 20 de fevereiro. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 12,08%.
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 1,45% em fevereiro. No mês anterior, a taxa foi de 1,14%. O índice relativo aos bens finais variou 1,43% neste mês. Em janeiro, esse grupo de produtos teve variação de 1,84%. Contribuiu para o recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 7,6% para 2,48%.
O índice referente ao grupo bens intermediários variou 1,16% neste mês. Em janeiro, a taxa foi de 0,69%. O principal responsável por esse movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 1,06% para 1,96%. O índice de bens intermediários, calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 1,43%, ante 0,87%, em janeiro.
No estágio inicial da produção, o índice do grupo matérias-primas brutas variou 1,83% em fevereiro. Em janeiro, o índice registrou variação de 0,85%. Os itens que mais contribuíram para esse movimento foram: milho em grão (9,68% para 17,79%), bovinos (0,09% para 2,63%) e cana-de-açúcar (1,39% para 4,03%). Em sentido oposto, destacam-se: soja em grão (1,83% para -1,45%), suínos (-0,58% para -11,08%) e aves (-2,48% para -4,20%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 1,19% em fevereiro, ante 1,48% em janeiro. Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas: a principal contribuição foi do grupo alimentação (2,36% para 1,42%). Nessa classe de despesa, o destaque é o item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 19,44% para 5,29%.
Os estudantes que não foram pré-selecionados para as bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) podem aderir à lista de espera a partir de hoje (26). A lista será usada pelas instituições de ensino para ocupar as bolsas que não foram preenchidas nas etapas anteriores. O prazo para participar da lista vai até segunda-feira (29).
Para aderir, basta acessar o site do ProUni e confirmar. Os estudantes serão convocados pelas instituições de acordo com a nota que tiraram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015.
A relação dos candidatos participantes da lista de espera será divulgada no dia 3 de março. Todos os estudantes incluídos na lista deverão comparecer, entre os dias 8 e 9 de março às instituições de ensino e entregar a documentação que comprova as informações prestadas na inscrição.
Pode participar da lista de espera, exclusivamente para o curso correspondente à primeira opção, o candidato que não foi selecionado nas chamadas regulares e os pré-selecionados na segunda opção de curso, reprovados por não formação de turma.
Pode participar da lista de espera, exclusivamente para o curso correspondente à segunda opção, o candidato que não foi pré-selecionado nas chamadas regulares, na hipótese de não ter ocorrido formação de turma na primeira opção; os que não foram pré-selecionados nas chamadas regulares, na hipótese de não haver bolsas disponíveis na primeira opção; os pré-selecionados na primeira opção de curso, reprovados por não formação de turma.
Pelo ProUni, os estudantes podem concorrer a bolsas de estudo parciais e integrais em instituições particulares de educação superior, com base na nota do Enem. Nesta primeira edição de 2016, o programa teve 1.599.808 candidatos inscritos para concorrer a 203.602 bolsas.
Agentes da Polícia Federal (PF) estão cumprindo hoje (26) mandados judiciais em seis estados e no Distrito Federal. Segundo nota da PF, a Operação Recebedor investiga desdobramentos de fatos apurados na Operação Lava Jato, com base em informações colhidas em acordo de leniência e delação premiada de um dos investigados. Ele forneceu documentos e provas testemunhais contra empresas e pessoas que também teriam participado do esquema criminoso.
A PF executa sete mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para prestar depoimento e depois liberada) e 44 mandados de busca, que estão sendo cumpridos simultaneamente nos estados do Paraná, Maranhão, Rio de Janeiro, de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal. Membros do Ministério Público Federal em Goiás participam dos trabalhos.
De acordo com o texto, as buscas visam a colher provas do pagamento de propina para a construção das ferrovias Norte-Sul e Integração Leste-Oeste, bem como da prática de cartel e lavagem de dinheiro ilícito obtido por meio do superfaturamento de obras públicas.
Somente no estado de Goiás, foi detectado desvio de mais de R$ 630 milhões, considerando-se somente os trechos executados na construção da Ferrovia Norte-Sul.
De acordo com as investigações, as empreiteiras faziam pagamentos regulares, por meio de contratos simulados a um escritório de advocacia e a mais duas empresas sediadas em Goiás, que eram utilizadas como fachada para maquiar a origem lícita do dinheiro, proveniente de fraudes em licitações públicas.
Todos os investigados responderão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O nome da operação é uma referência à defesa apresentada por um investigados em apuração anterior chamada Caso Trem Pagador. Nela, os advogados alegaram que se o trem era pagador, o alvo não tinha sido o recebedor.
A operação será detalhada em entrevista, às 10h, na sede da Superintendência da Polícia Federal em Goiânia.
Evento-teste no Rio reúne feras do rugby sobre cadeira de rodas
Atletas da Seleção Brasileira de Rugby em quadraComitê Paralímpico Brasileiro
Entre hoje (26) e domingo (28), a Arena Carioca 1, no Parque Olímpico, será palco de trombadas, passes e gols no Campeonato Internacional de Rugby em Cadeira de Rodas. A competição será mais um evento-teste para os Jogos Paralímpicos, que começam em setembro.
Após derrota para a Colômbia no Pan-Americano de Toronto, em 2015, a seleção brasileira espera se recuperar no ranking internacional com a Paralimpíada, e o evento-teste trouxe ao Rio pesos pesados do esporte. A Austrália é a atual campeã mundial e campeã olímpica, o Canadá é o país que atualmente ocupa o primeiro lugar no ranking, e a Grã-Bretanha é a campeã europeia da modalidade.
"O nível está muito alto, mas o Brasil quer recuperar o posto de terceiro das Américas. Não tem teste melhor para gente", disse o técnico da seleção Rafael Gouveia. Segundo ele, o esporte é agressivo e de muito contato, mas o que decide o sucesso das jogadas é a inteligência.
Na quadra
Diferentemente da versão convencional do esporte em que as disputas ocorrem no gramado, orugby em cadeira de rodas vem do basquete em cadeira de rodas, é diputado em quadras e tem algumas regras parecidas – como o tempo para marcar o gol e o impedimento de voltar ao campo de defesa. Uma diferença, no entanto, é que o ruby permite colisões propositais entre as cadeiras de rodas, o que não ocorre no basquete.
"No rugby em cadeira de rodas, a gente pode bater [chocar-se] com o adversário desde que não coloque a integridade física dele em risco. Temos atletas de diferentes biotipos. Se um atleta que corre 20 metros em seis segundos bater em um atleta leve, ele pode até tirar a cadeira do chão", conta Rafael.
Para ele, a visão paternalista que a sociedade tem do cadeirante faz com que as pessoas fiquem surpresas com os jogos. "Quando a gente pega um esporte com característica agressiva para o tetraplégico, que é considerado frágil, a família, os médicos ou pessoas que estão em volta já enxergam com outro olhar."
Requisitos
Para participar da modalidade, é necessário ter deficiência em três membros do corpo. Outra característica do rugby em cadeira de rodas é o fato de ser um esporte misto, em que homens e mulheres competem juntos, em equipes de quatro pessoas. Na seleção brasileira, não há nenhuma mulher entre os escalados, mas Canadá e Reino Unido trouxeram mulheres entre seus melhores atletas.
Com 28 anos, Bruno Damasceno já tem uma longa carreira no esporte e participou de sua primeira seletiva para representar o Brasil em 2008. Hoje, ele sonha com a Paralimpíada no Rio de Janeiro: "A expectativa é grande. Você vê o local de jogos, vê que é grande e toda a organização. Você fica ansioso pelo seu trabalho e [lembra] o tanto que você treinou."
Um acidente em uma piscina há 11 anos fez com que o atleta ingressasse nos esportes paralímpicos, considerado um caminho de muitos obstáculos. "No começo, passei por várias dificuldades, adaptações, inclusive para aprender o que estava acontecendo comigo", conta ele, que tentou praticar natação e handebol antes de entrar para o rugby. "Achei legal ter contato, vi que era pra mim e comecei a praticar".
Congresso de federações elege hoje sucessor de Blatter na Fifa
Da Agência Lusa
Fifa reúne federações para eleger novo presidentefifa_patrick_b._kraemer_lusa.jpg
O congresso das 209 entidades filiadas à Federação Internacional de Futebol (Fifa), que vai eleger o sucessor de Joseph Blatter, presidente do organismo desde 1998, começou hoje (26) em Zurique, no momento em que ocorrem denúncias de corrupção no futebol.
O italo-suíço Gianni Infantino, de 45 anos, e o xeque do Bahrein Salman bin Ebrahim Al Khalifa, de 50 anos, são os favoritos à sucessão de Blatter, de 79 anos, que anunciou a demissão em 2 de junho de 2015, quatro dias após ter sido reeleito para um quinto mandato consecutivo.
Os outros candidatos à presidência da Fifa - o príncipe jordano Ali, o sul-africano Tokyo Sexwale e o francês Jérôme Champagne, aparecem muito atrás nas intenções de voto.
Pelo caminho ficou a candidatura do francês Michel Platini, que inicialmente aparecia como o sucessor natural de Blatter, mas que acabou suspenso por seis anos pela Comissão de Ética, na sequência das denúncias do recebimento de 1,8 milhão de euros do presidente demissionário da Fifa.