Alfabeto para cegos

O alfabeto para cegos consta de seis pontos salientes dispostos em diferentes posições e identificáveis com a ponta dos dedos. Ele foi inventado em 1824, por Louis Braille, então com 15 anos, que era cego desde os três. 

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Aliados querem dividir crise com o Judiciário

Presidente do PDT diz que não dá para 'descarregar só nos servidores'

Aliados do governo de José Ivo Sartori (PMDB) afirmaram ontem que estão solidários às medidas tomadas até agora pela gestão do peemedebista, mas defendem que a conta da crise financeira do Estado seja dividida com outros poderes. “É a medida mais extrema que um governo pode tomar (atrasar salários), e acertadamente não é da vontade de nenhum governante. É impactante para quem toma a decisão e para quem é impactado. Consegue ser ruim para todos” disse o presidente estadual do PDT, Pompeo de Mattos.
Com a bandeira histórica do trabalhismo, Pompeo fala em dividir o sacrifício. “Tem que apertar com o Judiciário também, que tem o duodécimo, que recebe o valor fixo do orçamento e não do arrecadado. Há queda na arrecadação, mas o Judiciário não foi nenhum real a menos, nem para o Legislativo. Há muitas coisas que precisam ser feitas e estamos tentando clarear ao ´governo. Não é só descarregar nos servidores do Executivo”, declarou.
Mirando o Judiciário, Pompeo considera absurdo o pagamento de juros pelo uso dos depósitos judiciais, medida revista pelo Tribunal de Justiça e que ainda não foi encaminhada à Assembleia. “O Estado está pagando juro enorme de dinheiro dos depósitos judiciais sacados. Tem sentido o Judiciário explorar o Executivo em uma hora dessas? O Executivo paga juro não para o dono do dinheiro, mas para o intermediário”.
Para o presidente do Partido Progressista (PP), Celso Bernardi, o servidor público que trabalha no Executivo não pode ser visto como culpado pela crise e sim como solução. “Temos que socorrer o Estado. Já há poucas opções de receitas alternativas, todas esgotadas no governo anterior”, afirmou. 'Nós somos participantes do governo. Tentamos mostrar nossas posições. Não podemos ver como Sartori ou do PMDB, mas como o Estado do RS que precisa de alternativas”, completou.




Fonte: Correio do Povo, página 4 de 1º de setembro de 2015.