sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

OPERAÇÃO DESMONTE 2023

 TRÉGUA NATALINA

Não raro, até mesmo nas guerras mais sangrentas a TRÉGUA NATALINA é respeitada. Tem curta duração -inicia, segundo relatos, no entardecer da véspera do Natal e vai, geralmente, até a manhã do dia 25, quando o silêncio e os ataques são rompidos. Aliás, aí de forma legal e costumeira no nosso imenso Brasil, a SAIDINHA DE NATAL, que está mais para -SAIDÃO DE NATAL-, a considerar que só em SP 38 mil presos serão postos em liberdade -temporária- (de hoje, 23, até o primeiro dia útil de janeiro, 2), deixa o ambiente dos presídios em estado de graça. Ah, sem contar com a SAÍDA DEFINITIVA do ultra bandido Sérgio Cabral, concedida pelo STF. 

ALERTAS NECESSÁRIOS

Embalado pelo -ESPÍRITO NATALINO- a minha intenção era de cabular o editorial de hoje, 6ª feira, 23, antevéspera do Natal. Entretanto, como o GOVERNO -DECLARADAMENTE COMUNISTA-, que já está mostrando as garras que vão ferir com muita crueldade o povo brasileiro dentro de poucos dias, não quer saber de -TRÉGUA NATALINA-, achei por bem que deveria seguir emitindo alertas sobre a OPERAÇÃO DESMONTE 2023 que, sem dó nem piedade, deve iniciar em caráter de urgência.

TRANSIÇÃO PARA O ABISMO

Entre tantas frentes que serão atacadas pelo GOVERNO COMUNISTA PETISTA, chamadas de -REVOGAÇO-, chama muito a atenção a REVISÃO das PRIVATIZAÇÕES. O relatório da TRANSIÇÃO PARA O ABISMO, segundo apurou a Gazeta do Povo, sugere 14 revisões de instrumentos e dispositivos sobre processos de desestatização que se encontram em "etapas preparatórias e ainda não concluídas". Entre as empresas citadas no relatório estão a Petrobras, os Correios, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep), a Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural (PPSA) e a Companhia Nacional de Abastecimento. Que tal? Ah, a PRIVATIZAÇÃO DO PORTO DE SANTOS, que estava prevista para este final de ano, já foi, literalmente, para o beleléu.

POPULISMO A MIL

A transição também defende recriar o Programa dos Catadores mediante a revogação parcial do decreto 10.473/20, que acabou com o Programa Pró-Catador, que reunia ações de apoio a trabalhadores de baixa renda que se dedicam a coletar materiais reutilizáveis e recicláveis e promovia a "inclusão social e econômica dessas pessoas e contribuindo para a sustentabilidade". Outro ponto -DEFENDIDO- é proteger (??) as famílias brasileiras contra o "superendividamento". Para isso, o relatório sugere a revisão do decreto 11.150/22 para "apontar caminhos de reversão do processo de superendividamento vivido pelas famílias brasileiras de baixa renda". A transição defende que a medida aumentará a segurança jurídica no tema, uma vez que sua constitucionalidade é discutida no STF.

FELIZ NATAL

Bem, uma vez feitos os devidos alertas (para que ninguém diga que não foi avisado), o que mais desejo é que todos os leitores/assinantes aproveitem ao máximo este Natal, que tinha tudo para ser um dos melhores dos últimos 40 anos. Feliz Natal! 

PRIME NEWS



OPEN FINANCE



Prestes a completar dois anos no Brasil, o Open Finance ainda é desconhecido pelos brasileiros. Esta é a principal conclusão de uma pesquisa realizada pela Provu, fintech de meios de pagamento e crédito pessoal.


Entre os 2,6 mil entrevistados, 32% disseram já ter ouvido falar sobre Open Finance, mas não sabem o que é; outros 28,1% não sabem ou nunca ouviram falar sobre o tema.


O desconhecimento é ainda maior quando o assunto é Open Banking: 84,5% afirmaram desconhecer do que se trata. O dado chama a atenção, considerando que Open Finance é a mesma coisa que Open Banking.


E o que é Open Finance?


O Open Finance é o ecossistema aberto de compartilhamento de dados entre clientes e instituições financeiras.


A premissa principal é centralizar o cliente durante a tomada de decisão: é ele quem compartilha o dado que quiser, escolhe a instituição e o tempo em que terá suas informações disponibilizadas — o período máximo é de 12 meses.


O Banco Central é o órgão fiscalizador do ecossistema Open e conta com grupos de trabalho incluindo representantes de empresas de todo o mercado na governança e no desenvolvimento do projeto.


A implementação do Open Finance no Brasil começou em fevereiro de 2021 e, de lá para cá, foram iniciadas quatro fases do cronograma.


A primeira etapa, considerada mais burocrática, consistiu no compartilhamento de dados já públicos das instituições participantes entre si. A segunda fase teve início em 13 de agosto de 2021 e trouxe a possibilidade de compartilhar dados cadastrais, como nome, CPF/CNPJ, endereço, informações de crédito e cartões.


Na fase 3, iniciada em 29 de outubro de 2021, os consumidores passaram a fazer transações, como pagamentos e transferências, utilizando o Pix.


A etapa quatro foi lançada em 15 de dezembro de 2021 e marcou a mudança de nome de Open Banking para Open Finance. Isso porque, a partir do desenvolvimento desta fase, o compartilhamento de dados passa a abarcar também operações de câmbio, investimentos, seguros e previdência privada.


Por Giovanna Sutto


Pontocritico.com

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