quinta-feira, 10 de novembro de 2022

Luzes misteriosas no céu de Porto Alegre podem ter relação com evento na Serra do RS

 Teoria é do professor Hernán Mostajo, também diretor do Museu Internacional de Ufologia, História e Ciência Victor Mostajo

A explicação para as luzes misteriosas que foram vistas por quatro dias seguidos no céu de Porto Alegre pode estar relacionada a um grande evento que ocorre na Serra Gaúcha, e projeta luzes para o alto. A teoria é do professor Hernán Mostajo, também diretor do Museu Internacional de Ufologia, História e Ciência Victor Mostajo. O local fica em Itaara, na região central gaúcha, e tem atraído a atenção de pessoas ao longo dos últimos dias, na esteira da aparição de objetos voadores não identificados (OVNIs) na região.

"A princípio, são fenômenos aéreos bem identificados", afirma ele. "Não temos certeza da origem da luz, mas há uma grande suspeita da relação com este evento", acrescenta, sem citar qual seria, nem onde ocorre, embora diga saber. A confirmação deverá vir, afirma Hernán, com laudos técnicos que estão em andamento, e precisam de autorização para serem divulgados. "Observe que em todos os dias onde houve avistamentos, o evento ocorreu. Somente em um dia não foram vistas luzes, e justamente não houve este evento", diz com firmeza.

A especulação alimenta as mais diversas teorias, especialmente na Internet, para o que seriam as tais luzes, visíveis principalmente pilotos de aeronaves por, pelo menos, cinco noites seguidas na Capital, e registradas por câmeras de monitoramento do Aeroporto Internacional Salgado Filho, que também divulga as conversas entre tripulantes e controladores de tráfego aéreo. A mais recente delas foi na noite da última terça-feira, quando cinco pilotos de voos comerciais relataram luzes não identificadas.

Outra teoria mais recente levantada nas redes sociais diz respeito a uma provável passagem dos satélites da empresa Starlink pela órbita terrestre, possibilidade que é refutada pelo diretor do museu de Itaara. “O Starlink é uma sequência de satélites. Os avistamentos relacionados a eles eram mais comuns há alguns anos, quando eles foram lançados”, comenta Hernán. O professor Carlos Fernando Jung, um dos proprietários do Observatório Heller & Jung, no município de Taquara, e diretor da Região Sul da Brazilian Meteor Observation Network (Bramon), afirmou não ter registrado nada na noite de terça. “Mas vamos continuar a monitorar”, diz Jung.


Correio do Povo

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