sexta-feira, 23 de setembro de 2022

NARRATIVA FALSA

 FOME FALSA

Nesta semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, questionou, enfim, com total razão, durante sua participação no evento realizado pela Fenabrave, em SP, a NARRATIVA FALSA de que 33 MILHÕES de brasileiros vivem em situação de insegurança alimentar. -É MENTIRA, É FALSO-. NÃO SÃO ESSES OS NÚMEROS, afirmou Guedes, com muita convicção e energia.


IMPOSSÍVEL

Paulo Guedes, para quem não sabe ou não acompanhou, se referia ao levantamento divulgado em junho pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional que apontou que cerca de 33,1 milhões de pessoas não têm o que comer diariamente no Brasil. Guedes afirmou que com os programas de transferência de renda o “consumo dos mais frágeis está garantido”. Por isso, é impossível que tenha 33 milhões de pessoas passando FOME. Elas estão recebendo três vezes mais do que recebiam antes. E mesmo que tenha tido inflação e aumento de preço, não multiplicou por três, então o poder de compra está mais do que preservado", afirmou.


II VIGISAN

Os dados questionados por Guedes fazem parte do 2° Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil (II Vigisan), que mostrou, em meados deste ano, que o número de brasileiros que convivem com a fome chegou a 33 milhões no final de 2021 e início de 2022. A pesquisa, feita com base na realização de entrevistas em 12.745 domicílios, é de responsabilidade da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, um grupo de “think tanks” brasileiros dedicados ao tema.


BARULHO

“- A NARRATIVA POLÍTICA É DE BARULHO, disse Guedes". E justificou a sua afirmação dizendo que o governo tem ajudado a população vulnerável com programas de transferência de renda, como o Auxílio Emergencial e o Auxílio Brasil, desde o início da pandemia, e que a alta da inflação não seria suficiente para levar as pessoas à insegurança alimentar. O valor do Auxílio Brasil foi de 400 reais a 600 reais em agosto deste ano, quando o governo conseguiu aprovar o aumento às vésperas da disputa presidencial, driblando a lei eleitoral. Agora, o programa foi expandido para 20 milhões de famílias. "No Brasil, portanto, fome para valer não existe da maneira como é falado. Extrema pobreza é ganhar até US$ 1,9 por dia, isso dá R$ 10. O Auxílio Brasil são R$ 20 por dia, então quem porventura está no mapa da fome pode se cadastrar e vai receber, não tem fila o Auxílio Brasil". 


Ao encerrar a sua participação Guedes completou: a porcentagem de famílias abaixo da linha de pobreza no Brasil vai cair para 4% – uma projeção que aparece em estudo apresentado recentemente pelo IPEA -Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas.


DUAS PERGUNTAS

Ora, depois da correta explicação do ministro Paulo Guedes alguém ainda acredita na NARRATIVA FALSA de que 33 milhões de brasileiros estão passando fome, DUAS PERGUNTAS se impõem:


1- Por que os partidos políticos que se beneficiam com o fantástico FUNDO ELEITORAL não abrem mão de, ao menos, 50% em benefício dos esfomeados? 


2- Por que os servidores públicos, CLASSE de brasileiros que é contemplada com DIREITOS E/OU BENEFÍCIOS absurdos, não abrem mão de algum privilégio em favor dos esfomeados?


LISTA DE CANDIDATOS

De novo: eis aí a -MINHA- LISTA DE CANDIDATOS PARA OS PODERES -EXECUTIVO E LEGISLATIVO. 


 1- PRESIDENTE DA REPÚBLICA: JAIR BOLSONARO- 22.


2- GOVERNADOR DO RS, meu Estado: ONIX LORENZONI- 22.


3- SENADOR DO RS: HAMILTON MOURÃO-100. 


4- DEPUTADO FEDERAL DO RS: MARCEL VAN HATTEM-3030; FÁBIO OSTERMANN-3000; FELIPE PEDRI-2228; LASIER MARTINS-1901; OSMAR TERRA-1522; SANDERSON-2210. 


5- DEPUTADO ESTADUAL DO RS: DRA. ANA CORONEL-30230; FABIANO RHEINHEIMER-22210; FELIPE CAMOZZATO-30000; FERNANDA BARTH-20022; GIUSEPPE RIESGO-30500; GUSTAVO VITORINO-10022; RAMIRO ROSÁRIO-45200; RINALDO-22250. 


PRIME NEWS



ENERGIA SUSTENTÁVEL



Com o objetivo de apoiar o crescimento do setor solar fotovoltaico e ampliar as práticas sustentáveis no Rio Grande do Sul, foi lançado nesta quinta-feira (22) o Selo + Energia Sustentável que irá capacitar e destacar as empresas que atuam nessa área com qualidade. A ação é oriunda de uma parceria formada entre Ufrgs, Sebrae RS, Senai-RS e Banrisul.


 


Nesta etapa do programa, foram selecionadas 30 empresas de pequeno, médio e grande porte do Rio Grande do Sul, integradoras de sistemas fotovoltaicos (os populares painéis solares), para participar dessa edição do projeto. A professora e pesquisadora do curso de Engenheira de Gestão de Energia da Ufrgs, Aline Pan, detalha que a universidade fará o diagnóstico dessas companhias, desenvolvendo metodologia e indicadores de desempenho para avaliar essas empresas.


 


Feita a análise inicial e após as companhias passarem por cursos de capacitação do Sebrae RS e do Senai-RS, essas empresas serão novamente abordadas para mensurar a evolução das suas práticas e serão indicadas medidas para alcançar uma qualificação ainda maior. De acordo com o êxito desses empreendedores, eles receberão o Selo + Energia Sustentável no nível ouro, prata ou bronze.


 


A previsão é de as companhias concluírem o programa por volta de setembro do próximo ano, quando há a expectativa da abertura de uma nova turma de empresas. Aline frisa que se trata de uma integração entre academia e setor produtivo. “A universidade atuando com toda a sua expertise técnica, o Banrisul com a questão do financiamento e a discussão de sustentabilidade, e o Sebrae RS e o Senai-RS capacitando as companhias, tanto na forma de gestão como na parte técnica”, comenta a professora.


 


Dentro desse cenário, a Ufrgs será a responsável pela criação do selo e pela metodologia de avaliação das empresas. Já o Sebrae RS, além de ofertar workshops e consultorias em gestão, será um dos financiadores do programa. O Senai-RS oferecerá cursos para instaladores e projetistas e o Banrisul vai subsidiar juntamente com o Sebrae RS os treinamentos, além de financiar projetos sustentáveis. Para participar, as empresas precisam estar adimplentes com o Banrisul e o Sebrae RS.


Aline ressalta que a intenção é que o setor da energia fotovoltaica faça uma concorrência de qualidade. “A maioria das empresas integradoras tem dois anos de mercado, essas companhias conhecem um mercado vendendo muito, daqui a pouco vai dar uma estacionada e daí como elas vão estar preparadas?”, alerta a professora. Futuramente, a ideia é que o selo englobe também outras ações na área de energia renovável e a eficiência energética.


O diretor de crédito do Banrisul, Osvaldo Lobo Pires, acrescenta que o objetivo também consiste em trabalhar em parceria e promover a pauta ESG (Environmental, social, and corporate governance) que, segundo ele, é algo estratégico para o banco e para o desenvolvimento do Estado. Pires salienta que há um enorme e rentável potencial quanto às atividades ligadas ao campo da energia renovável. “Mas, exige capacitação e investimento em tecnologia”, reforça. O secretário-adjunto da Secretaria estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura, Guilherme de Souza, complementa que a iniciativa é relacionada a um dos importantes temas globais do momento, que é a questão climática. “E o engajamento de vários setores com esse assunto é que possibilitará uma mudança”, sustenta Souza.


 


O pró-reitor de Inovação e Relações Institucionais da Ufrgs, Geraldo Pereira Jotz, defende que é essencial que a pesquisa universitária renda frutos para a sociedade. “Temos que tirar os muros da universidade para que a sociedade entre”, afirma. Já o diretor regional do Senai-RS, Carlos Artur Trein, lembra que a área fotovoltaica está se desenvolvendo exponencialmente. “Porém, é preciso se preocupar com a segurança da instalação, porque cresceu absurdamente esse tipo de serviço”, adverte o dirigente.


 


Ele enfatiza que é necessário preparar os profissionais que atuam nesse segmento.


Por sua vez, o gerente Regional Metropolitana do Sebrae RS, Paulo Bruscato, recorda que a instituição já atua no setor de energia há décadas. Ele argumenta que a parceria do Sebrae com outras entidades em iniciativas como o Selo + Energia Sustentável fortalece as ações adotadas na melhoria de uma atividade. “E precisamos ficar do lado do microempreendedor para apoiar seu crescimento”, finaliza.


 


Por Jefferson Klein - Jornal do Comércio


Pontocritico.com

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