segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Incêndio na Serra do Curral é controlado depois de três dias

 Últimos focos foram combatidos no final da tarde deste domingo



Depois de três dias, os bombeiros controlaram, na noite deste domingo, o incêndio que consumiu uma grande parte da Serra do Curral, nos limites de Belo Horizonte, Nova Lima e Sabará, em Minas Gerais. 

Ao todo, 40 pessoas participaram do combate às chamas, incluindo militares e brigadistas, com uso de abafadores, bombas costais e sopradores. Quatro aeronaves ajudaram nos trabalhos. 

Segundo os bombeiros, não houve feridos e danos em estruturas públicas ou privadas. O tamanho da área destruída deve ser revelado nesta segunda-feira (12), após um sobrevoo de drones, que também vão verificar se ainda há focos de incêndio. 

Durante o combate às chamas, neste domingo, a secretária de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Marília Melo, e o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Minas, coronel Edgard Estevo, fizeram um sobrevoo na região, para avaliar o tamanho dos estragos.

A perícia da Polícai Civil fez levantamentos da área queimada, com uso de drones, para dar prosseguimento às investigações. A suspeita é a de que o incêndio tenha sido provocado por ação humana. As atividades de elucidação são conduzidas com observância de protocolo do DEMA (Departamento Estadual de Investigação de crimes contra o Meio Ambiente) da PC.

As chamas começaram na noite dessa sexta-feira e levaram um risco maior às torres de transmissão. Naquele dia, militares fizeram um combate para evitar que os equipamentos fossem atingidos. A partir do sábado, foram usados dois aviões Air Tractor e um helicóptero, que despejavam, por viagem, bolsões com cerca de 2 mil litros de água cada. Devido à dificuldade de acesso, não foram usados caminhões tanque.

"A atuação rápida evitou que o fogo entrasse em duas unidades de conservação do município de Belo Horizonte - Parque das Mangabeiras e Parque Municipal da Serra do Curral -, além do Parque Estadual da Baleia", informou, por meio de nota, o Governo de Minas.

R7 e Correio do Povo

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